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quinta-feira, 5 de junho de 2014

BRASIL NAS COPAS (II)





OS MAIORES ARTILHEIROS DA SELEÇÃO
CANARINHO EM COPAS DO MUNDO

Ronaldo, Pelé, Ademir, Jairzinho, Vavá, Leônidas, Rivaldo e Careca.
Pela ordem, estes são os atacantes que mais fizeram gols
 para nossa seleção em Copas do Mundo.
Alguns participaram de duas, três e até quatro
competições (caso de Pelé);
outros, como Ademir e Leônidas, apenas de uma.
Aos números:


RONALDO FENÔMENO: 15 gols
França – 1988 – 4 gols
Japão/Coréia do Sul – 2002 – 8 gols
Alemanha – 2006 – Alemanha – 3 gols

PELÉ: 12 gols
Suécia – 1958 – 6 gols
Chile – 1962 – 1 gol
Inglaterra – 1966 – 1 gol
México – 1970 – 4 gols
(OBS. Nos torneios de 1962 e 1966, Pelé foi vítima de contusões.)

ADEMIR: 9 gols
Brasil – 1950 – 9 gols

JAIRZINHO: 9 gols
México – 1970 – 7 gols
Alemanha – 1974 – 2 gols

VAVÁ: 9 gols
Suécia – 1958 – 6 gols
Chile – 1962 – 3 gols

LEÔNIDAS: 8 gols
França – 1938 – 8 gols

RIVALDO: 8 gols
França – 1998 – 3 gols
Japão/Coréia do Sul – 2002 – 5 gols

CARECA: 7 gols
México – 1986 – 5 gols
Itália – 1990 – 2 gols

Fonte: euvivoesporte.com.br



sábado, 17 de maio de 2014

JUSSARA. OU A COPA DO MUNDO É NOSSA!

wp.clicrbs.com.br

Como arfava, o coitado.

E ela, cabelos loiros, ao vento, com reflexos mil, em homenagem ao Brasil varonil, em ritmo de Copa padrão FIFA Brasil, alegre como passarinha de segunda divisão, sem pressa, sem compromisso:

-- Amor, amor: nossa! Tudo isso é o que estou pensando?

-- Tudo isso o quê?

-- O arfar, o arfar. Tesão?

-- Não. Chame o SAMU, pelo amor de Deus, Jussara.

O SAMU chegou. Como sempre, tarde demais.


sábado, 23 de novembro de 2013

CLÓVIS CAMPÊLO

UM TÍTULO INESQUECÍVEL





Meus caros amigos, em 1970 o Brasil vivia uma das fases mais ferozes da ditadura militar, quando conquistamos a Copa do Mundo do México. Apesar das contestações dos teóricos esquerdistas, o povo foi às ruas e vibrou, referendando a conquista.

Naquela época, embora já movimentasse milhões e atingisse milhares de pessoas em todo o planeta, haja vista que foi a primeira copa transmitida via satélite para os países periféricos ao Primeiro Mundo, o evento ainda não se inscrevera no rol da indústria do entretenimento. Ganhar era uma circunstância e o importante ainda era competir. Era o chamado fairplay.

Mas, para alguns, o futebol era um dos ópios do povo, e utilizado, aqui no Brasil, pela ditadura militar para encobrir a sua violência repressiva e manter o regime de exceção. Consta, por exemplo, que o presidente Emílio Garrastazzu Médici influiu diretamente na convocação dos jogadores, impondo até a nome de Dario Peito-de-Aço, na época jogando no Atlético Mineiro, entre os jogadores convocados. Consta, também, e essa história seria depois desmentida pelo próprio treinador, de que João Saldanha teria sido afastado da direção técnica da seleção brasileira por conta da sua ligação com o Partido Comunista Brasileiro.

O certo é que Zagallo assumiria o posto de técnico depois de Saldanha ter comandado o time durante as eliminatórias e ter classificado a nossa seleção com méritos. Com a mudança do treinador, mudaram também os jogadores convocados e o esquema de jogo, ficando para trás o convencional 4-2-4 de Saldanha, com Edu na ponta-esquerda, e entrando em cena o então inovador 4-4-3 de Zagallo, com Rivellino improvisado na esquerda como um falso ponta.

Na verdade, era o time de craques e as improvisações tiveram de acontecer para acomodar tantos bons jogadores em uma mesma equipe. Além de Rivellino na ponta-esquerda, Piaza improvisado como quarto-zagueiro e Tostão no comando do ataque. Os craques, com certeza, supriram as deficiências dos menos dotados tecnicamente, como o goleiro Félix e e zagueiro Brito. Consta até que, na verdade, a seleção era mesmo comandada dentro de campo por Pele é Gérson, embora Zagallo estivesse no banco de reservas ao lado de toda a comissão técnica.

No ataque, Pelé e Jairzinho complementavam a máquina mortífera de fazer gols. Em seis jogos, foram 19 gols marcados, superando a média de 3 gols por partida. Destaque ainda para os laterais Carlos Alberto Torres, Marco Antônio e Everaldo, além de Clodoaldo como cabeça de área.

Entre os reservas, jogadores de alto nível como o goleiro Leão e o meio-campista Paulo César Cajú.
Não é a toa que ainda hoje essa seleção brasileira de futebol seja considerada a melhor de todos os tempos entre os torcedores brasileiros e a crônica especializada.


Recife, 2013