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quinta-feira, 31 de maio de 2018
PAUL SINGER - segunda-feira, dia 4 de junho, em LISBOA
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domingo, 9 de fevereiro de 2014
TRÊS INSTÂNCIAS DE DEBATE POLÍTICO
sábado, 28 de dezembro de 2013
MEMÓRIAS DO COOPERATIVISMO
A fotografia, acima reproduzida, diz respeito ao "Debate Nacional sobre o Código Cooperativo", primeira grande realização pública do Centro de Estudos Cooperativos da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, neste caso em colaboração com o Centro de Estudos Cooperativos de Viseu, e que decorreu no Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra,em 1984, tendo sido então apoiada pelo INSCOOP e pelo Governo.
Na mesa que presidia a esta sessão do debate, pode ver-se ao centro, usando da palavra, o Secretário de Estado do Fomento Cooperativo, Armando Lopes, membro do Partido Socialista que substituiu Mesquita Machado que o havia precedido nesse lugar , mas pedira a demissão, para voltar a liderar a Câmara Municipal de Braga. Estávamos então sob um governo PS/PSD ( Bloco central), liderado por Mário Soares. Além do orador, podem ver-se na mesa da esquerda para a direita: Rui Namorado, coordenador do CEC/FEUC; Alfredo Marques, presidente do Conselho Directivo da FEUC; Manuel Cássio, presidente do INSCOOP; Armando Leitão,presidente do Centro de Estudos Cooperativos de Viseu.
O CEC/FEUC, fundado em 1981, viria mais tarde a transformar-se no CECES/FEUC ( Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra) que hoje existe.
O Código Cooperativo, na sua primeira versão, data de Outubro 1980, quando Francisco Sá-Carneiro era primeiro-ministro de um governo da AD. Sofrera algumas alterações nos anos imediatos. O movimento cooperativo continuava crítico quanto a alguns dos seus aspectos.
Neste debate, realizado em 1984, foi dada ao movimento cooperativo a oportunidade de apresentar propostas de alteração, com vista a uma revisão que se queria mais profunda do que os ajustamentos anteriores, mas que a subsequente queda do governo acabou por frustrar. Essa profunda alteração só viria a ocorrer em 1997, depois do cavaquismo, sob um governo do PS liderado por António Guterres. Sendo eu deputado do PS nessa legislatura (1995/99), participei nesse processo que decorreu na Assembleia da República e conduziu a uma aprovação unânime da nova versão do Código Cooperativo.Está actualmente em curso um novo processo de reforma do Código Cooperativo, que se espera que venha a suscitar, como a anterior, a unanimidade na Assembleia da República. Só assim poderá ser conseguida a estabilidade jurídica que tem vigorado neste campo desde 1997.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Agora em COIMBRA - "O mistério do cooperativismo"
Agora é em Coimbra que, na próxima quinta-feira, dia 28 de novembro, ás 18 h e 30 m ,vai decorrer uma sessão de apresentação de um livro meu.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
LISBOA - renovação de um convite
terça-feira, 12 de novembro de 2013
CONVITE - apresentação de um livro
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Pós-Graduação em ECONOMIA SOCIAL
Economia Social
- Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade
Candidaturas abertas até 31 janeiro 2013
As candidaturas são feitas online. Veja AQUI mais
informações.
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| Contactos para informações | Escola de Estudos Avançados - FEUC Telefone: +351 239 790 501/510 e-mail: eea@fe.uc.pt |
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Apresentação
| O curso de Pós-Graduação em “Economia Social –
cooperativismo, mutualismo e solidariedade” é promovido, no quadro da Faculdade
de Economia da Universidade de Coimbra, pelo respetivo Centro de Estudos
Cooperativos e da Economia Social (CECES/FEUC), o qual desde 1981 se ocupa do cooperativismo e
que, desde os meados dos anos 90, estendeu o âmbito da sua actividade à economia
social no seu todo. Neste Centro trabalha uma equipa multidisciplinar de professores e investigadores, oriundos de áreas diversas, tais como, a Economia, a Gestão, o Direito e a Sociologia. Nos últimos anos, o CECES/FEUC, que há muito mantém uma ligação efetiva com diversas áreas da economia social, organizou vários Cursos Livres e promoveu Colóquios sobre a temática desta Pós-Graduação. |
Estrutura Curricular
A duração total da Pós-Graduação excede as 80 horas, distribuídas ao
longo de um trimestre e correspondendo a 20 ECTS. O curso compreende oito
módulos temáticos, para além de seis conferências sobre temas de economia
social, proferidas por especialistas, nacionais e estrangeiros e de um conjunto
de testemunhos de experiências vividas, prestados por alguns protagonistas de
organizações da economia social. São os seguintes os referidos módulos
temáticos, pelos quais são responsáveis os professores da FEUC e membros do
CECES abaixo indicados:
|
Período letivo
| As aulas decorrerão às sextas-feiras de tarde e aos
sábados de manhã, durante os meses de Março, Abril, Maio e Junho de 2013. Se for
necessário proceder a modificações pontuais do calendário lectivo, nenhuma delas
poderá implicar o prolongamento da parte de contacto presencial do curso, para
além do dia 22 de Junho de 2013. |
Habilitações de acesso
| O Curso destina-se, fundamentalmente, a titulares de uma
licenciatura, mas será possível a admissão de candidatos que, não preenchendo
esse requisito, tenham uma experiência profissional muito relevante, em qualquer
organização da economia social; para isso 20% das vagas serão prioritariamente
destinadas a esse tipo de candidatos. Pela sua conclusão com aprovação, será atribuído um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade”, pela Universidade de Coimbra. |
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CANDIDATURAS: documentos a inserir no sistema informático
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Co-organização do
CECES -Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social - FEUC
sábado, 1 de setembro de 2012
A HORA DAS COOPERATIVAS ?
No sítio do diário espanhol El Pais, datado de 31 de agosto, encontrei o texto que a seguir transcrevo. Intitulado "Cuando asociarse es una solución", comenta diversas experiências cooperativas ocorridas em Espanha, pondo em destaque as virtualidades acrescidas deste tipo de iniciativas no período de crise que atravessamos. Assinam o texto María R. Sahuquillo e Raquel Vidales . Em pleno Ano Internacional das Cooperativas, vale a pena recordar o relevo deste tipo de empresas que o 25 de abril tanto impulsionou em Portugal. Hoje, como parte importante da economia social as cooperativas continuam a projectar-se no futuro como esperança e a ajudar a resolver no presente problemas de muitas pessoas . Eis o texto:
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA SOCIAL
Pós-Graduação em
“Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”
1. Foi criado na Universidade de Coimbra, por intermédio da sua Faculdade de Economia, um curso que confere um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”. No ano letivo de 2011/2012, vai decorrer a sua terceira edição, pela qual continua a ser responsável o Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da FEUC (CECES/FEUC).
O CECES/FEUC, fundado em 1981, ocupou-se desde o seu início no estudo do cooperativismo, tendo, no decurso da década seguinte, alargado o âmbito do seu interesse a toda a economia social. Tem como base uma equipa multidisciplinar de professores e investigadores, oriundos de áreas diversas, tais como, a Economia, a Gestão, o Direito, a Sociologia e a Psicologia.
2. Este curso de pós-graduação tem como núcleo central um conjunto de oito módulos temáticos. Incluirá também várias conferências e diversos testemunhos sobre experiências vividas por alguns protagonistas da Economia Social. A sua duração total excede as 80 horas, distribuídas ao longo de um trimestre e correspondendo a 20 ECTS. A sua terceira edição vai ter lugar no decorrer dos meses de Março, Abril, Maio e Junho de 2012, em regra, com aulas às sextas-feiras de tarde e aos sábados de manhã.
O objetivo desta Pós-Graduação é o estudo da economia social nas suas várias vertentes, com destaque para as que têm uma identidade historicamente mais marcada e uma importância social mais nítida, como é o caso das cooperativas, das mutualidades e das instituições particulares de solidariedade social no seu todo. Mas, a economia social não será encarada como um objeto isolado. Pelo contrário, serão analisadas também algumas das problemáticas que nela se projetam com mais relevância.
A esta Pós-Graduação têm acesso, fundamentalmente, titulares de uma licenciatura, mas podem ser admitidos candidatos que, não preenchendo esse requisito, tenham uma experiência profissional muito relevante, em qualquer organização da economia social; para isso, 20% do total das vagas existentes serão prioritariamente destinados a esse tipo de candidatos.
3. Concretizando um pouco mais o que atrás se disse, para além das conferências sobre temas de economia social, proferidas por especialistas e de um conjunto de narrativas de experiências vividas por destacados protagonistas de organizações da economia social, o programa do curso compreende os seguintes módulos temáticos, pelos quais são responsáveis os professores da FEUC e membros do CECES abaixo indicados:
I - Introdução à economia social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade [8 h] - A economia social como galáxia de esperanças, onde se destacam as grandes constelações organizativas movidas pela cooperação, pela reciprocidade e pela solidariedade.
Prof. Doutor Rui Namorado (CECES/FEUC e CES UC)
II - Empreendedorismo social, políticas e mudança social [8 h] - Parte-se da conceptualização da ação no terceiro setor enquanto empreendedorismo social e das implicações da recente proeminência deste conceito, articulando-a com os desafios ao papel do terceiro setor nas políticas sociais e na governação local.
Profª. Doutora Sílvia Ferreira (CECES/FEUC e CES UC)
III - Fundamentos da gestão das organizações da economia social [8 h] - Identificar e compreender os principais desafios e controvérsias da gestão das organizações da economia social, em particular no que se refere às tensões entre gestão estratégica e operacional, valores e partes interessadas, elevado desempenho organizacional e bem-estar psicológico.
Profª. Doutora Teresa Carla Oliveira (CECES/FEUC)
IV- Empresas e sociedade: da ética à responsabilidade social [8 h] - Análise crítica das modernas conceções de responsabilidade social e das suas implicações nas práticas empresariais, explorando as ramificações destas práticas no terceiro setor.
Prof. Doutor Filipe Almeida (CECES/FEUC e CES UC)
V- Gestão da qualidade nas organizações da economia social [8 h] - Partindo dos conceitos e princípios da Qualidade, apresentam-se alguns referenciais internacionais e discutem-se aplicações na organizações do terceiro setor.
Prof.ª Doutora Patrícia Moura e Sá (CECES/FEUC)
VI- Direito cooperativo e da economia social [8 h] - Os quadros jurídicos da economia social numa perspetiva que valoriza o papel conformador do direito cooperativo, no caso português. Prof. Doutor Rui Namorado (CECES/FEUC e CES UC)
VII-Políticas de emprego, relações laborais e economia social [8 h] - Tendo como referência as organizações da economia social,analisam-se quer aspetos jurídicos relativos à constituição destas entidades quer aspetos económicos relativos às políticas de emprego na economia social no contexto da União Europeia.
Profª. Doutora Margarida Antunes (CECES/FEUC)
Profª. Doutora Maria Elisabete Ramos (CECES/FEUC)
VIII -O desenvolvimento local como estratégia [8 h] - As estratégias,as políticas, os instrumentos e os agentes para o desenvolvimento.
Dr. Bernardo Campos (CCDRC e CECES/FEUC)
5. Esta Pós-graduação iniciar-se-á com um
COLÓQUIO DE ABERTURA : Horizontes da economia social .
9 de março 2012 - 15h - Conferências proferidas por :
Prof. Doutor Jean-Louis Laville (Conservatoire National des Arts et Métiers - Paris)
Dr. Eduardo Graça (Presidente da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social )
Prof. Doutor Rui Namorado (CECES/ FEUC)
10 março de 2012 - 10h e 30m - Experiências Cooperativas Vivas
Este colóquio, cujo programa mais detalhado será oportunamente anunciado, realizar-se-á com a colaboração da CASES (Cooperativa António Sérgio para a Economia Social), inserindo-se, por seu intermédio, no programa das comemorações em Portugal do Ano Internacional das Cooperativas.
6. No decorrer da Pós-Graduação vão ser proferidas pelo menos mais três conferências, por especialistas em economia social, abordando temas abrangidos pelo âmbito deste curso.
7. Haverá duas Sessões exclusivamente dedicadas à análise de testemunhos de experiências vividas, prestados por alguns destacados protagonistas da economia social. A primeira, ocorrendo no âmbito das comemorações do Ano Internacional das Cooperativas, envolverá um conjunto de depoimentos sobre as experiências vividas por alguns destacados cooperativistas, integrando-se no colóquio de abertura desta Pós-graduação. A segunda sessão realizar-se-á na parte final do curso, durante o mês de maio, envolvendo depoimentos de protagonistas relevantes das outras constelações da economia social.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA SOCIAL
1. Foi criado na Universidade de Coimbra, por intermédio da sua Faculdade de Economia, um curso que confere um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”. No ano lectivo passado, teve lugar a sua primeira edição, este ano vai decorrer a segunda. Esta iniciativa é da responsabilidade do Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da FEUC (CECES/FEUC), contando com o patrocínio exclusivo do Montepio.
O CECES/FEUC existe desde 1981, ocupando-se do cooperativismo desde a sua fundação, tendo mais tarde estendido o âmbito do seu interesse a toda a economia social. Conta com uma equipa multidisciplinar de professores e investigadores, oriundos de áreas diversas, tais como, a Economia, a Gestão, o Direito, a Sociologia e a Psicologia. Organizou já vários Cursos Livres e Colóquios com incidência na temática da referida Pós-Graduação.
2. O objectivo desta Pós-Graduação é o estudo da economia social nas suas várias vertentes, com destaque para as cooperativas, mutualidades e instituições particulares de solidariedade social, no seu todo. Mas a economia social não será apenas estudada, em si própria, mas olhada também no quadro de problemáticas, onde assume uma especial relevância.
Destina-se, fundamentalmente, a titulares de uma licenciatura, mas será possível a admissão de candidatos que, não preenchendo esse requisito, tenham uma experiência profissional muito relevante, em qualquer organização da economia social; para isso 20% das vagas serão prioritariamente destinadas a esse tipo de candidatos. Pela sua conclusão com aprovação, será atribuído um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade”, pela Universidade de Coimbra.
3. A duração total da Pós-Graduação excede as 80 horas, distribuídas ao longo de um trimestre e correspondendo a 20 ECTS. Terá lugar no decorrer dos meses de Março, Abril, Maio e Junho de 2011, com aulas às sextas-feiras de tarde e aos sábados de manhã.
O curso compreende oito módulos temáticos, para além de seis conferências sobre temas de economia social, proferidas por especialistas, nacionais e estrangeiros e de um conjunto de testemunhos de experiências vividas, prestados por alguns protagonistas de organizações da economia social. São os seguintes os referidos módulos temáticos, pelos quais são responsáveis os professores da FEUC e membros do CECES abaixo indicados:
- Introdução à economia social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade, Prof. Doutor Rui Namorado [8 h].
- Empreendedorismo social, políticas e mudança social, Dr.ª Sílvia Ferreira [8h].
- Fundamentos da gestão das organizações da economia social, Profª. Doutora Teresa Carla Oliveira [8 h]
- Empresas e sociedade: da ética à responsabilidade social, Prof. Doutor Filipe Almeida [8 h]
- Sistemas de normalização contabilística para entidades sem fins lucrativos, Profª. Doutora Ana Maria Rodrigues [8 h]
- Direito cooperativo e da economia social, Prof. Doutor Rui Namorado [8 h]
- Gestão da qualidade nas organizações da economia social, Prof.ª Doutora Patrícia Moura e Sá [8h]
- O desenvolvimento local como estratégia, Dr. Bernardo Campos [8 h]
4. Se, por razões de força maior, alguma das iniciativas previstas não se puder realizar, será substituída por outra de importância idêntica, à luz dos objectivos desta Pós-Graduação. Se for necessário proceder a modificações pontuais do calendário lectivo, nenhuma delas poderá implicar o prolongamento da parte de contacto presencial do curso, para além do dia 18 de Junho de 2011.
5. Agradecemos a divulgação da existência desta Pós-Graduação, junto de possíveis interessados.
Ela tem como “numerus clausus” 25 vagas, as quais podem ser preenchidas até 20% por candidatos indicados por entidades com as quais se tenha estabelecido previamente um convénio nesse sentido.
As candidaturas serão feitas online, entre 6 de Dezembro de 2010 e 24 de Janeiro de 2011, no endereço: https://inforestudante.uc.pt/nonio/security/candidaturas.do. Poderá encontrar instruções de candidatura na página Web da Pós-Graduação, em https://woc.uc.pt/feuc/course/infocurso.do?idcurso=409&studiesPlanMain=false
As propinas e emolumentos compreendem: 1) uma taxa de candidatura de 50 Euros; 2) propinas no montante de 300 Euros (que poderão ser pagas de uma só vez, até ao final de Março de 2011, ou por duas vezes, até ao final de Março e até ao final de Maio, em prestações de igual valor); 3) taxa de inscrição de 20 Euros (a pagar até ao final de Março). Os candidatos que forem admitidos serão avisados para formalizarem a matrícula até uma data a fixar.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Economia Social - nova pós-graduação
Economia Social - Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade
Março, Abril e Maio de 2010, FEUC, Coimbra
Organização:
Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
O objecto desta pós-graduação é o estudo da economia social nas suas várias vertentes organizativas, com destaque para as que têm uma identidade historicamente mais marcada e uma importância social mais nítida, como é o caso das cooperativas, das mutualidades e das instituições de solidariedade social no seu todo. Isso não significa que se ignorem os outros aspectos da economia social.
ECTS distribuídos pelas áreas científicas de Gestão, Economia, Sociologia e Direito.
- Rui Namorado
A classificação final do curso é obtida pela avaliação do trabalho final, com um peso de 80 %, e pelo resultado da avaliação contínua da participação no conjunto dos módulos temáticos, com um peso global de 20%, repartido pelos módulos na proporção dos ECTS correspondentes a cada um deles.Pela conclusão com aprovação do curso, será atribuído um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade.”
Serão admitidos à candidatura a matrícula no curso os titulares de licenciatura, ou equivalente legal.Excepcionalmente, no caso de existirem vagas, podem ser admitidos os detentores de um currículo profissional relevante marcado pela sua actividade em organizações da economia social, mesmo que não sejam titulares de uma licenciatura.
Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
www4.fe.uc.pt/cec
www.fe.uc.pt
sexta-feira, 17 de julho de 2009
VºColóquio Ibérico
Nos dias 10 e 11 de Julho passados, decorreu em Santarém o Vº Colóquio Ibérico de Cooperativismo e Economia Social. Os quatro anteriores realizaram-se no Porto (2001), em Valência(2003), em Lisboa (2005) e em Córdoba(2007). Está previsto que o próximo ocorra em Espanha em 2011, na cidade que for escolhida pelos colegas espanhóis.
Podem ler, de seguida, um texto publicado, no Boletín nº 161 do Observatorio Español de la Economia Social que se refere ao Colóquio e que abaixo transcrevo:
" El Coloquio Ibérico de Santarem concluye con una apuesta renovada por estrechar lazos entre España y Portugal por la Economía Social "
terça-feira, 5 de maio de 2009
Apresentação
A Rede Portuguesa de Formação para o Terceiro Sector e o CIRIEC España têm vindo a percorrer um percurso comum, traduzido na realização dos Colóquios Ibéricos de Cooperativismo e Economia Social, iniciados em 2001, realizados alternadamente em Portugal e Espanha.
Cabe à parte portuguesa a responsabilidade operacional, pela realização do 5º Colóquio em 2009, que vai ter lugar em Santarém, nos próximos dias 10 e 11 de Julho de 2009. O Colóquio vai adoptar, no essencial, o modelo iniciado em Córdoba, no ano de 2007.
Compreenderá quatro sessões temáticas, com base nos seguintes subtemas:
A economia social: solidariedade e cooperação.
A economia social e a crise alimentar.
A economia social e a responsabilidade social das empresas.
O papel da economia social numa lógica de proximidade.
Em cada uma destas sessões temáticas, falará um conferencista espanhol e outro português. Haverá também uma mesa-redonda com a participação de representantes de organizações da economia social dos dois países.
As comunicações, que podem ser apresentadas no âmbito do Colóquio, devem incidir sobre os quatro subtemas, com base nos quais este se encontra estruturado.
Convidam-se todos os investigadores a enviarem os seus trabalhos teóricos e empíricos realizados no âmbito dos subtemas do colóquio. Não existe limite para o número de originais enviados por cada autor.
Programa Provisório
Sexta-feira, 10 de Julho
Programa Provisório de 10 de Julho
09:00 - RecepçãoEntrega da documentação
Sessão de Abertura - 10:00
Secretário de Estado (Aguarda confirmação)
Dr. Eduardo Graça - Presidente do INSCOOP
Prof. Ricardo Server - CIRIEC España
Prof. Rui Namorado - Rede Portuguesa de Formação para o Terceiro Sector
Prof Jorge Faria - ESGS IPS
Primeira Sessão:
A economia social: solidariedade e cooperação
Moderador:
11:00
Conferencistas: Português e Espanhol
11:30
Segunda Sessão
A economia social e a crise alimentar
Moderador:
12:00
Conferencistas: Português e Espanhol
12:30
13:00
Pausa para Almoço
Terceira Sessão
A economia social e a responsabilidade social das empresas
Moderador:
14.30
Conferencistas: Português e Espanhol
16.00
Coffee Break
Mesa Redonda
A Economia Social e o Desenvolvimento Sustentável
Moderador: Dr. Canaveira de Campos
16.30
Três portugueses (Confederações e SCMS)
17.00
17.30
Encerramento
20:00
Jantar
Sábado, 11 de Julho
****************
Programa Provisorio de 11 de Julho
Quarta Sessão:
Apresentação de Comunicações
Moderador:
09:00
11:00
Coffee Break
Quinta Sessão
O papel da economia social numa lógica de proximidade
Moderador:
11:30
Conferencistas portugueses e espanhois
13:00
Encerramento
Prof Rui Namorado - Rede Formação Para o Terceiro Sector
Prof. José Luís Monzón - Ciriec Espanha (a confirmar)
Ciriec Portugal/CEEPS
14:00
Almoço
sábado, 8 de novembro de 2008
Atenção ao Movimento Cooperativo!
Vem isto a propósito do documento[enviado pela FENACOOP] que vou transcrever de imediato, da responsabilidade da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), uma organização fundada em 1895, que é desde então a mais representativa organização do movimento cooperativo mundial.
Sublinhe-se que o texto em causa é subscrito pelos mais representativos líderes mundiais da ACI:
Ivano Barberini -Presidente
Stanley Muchiri -Vice-Presidente pela África
Li Chunsheng -Vice-Presidente pela Ásia-Pacífico
Carlos Palacino -Vice-Presidente pelas Américas
Pauline Green -Vice-Presidente pela Europa
CARTA ABERTA AOS GOVERNOS DO G8
Ao mesmo tempo, estes mesmos cidadãos do mundo sabem que existe um modelo empresarial alternativo seguro, estável e sustentável, possuído e controlado por 800 milhões de pessoas em todo o mundo. Ele é fiel para com os seus Valores e Princípios globais de auto-ajuda, sustentabilidade, posse e controle pela comunidade, participação democrática, equidade e transparência.
Constitui um modelo empresarial que não está à mercê das bolsas de valores, pois assenta, em vez disso, no financiamento dos membros para a sua valorização; e não está sujeito à manipulação e à ganância, dado que é controlado pelas populações locais para as populações locais. Trata-se de uma actividade em que os excedentes não são apenas distribuídos pelos accionistas, mas revertem para os que realizam transacções com a empresa, mantendo, assim, a riqueza gerada pelas empresas locais na comunidade local em benefício do ambiente e das famílias locais.
Isto é o Sector Cooperativo da Economia Global, que emprega 100 milhões de pessoas em todo o mundo. Não é por coincidência que se dá o caso de as economias mais bem sucedidas e estáveis do mundo terem igualmente as economias mais cooperativas do mundo.
Não é também uma coincidência que as empresas cooperativas que se mantiveram fiéis aos valores e princípios cooperativos são as mesmas que, durante as últimas semanas, têm beneficiado da retirada de depósitos e contas bancárias das sociedades financeiras e dos bancos que se desmoronaram – um reconhecimento da persistente confiança de que são alvo por parte do público em geral.
As pessoas sabem que uma COOPERATIVA significa um modelo empresarial diferente – balizadas por valores e com um espírito comunitário diferente.
Quando os líderes políticos preparam a sua reunião para analisar se as instituições globais que regem o sistema financeiro e bancário estão aptas a fazê-lo, nós, os que temos o privilégio de representar a economia cooperativa global, apelamos aos nossos líderes políticos para que:
1.Utilizem o seu poder político e financeiro combinado para colocar a mesma energia e o mesmo dinamismo na protecção da população mundial face aos piores efeitos da recessão global que enfrentamos actualmente como resultado da má gestão do modelo empresarial capitalista.
2.Assegurem que na luta contra a recessão, e em qualquer reforma das estruturas financeiras globais, tais como um novo sistema regulamentador, tenham em especial atenção a estabilidade e a segurança da economia cooperativa e o seu valor para os milhões de indivíduos e famílias que ela apoia em todos os recantos do mundo, e concedam a este modelo empresarial o reconhecimento e o apoio político que o seu contributo exige.
3.Assegurem condições de concorrência iguais entre países e modelos bancários, e tenham em conta a diversidade do sistema bancário nas futuras regras.
A ACI prontifica-se a contribuir, com a sua componente única de competências, para o trabalho do G8 na resolução destas questões.
[Traduzido do original pelo Secretariado da FENACOOP - JC ]
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Cooperativismo e Economia Social- uma vez mais.
Cooperativismo e Economia Social
27 e 28 de Junho de 2008
FEUC - Coimbra
Colóquio
Cooperativismo e Economia Social
- olhares cruzados
Organização:
Centro de Estudos Cooperativos da FEUC
Os universitários, especialistas e práticos de nacionalidade portuguesa , pela sua experiência e pela qualidade do seu trabalho legitimam as melhores expectativas quanto ao interesse do Colóquio.
Os debates que certamente ocorrerão serão um importante factor da vivacidade que se espera como potenciadora do interesse pelos temas abordados.
PROGRAMA
Sexta-Feira – dia 27 de Junho
-11.00 — Conferências de Abertura:
La economia social europea: entre tercer pilar del modelo social europeo e ignorancia.
— Prof. Doutor Rafael Chaves Ávila (Universidade de Valência. Presidente da Comissão Científica do CIRIEC Internacional para a economia social e cooperativa).
Cooperativismo e economia social—um futuro inquieto
— Prof. Doutor Rui Namorado (Centro de Estudos Cooperativos da FEUC e Centro de Estudos Sociais).
15.00 — 1ª Sessão: A economia social , o emprego e a pobreza.
A economia social–um caminho para vencer a pobreza?
— Prof.ª Drª Manuela Silva ( Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz. Membro do Conselho Geral do Montepio).
Novos empregos, novos pobres, trabalhadores pobres : uma visão económica.
— Prof.ª Doutora Margarida Antunes (Centro de Estudos Cooperativos da FEUC).
Experiência Viva — Srª D.ª Ester Duarte (cooperativa de artesanato Capuchinhas, Campo Benfeito)
17.15 — 2ª Sessão: A economia social e o mercado.
Renovação do terceiro sector e mercado–tópicos em torno da situação nacional
— Dr.ª Carlota Quintão (Doutoranda em Sociologia da FEUC e Bolseira da FCT).
Medir e promover o sucesso das organizações do terceiro sector: o contributo dos referenciais da qualidade.
— Prof.ª Doutora Patrícia Moura e Sá (Centro de Estudos Cooperativos da FEUC).
Experiência Viva — Sr. João Fernandes Antunes (Cooperativa de Produtores de Queijo da Beira Baixa e Idanha-a-Nova).
Sábado – dia 28 de Junho.10.00
— 3ª Sessão: A economia social e o desenvolvimento local.
Que condições para o desenvolvimento local?
— Dr. Bernardo Campos (Comissão de Coordenação da Região Centro e Centro de Estudos Cooperativos da FEUC)
Desenvolvimento local, perspectivas para uma nova dinâmica da economia social.
— Prof. Doutor Manuel Belo Moreira (Instituto Superior de Agronomia – Univ. T. Lisboa).
Experiência Viva — Dr. Miguel Torres (Acert – Assoc. Cult e Recreativa de Tondela)
[ Para mais informações consulte o site do CEC/FEUC : http://www4.fe.uc.pt/cec/ ]