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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

HORA DA VITROLA: NELSON CAVAQUINHO (A FLOR E O ESPINHO)

Resultado de imagem para IMAGENS SOL E LUA


A FLOR E O ESPINHO
De Nelson Cavaquinho, 
Guilherme de Brito
e Alcides Caminha
Por Beth Carvalho




Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua

É no espelho que eu vejo a minha mágoa
A minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor


terça-feira, 7 de novembro de 2017

HORA DA VITROLA: NÉLSON CAVAQUINHO (FOLHAS SECAS)

Resultado de imagem para imagens folha seca de mangueira

FOLHAS SECAS

De Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito
Com Beth Carvalho e Diogo Nogueira





Quando eu piso em folhas secas
Caídas de uma mangueira
Penso na minha escola
E nos poetas da minha estação primeira

Não sei quantas vezes
Subi o morro cantando
Sempre o sol me queimando
E assim vou me acabando.
Quando o tempo avisar
Que não posso mais cantar
Sei que vou sentir saudade
Ao lado do meu violão

Da minha mocidade

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

HORA DA VITROLA: BETH CARVALHO (A FLOR E O ESPINHO)




A FLOR E O ESPINHO

De Nelson Cavaquinho, Guilherme De Brito, Alcides Caminha

Com BETH CARVALHO





Tire o seu sorriso do caminho

Que eu quero passar com a minha dor

Hoje pra você eu sou espinho

Espinho não machuca a flor

Eu só errei quando juntei minh'alma a sua

O sol não pode viver perto da lua

Tire o seu sorriso do caminho

Que eu quero passar com a minha dor

Hoje pra você eu sou espinho

Espinho não machuca a flor

Eu só errei quando juntei minh'alma a sua

O sol não pode viver perto da lua

É no espelho que eu vejo a minha mágoa

E minha dor e os meus olhos rasos d'agua

Eu na sua vida já fui uma flor

Hoje sou espinho em seu amor


Eu só errei quando juntei minh'alma a sua

O sol não pode viver perto da lua



Tire o seu sorriso do caminho

Que eu quero passar com a minha dor

Que eu quero passar com a minha dor



sexta-feira, 9 de setembro de 2016

HORA DA VITROLA: BETH CARVALHO (FOLHAS SECAS)

FOLHAS SECAS
De Nelson Cavaquinho



Quando eu piso em folhas secas
Caídas de uma mangueira
Penso na minha escola
E nos poetas da minha estação primeira

Não sei quantas vezes
Subi o morro cantando
Sempre o sol me queimando
E assim vou me acabando.

Quando o tempo avisar
Que não posso mais cantar
Sei que vou sentir saudade
Ao lado do meu violão


Da minha mocidade

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

HORA DA VITROLA: NELSON CAVAQUINHO E CIA. NA INTERPRETAÇÃO DE ELIZETH


www.catracalivre.com.br

A FLOR E O ESPINHO
De Nelson Cavaquinho, 
Guilherme De Brito, Alcides Caminha
Com Elizeth Cardozo

Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
E minha dor e os meus olhos rasos d'agua
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor

Eu só errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua

Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Que eu quero passar com a minha dor






Dona de um dos versos mais acachapantes da música brasileira (“tire seu sorriso do caminho que eu quero passar com a minha dor”), a música consegue misturar amor, morte e desilusão com poesia e sem escorregões. Quem quiser falar de amor tem que beber na fonte desse samba. Ouça “A Flor e o Espinho” na voz de seus autores, Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito.  Gilberto Amendola/Revista Rolling Stone

quarta-feira, 24 de junho de 2015

HORA DA VITROLA: NELSON CAVAQUINHO/ELIS




FOLHAS SECAS
Nelson Cavaquinho
Na interpretação de Elis Regina

Quando eu piso em folhas secas
Caídas de uma mangueira
Penso na minha escola
E nos poetas da minha estação primeira

Não sei quantas vezes
Subi o morro cantando
Sempre o sol me queimando
E assim vou me acabando.

Quando o tempo avisar
Que não posso mais cantar
Sei que vou sentir saudade
Ao lado do meu violão
Da minha mocidade