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quarta-feira, 11 de julho de 2018

CERAMISTAS: ANA DAS CARRANCAS



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ANA DAS CARRANCAS


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Ana Leopoldina dos Santos (Ouricuri, 18 de fevereiro de 1923 - Petrolina, 1 de outubro de 2008 (85 anos)), mais conhecida como Ana das Carrancas (ou Ana Louceira, Dama do Barro)  foi uma importante artesã ceramista de Pernambuco.

Filha de artesã, desde os sete anos já ajudava a mãe na produção de brinquedos de barro que eram vendidos na feira. Anos depois, jovem viúva e com duas filhas, tornou-se famosa pela produção de panelas e outros utensílios de cerâmica.

Mas é no segundo casamento, com José Vicente, que sua história se transforma. Na busca por melhores condições de vida, Ana das Carrancas muda-se para Petrolina e pede ajuda aos santos para que iluminem sua vida e a ajudem a encontrar uma solução para sua condição humilde. No dia seguinte, às margens do rio São Francisco, observando as embarcações que navegam em suas águas, Ana percebe a imponência das carrancas, esculturas de madeira representando criaturas míticas que são colocadas nas proas dos barcos para espantar os maus espíritos do rio. Inspirada, ali mesmo produz sua primeira carranca de barro. O sucesso é tamanho que exige a formação de uma equipe para produção em larga escala.

Curioso é que todas as suas peças possuem os olhos vazados, como uma homenagem ao seu marido, deficiente visual. A obra peculiar da artista ganha reconhecimento nacional e internacional e se espalha pelas feiras e exposições pelo país, conquistando também admiradores europeus. Em 2006, Ana das Carrancas recebe o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.

FONTE (TEXTO): WIKIPÉDIA



sexta-feira, 1 de setembro de 2017

CERAMISTAS: MESTRE NUCA


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Manoel Borges da Silva, popularmente conhecido como Mestre Nuca, Nuca de Tracunhaém ou Nuca dos Leões (Nazaré da Mata, 5 de agosto de 1937 - Recife, 27 de fevereiro de 2014) foi um artesão ceramista pernambucano.

Desde a década 1940, já fazia e vendia pequenas esculturas de cerâmica nas feiras. A partir de 1968, quando esculpe o primeiro leão, ele se reconhece artista, consagrando-se com o efeito visual da juba leonina. Nesta ocasião, se entrosa com ceramistas renomados como Zé do Carmo, Ana das Carrancas e Vitalino. A característica mais marcante dessas peças é a juba encaracolada, herança dos cabelos que o mestre detalhava nas bonecas, uma idéia de Maria Gomes da Silva, sua esposa. Por isso, Nuca costuma dizer que “O leão é meu. O cabelo é dela”.

Em 1976, participou de uma feira em São Paulo, o que ajudou a torná-lo conhecido nacionalmente. Em 1980, expôs seu trabalho em Lima, no Peru. Seus trabalhos podem ser vistos hoje em antiquários, coleções particulares, galerias de arte, museus e em espaços públicos, como as praças do 1º Jardim em Boa Viagem, no Recife, e nos jardins do “Sítio Burle Marx”, no Rio de Janeiro

Manoel Borges da Silva recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2005.

FONTE (TEXTO): WIKIPÉDIA

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VEJA TAMBÉM O TRABALHO DE MESTRE VITALINO

Imagem representativa da obra

Ninguém é "mestre" por acaso. Tô errado, Vitalino? (OS)

https://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2017/08/ceramistas-mestre-vitalino.html#comment-form



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

CERAMISTAS: MESTRE VITALINO



Imagem representativa da obra
CEIA - SEM DATA
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
CÍCERO RODRIGUES



Imagem representativa da obra
NOIVOS A CAVALO - SEM DATA
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
RODRIGO LOPES


Imagem representativa da obra
MÉDICOS E PACIENTES
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
RÔMULO FIALDINI


Imagem representativa da obra
VAQUEJADA - 1961
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
RÔMULO FIALDINI



Imagem representativa da obra
SOLDADO COM BÊBADO - SEM DATA
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
RÔMULO FIALDINI


Imagem representativa da obra
AGRICULTOR NA ROÇA
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
AUTORIA DESCONHECIDA



Imagem representativa da obra
LAMPIÃO A CAVALO
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
RODRIGO LOPES



Imagem representativa da obra
VITALINO E FILHOS FAZENDO BONECOS
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
NÉLSON KON


Imagem representativa da obra
RETIRANTES - DÉCADA DE 60
REPRODUÇÃO FOTOGRÁFICA:
ANÍBAL SCIARETTA

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Vitalino Pereira dos Santos (1909, Caruaru, PE) – 1963, Caruaru), conhecido como Mestre Vitalino, é considerado um dos maiores artistas da história da arte de barro no Brasil. Filho de um lavrador e de uma artesã que fazia panelas de barro para vender na feira, desde seis anos de idade já fazia transparecer seu talento moldando pequenos animais com as sobras do barro.

O barro tirado do Rio Ipojuca, em cujas margens, Vitalino brincava na infância, foi desde cedo a matéria-prima que, sem imaginar, mais tarde daria forma à sua arte e o tornaria famoso. O caminho para sair do anonimato foi longo. Do “Alto do Moura”, onde o artista viveu e contava com a ajuda dos filhos, produzia as peças para vender na feira de Caruaru. Só a partir de 1947 a vida começou a melhorar, com o convite do artista plástico Augusto Rodrigues para uma exposição no Rio de Janeiro. Em seguida, passou a apresentar suas peças na Exposição de Cerâmica Popular Pernambucana.

Em janeiro de 1949, participou de exposição no MASP. Em 1955, fez parte de uma exposição de “Arte Primitiva e Moderna”, em Neuchâtel, na Suíça. Suas obras passaram a ser valorizadas no Sudeste, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Sua arte está exposta não só em grandes museus brasileiros, mas também no Museu de Arte Popular de Viena, na Áustria, e no Museu do Louvre, em Paris. Mestre Vitalino retratou bois, vacas, cangaceiros, ciranda, banda de pífanos, violeiros, zabumba e casa de farinha, entre outros temas. Iconográfica, sua produção influenciou gerações de artistas. A casa onde o artista viveu foi transformada em “Museu Vitalino”. Seu entorno é ocupado por oficinas de artesãos.

FONTE (FOTOS E LEGENDAS): 
ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL