Mostrando postagens com marcador David Drew Zingg. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador David Drew Zingg. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de maio de 2017

FOTOGRAFIAS: DAVID DREW ZINGG

Resultado de imagem para FOTOGRAFIAS DAVID ZINGG
GILBERTO GIL (*)

Resultado de imagem para FOTOGRAFIAS DAVID ZINGG
LEILA DINIZ (*)

Resultado de imagem para FOTOGRAFIAS DAVID ZINGG
VINÍCIUS DE MORAES (*)

VINÍCIUS E CAYMMI - 1970

Resultado de imagem para FOTOGRAFIAS DAVID ZINGG
CAETANO VELOSO (*)

JOHN KENNEDY - EUA - 1960 


JUSCELINO  - RIO DE JANEIRO - 1971


GUIMARÃES ROSA - RIO - 1964


ATAULFO ALVES - RIO - 1967



AUTORRETRATO



PERFIL
Nascido em Montclair, Nova Jersey, EUA, em 14 de dezembro de 1923, David Drew Zingg estudou na Columbia University, onde viria a lecionar jornalismo. Foi repórter e fotógrafo da revista Look e trabalhou para outras publicações dos EUA, como Life, Esquire e Vogue. Em 1959, Zingg chegou ao no Rio de Janeiro como membro da equipe do veleiro Ondine na corrida oceânica Buenos Aires-Rio. Encantado com o país, começou a viajar frequentemente entre Nova York e o Brasil. Suas reportagens sobre acontecimentos nacionais, incluindo a construção de Brasília, foram publicadas em várias revistas americanas e britânicas. Esteve presente na noite de abertura do Show de Bossa Nova, estrelado por Tom Jobim e Vinicius de Moraes na boate Au Bon Gourmet, no Rio, e contribuiu na organização do memorável Concerto de Bossa Nova no Carnegie Hall, de Nova York, em 1962.
Colaborou com algumas das mais importantes revistas do país, como Manchete, Veja, Realidade, Claudia, Playboy, Quatro Rodas e Isto É, e com os principais jornais do país. Foi diretor de fotografia do filme Memórias de Helena, dirigido por David Neves (1968). Em 1978, se transferiu para São Paulo, onde foi consultor e cronista da Folha de S. Paulo, escrevendo, de 1987 a 2000, a coluna “Tio Dave”. Zingg também participou da banda Joelho de Porco, célebre pelas letras recheadas de humor.
David Drew Zingg morreu no dia 28 de julho de 2000, em São Paulo. Seu acervo, composto por mais de 150 mil imagens fotográficas (principalmente diapositivos coloridos), documentos e objetos pessoais, passou a integrar o acervo do Instituto Moreira Salles em 2012, por meio de comodato realizado com seus descendentes.

FOTOS, LEGENDAS E TEXTO:
INSTITUTO MOREIRA SALLES,
EXCETO AS QUE TÊM ASTERISCO

sábado, 10 de dezembro de 2016

FOTOGRAFIAS: DAVID DREW ZINGG

Resultado de imagem para FOTOGRAFIAS DAVID ZINGG
VINÍCIUS DE MORAES 

 

Resultado de imagem para FOTOGRAFIAS DAVID ZINGG

LEILA DINIZ - RIO - 1971


ELKE MARAVILHA - DÉCADA DE 70



MARIA BETHÂNIA EM IPANEMA - 1970


HERMETO PASCOAL - 1973


PIXINGUINHA E JOÃO DA BAIANA - RIO - 1967Resultado de imagem para FOTOGRAFIAS DAVID ZINGG
GILBERTO GIL


AUTORRETRATO


PERFIL

Nascido em Montclair, Nova Jersey, EUA, em 14 de dezembro de 1923, David Drew Zingg estudou na Columbia University, onde viria a lecionar jornalismo. Foi repórter e fotógrafo da revista Look e trabalhou para outras publicações dos EUA, como Life, Esquire e Vogue. Em 1959, Zingg chegou ao no Rio de Janeiro como membro da equipe do veleiro Ondine na corrida oceânica Buenos Aires-Rio. Encantado com o país, começou a viajar frequentemente entre Nova York e o Brasil. Suas reportagens sobre acontecimentos nacionais, incluindo a construção de Brasília, foram publicadas em várias revistas americanas e britânicas. Esteve presente na noite de abertura do Show de Bossa Nova, estrelado por Tom Jobim e Vinicius de Moraes na boate Au Bon Gourmet, no Rio, e contribuiu na organização do memorável Concerto de Bossa Nova no Carnegie Hall, de Nova York, em 1962.

Colaborou com algumas das mais importantes revistas do país, como Manchete, Veja, Realidade, Claudia, Playboy, Quatro Rodas e Isto É, e com os principais jornais do país. Foi diretor de fotografia do filme Memórias de Helena, dirigido por David Neves (1968). Em 1978, se transferiu para São Paulo, onde foi consultor e cronista da Folha de S. Paulo, escrevendo, de 1987 a 2000, a coluna “Tio Dave”. Zingg também participou da banda Joelho de Porco, célebre pelas letras recheadas de humor.

David Drew Zingg morreu no dia 28 de julho de 2000, em São Paulo. Seu acervo, composto por mais de 150 mil imagens fotográficas (principalmente diapositivos coloridos), documentos e objetos pessoais, passou a integrar o acervo do Instituto Moreira Salles em 2012, por meio de comodato realizado com seus descendentes.

FOTOS, LEGENDAS E TEXTO:

INSTITUTO MOREIRA SALLES


TALVEZ VOCÊ GOSTE DE LER:

Compungido, após a missa de sétimo dia, o amigo do morto dirigiu-se à viúva, e disparou uma frase feita, das que costumam ser ditas nessas horas em que pouco ou nada se tem a dizer... Por Orlando Silveira

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

FOTOGRAFIAS: DAVID DREW ZINGG (4)



ALA DAS BAIANAS - 1978


LAMBE-LAMBE - BRASÍLIA - 1960


CASAL NA PRAIA - RIO - 1980


FLAGRANTE DE RUA - SEM DATA


FLAGRANTE DE RUA - SEM DATA


AUTORRETRATO


PERFIL

Nascido em Montclair, Nova Jersey, EUA, em 14 de dezembro de 1923, David Drew Zingg estudou na Columbia University, onde viria a lecionar jornalismo. Foi repórter e fotógrafo da revista Look e trabalhou para outras publicações dos EUA, como Life, Esquire e Vogue. Em 1959, Zingg chegou ao no Rio de Janeiro como membro da equipe do veleiro Ondine na corrida oceânica Buenos Aires-Rio. Encantado com o país, começou a viajar frequentemente entre Nova York e o Brasil. Suas reportagens sobre acontecimentos nacionais, incluindo a construção de Brasília, foram publicadas em várias revistas americanas e britânicas. Esteve presente na noite de abertura do Show de Bossa Nova, estrelado por Tom Jobim e Vinicius de Moraes na boate Au Bon Gourmet, no Rio, e contribuiu na organização do memorável Concerto de Bossa Nova no Carnegie Hall, de Nova York, em 1962.

Colaborou com algumas das mais importantes revistas do país, como Manchete, Veja, Realidade, Claudia, Playboy, Quatro Rodas e Isto É, e com os principais jornais do país. Foi diretor de fotografia do filme Memórias de Helena, dirigido por David Neves (1968). Em 1978, se transferiu para São Paulo, onde foi consultor e cronista da Folha de S. Paulo, escrevendo, de 1987 a 2000, a coluna “Tio Dave”. Zingg também participou da banda Joelho de Porco, célebre pelas letras recheadas de humor.

David Drew Zingg morreu no dia 28 de julho de 2000, em São Paulo. Seu acervo, composto por mais de 150 mil imagens fotográficas (principalmente diapositivos coloridos), documentos e objetos pessoais, passou a integrar o acervo do Instituto Moreira Salles em 2012, por meio de comodato realizado com seus descendentes.

FOTOS, LEGENDAS E TEXTO:

INSTITUTO MOREIRA SALLES


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

FOTOGRAFIAS: DAVID DREW ZINGG (3)


BETHÂNIA E GAL - 1965

CAETANO - CAPA LP - 1968



OSCAR NIEMEYER
CATEDRAL DE BRASÍLIA - 1960


JAGUAR - DÉCADA DE 60


TOSTÃO - 1969


AUTORRETRATO


PERFIL
Nascido em Montclair, Nova Jersey, EUA, em 14 de dezembro de 1923, David Drew Zingg estudou na Columbia University, onde viria a lecionar jornalismo. Foi repórter e fotógrafo da revista Look e trabalhou para outras publicações dos EUA, como Life, Esquire e Vogue. Em 1959, Zingg chegou ao no Rio de Janeiro como membro da equipe do veleiro Ondine na corrida oceânica Buenos Aires-Rio. Encantado com o país, começou a viajar frequentemente entre Nova York e o Brasil. Suas reportagens sobre acontecimentos nacionais, incluindo a construção de Brasília, foram publicadas em várias revistas americanas e britânicas. Esteve presente na noite de abertura do Show de Bossa Nova, estrelado por Tom Jobim e Vinicius de Moraes na boate Au Bon Gourmet, no Rio, e contribuiu na organização do memorável Concerto de Bossa Nova no Carnegie Hall, de Nova York, em 1962.
Colaborou com algumas das mais importantes revistas do país, como Manchete, Veja, Realidade, Claudia, Playboy, Quatro Rodas e Isto É, e com os principais jornais do país. Foi diretor de fotografia do filme Memórias de Helena, dirigido por David Neves (1968). Em 1978, se transferiu para São Paulo, onde foi consultor e cronista da Folha de S. Paulo, escrevendo, de 1987 a 2000, a coluna “Tio Dave”. Zingg também participou da banda Joelho de Porco, célebre pelas letras recheadas de humor.
David Drew Zingg morreu no dia 28 de julho de 2000, em São Paulo. Seu acervo, composto por mais de 150 mil imagens fotográficas (principalmente diapositivos coloridos), documentos e objetos pessoais, passou a integrar o acervo do Instituto Moreira Salles em 2012, por meio de comodato realizado com seus descendentes.
FOTOS, LEGENDAS E TEXTO:

INSTITUTO MOREIRA SALLES




sábado, 1 de outubro de 2016

CULTURA/OPINIÃO: RUY CASTRO



Resultado de imagem para FOTOS DAVID ZINGG
DAVID ZINGG/WIKIPÉDIA



NUNCA MAIS VOLTOU

David foi tão ótimo repórter fotográfico quanto autor
de "portraits", e sua obra merece um ou mais livros

Por Ruy Castro
PUBLICADO NA FOLHA DE S. PAULO
Em 30/09/2016 02h00

RIO DE JANEIRO - Preciso ir a São Paulo ver a exposição "David Zingg no Notícias Populares", organizada por Leão Serva no MIS. Compõe-se de material produzido por David nos três meses de 1986 em que fotografou para um jornal com o qual não parecia ter nada a ver. Afinal, o que faria um americano, amigo dos Kennedy e veterano de revistas como "Look", "Esquire" e "Vogue", num universo de "presuntos" da periferia paulistana?

Mas assim era David. Quando ficamos amigos, no Rio, em 1968, ele era o fotógrafo de Ipanema, de Leila Diniz, do Cinema Novo. Fora para ele que Tom Jobim dissera "O Brasil não é para principiantes", e ninguém então mais principiante em Brasil do que David, recém-chegado de Nova York. Mas aprendeu tão depressa sobre o nosso caráter, ou falta de, que se tornou um de nós.

Mudou-se para São Paulo em fins dos anos 70 e sonhou abrir um restaurante nos Jardins, chamado United Steaks of America. Dez anos depois, pensou em comprar um apêzinho de 10 m² em Pigalle, em pleno "bas fond" de Paris, para passar três meses por ano. Mas eram só planos. Trabalhar num jornal de crimes podia ter sido um deles — por sorte, realizou-se.

David foi tão ótimo repórter fotográfico quanto autor de "portraits", e sua obra merece um ou mais livros. Mas sempre achei que ele via a fotografia mais como um hobby. Sua principal ocupação era circular, fazer amigos e descobrir novidades. Em 1988, falou-me que, um dia, a fotografia dispensaria filme, química e laboratório. Não acreditei. Anos depois, quando isso se realizou, veio me cobrar: "Não te contei?".

Seu neto Andrew, que não o conheceu, está trabalhando na sua biografia. Vamos finalmente entender por que, em 1964, em Montclair, New Jersey, David saiu para comprar cigarros, largou tudo para trás — família, casa, carro — e nunca mais voltou. (RC)

NA PRÓXIMA SEMANA, DE SEGUNDA A QUINTA, 
O BLOG DO LANDO TRARÁ UMA ´SERIE DE FOTOS
DE DAVID ZINGG