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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

IMAGENS: BOTERO (NATUREZA MORTA)



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Pintor e escultor colombiano, 
Fernando Botero nasceu em 19 de abril de 1932, 
na cidade de Medellin. 
Desde o início dos anos 70, 
divide seu tempo entre Paris, Madrid e sua cidade natal.

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Pintor e escultor colombiano, Fernando Botero nasceu em 19 de abril de 1932,na cidade de Medellin. Desde o início dos anos 70, divide seu tempo entre Paris, Madrid e sua cidade natal.

Botero é um dos observadores mais agudos da conjuntura colombiana. Os dois traços mais salientes de sua obra são figuras gordas e com a boca fechada. Parecem pessoas bem enredadas em sistemas de clientelismo, no qual recebem comida em troca de seu silêncio.

A partir do final da década de 60, em Nova York, começou a experimentar a criação do volume em suas pinturas, expandindo as figuras e comprimindo o espaço em torno delas, uma qualidade que continua explorando ao pintar retratos de grupos imaginários ou paródias sobre o trabalho de mestres famosos.

Para Botero a cor é fundamental. Nos seus quadros, somente existem a forma e a cor interior. Ele sempre procura uma certa monumentalidade. Sua obra é uma releitura instigante dos ideais de beleza do Renascimento.

FONTES: escritóriodearte.com e Wikipédia.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

IMAGENS: NATUREZA MORTA (3)



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PAUL CÉZANNE


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FERNANDO BOTERO


VAN GOGH



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EDGARD OEHLMEYER


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PICASSO



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FÚLVIO PENACCHI


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DIEGO RIVERA


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RUBEM VALENTIM



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VAN GOGH



Objetos inanimados são representados na pintura desde a Idade Média, em geral como fundo de pinturas religiosas de cunho realista. Mas é somente em meados do século XVI que a natureza-morta emerge como gênero artístico independente em obras de pintores como Pieter Aertsen (1507 ou 1508 - 1575) e Jacopo Bassano (ca.1510 - 1592), que articulam os temas religiosos à vida cotidiana e às cenas de gênero. As composições simbólicas e grotescas de Giuseppe Arcimboldo (ca.1527 - 1593) - com frutas, animais e objetos compondo figuras - alimentam o desenvolvimento da natureza-morta no período. Na passagem para o século XVII, a figuração documental exigida pelas ciências naturais joga papel destacado na valorização de uma arte que almeja representar os objetos e a natureza tais como empiricamente observados - por exemplo, Jacopo Ligozzi (1547 - 1627). Assim, o processo de paulatina autonomia da natureza-morta acompanha tanto a pintura naturalista (associada à ilustração científica) quanto a pintura de gênero, exemplarmente representada pelos artistas holandeses do século XVII e seus temas domésticos, figurados com riqueza de detalhes. Os objetos frequentemente escolhidos para compor as naturezas-mortas são: mesas com comidas e bebidas, louças, flores, frutas, instrumentos musicais, livros, ferramentas, cachimbo, tabaco etc, todos referidos ao âmbito privado e à esfera doméstica, às vocações e aos hobbies, à decoração e ao convívio no interior da casa.

FONTE: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

IMAGENS: NATUREZA MORTA (2)



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DI CAVALCANTI


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VAN GOGH




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FERNANDO BOTERO



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PAUL LIÉGEOIS



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FRIDA KAHLO


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ROY LICHTENSTEIN


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PEDRO ALEXANDRINO BORGES



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ALINE HANNUN


Objetos inanimados são representados na pintura desde a Idade Média, em geral como fundo de pinturas religiosas de cunho realista. Mas é somente em meados do século XVI que a natureza-morta emerge como gênero artístico independente em obras de pintores como Pieter Aertsen (1507 ou 1508 - 1575) e Jacopo Bassano (ca.1510 - 1592), que articulam os temas religiosos à vida cotidiana e às cenas de gênero. As composições simbólicas e grotescas de Giuseppe Arcimboldo (ca.1527 - 1593) - com frutas, animais e objetos compondo figuras - alimentam o desenvolvimento da natureza-morta no período. Na passagem para o século XVII, a figuração documental exigida pelas ciências naturais joga papel destacado na valorização de uma arte que almeja representar os objetos e a natureza tais como empiricamente observados - por exemplo, Jacopo Ligozzi (1547 - 1627). Assim, o processo de paulatina autonomia da natureza-morta acompanha tanto a pintura naturalista (associada à ilustração científica) quanto a pintura de gênero, exemplarmente representada pelos artistas holandeses do século XVII e seus temas domésticos, figurados com riqueza de detalhes. Os objetos frequentemente escolhidos para compor as naturezas-mortas são: mesas com comidas e bebidas, louças, flores, frutas, instrumentos musicais, livros, ferramentas, cachimbo, tabaco etc, todos referidos ao âmbito privado e à esfera doméstica, às vocações e aos hobbies, à decoração e ao convívio no interior da casa.

FONTE: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL


terça-feira, 30 de agosto de 2016

IMAGENS: NATUREZA MORTA (1)


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VAN GOGH



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PICASSO


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FRIDA KHALO


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JOÃO DUTRA (1915)

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ESTEVÃO SILVA PINTO


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BENEDITO CALIXTO



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ALEXANDRINO BORGES

Objetos inanimados são representados na pintura desde a Idade Média, em geral como fundo de pinturas religiosas de cunho realista. Mas é somente em meados do século XVI que a natureza-morta emerge como gênero artístico independente em obras de pintores como Pieter Aertsen (1507 ou 1508 - 1575) e Jacopo Bassano (ca.1510 - 1592), que articulam os temas religiosos à vida cotidiana e às cenas de gênero. As composições simbólicas e grotescas de Giuseppe Arcimboldo (ca.1527 - 1593) - com frutas, animais e objetos compondo figuras - alimentam o desenvolvimento da natureza-morta no período. Na passagem para o século XVII, a figuração documental exigida pelas ciências naturais joga papel destacado na valorização de uma arte que almeja representar os objetos e a natureza tais como empiricamente observados - por exemplo, Jacopo Ligozzi (1547 - 1627). Assim, o processo de paulatina autonomia da natureza-morta acompanha tanto a pintura naturalista (associada à ilustração científica) quanto a pintura de gênero, exemplarmente representada pelos artistas holandeses do século XVII e seus temas domésticos, figurados com riqueza de detalhes. Os objetos frequentemente escolhidos para compor as naturezas-mortas são: mesas com comidas e bebidas, louças, flores, frutas, instrumentos musicais, livros, ferramentas, cachimbo, tabaco etc, todos referidos ao âmbito privado e à esfera doméstica, às vocações e aos hobbies, à decoração e ao convívio no interior da casa.

FONTE: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL