Mostrando postagens com marcador Gal Costa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gal Costa. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de novembro de 2018

HORA DA VITROLA: GAL COSTA (BABY)

Resultado de imagem para imagens gal costa
GOOGLE

BABY
De Caetano Veloso
Com Gal Costa




Você precisa saber da piscina
Da margarina
Da Carolina
Da gasolina
Você precisa saber de mim


Baby baby
Eu sei que é assim



Você precisa tomar um sorvete
Na lanchonete
Andar com a gente
Me ver de perto
Ouvir aquela canção do Roberto



Baby baby
Há quanto tempo



Você precisa aprender inglês
Precisa aprender o que eu sei
E o que eu não sei mais
E o que eu não sei mais



Não sei, comigo vai tudo azul
Contigo vai tudo em paz
Vivemos na melhor cidade
Da América do Sul
Da América do Sul



Você precisa
Você precisa
Não sei
Leia na minha camisa



Baby baby


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

HORA DA VITROLA ESPECIAL: DORIVAL CAYMMI

Resultado de imagem para imagens dorival caymmi
ARQUIVO GOOGLE


SÓ LOUCO
De Dorival Caymmi
Com Dorival e Gal



Só louco
Amou como eu amei
Só louco
Quis o bem que eu quis

Ah, insensato coração
Porque me fizeste sofrer
Porque de amor pra entender
É preciso amar, porque

Só louco, louco...


MARINA
De Dorival Caymmi
Com Nélson Gonçalves



Marina morena
Marina você se pintou
Marina faça tudo
Mas faça o favor
Não pinte este rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu
Marina você já é bonita
Com o que Deus lhe deu

Já me aborreci, me zanguei
Já não posso falar
E quando eu me zango, Marina
Não sei perdoar
Eu já desculpei tanta coisa
Você não arrajava outro igual
Desculpe Marina, morena
Mas eu tô de mal, de mal com você
De mal com você

Destacam-se na obra de Dorival Caymmi três vertentes: as canções praieiras e os sambas de roda, em que predomina a Bahia, e os sambas urbanos de inspiração carioca. É ao terceiro grupo que pertence "Marina". De melodia e letra muito bem trabalhadas, Caymmi começou a canção pelo final, repetindo uma frase do filho Dori (então com três anos) que, ao ser contrariado, reagia dizendo: "Tô de mal com você, tô de mal com você..." 
FONTE: REVISTA ÉPOCA ON LINE

***

Resultado de imagem para imagens dorival caymmi


Dorival Caymmi (1914-2008) foi um cantor e compositor brasileiro. Cantava os costumes e as tradições da Bahia. Entre suas canções de sucesso, estão "Samba da Minha Terra", "Marina", "Samba da Bahia", "O Dengo Que a Nega Tem" e "Saudade de Itapoã".

Dorival nasceu em Salvador, Bahia, no dia 30 de abril de 1914. Filho do funcionário público, descendente de italianos, Durval Henrique Caymmi e de Aurelina Soares Caymmi, descendente de portugueses e africanos. Seu pai tocava piano, violão e bandolim. Desde menino cantava no coro da igreja.

Interrompeu os estudos no primeiro ano ginasial, para trabalhar como auxiliar de escritório e, depois, caixeiro-viajante. Nessa época aprende a tocar violão sozinho, desenvolvendo um estilo pessoal, e compõe suas primeiras canções, como "No Sertão" (1930). Começa a cantar no rádio e em 1935, estreia o programa "Caymmi e Suas Canções Praieiras" na Rádio Clube da Bahia.

Em 1938, tenta a sorte no Rio de Janeiro. Consegue apresentar-se na Rádio Transmissora cantando o samba "O Que É Que a Baiana Tem?", mais tarde incluído no filme Banana da Terra (1938), com Carmen Miranda, e que alcança sucesso nacional. Em 1939 passa a atuar na prestigiosa Rádio Nacional no Rio de Janeiro, onde conhece a caloura Stella Maris, com quem se casa. Emplaca nos anos 40 e 50 sucessos como "Samba da Minha Terra" (1940), "Rosa Morena" (1942), "Marina" (1947), "Não Tem Solução" (1952), "João Valentão" (1953) e "Maracangalha" (1956), entre outros.

Nos anos 70, foi condecorado pelo governo baiano. Apresenta as músicas "Oração para Mãe Menininha" (1972) e "Modinha para Gabriela", da trilha sonora da novela Gabriela.

Com problemas cardíacos, passou a apresentar-se esporadicamente em shows ao lado dos filhos Dori, Nana e Danilo, também músicos de sucesso. Em 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, mas o número de versões de suas músicas feitas por outros intérpretes é praticamente incalculável. Sua obra, considerada pequena em quantidade, compensa essa falsa impressão com inigualável número de obras-primas. A editora Lumiar lançou em 1994 o songbook com suas obras, acompanhado por três CDs.


Dorival Caymmi morre de falência múltipla dos órgãos, no Rio de Janeiro, no dia 16 de agosto de 2008.

***

TOM JOBIM

Eu conheci o Dorival Caymmi nos idos de 48, 49. Eu estava assim muito empenhado, eu queria ser músico de qualquer jeito, me aproximei dele e depois nos tornamos grandes amigos. O Dorival Caymmi é um gênio, uma pessoa assim que se eu pensar em música brasileira eu vou sempre pensar em Dorival Caymmi. Ele é uma pessoa incrivelmente sensível, uma criação incrível, eu digo isso sob o ponto de vista musical, sem falar do poeta e do pintor, porque o pintor, inclusive, eu ganhei um quadro dele, eu dei uma flauta ao filho dele e ele me deu um quadro que é uma maravilha. Eu outro dia perguntei a Danilo Caymmi: mas, rapaz, como é que seu pai pinta assim? Ele disse, ele estudou. Um negócio! Porque o Dorival é um grande pintor mesmo, não é negócio de brincadeira não, e nas músicas, então, nem se fala…  Fonte: músicaemprosa.com.br


domingo, 14 de janeiro de 2018

CHÁ DAS CINCO: ALICE RUIZ

Resultado de imagem para ilustração para socorro
Foto: YouTube

SOCORRO

Socorro, não estou sentindo nada.
Nem medo, nem calor, nem fogo,
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir.

Socorro, alguma alma, mesmo que penada,
Me empreste suas penas.
Já não sinto amor nem dor,
Já não sinto nada.

Socorro, alguém me dê um coração,
Que esse já não bate nem apanha.
Por favor, uma emoção pequena,
Qualquer coisa.
Qualquer coisa que se sinta,
Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva.
Qualquer coisa que se sinta,
Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva.

Socorro, alguma rua que me dê sentido,
Em qualquer cruzamento,
Acostamento, encruzilhada,
Socorro, eu já não sinto nada.

Resultado de imagem para imagens alice ruiz
Alice Ruiz


SOCORRO
Letra: Alice Ruiz
Música: Arnaldo Antunes
Interpretação: Gal Costa



sexta-feira, 31 de março de 2017

CHÁ DAS CINCO: PAULO AUTRAN INTERPRETA VINÍCIUS. GAL CANTA TOM E VINÍCIUS


www.imagensdeposito.com


SONETO DA FIDELIDADE




De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

***



Eu Sei Que Vou te Amar
De Tom Jobim e Vinícius de Moraes
Com Gal e Tom



Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente, eu sei que vou te amar

E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida

Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida

sexta-feira, 17 de março de 2017

HORA DA VITROLA: GAL COSTA


FORÇA ESTRANHA, 
de Caetano Veloso
Por Gal Costa






Eu vi um menino correndo
Eu vi o tempo brincando ao redor
Do caminho daquele menino

Eu pus os meus pés no riacho
E acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei

Eu vi a mulher preparando outra pessoa
O tempo parou pra eu olhar para aquela barriga
A vida é amiga da arte
É a parte que o sol me ensinou
O sol que atravessa essa estrada que nunca passou

Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto, não posso parar
Por isso essa voz tamanha

Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista
O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece
Aquele que conhece o jogo, do fogo das coisas que são
É o sol, é a estrada, é o tempo, é o pé e é o chão

Eu vi muitos homens brigando, ouvi seus gritos
Estive no fundo de cada vontade encoberta
E a coisa mais certa de todas as coisas
Não vale um caminho sob o sol
E o sol sobre a estrada, é o sol sobre a estrada, é o sol

Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto, não posso parar
Por isso essa voz tamanha

Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto, não posso parar
Por isso essa voz tamanha


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

HORA DA VITROLA: GAL COSTA (SUA ESTUPIDEZ)



SUA ESTUPIDEZ
Com Gal Costa
De Roberto e Erasmo Carlos



Meu bem, meu bem
Você tem que acreditar em mim
Ninguém pode destruir assim
Um grande amor
Não dê ouvidos a maldade alheia
E creia:
Sua estupidez não lhe deixa ver
Que eu te amo

Meu bem, meu bem
Use a inteligência uma vez só
Quantos idiotas vivem só
Sem ter amor
E você vai ficar também sozinha
E eu sei porquê
Sua estupidez não lhe deixa ver
Que eu te amo

Quantas vezes eu tentei falar
Que no mundo não há mais lugar
Pra quem toma decisões na vida
Sem pensar
Conte ao menos até três
Se precisar conte outra vez
Mas pense outra vez
Meu bem, meu bem, meu bem
Eu te amo

Meu bem, meu bem
Sua incompreensão já é demais
Nunca vi alguém tão incapaz
De compreender
Que o meu amor é bem maior
Que tudo que existe
Mas, sua estupidez não lhe deixa ver
Que eu te amo