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terça-feira, 27 de novembro de 2018

IMAGENS: BOTERO (AS DORES DA COLÔMBIA)



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ARQUIVO GOOGLE

“Dores da Colômbia” reúne 67 obras de Fernando Botero, doadas pelo artista ao Museu Nacional da Colômbia, entre 2004 e 2005. Elas retratam a violência protagonizada pelas Farc e pelo narcotráfico. Sobre a doação, Botero declarou à época: “Não vou fazer negócio com a dor do meu país.” Em 2012, a exposição percorreu museus de Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. 


segunda-feira, 20 de agosto de 2018

IMAGENS: BOTERO (NATUREZA MORTA)



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Pintor e escultor colombiano, 
Fernando Botero nasceu em 19 de abril de 1932, 
na cidade de Medellin. 
Desde o início dos anos 70, 
divide seu tempo entre Paris, Madrid e sua cidade natal.

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Pintor e escultor colombiano, Fernando Botero nasceu em 19 de abril de 1932,na cidade de Medellin. Desde o início dos anos 70, divide seu tempo entre Paris, Madrid e sua cidade natal.

Botero é um dos observadores mais agudos da conjuntura colombiana. Os dois traços mais salientes de sua obra são figuras gordas e com a boca fechada. Parecem pessoas bem enredadas em sistemas de clientelismo, no qual recebem comida em troca de seu silêncio.

A partir do final da década de 60, em Nova York, começou a experimentar a criação do volume em suas pinturas, expandindo as figuras e comprimindo o espaço em torno delas, uma qualidade que continua explorando ao pintar retratos de grupos imaginários ou paródias sobre o trabalho de mestres famosos.

Para Botero a cor é fundamental. Nos seus quadros, somente existem a forma e a cor interior. Ele sempre procura uma certa monumentalidade. Sua obra é uma releitura instigante dos ideais de beleza do Renascimento.

FONTES: escritóriodearte.com e Wikipédia.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

IMAGENS: BOTERO




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BOTERO (FOTO: ARQUIVO GOOGLE)

Pintor e escultor colombiano, Fernando Botero nasceu em 19 de abril de 1932,na cidade de Medellin. Desde o início dos anos 70, divide seu tempo entre Paris, Madrid e sua cidade natal.

Botero é um dos observadores mais agudos da conjuntura colombiana. Os dois traços mais salientes de sua obra são figuras gordas e com a boca fechada. Parecem pessoas bem enredadas em sistemas de clientelismo, no qual recebem comida em troca de seu silêncio.
A partir do final da década de 60, em Nova York, começou a experimentar a criação do volume em suas pinturas, expandindo as figuras e comprimindo o espaço em torno delas, uma qualidade que continua explorando ao pintar retratos de grupos imaginários ou paródias sobre o trabalho de mestres famosos.

Para Botero a cor é fundamental. Nos seus quadros, somente existem a forma e a cor interior. Ele sempre procura uma certa monumentalidade. Sua obra é uma releitura instigante dos ideais de beleza do Renascimento.

FONTES: escritóriodearte.com e Wikipédia.


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

SABE A ÚLTIMA? VOU SER MODELO. DE BOTERO

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Imagem: Fernando Botero

Não sei com vocês, amigos, mas comigo é sempre assim: anoto tudo no papel – da quantidade diária de calorias a ser consumida aos minutos que não andarei. Preparo potes e potes de gelatina e pudins – diets, evidentemente –, cozinho legumes e carnes magras, reservo e congelo. Encho e ponho para gelar pelo menos cinco litros de água com e sem gengibre, deixo meus “fitos” às mãos, faço orações, rego a comigo-ninguém-pode. Tudo prontinho, hora de começar a dieta. Amanhã.


Quando o amanhã finalmente chega, me pega animado que só. Em geral, nos dois primeiros dias, supero de longe todas as expectativas. Consumo muito menos que o planejado. Agora, vai? Não vai. No terceiro dia, quando muito no quarto, uma ira insana se apossa desse corpanzil trêmulo. Viver? Que sentido faz uma coisa dessas, nessas condições de privação quase absoluta? O ser humano é um desgraçado que se empanzina a valer de tudo o que engorda – na minha frente, ao vivo ou pela tevê. Faz de propósito. Mas tudo passa. No sétimo dia – em geral, após espiadela no espelho do quarto –, uma baita frustração me toma de assalto. Já não consigo sequer ficar irado. Choramingo. Tanto sacrifício em vão, todas as ilusões perdidas. Se é para ser infeliz, melhor ser gordo. Ponto final. Que mal há em comprar um número mais confortável? Ora, a vida foi feita para ser comida e bebida. Estou longe de ser um menino. Lutar contra a natureza pra quê?

A madrugada retrasada me trouxe um sonho. Botero – o grande Botero – me ligou e disse que queria me contratar. Como modelo. Acordei pimpão, aliviado, encarei o maldito espelho, fiz poses, tomei uma resolução: vou escrever para o mestre, me colocando à sua inteira disposição. Na juventude, fui vaidoso. Dizem até que não era de se jogar fora. Manequim depois de velho? Por que não? Vai ser duro manter a boca fechada, não dizer palavra, a exemplo dos personagens de Botero? Claro que sim. Mas qual ofício não tem seus ossos?  E com a barriga cheia – cá entre nós – tudo segue melhor. 

Hoje, o café da manhã foi pra lá de supimpa. De rei. Almoço e jantar também prometem. A meta agora é outra: não posso perder peso. Afinal, Botero me aguarda. (OS - Atualizado em novembro de 2017)

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COXINHA? NÃO. JURUBEBA QUER PINGA

Jurubeba – o morador de rua mais famoso de Vila Invernada – parou na porta do bar do Carneiro. Não disse palavra. Nem precisava. Seus olhos embotados suplicavam por cachaça. É como se rogassem: “Uma dose por Deus”... Por Orlando Silveira


https://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/2017/11/coxinha-nao-jurubeba-quer-pinga.html#comment-form


sábado, 4 de março de 2017

IMAGENS (ESCULTURAS): BOTERO


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Pintor e escultor colombiano, Fernando Botero nasceu em 19 de abril de 1932, na cidade de Medellin. Desde o início dos anos 70, divide seu tempo entre Paris, Madrid e sua cidade natal.



Botero é um dos observadores mais agudos da conjuntura colombiana. Os dois traços mais salientes de sua obra são figuras gordas e com a boca fechada. Parecem pessoas bem enredadas em sistemas de clientelismo, no qual recebem comida em troca de seu silêncio.



No Parque de Esculturas da Praça Botero, em Medellín, há 23 estátuas de Botero. .Ao lado, há um museu que conta com várias obras dde sua autoria. 

(FONTES: escritóriodearte.com e Wikipédia)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

IMAGENS: FERNANDO BOTERO



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DEGUSTAÇÃO: Mastigo sem pressa o último desejo. 
Por Orlando Silveira, em "Rapidíssimas"

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FOTO: ARQUIVO GOOGLE



Pintor e escultor colombiano, Fernando Botero nasceu em 19 de abril de 1932,na cidade de Medellin. Desde o início dos anos 70, divide seu tempo entre Paris, Madrid e sua cidade natal.

Botero é um dos observadores mais agudos da conjuntura colombiana. Os dois traços mais salientes de sua obra são figuras gordas e com a boca fechada. Parecem pessoas bem enredadas em sistemas de clientelismo, no qual recebem comida em troca de seu silêncio.

A partir do final da década de 60, em Nova York, começou a experimentar a criação do volume em suas pinturas, expandindo as figuras e comprimindo o espaço em torno delas, uma qualidade que continua explorando ao pintar retratos de grupos imaginários ou paródias sobre o trabalho de mestres famosos.

Para Botero a cor é fundamental. Nos seus quadros, somente existem a forma e a cor interior. Ele sempre procura uma certa monumentalidade. Sua obra é uma releitura instigante dos ideais de beleza do Renascimento.

FONTES: escritóriodearte.com e Wikipédia.