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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

POLÍTICA/OPINIÃO: AUGUSTO NUNES

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Dilma, na caricatura de Troll

DILMA DÁ ENTREVISTA
EM DILMÊS ALCOOLIZADO

No tour pela Europa bancado pelos pagadores de impostos,
a ex-presidente apresenta ao mundo mais uma versão
do dialeto que ela própria criou

Por Augusto Nunes
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/
22/11/ 2017 | 21h53

Em uma das escalas do recente tour pela Europa bancado com o dinheiro dos pagadores de impostos, Dilma Rousseff aproveitou a inocência de um jornalista português para ampliar o repertório de invencionices: “Teve um momento, que eu fiquei… no… no, eu, eu, eu… Eu fui suspensa de ser presidente, mas continuava sendo presidente”, decolou em dilmês castiço. “É uma… uma coisa, é que é uma lei muito antiga, é uma lei de 1950, então ela não dá conta da necessidade que você tem de resolver logo se uma pessoa é presidente ou não é presidente”.

Animada com o movimento afirmativo de cabeça que o jornalista repete enquanto escuta a resposta, a ex-presidente continua. “Então eu, eu era, eu era obrigada a ficar no Palácio do Planalto, do, do, do Alvorada, é um outro palácio, é o palácio de residência, e, é típico dos palácios terem flores”. Como para o neurônio solitário gostar de flores não combina com a personalidade de uma supergerente, Dilma resolveu ponderar: “Eu nunca tinha visto se tinha flor ou não tinha flor, porque cê não tem tempo de ficar olhando se tem flor, mas quando eu estava nessa situação, os golpistas são muito mesquinhos, foram lá e tiraram todas as flores e isso foi noticiado pela imprensa”.

A partir daí, começa o sobrevoo na estratosfera. “Pra mim, um dos grandes momentos foi as mulheres, encheram a praça em, em frente ao, ao palácio e me levaram flores”, inventa Dilma, descrevendo um episódio que nunca existiu. “A partir daí, elas durante… Outro dia eu recebi uma flor lá em Berlim, porque elas me mandavam sempre flor, era, vamos dizer assim, era manifestação delas, mas tem uma outra muito bonita: foram as mulheres as primeiras a se rebelarem e a ir pras ruas, então os movimentos de mulheres, de mulheres jovens, foram para a rua as mulheres e os jovens, primeiro, o que pra mim foi muito importante”.

A discurseira sem sentido talvez seja explicada pelo desfecho: “Eu era dita como sendo uma mulher que tinha uma mania, era obsessiva compulsiva por trabalho, tinha, era work-alcoolic e tinha uma mania de fazer todo mundo trabalhar, o homem seria grande empreendedor”.

Traduzida para o português, a expressão work-alcoolic significa trabalho alcoolizado. A entrevista de Dilma foi coisa de bebum.


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

DILMA, A FILÓSOFA

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WWW.FMCARICATURAS.COM





Quem explicar o que “Demóstenes de saia”

quis dizer ganha um chicabom.

Assistam ao vídeo.








quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O FEBEAPÁ (*) DE DILMA

INTERNET


PAI, OBRIGADO.

POR NOS AFASTAR DESSE CÁLICE

(Fala, Dilma)


“Tudo o que as pessoas que estão pleiteando
 a Presidência da República querem é ser presidente.”

***

“Vamos dar prioridade a segregar a via de transporte. 
Segregar via de transportes significa o seguinte: 
ou você faz metrô, porque o metrô… 
porque o metrô, segregar é o seguinte, 
não pode ninguém cruzar rua, ninguém pode cruzar a rua, 
não pode ter sinal de trânsito, é essa a ideia do metrô. 
Ele vai por baixo, ou ele vai pela superfície, que é o VLT, 
que é um veículo leve sobre trilho. 
Ele vai por cima, ele para de estação em estação,
 não tem travessia e não tem sinal de trânsito, 
essa é a ideia do sistema de trilho.”

***

“Se hoje é o dia das crianças, ontem eu disse que criança… 
o dia da criança é dia da mãe, do pai e das professoras, 
mas também é o dia dos animais, sempre que você olha uma criança, 
há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás.”

***

“Eu vi. Você veja… Eu já vi, parei de ver. 
Voltei a ver e acho que o Neymar e o Ganso 
têm essa capacidade de fazer a gente olhar.”

***

“Eu também vou falar… eu vou falar pouco. 
Vou explicar por quê: todo mundo, antes de mim, 
disse que ia falar pouco, não é? E aí, tinha uma senhora ali, na frente, 
que falou o que todos nós estamos sentindo. 
Ela disse assim: “Eu estou com fome”.
 E eu vou levar em consideração ela, 
que falou uma coisa que todo mundo está pensando, 
mas não está falando.”

***

“Eu quero adentrar pela questão da inflação, 
e dizer a vocês que a inflação foi uma conquista
 desses 10 últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo.”

***

“Primeiro, eu queria te dizer que eu tenho muito respeito pelo
 ET de Varginha. 
E eu sei que aqui, quem não viu conhece alguém que viu,
 ou tem alguém na família que viu, 
mas de qualquer jeito eu começo dizendo que esse respeito
 pelo ET de Varginha está garantido.”

***

“Em Portugal, o desemprego beira 20%. 
Ou seja, 1 em cada 4 portugueses estão desempregados.”

***

“O meio ambiente é sem dúvida nenhuma
 uma ameaça ao desenvolvimento sustentável.”


FONTE


(*) FEBEAPÁ (Festival de Besteira Que Assola o País), criação de Sérgio Porto, Stanislaw Ponte Preta

A "META"



quinta-feira, 12 de maio de 2016

MUUUUUU

INTERNET


Sou urbano, entendo nada de campo, alface e vacas. 

Sei que há vacas premiadas (aprendi com Nélson Rodrigues), me disseram que há vacas que discursam – numa linguagem incompreensível, paciência. 

Só não sabia que há vacas que mentem. E como mentem. 

Sempre me engano. (OS)

domingo, 15 de março de 2015

A FAXINEIRA QUE NÃO FAXINA

mamaecia.com.br

Com pouco mais de ano de mandato, do seu primeiro e miserável mandato, a madrasta do PAC, foi obrigada a demitir seis ministros (todos eles herança de Lula) que engolira feito sapos envoltos em arame farpado. Motivo? Denúncias cabeludas de corrupção contra os ditos cujos.

A “imprensa golpista”, mais para basbaque que “golpista”, tratou logo de definir dona Dilma do PT como se ela fora, ledo engano, a faxineira ética do país. O que evidentemente era bobagem absoluta. Dilma não demitiu os larápios por convicção, mas por absoluta falta de opções. Deu os brincos para não perder as orelhas, sacrificou o piercing para não perder o nariz de porquinha.

E a madrasta do PAC, com a arrogância, falta de educação e incompetência de todos conhecidas, foi tocando a vida e afundando o país. Deu no que deu. Claro que ella, a exemplo delle, jamais soube de nada do que ia de podre pela Petrobras, demais estatais e ministérios.

Perto della e delle, Maluf, Sarney, Collor e outros notórios são pinto.

Que as vozes das ruas nos devolvam um mínimo de dignidade.


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

IMAGENS: PRESIDENCIÁVEIS

DILMA ROUSSEF

Por Marcos Ferreira

Por Lezio Jr.


AÉCIO NEVES






Por Amarildo


Por Leo Cabral


MARINA SILVA


Por Jindelt


Por Baptistão

quarta-feira, 16 de julho de 2014

FELIPÃO, O PROFESSOR DA GESTÃO DILMA


(Por José Nêumanne) Dilma Rousseff disse, em 1.º de julho de 2013, que seu governo tinha o “padrão Felipão”, em resposta a uma pergunta sobre se seus ministros tinham “padrão Fifa”. Referia-se ao ex-técnico da seleção brasileira Luiz Felipe Scolari após reunião ministerial depois da vitória sobre a Espanha por 3 a 0 no Maracanã, onde ela seria vaiada várias vezes domingo, na final da Copa, antes e ao entregar a taça ao capitão alemão, Philipp Lahm. A comparação tinha sido feita na temporada de protestos nas ruas em que o povo exigiu “padrão Fifa” para a gestão pública federal, nada exemplar. Apesar de ter escolhido o treinador como modelo, ela não foi entregar a Copa das Confederações ao time que ele treinou. Um ano e 13 dias depois, tendo o mesmo time sofrido hecatombes inéditas nos jogos finais da “Copa das Copas”, ela o relegou ao ostracismo para se refugiar no verso de um samba de Paulo Vanzolini (“levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”) e na criatividade (“a derrota é a mãe de todas as vitórias”).

Dilma não atuou na seleção nem a treinou. Não é também dirigente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Mas não resiste a recorrer ao dito esporte bretão para parecer simpática. Nascida em Minas, comemorou a conquista da Libertadores da América pelo Atlético Mineiro em 2013 em redes sociais. “Congratulo (sic) com toda a torcida do Atlético pela conquista do título. Eu sou torcedora do Atlético e, quando criança, ia com meu pai a muitos jogos do Galo no Mineirão”, postou. Não faltou quem nos mesmos veículos lembrou que 1) como nasceu em 1947, tinha 18 anos e, portanto, não era criança, quando o estádio foi inaugurado; e 2) que o pai morrera em 1962, três anos antes de sua inauguração.

Consta que Clio, a deusa da história, é irônica. Pelo visto, os deuses do futebol também. Em 8 de julho o estádio foi palco da derrota mais humilhante que o Brasil sofreu na história, ao perder de 7 a 1 na semifinal da Copa. Dela o técnico saiu como padrão de incompetência, e não de excelência.

Nenhum torcedor dotado do mínimo de bom senso teria apostado pesado no time de Scolari na Copa: ganhou da Croácia com a ajuda do juiz, empatou com o México contando com muita sorte e ao vencer Camarões passou para as oitavas de final contra o Chile, e não contra a Holanda, por absurdos erros do árbitro, que anulou dois gols legítimos dos mexicanos no jogo de estreia contra os africanos. A trave nos últimos segundos da prorrogação e no último pênalti carimbou o passaporte para as quartas de final contra a Colômbia, que nunca foi páreo para a canarinha nos melhores momentos dela e nos piores desta. O Brasil ficou entre os quatro melhores com a ajuda da sorte e de apito amigo.

Mas na véspera da semifinal contra a temida Alemanha a presidente resolveu apostar todas as fichas de chefe de governo e de Estado e de candidata à reeleição no “padrão Felipão” de excelente gestão. A página oficial da Presidência da República na internet, usada na campanha eleitoral com uma sem-cerimônia só comparável à do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao desconhecer o fato, divulgou sua “conversa” com internautas sobre a Copa. Chamou os adversários de “urubus”, condenou o “pessimismo indevido” de um sujeito oculto chamado imprensa, vulgo “mídia golpista”, e adotou como mascote de palanque o craque Neymar, cuja dor, ao ser atingido por um jogador do time que fora menos violento do que o Brasil no jogo, segundo ela, “feriu o coração de todos os brasileiros”. Para completar, sem se dignar a explicar o significado do gesto nem da expressão, copiou do astro do Barcelona o “é tóis”, paródia criada por ele para o “é nóis” dos corintianos, com a letra T formada pelos braços e pelo cotovelo. E enquanto a torcida lhe fazia eco gritando o nome do ídolo ferido, os alemães impingiram à seleção mais campeã das Copas a pior goleada em semifinais do torneio.

José Nêummane/Site do jornalista

Felipão, fiel a seu padrão de embromation, mal consumado o desastre, elogiou o próprio trabalho, lembrando que seu “grupo” – sua “família”, ou seja, as vítimas de suas doses patéticas de autoajuda – foi o primeiro a chegar a uma semifinal desde a Copa em que ele mesmo treinou o time campeão, em 2002, há 12 anos. O auxiliar técnico Carlos Alberto Parreira comprometeu o respeitável currículo de campeão mundial de 1994 lendo na entrevista a carta de uma fã que elogiou a preparação do time de um esporte cujos fundamentos ela própria dizia desconhecer.

Antes de o “padrão Felipão” ser submetido a outro vexame na disputa pelo terceiro lugar contra a Holanda na arena Mané Garrincha, com o nome de um gênio do tempo em que nosso futebol tinha cara e vergonha, os bombeiros do Planalto correram para salvar a chefe do incêndio. Descalçaram-lhe as chuteiras e ela pôs de novo o capacete de chefe de obras, para jogar espuma sobre a tentativa canhestra de barganhar o sucesso da seleção por votos na eleição. Apelaram até para o óbvio: “Futebol e política não se misturam”. Fez-se isso com desleixo idêntico ao de estropiarem a frase de Nelson Rodrigues “a pátria em chuteiras” por outra, que só adquiriu nexo após o vexame: “a pátria de chuteiras”. Dilma e seu professor (assim os pupilos chamam seus técnicos) usaram pátria, hino e bandeira para chutar a realidade para escanteio.

Dilma ainda contribuiu para o besteirol de político ignorante em esporte ao atribuir o chamado mineiratsen à exportação dos melhores jogadores nacionais para o exterior. O uso da palavra exportação, cabível para médicos cubanos, mas não para nossos craques, omite as evidências de que a seleção atuou em nível similar ao dos campeonatos locais por absoluta incapacidade de dirigentes que se recusam a aprender como se joga nos mercados que hoje vencem. E de governantes que perdoam as dívidas monstruosas acumuladas por estes bancando papagaios de pirata para ganhar votos, perdendo o pudor e as Copas.

José Nêumanne. Jornalista, poeta e escritor


(Publicado em O Estado de S. Paulo na quarta-feira 16 de julho de 2014)

quinta-feira, 20 de março de 2014

FAÇA O QUE EU DIGO (II): DILMA



E ela disse, com a certeza dos cínicos:

-- Brasileiros, precisamos oxigenar o nosso sistema político, encontrar mecanismos que tornem as instituições mais transparentes, mais resistentes aos maus feitos...

E ela fez, com a vagabundagem de quem forja currículos:

-- Dirigentes da Petrobrás afirmam que ela (Dilma) – como presidente do Conselho de Administração da estatal, tinha acesso a todos os documentos produzidos sobre a refinaria de Pasadena, incluindo pareceres jurídicos, antes de dar seu voto pela aprovação da polêmica compra da planta no Texas, EUA. (O Estado de S. Paulo.)

-- Conforme revelou ontem o Estado, a presidente da República justificou em nota oficial que só aprovou a compra de 50% da refinaria americana em 2006, quando era chefe da Casa Civil do governo Lula e comandava o conselho, porque recebeu "informações incompletas" e uma "documentação falha". Se tivesse todos os dados, disse a petista na nota, "seguramente", a compra da refinaria não seria aprovada.




A pergunta:

 Por que Dilma, então presidente do conselho da Petrobras, não pediu os documentos que faltavam?

Só pra lembrar:

O rombo causado pela presidenta e vagabundos afins é de mais de um bilhão de dólares.

A dúvida:

Dilma, apresentada por Lula, como gerente de ponta, é só incompetente?




quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

ALGUÉM PODE ME EXPLICAR, PLEASE, QUE PORRA É ESSA?

O trecho do editorial de “O Estado de S. Paulo” (Brasil, UE e Mercosul atolado), 
de hoje, 26 de fevereiro, fala por si:

en.wikipedia.org 

“Mas a presidente Dilma Rousseff mostra otimismo. Segundo ela, na Europa e no Mercosul há hoje consciência da importância do acordo entre os blocos. E antes? A resposta, em puro dilmês, é um desafio aos decifradores: ‘Então, essa consciência, ela permite que nós tenhamos nesse horizonte a possibilidade real e concreta de fazer o acordo, que não havia de uma forma tão clara nos períodos anteriores, seja porque eram períodos de expansão do ciclo, seja porque nós não tínhamos estado tão diante do fato e dessa consciência que o desencontro não é bom para nenhuma das partes.’"


Lembram-se daquele vídeo da campanha de 2010?
Vale a pena (por mais sofrível que seja) ver de novo.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

PI FOI PRESO. E AÍ... A CAPA FICOU MACHO. E O CAPO, PRA VARIAR, FOI DAR UM ROLÊ

EX-PROCURADO FOI ACHADO
poncheverde.blogspot.com 

-- CAPA, os italianos prenderam PI.

-- Não me faltava mais nada, porra! Liga pro chefe, pro LU. Agora!!! Se esse homem de merda falar mais do que já se descobriu, as coisas complicam. A eleição tá aí, animal. Vamos fazer uma vaquinha. Pra pagar o que ele deve. Da prisão ninguém pode livrá-lo. Depois a gente arruma um emprego pra ele. Na CENTRAL... Não foi por falta de aviso. “Faça as coisas com cuidado, PI”, cansamos de avisar. Já ligou pra LU?

--LU viajou com RÔ. Mas deixou um recado pra famiglia: “Não deixem PI na mão. Vaquinha tá manjada, melhor bingo. Temos que driblar a turma do Barbosa”.

-- Caracas! Bingo não dá nada, ainda mais os de igreja. É miséria. PI vai ficar puto.

-- Calma, CAPA. DUDU dá um jeito. Manda PI meter a mão no bolso. E gastar um pouco do dinheiro que está nas contas dos recursos não contabilizados.

-- Entendi. Tem que topar. Não é melhor que os outros.