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terça-feira, 6 de novembro de 2018

BOLDRIN DECLAMA POEMA EM HOMENAGEM A ARIANO SUASSUNA

Resultado de imagem para CARICATURA ARIANO SUASSUNA
Ilustração: MAURÍCIO DE SOUZA


Rolando Boldrin declama o poema 
"A chegada de Suassuna no céu",
de Klévson Viana /Bule-Bule 


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Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.

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VALE A PENA CONFERIR

Mestre Ariano Suassuna não gosta de palavrões. E explica o porquê. (OS)
https://orlandosilveira1956.blogspot.com/2018/08/papo-firme-ariano-suassuna.html#comment-form

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

PAPO FIRME: ARIANO SUASSUNA


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Ilustração: Depositphotos


Ariano Suassuna gosta mesmo é de gente doida - e explica o porquê.




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Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

PAPO FIRME: ARIANO SUASSUNA


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Suassuna conta piadas sobre a burrice
de presidente do Brasil durante a ditadura militar. 



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Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

PAPO FIRME: ARIANO SUASSUNA


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HITLER/FOTO: ARQUIVO GOOGLE


E O SOLDADO BRASILEIRO MIROU O ENTÃO MINISTRO DA GUERRA 
E DISPAROU O PETARDO EM FORMA DE PERGUNTA: 
"SÃO NOVE HORAS DA MANHÃ E  TU JÁ ESTÁS BÊBADO?"



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Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.

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Veja também

Resultado de imagem para ILUSTRAÇÃO PARA MENTIROSOS



Não há quem me faça ir para a Suíça ... Por Ariano Suassuna 
https://orlandosilveira1956.blogspot.com/2018/09/papo-firme-ariano-suassuna.html#comment-form

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

PAPO FIRME: ARIANO SUASSUNA

Resultado de imagem para ILUSTRAÇÃO PARA MENTIROSOS
Ilustração: Depositphotos



"EU NÃO SEI VOCÊS, MAS EU MINTO!"




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Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

PAPO FIRME: ARIANO SUASSUNA

Resultado de imagem para ILUSTRAÇÃO PARA CEGOS NUM BOTE
Ilustração: Dreamstime

ERA UMA VEZ 
DOIS CEGOS 
E DOIS DOIDOS




Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.

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OUÇA TAMBÉM

Resultado de imagem para IMAGENS PARA APLAUSOS

Mestre Ariano Suassuna revela qual foi um dos maiores 

elogios que recebeu na vida. 


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

PAPO FIRME: ARIANO SUASSUNA


Resultado de imagem para IMAGENS PARA APLAUSOS
Imagem: Arquivo Google


ARIANO SUASSUNA REVELA
O MAIOR ELOGIO QUE RECEBEU
AO LONGO DE SUA VIDA


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Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.


quarta-feira, 15 de agosto de 2018

PAPO FIRME: ARIANO SUASSUNA


Resultado de imagem para ilustração para palavrões

Suassuna explica, com o bom humor de sempre, 
por que não gosta de palavrões.



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Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

CHÁ DAS CINCO: ARIANO SUASSUNA


Divulgação


Tenho duas armas para lutar contra o desespero,
a tristeza e até a morte:
o riso a cavalo e o galope do sonho.
É com isso que enfrento essa dura
e fascinante tarefa de viver.

***

Eu digo sempre que das três virtudes teologais chamadas,
eu sou fraco na fé e fraco na qualidade,
só me resta a esperança.
Eu sou o homem da esperança.

***

Que eu não perca a vontade de ter grandes amigos,
mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,
eles acabam indo embora de nossas vidas.

***

O otimista é um tolo. O pessimista, um chato.
Bom mesmo é ser um realista esperançoso.

***

Cumpriu sua sentença.
Encontrou-se com o único mal irremediável,
aquilo que é a marca do nosso estranho destino sobre a terra,
aquele fato sem explicação que iguala tudo
o que é vivo num só rebanho de condenados,
porque tudo o que é vivo, morre.
(Em O Auto da Compadecida)

***

A massificação procura baixar a qualidade artística
para a altura do gosto médio.
Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto...
Nunca vi um gênio com gosto médio.

***

Arte pra mim não é produto de mercado.
Podem me chamar de romântico.
Arte pra mim é missão, vocação e festa.




Ariano Vilar Suassuna (16/06/1927, João Pessoa, Paraíba – 23/07/2014, Recife, Pernambuco) foi dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor. Na década de 70, fundou o Movimento Armorial, que tinha como objetivo utilizar a cultura popular para formar uma arte erudita. Suas peças mais conhecidas são “Auto da compadecida”, de 1957, e “O Santo e a Porca”, de 1964. Na Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira número 32, cujo patrono é Araújo Porto Alegre.




quinta-feira, 31 de julho de 2014

CLÓVIS CAMPÊLO

SEU ARIANO

Ariano, mestre

E lá se foi seu Ariano. O mês de julho fica assim marcado por mais uma morte literária. Um autor que soube fazer a junção da cultura erudita com a tradição oral da cultura popular. Juntou tudo, colocou no liquidificador da imaginação e criou, entre outras coisas, o Movimento Armorial.

Lançada em 1970, segundo definição do próprio Ariano no Jornal da Semana de 20 de maio de 1975, a arte armorial seria aquela que tem como traço comum principal a ligação com o espírito mágico da literatura de cordel, com a música de viola, rabeca ou pífano que a acompanha, e com a iconografia das xilogravuras que ilustram as suas capas.

Alguns podem até questionar que esta teria sido mais uma apropriação indébito da arte do povo por um autor pequeno burguês, muito embora tenha resultado em obras fantásticas e de grande identificação como o imaginário do homem nordestino da classe média.

Outros podem até classificá-lo como xenófobo, haja vista a sua aversão pelo “modernismo” influenciado por culturas alienígenas. Quem não se lembra, por exemplo, do questionamento que teria feito a Chico Science sobre a adoção de tal nome: “Por que não Chico Ciência?”. Quem não se lembra, por exemplo, que sempre desconsiderou a Bossa Nova como um movimento musical autenticamente brasileiro, acusando-a de descaracterizar a MPB sob a influência do jazz? Quem não se lembra, por exemplo, da aversão que nutria pelo Movimento Tropicalista dos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil, por achar que avacalhava a cultura brasileira expondo os seus ridículos e contradições?

Poucos se lembram, porém, de que a tradição cultural popular nordestina está enraizada na cultura portuguesa medieval, transplantada para cá por nossos invasores e colonizadores. Nesse sentido, mestre Ariano “apenas” recusava-se a aceitar as influências modernizadoras da nossa cultura, reconhecendo como autêntico somente o que se manteve inalterado ou pouco modificado pela passagem do tempo.

Clóvis Campêlo

Poucos se lembram também que embora professasse ultimamente o credo socialista, resultante da aproximação que teve com o ex-governador Miguel Arraes, do qual foi vizinho no bairro de Casa Forte, nos anos 70, anos de chumbo da ditadura militar, foi secretário de cultura no governo biônico do prefeito Antônio Farias, entre 1975 e 1978, além de sócio fundador do Conselho Federal de Cultura, em 1967, indicado pelo reitor Murilo Guimarães da UFPE.

A aproximação com o ex-governador Miguel Arraes no início dos anos 90, aliás, levou-o a ocupar o cargo de Secretário Estadual de Cultura.

De agnóstico à cristão, de integrante do governo militar da ditadura ao credo socialista, assim foi Ariano Suassuna. Subindo o Morro da Conceição para homenagear a Santa ou dando as suas aulas-espetáculos nas universidades brasileiras, marcou presença na vida cultural brasileira dos séculos XX e XXI.

Recife, 2014