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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

CARTUNISTAS: FORTUNA



- Não! Eu Só Conspiro Contra Governos Depostos
- NÃO! EU SÓ CONSPIRO CONTRA
GOVERNOS DEPOSTOS - 1964


- A Fase Repressiva Parou. Estamos Agora na Fase Construtiva.
A FASE REPRESSIVA PAROU.
ESTAMOS AGORA NA FASE CONSTRUTIVA - 1964



  [Sem Título]
SEM TÍTULO - 1964


Aqui Não!
AQUI, NÃO! - 1971


Casaca, Volver!
CASACA, VOLVER! - 1964



 [Sem Título]
SEM TÍTULO - 1970


O Beijo
O BEIJO - 1964


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Resultado de imagem para FOTO FORTUNA CARTUNISTA
FORTUNA (FOTO: ARQUIVO GOOGLE)

Reginaldo José Azevedo Fortuna, mais conhecido como Fortuna (São Luís, 21 de agosto de 1931 — São Paulo, 5 de setembro de 1994) foi um chargista, cartunista e humorista brasileiro.

Começou bastante cedo a desenhar. Aos quinze anos, ao se mudar para o Rio de Janeiro, teve desenhos impressos na revista Sesinho, publicação do Serviço Social da Indústria, sob o pseudônimo de Ricardo Forte. Durante os primeiros anos de ditadura militar, tornou-se conhecido por suas charges políticas no jornal Correio da Manhã. Algumas dessas charges foram publicadas no livro "Hay Gobierno?", com Jaguar e Claudius.

Passou por publicações da grande imprensa e imprensa alternativa, dentre as quais A Cigarra, O Cruzeiro, Pif-Paf e Revista da Semana. Foi um dos fundadores do jornal O Pasquim. Editou e dirigiu a revista de "cartuns e quadrinhos não enlatados" O Bicho.

Foi o responsável pelo projeto gráfico do suplemento Folhetim, do jornal Folha de S. Paulo, editado por Tarso de Castro. Fez capas para a revista "Veja" e livros. Criou a personagem de quadrinhos nonsense "Madame e Seu Bicho Muito Louco". Lançou três livros solos: "Aberto Para Balanço", "Diz, Logotipo!" e "Acho Tudo Muito Estranho (Já o Professor Reginaldo, não). Fortuna morreu de infarto aos 63 anos.

FONTE: WIKIPÉDIA



sábado, 5 de abril de 2014

CHÁ DAS CINCO: FORTUNA

COMO DEIXAR DE FUMAR

www.releituras.com


Assim que entro num táxi acendo um cigarro. Acho que é pra me desforrar de quando entro num elevador e fico a viagem toda sem fumar. Antes de tirar um cigarro estendi o maço aberto para o motorista. Ele fez que não com a cabeça e vi um cigarro no outro canto da boca.

— Não reparei que já estava fumando.

— O cigarro está apagado.

Estendi o isqueiro.

— Obrigado. Deixei de fumar.

Quase guardei o isqueiro aceso no bolso.

— Fumar cigarro apagado não prejudica a saúde — ele explicou.

— Rê rê — eu ri com toda a naturalidade. E quantos cigarros apagados o sr. fuma por dia?

— Três ou quatro.

— Poucos, não?

— Quando eu fumava cigarro aceso eram dois três maços.

sabrinacomim.tumblr.com

— É preciso muita força de vontade pra jogar fora um cigarro apagado.

— Isso é verdade.

— E quando é que um cigarro apagado acaba?

— Quando molha.

— Igual um cigarro aceso.

— Não, é quando molha a ponta que tá na boca. Aí eu jogo o cigarro apagado molhado fora e pego um cigarro apagado seco.

Acendi o meu cigarro e depois é que me lembrei de perguntar:

— A fumaça não incomoda?

— Pelo contrário, até me dá vontade de experimenta dessa marca. Agora aceito um cigarro apagado dos seus.

— Cigarro apagado com filtro deve prejudicar ainda menos a saúde, não?

Ele pegou um cigarro do maço e botou na boca, sem tirar o outro. Dois cigarros apagados com filtro devem fazer menos mal ainda.