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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

HORA DA VITROLA: MARISA MONTE (VELHA INFÂNCIA)

Resultado de imagem para IMAGENS MARISA MONTE
MARISA MONTE (ARQUIVO GOOGLE)

VELHA INFÂNCIA
De Marisa Monte e Arnaldo Antunes
Com Marisa Monte e Tribalistas




Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho pra mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim...
Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim...
Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim...

Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor



sexta-feira, 12 de julho de 2019

HORA DA VITROLA: MARISA MONTE (AINDA BEM)



AINDA BEM
De Marisa Monte e Arnaldo Antunes



Ainda bem
Que agora encontrei você
Eu realmente não sei
O que eu fiz pra merecer
Você

Porque ninguém
Dava nada por mim
Quem dava eu não tava a fim
Até desacreditei
De mim

O meu coração
Já estava acostumado
Com a solidão quem diria
Que ao meu lado você iria ficar

Você veio pra ficar
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim

O meu coração já estava aposentado
Sem nenhuma ilusão
Tinha sido maltratado
Tudo se transformou

Agora você chegou
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim

Ainda bem

Nanananana Nanananaanana...

O meu coração
Já estava acostumado
Com a solidão
Quem diria que ao meu lado
Você iria ficar

Você veio pra ficar
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim

O meu coração já estava aposentado
Sem nenhuma ilusão
Tinha sido maltratado
Tudo se transformou

Agora você chegou
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar assim

Nanananana Nanananaanana...

Ainda Bem...

segunda-feira, 8 de julho de 2019

HORA DA VITROLA: MARISA MONTE E PAULINHO DA VIOLA (CARINHOSO)


Pixinguinha/Braguinha: dois craques


CARINHOSO
De Pixinguinha e João de Barro (Braguinha)
Na interpretação de Marisa Monte e Paulinho da Viola

Meu coração não sei por que
Bate feliz Quando te vê...
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo...
Mas mesmo assim, foges de mim...

Meu coração não sei por que
Bate feliz Quando te vê...
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo...
Mas mesmo assim, foges de mim...

Ah se tu soubesses como eu sou
Tão carinhoso e muito, muito
Que te quero... E como é sincero
Meu amor... Eu sei que tu não
Fugirias... Mais de mim...
Vem... Vem... Vem... Veeeem...
Vem sentir o calor dos lábios
Meus a procura dos teus...
Vem matar essa paixão...
Que me devora o coração...
Só assim então serei feliz...
Bem... Feliz...

Ah se tu soubesses como eu sou
Tão carinhoso e muito, muito
Que te quero... E como é sincero
Meu amor... Eu sei que tu não
Fugirias... Mais de mim...
Vem... Vem... Vem... Veeeem...
Vem sentir o calor dos lábios
Meus a procura dos teus...
Vem matar essa paixão...
Que me devora o coração...
Só assim então serei feliz...
Bem... Feliz...




 A mais famosa melodia da música popular brasileira continua eterna, apesar dos pesares: mesmo tendo sido escrita há mais de 90 anos, mesmo distorcida por centenas de releituras e regravações (algumas honradas, outras nem tanto), mesmo desmitificada ao embalar as mais diversas campanhas publicitárias, de cafezinho a sobremesa para crianças. Alfredo da Rocha Vianna Jr. ainda não era o Pixinguinha quando começou a ser chamado de prodígio, encantando com sua musicalidade incomum e facilidade para instrumentos e improvisos. Se até hoje ele é considerado o grande gênio musical brasileiro, foi porque garantiu seu espaço desde cedo. Aos 13, já flautista (começou com o cavaquinho), gravou sua primeira participação em um disco. Criativo, escreveu a melodia de “Carinhoso” quando tinha menos de 18 anos, entre 1916 e 1917 (a data não é precisa nem entre historiadores). Deixou a canção escondida por alguns anos, melindrado com as alegações de que seria muito americanizada (ou “jazzificada”) e estruturada de maneira diferente da do choro tradicional. A primeira gravação, instrumental, foi acontecer apenas em 1928. Quase dez anos depois, João de Barro, pseudônimo do onipresente compositor Braguinha, escreveu a letra que a eternizaria de uma vez por todas. A interpretação clássica de Orlando Silva, de 1937, é de arrepiar até os desavisados. Mas os méritos da canção sempre vão para Pixinguinha, instrumentista virtuoso, maestro, arranjador e verdadeiro fomentador do que era então considerada a verdadeira música popular brasileira. De Marisa Monte a Elizeth Cardoso, de Paulinho da Viola a Francisco Alves, de Elis Regina a Marcelo Camelo, dezenas fizeram suas interpretações apaixonadas de “Carinhoso”. Há uma frase atribuída a Vinicius de Moraes que diz que se “não fosse Vinicius, queria ser Pixinguinha”. Aparentemente, não era só ele que pensava assim. 
Pablo Miyazawa/Revista Rolling Stone


terça-feira, 17 de julho de 2018

HORA DA VITROLA: YAMANDU COSTA, MARISA MONTE INTERPRETAM CARINHOSO

ILUSTRAÇÃO: AMARILDO


CARINHOSO
De Pixinguinha e João de Barros
 
Meu coração, não sei por quê
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim foges de mim

Ah, se tu soubesses
Como sou tão carinhoso
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus
À procura dos teus
Vem matar essa paixão
Que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz


POR YAMANDU COSTA





POR MARISA MONTE




segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

HORA DA VITROLA: CARINHOSO

CARINHOSO

DE PIXINGUINHA E JOÃO DE BARRO
EM DOSE DUPLA

Na interpretação de Marisa Monte e Paulinhos da Viola



Na interpretação de Yamandú Costa



Meu coração, não sei por que
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim
Foges de mim

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz

Ah se tu soubesses como sou tão carinhosa
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus a procura dos teus
Vem matar essa paixão que me devora o coração
E só assim então serei feliz

Bem feliz