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quinta-feira, 31 de maio de 2018

PAUL SINGER - segunda-feira, dia 4 de junho, em LISBOA


Na apresentação dos "Ensaios sobre Economia Solidária"de Paul Singer, recentemente publicados em Portugal, vai ser homenageado  o seu autor, ilustre e saudoso economista, político  e intelectual  brasileiro que acaba de nos deixar.

O evento vai ter lugar na próxima segunda-feira , dia 4 de Junho, em Lisboa , na Rua Castilho-nº5 [Espaço Atmosfera M]. Participarão o brasileiro Dimas Gonçalves e os portugueses Jorge de Sá e Rui Namorado.



                                                                  [ Pode clicar para ampliar]

domingo, 9 de fevereiro de 2014

TRÊS INSTÂNCIAS DE DEBATE POLÍTICO


O Clube Manifesto Para uma Renovação Socialista promoveu mo passado dia 1 de Fevereiro em Coimbra, um colóquio subordinado ao tema " EUROPA  - miragem ou horizonte?". O Colóquio decorreu na Casa Municipal da Cultura e desdobrou-se em três sessões :
 1ª) Os trabalhadores e a Europa.
Com a participação Carlos SilvaSecretário-Geral da UGT; e de A. Casimiro Ferreira Professor da FEUC, Investigador do CES/UC.
O moderador foi  Nuno Filipe - Pres. do Gabinete de Estudos da Fed. de Coimbra do PS.
2ª) A economia social e a construção europeia.
Com a participação de Maria de Belém RoseiraPresidente do Partido Socialista e Deputada; e de Rui Namorado- Membro do Conselho Nacional para a Economia Social.
O moderador foi : Manuel Ferreira- Presidente da Cooperativa NAVE.
3ª) A Europa em tempo de crise
Com a participação de José Medeiros FerreiraMembro do Conselho Geral da Universidade de Lisboa; e de Luís MarinhoPresidente da Assembleia Municipal de Coimbra.
Moderador: Jorge Strecht RibeiroAdvogado.

Na foto de cima mostra-se a mesa da segunda sessão, com os intervenientes atrás mencionados. Na foto  de baixo, mostra-se a mesa da terceira sessão, com os intervenientes atrás mencionados.


No dia 5 de Fevereiro, na sede da Federação de Coimbra do PS, teve lugar uma Tertúlia, promovida pela Concelhia  da JS de Coimbra,  para uma conversa a propósito do Estado Social e das suas actuais desgraças, para a qual fui convidado. Na foto abaixo, um aspecto da sessão, moderada pelo Presidente da Concelhia de Coimbra da JS , Tiago Martins, ao lado esquerdo do qual estou sentado. 


No sábado, dia 8 de Fevereiro, decorreu em Matosinhos, na respectiva Secção do PS, um Colóquio, sobre "Autarquias e Cooperativismo", no qual fui convidado a participar. O Colóquio foi aberto pelo Presidente da Federação Distrital, José Luís Carneiro e encerrado por um outro dirigente distrital em sua representação,  Ricardo Bexiga. Na mesa , cuja foto abaixo se reproduz, da esquerda para a direita, Fernando Martinho, principal promotor da iniciativa, histórico cooperativista com um protagonismo muito relevante, quer no plano nacional, quer internacional; Jorge de Sá, da Universidade de Lisboa, membro do CNES  e dirigente do CIRIEC, quer nacional, quer internacional; Rui Namorado; e Manuel Ferreira, ex- Presidente da Câmara Municipal de Guimarães e pioneiro em Portugal da criação de régies cooperativas de amplitude municipal.


sábado, 28 de dezembro de 2013

MEMÓRIAS DO COOPERATIVISMO


A fotografia, acima reproduzida, diz respeito ao "Debate  Nacional sobre o Código Cooperativo", primeira grande realização pública do Centro de Estudos Cooperativos da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, neste caso em colaboração com o Centro de Estudos Cooperativos de Viseu, e que decorreu no Auditório da Reitoria da Universidade  de Coimbra,em 1984, tendo sido então apoiada pelo INSCOOP e pelo Governo. 

Na mesa que presidia a esta sessão do debate, pode ver-se ao centro, usando da palavra, o Secretário de Estado do Fomento Cooperativo, Armando Lopes, membro do Partido Socialista que substituiu Mesquita Machado que o havia precedido nesse lugar , mas pedira a demissão, para voltar a liderar a Câmara Municipal de Braga. Estávamos então sob um governo PS/PSD ( Bloco central), liderado por Mário Soares. Além do orador, podem ver-se na mesa da esquerda para a direita: Rui Namorado, coordenador do CEC/FEUC; Alfredo Marques, presidente do Conselho Directivo da FEUC; Manuel Cássio, presidente do INSCOOP; Armando Leitão,presidente do Centro de Estudos Cooperativos de Viseu.

O CEC/FEUC, fundado em 1981, viria mais tarde a transformar-se no CECES/FEUC ( Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra) que hoje existe.

O Código Cooperativo, na sua primeira versão, data de Outubro 1980, quando Francisco Sá-Carneiro era primeiro-ministro de um governo da AD. Sofrera algumas alterações  nos anos imediatos. O movimento cooperativo continuava crítico quanto a alguns dos seus aspectos.

Neste debate, realizado em 1984, foi dada ao movimento cooperativo a oportunidade de apresentar propostas de alteração, com vista a uma revisão que se queria mais profunda do que os ajustamentos anteriores, mas que a subsequente queda do governo acabou por frustrar. Essa profunda alteração só viria a ocorrer em 1997, depois do cavaquismo, sob um governo do PS liderado por António Guterres. Sendo eu deputado do PS nessa legislatura (1995/99), participei nesse processo que decorreu na Assembleia da República e conduziu a uma aprovação unânime  da nova versão do Código Cooperativo.Está actualmente em curso um novo processo de reforma do Código Cooperativo, que se espera que venha a suscitar, como a anterior, a unanimidade na Assembleia da República. Só assim poderá ser conseguida a estabilidade jurídica que tem vigorado neste campo desde 1997.



terça-feira, 26 de novembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

Agora em COIMBRA - "O mistério do cooperativismo"


Agora é em Coimbra que, na próxima quinta-feira, dia 28 de novembro, ás 18 h e 30 m ,vai decorrer uma sessão de apresentação de um livro meu.


Clicar sobre o convite para o poder ler melhor.)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

EM LISBOA - nesta quinta-feira

Terça-FEIRA, 19 DE NOVEMBRO DE 2013


Venho lembrar  a apresentação de um livro que vai  
 decorrer em Lisboa, no próximo dia 21 de novembro, 5ª feira , às 18h e 30 , na Livraria Almedina - Atrium Saldanha 


(Clicar sobre o convite para o poder ler melhor.)


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

LISBOA - renovação de um convite

Venho lembrar que  a apresentação de um livro de que sou o autor  
 decorrerá  em Lisboa, no próximo dia 21 de novembro, 5ª feira , às 18h e 30 , na Livraria Almedina - Atrium Saldanha 

(Clicar sobre o convite para o poder ler melhor.)

terça-feira, 12 de novembro de 2013

CONVITE - apresentação de um livro


Seria para mim motivo de júbilo  poder contar com a presença de amigos e de interessados numa das sessões de apresentação de um livro que escrevi e que aqui ficam anunciadas.
A primeira decorrerá  em Lisboa, no próximo dia 21 de novembro, 5ª feira , às 18h e 30 ; a segunda, em Coimbra, uma semana depois, no próximo dia 28 de novembro, 5ª feira , às 18h e 30 .

(Clicar sobre cada convite para o poder ler.)


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Pós-Graduação em ECONOMIA SOCIAL


Economia Social 

- Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade

Candidaturas  abertas  até 31 janeiro 2013

As candidaturas são feitas online. Veja AQUI mais informações.

Contactos para informações Escola de Estudos Avançados - FEUC
Telefone: +351 239 790 501/510
e-mail: eea@fe.uc.pt


Apresentação

O curso de Pós-Graduação em “Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade” é promovido, no quadro da Faculdade de Economia da  Universidade de Coimbra, pelo respetivo Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social (CECES/FEUC), o qual desde 1981 se ocupa do cooperativismo e que, desde os meados dos anos 90, estendeu o âmbito da sua actividade à economia social no seu todo.

Neste Centro trabalha uma equipa multidisciplinar de professores e investigadores, oriundos de áreas diversas, tais como, a Economia, a Gestão, o Direito e a Sociologia. Nos últimos anos, o CECES/FEUC, que há muito mantém uma ligação efetiva com diversas áreas da economia social, organizou vários Cursos Livres e promoveu Colóquios sobre a temática desta Pós-Graduação.

Estrutura Curricular

A duração total da Pós-Graduação excede as 80 horas, distribuídas ao longo de um trimestre e correspondendo a 20 ECTS. O curso compreende oito módulos temáticos, para além de seis conferências sobre temas de economia social, proferidas por especialistas, nacionais e estrangeiros e de um conjunto de testemunhos de experiências vividas, prestados por alguns protagonistas de organizações da economia social. São os seguintes os referidos módulos temáticos, pelos quais são responsáveis os professores da FEUC e membros do CECES abaixo indicados:
  • Introdução à economia social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade social, Prof. Doutor Rui Namorado [8 h]
  • Empreendedorismo social, políticas e mudança social, Profª. Doutora Sílvia Ferreira [8h]
  • Fundamentos da gestão das organizações da economia social, Profª. Doutora Teresa Carla Oliveira [8 h]
  • Empresas e sociedade: da ética à responsabilidade social, Prof. Doutor Filipe Almeida [8 h]
  • Políticas de emprego, relações laborais e Economia Social, Profª. Doutora Margarida Antunes e Profª. Doutora Maria Elisabete Ramos [8 h]
  • Direito cooperativo e da economia social, Prof. Doutor Rui Namorado [8 h]
  • Gestão da qualidade nas organizações da economia social, Prof.ª Doutora Patrícia Moura e Sá [8h]
  • O desenvolvimento local como estratégia, Dr. Bernardo Campos [8 h]

    Período letivo

    As aulas decorrerão às sextas-feiras de tarde e aos sábados de manhã, durante os meses de Março, Abril, Maio e Junho de 2013. Se for necessário proceder a modificações pontuais do calendário lectivo, nenhuma delas poderá implicar o prolongamento da parte de contacto presencial do curso, para além do dia 22 de Junho de 2013.

    Habilitações de acesso

    O Curso destina-se, fundamentalmente, a titulares de uma licenciatura, mas será possível a admissão de candidatos que, não preenchendo esse requisito, tenham uma experiência profissional muito relevante, em qualquer organização da economia social; para isso 20% das vagas serão prioritariamente destinadas a esse tipo de candidatos.
    Pela sua conclusão com aprovação, será atribuído um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade”, pela Universidade de Coimbra.


    ****    

    CANDIDATURAS: documentos a inserir no sistema informático

    1. Carta de motivação
    2. Cópia do Documento de Identificação (Bilhete de Identidade, Cartão de Cidadão ou Passaporte)
    3. Cópia do Certificado de Licenciatura (quando aplicável), com indicação da classificação final, ou certidão das habilitações para candidaturas apresentadas ao abrigo da alínea d), ou seja, candidatos que, não preenchendo tendo licenciatura, tenham uma experiência profissional muito relevante, em qualquer organização da economia social.
    *  Os interessados poderão candidatar-se 
    até ao próximo dia 31 de Janeiro de 2013.

    Co-organização do
    Patrocínio do

    sábado, 1 de setembro de 2012

    A HORA DAS COOPERATIVAS ?


    No sítio do diário espanhol   El Pais, datado de 31 de agosto, encontrei o texto que a seguir transcrevo. Intitulado "Cuando asociarse es una solución", comenta diversas experiências cooperativas ocorridas em Espanha, pondo em destaque as virtualidades acrescidas deste tipo de iniciativas no período de crise que atravessamos. Assinam o texto  María R. Sahuquillo e Raquel Vidales .  Em pleno Ano Internacional das Cooperativas, vale a pena recordar o relevo deste tipo de empresas que o 25 de abril tanto impulsionou em Portugal. Hoje, como parte importante da economia social as cooperativas continuam a projectar-se no futuro como esperança e a ajudar a resolver no presente problemas de muitas pessoas . Eis o texto:


    "El complejo deportivo municipal Manuel Santos García, en la localidad sevillana de Gerena, es un hervidero de actividades. Cursos de natación y gimnasia acuática en la piscina climatizada, baloncesto, futbito, pilates, aeróbic, bailes de salón, salsa, merengue, patinaje. No por iniciativa del Ayuntamiento, ahogado por la crisis como la mayoría en estos tiempos, sino por el tesón de cuatro vecinos que se han empeñado en dar la máxima utilidad a un recinto construido a lo grande con fondos del Plan E, e inaugurado a bombo y platillo en 2008, pero infrautilizado hasta hace año y medio por falta de presupuesto. Si la Administración no puede sacarle partido, pensaron estos ciudadanos, hagámoslo nosotros. Y se pusieron a ello. Montaron una cooperativa, Aquasport, se presentaron al concurso abierto para adjudicar la gestión y, tras ganarlo, en enero de 2011 iniciaron su proyecto: convertir las instalaciones en un espacio dinámico abierto a cualquier propuesta que dé servicio al pueblo. Hoy, hasta fiestas y cumpleaños se celebran allí.
    La historia del polideportivo de Gerena es un ejemplo de cómo el cooperativismo está cubriendo algunas de las funciones sociales que el Estado de bienestar está dejando de asumir por la crisis. Pero cada vez hay más casos: atención sanitaria, cuidado de dependientes y discapacitados, servicios financieros, enseñanza, energías renovables, actividades culturales, agricultura… En España hay 22.171 cooperativas, según datos de la Confederación Empresarial Española de la Economía Social (CEPES). Más de la mitad de ellas están orientadas hacia los servicios; negocios que van sobreviviendo a pesar de que las cifras totales se han desinflado al ritmo que el pinchazo inmobiliario se llevaba por delante muchas de las dedicadas a la vivienda y la construcción. “Las cooperativas que nacen ahora son de trabajo asociado, de consumidores y usuarios, de educación...”, explica Francisco Martín, técnico en economía social. De enero a marzo de este año se crearon 223 empresas de este tipo, según el Ministerio de Empleo.
    Las cooperativas llevan más de un siglo participando en distintos sectores de la economía en todo el mundo. Ahora, en una época particularmente complicada, muchas de ellas ofrecen salidas innovadoras a los retos que se derivan de la crisis. “Son respuestas que parten de la cooperación entre la gente, de no esperar a que las Administraciones públicas resuelvan los problemas, sino de que los ciudadanos busquen la solución por sus propios medios”, analiza Íñigo Bandrés, de la Red de Economía Social y Alternativa (REAS). “Igual que tras la Guerra Civil muchos pueblos a los que no llegaba la luz o el agua corriente montaron cooperativas para autoabastecerse, el modelo puede servir ahora para hacer frente a los recortes de los Gobiernos en muchos ámbitos sociales”, afirma Ana Isabel Ceballo, presidenta de la Unión de Cooperativas de Consumidores y Usuarios de España (UNCCUE).
    El complejo Servimayor no nació sobre el lecho de los recortes, pero sí surgió para cubrir una necesidad que la Administración no cubría: la de un pueblo de 3.200 habitantes, Losar de la Vera (Cáceres), que quería tener una residencia de mayores. Fue entonces cuando Santiago Cañadas —que entonces tenía 74 años— y otro vecino tuvieron la idea de juntarse en una cooperativa para construir el centro. Además, a su gusto. “Queríamos tener un buen sitio al que ir cuando no pudiéramos valernos. Las residencias privadas no nos gustan. Allí pesa más el dinero que las personas, así que pensamos en otro modelo”, explica Cañadas. Un lugar para no depender ni de la Administración ni de los hijos, y al que, tras la inversión, pudieran acceder a precio de coste.
    Servimayor —que tiene su huerto, fisioterapeuta varias veces por semana o peluquería— abrió sus puertas en 2010 con 124 plazas. Tiene 150 socios. De ellos, 90 no son jubilados. Personas que, como Francisco Martín, de 57 años y socio número tres, pueden ceder la plaza a sus padres o decidir que se saque al mercado.
    En Torremocha del Jarama (Madrid) faltan solo unos meses para que Antonio Zugasti, de 79 años, y el resto de socios de la cooperativa Trabensol —todos pensionistas— se muden a su nuevo hogar: un centro de convivencia para mayores conformado por 54 apartamentos adaptados. Solo les falta poner los remates, la fontanería y la carpintería del complejo que este grupo de amigos y vecinos de dos barrios de Madrid llevaban tanto tiempo ideando. Un centro basado en la sostenibilidad, la actividad y la solidaridad. “La cooperación es mucho mejor para resolver los problemas que la competencia”, apunta Zugasti, técnico de mantenimiento aeronáutico jubilado.
    Los socios de Trabensol afirman que su idea no era sustituir los servicios que debe proveer el Estado de bienestar. “Debe seguir proporcionándolos, pero estos servicios están muy burocratizados. La nuestra es una forma de tomar las riendas y atender de manera directa nuestras necesidades”, dice Zugasti. Cree que su idea podría servir —eso sí, con más apoyo institucional— como ejemplo para cubrir otras necesidades desatendidas, con más participación ciudadana.
    Félix Martín, secretario general de la Confederación Española de Cooperativas de Consumidores y Usuarios (Hispacoop), afirma que las cooperativas, además de estar llenando huecos derivados del adelgazamiento del Estado de bienestar, pueden ser una buena fórmula de emprender un negocio en época de crisis. “Es una manera más natural de hacerlo, más apoyada, porque hay socios. Y por tanto con menos riesgo”, asegura. 
    Las cooperativas gozan de algunos beneficios fiscales —como algunas otras entidades—, pero deben reinvertir parte de sus beneficios en un fondo destinado a la formación y educación de sus socios, y en actividades sociales dirigidas al fomento del cooperativismo. Sin embargo, la fórmula no cuenta, según los expertos, con los apoyos públicos necesarios. “No hay ayudas, ni políticas de promoción de la economía social ni de las cooperativas”, dice Bandrés, que explica que, además, muchas cooperativas dedicadas a la gestión de servicios públicos están viendo cómo gran parte de los fondos de los que se nutrían están cayendo aún más. 
    Pero a pesar de esto, esas y otras cooperativas resisten los embates de la crisis. Los soportan, según los datos, mejor que otro tipo de negocios, a base de ajustarse el cinturón. “Rebajan sus condiciones laborales para mantener el empleo”, apunta el experto de REAS. O incluso tratar de aumentarlo. “Nosotros no tenemos que obtener beneficios ni rendir cuentas a ningún empresario capitalista. Nuestra única ambición es cobrar nuestro sueldo, 1.200 euros al mes, y dar un buen servicio a la comunidad”, explica Francisco José Marín, el socio presidente de Aquasport. Por eso, en el polideportivo de Gerena pueden ofrecer muchas más actividades que la empresa concesionaria entre 2008 y 2011, que se dedicó a vender abonos y mantener el recinto en condiciones. Así, aguantan mejor los vaivenes de la economía: su objetivo no es crecer, sino ser sostenibles.
    Joan Segarra, director del área de sociedades de iniciativa social de la Federación de Cooperativas de Trabajo de Cataluña, subraya otro motivo por el que este tipo de empresas está creciendo en plena crisis: el imparable aumento del paro y el autoempleo como salida. “Últimamente se nos llenan todas las sesiones que organizamos para ofrecer asesoramiento a nuevos emprendedores. Muchos asistentes acaban de perder su trabajo y deciden capitalizar el paro para montar una cooperativa”, señala. ¿Y por qué una cooperativa y no una sociedad limitada? “En muchos casos, por razones ideológicas. Esta es una fórmula en la que prima el trabajo de las personas, no el capital. Es una de las principales expresiones de lo que se denomina economía social, que rechaza esos paradigmas del capitalismo que han provocado la crisis”, responde Segarra. 
    Según la Confederación Española de Cooperativas de Trabajo Asociado (Coceta), de 2009 a 2011 se constituyeron 3.083 nuevas sociedades de este tipo y se crearon 28.558 nuevos puestos de trabajo en este ámbito. Un crecimiento que corrobora el informe de la Organización Internacional del Trabajo, que afirma que estas empresas son más resistentes a la crisis. Simel Esim, directora del área de cooperativismo de esta institución, pone el ejemplo de las entidades financieras: “Los bancos cooperativos han mejorado su rentabilidad en la crisis porque son menos propensos al riesgo y están menos orientados a obtener beneficios. Tienden a no congelar los créditos, tratan de mantener una cierta estabilidad en los tipos de interés y, en general, sus préstamos son más sostenibles”. 
    Las cooperativas de consumo también han experimentado un auge importante en los últimos años. “No tanto, o no solo, por la crisis como por el deseo de muchos ciudadanos de acceder a productos que no encuentran fácilmente en el mercado o resultan demasiado caros si se adquieren de manera individual”, explica el secretario general de Hispacoop. Un ejemplo de reciente creación es Som Energia, que nació en 2010 en Girona con 150 socios que querían comprar energía de origen 100% renovable sin sobrecoste respecto a la convencional. Hoy soy ya 3.267 socios y el grupo ha iniciado, aparte de su labor comercializadora, sus primeros proyectos de producción propia. 
    En Almocafre ya son veteranos. Esta cooperativa cordobesa de consumo ecológico ha cumplido 15 años. Se dedica a la distribución de agricultura ecológica y, además de vender a sus 150 socios lo adquirido directamente a los productores, lo comercializan también a particulares. “Es una forma de hacer ecología en la cesta de la compra, pero también de apoyar la autonomía productiva y familiar ligada a la tierra y a los métodos artesanales”, explica uno de los socios, Miguel Navazo. 
    También hay cooperativas mixtas. De trabajo y de consumo. Como Frescoop, ubicada en Manresa (Barcelona). Nació hace menos de un año para unir a los agricultores de la comarca de El Bages y buscar consumidores interesados en adquirir productos frescos a buen precio, “sin intermediarios que encarezcan el importe final y sin tener que desplazarse hasta los mercados locales”, explica Alba Rojas, representante de la sociedad. Las compras se hacen por una plataforma online y se ofrecen distintos puntos donde los clientes pueden recoger sus pedidos. Ya cuenta con 120 socios de consumo y otros 50 en la parte de los productores. 
    En los últimos tiempos han surgido otras muchas empresas que plantean argumentos similares a los de Almocafre o Frescoop. Su modelo se está consolidando, como ocurrió hace años en el norte de Europa, donde la cuota de distribución de alimentos que provienen de este tipo de negocios tiene una amplia cuota de mercado. Ahora, en países como Finlandia o Noruega empiezan a despuntar otro tipo de propuestas más orientadas a los campos asistenciales o educativos. Como guarderías o escuelas. Cooperativas que, según Martín, están en mantillas en España, pero que acabarán cuajando."

    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

    PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA SOCIAL

    Venho hoje informar-vos sobre a abertura de candidaturas, até até 31 de Janeiro de 2012, para admissão a uma Pós-Graduação em “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”, promovida pelo Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da FEUC (CECES/FEUC), do qual sou um dos Coordenadores. Para além do texto que se segue, basta clicar no ícone que se encontra no meu blog, do vosso lado direito, para obterem mais informações.

    Pós-Graduação em
    “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”

    1. Foi criado na Universidade de Coimbra, por intermédio da sua Faculdade de Economia, um curso que confere um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”. No ano letivo de 2011/2012, vai decorrer a sua terceira edição, pela qual continua a ser responsável o Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da FEUC (CECES/FEUC).
    O CECES/FEUC, fundado em 1981, ocupou-se desde o seu início no estudo do cooperativismo, tendo, no decurso da década seguinte, alargado o âmbito do seu interesse a toda a economia social. Tem como base uma equipa multidisciplinar de professores e investigadores, oriundos de áreas diversas, tais como, a Economia, a Gestão, o Direito, a Sociologia e a Psicologia.

    2. Este curso de pós-graduação tem como núcleo central um conjunto de oito módulos temáticos. Incluirá também várias conferências e diversos testemunhos sobre experiências vividas por alguns protagonistas da Economia Social. A sua duração total excede as 80 horas, distribuídas ao longo de um trimestre e correspondendo a 20 ECTS. A sua terceira edição vai ter lugar no decorrer dos meses de Março, Abril, Maio e Junho de 2012, em regra, com aulas às sextas-feiras de tarde e aos sábados de manhã.

    O objetivo desta Pós-Graduação é o estudo da economia social nas suas várias vertentes, com destaque para as que têm uma identidade historicamente mais marcada e uma importância social mais nítida, como é o caso das cooperativas, das mutualidades e das instituições particulares de solidariedade social no seu todo. Mas, a economia social não será encarada como um objeto isolado. Pelo contrário, serão analisadas também algumas das problemáticas que nela se projetam com mais relevância.

    A esta Pós-Graduação têm acesso, fundamentalmente, titulares de uma licenciatura, mas podem ser admitidos candidatos que, não preenchendo esse requisito, tenham uma experiência profissional muito relevante, em qualquer organização da economia social; para isso, 20% do total das vagas existentes serão prioritariamente destinados a esse tipo de candidatos.

    3. Concretizando um pouco mais o que atrás se disse, para além das conferências sobre temas de economia social, proferidas por especialistas e de um conjunto de narrativas de experiências vividas por destacados protagonistas de organizações da economia social, o programa do curso compreende os seguintes módulos temáticos, pelos quais são responsáveis os professores da FEUC e membros do CECES abaixo indicados:


    I - Introdução à economia social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade [8 h] - A economia social como galáxia de esperanças, onde se destacam as grandes constelações organizativas movidas pela cooperação, pela reciprocidade e pela solidariedade.
    Prof. Doutor Rui Namorado (CECES/FEUC e CES UC)

    II - Empreendedorismo social, políticas e mudança social [8 h] - Parte-se da conceptualização da ação no terceiro setor enquanto empreendedorismo social e das implicações da recente proeminência deste conceito, articulando-a com os desafios ao papel do terceiro setor nas políticas sociais e na governação local.
    Profª. Doutora Sílvia Ferreira (CECES/FEUC e CES UC)

    III - Fundamentos da gestão das organizações da economia social [8 h] - Identificar e compreender os principais desafios e controvérsias da gestão das organizações da economia social, em particular no que se refere às tensões entre gestão estratégica e operacional, valores e partes interessadas, elevado desempenho organizacional e bem-estar psicológico.
    Profª. Doutora Teresa Carla Oliveira (CECES/FEUC)

    IV- Empresas e sociedade: da ética à responsabilidade social [8 h] - Análise crítica das modernas conceções de responsabilidade social e das suas implicações nas práticas empresariais, explorando as ramificações destas práticas no terceiro setor.
    Prof. Doutor Filipe Almeida (CECES/FEUC e CES UC)

    V- Gestão da qualidade nas organizações da economia social [8 h] - Partindo dos conceitos e princípios da Qualidade, apresentam-se alguns referenciais internacionais e discutem-se aplicações na organizações do terceiro setor.
    Prof.ª Doutora Patrícia Moura e Sá (CECES/FEUC)

    VI- Direito cooperativo e da economia social [8 h] - Os quadros jurídicos da economia social numa perspetiva que valoriza o papel conformador do direito cooperativo, no caso português. Prof. Doutor Rui Namorado (CECES/FEUC e CES UC)

    VII-Políticas de emprego, relações laborais e economia social [8 h] - Tendo como referência as organizações da economia social,analisam-se quer aspetos jurídicos relativos à constituição destas entidades quer aspetos económicos relativos às políticas de emprego na economia social no contexto da União Europeia.
    Profª. Doutora Margarida Antunes (CECES/FEUC)
    Profª. Doutora Maria Elisabete Ramos (CECES/FEUC)

    VIII -O desenvolvimento local como estratégia [8 h] - As estratégias,as políticas, os instrumentos e os agentes para o desenvolvimento.
    Dr. Bernardo Campos (CCDRC e CECES/FEUC)


    4. Agradeço a divulgação da existência desta Pós-Graduação. As candidaturas serão feitas online, entre 2 de Dezembro de 2010 e 31 de Janeiro de 2011, no endereço: https://inforestudante.uc.pt/nonio/security/candidaturas.do. Poderá encontrar instruções de candidatura na página Web da Pós-Graduação, em www.uc.pt/feuc/diplomas/PGEconomiaSocial/.
    As propinas e emolumentos compreendem: 1) uma taxa de candidatura de 50 Euros; 2) propinas no montante de 300 Euros (que poderão ser pagas de uma só vez, até ao final de Março de 2011, ou por duas vezes, até ao final de Março e até ao final de Maio, em prestações de igual valor); 3) taxa de inscrição de 20 Euros (a pagar até ao final de Março). Os candidatos que forem admitidos serão avisados para formalizarem a matrícula até uma data a fixar.

    5. Esta Pós-graduação iniciar-se-á com um


    COLÓQUIO DE ABERTURA : Horizontes da economia social .


    9 de março 2012 - 15h - Conferências proferidas por :

    Prof. Doutor Jean-Louis Laville (Conservatoire National des Arts et Métiers - Paris)
    Dr. Eduardo Graça (Presidente da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social )
    Prof. Doutor Rui Namorado (CECES/ FEUC)

    10 março de 2012 - 10h e 30m - Experiências Cooperativas Vivas

    Este colóquio, cujo programa mais detalhado será oportunamente anunciado, realizar-se-á com a colaboração da CASES (Cooperativa António Sérgio para a Economia Social), inserindo-se, por seu intermédio, no programa das comemorações em Portugal do Ano Internacional das Cooperativas.

    6. No decorrer da Pós-Graduação vão ser proferidas pelo menos mais três conferências, por especialistas em economia social, abordando temas abrangidos pelo âmbito deste curso.


    7. Haverá duas Sessões exclusivamente dedicadas à análise de testemunhos de experiências vividas, prestados por alguns destacados protagonistas da economia social. A primeira, ocorrendo no âmbito das comemorações do Ano Internacional das Cooperativas, envolverá um conjunto de depoimentos sobre as experiências vividas por alguns destacados cooperativistas, integrando-se no colóquio de abertura desta Pós-graduação. A segunda sessão realizar-se-á na parte final do curso, durante o mês de maio, envolvendo depoimentos de protagonistas relevantes das outras constelações da economia social.

    quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

    PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA SOCIAL


    Venho hoje informar-vos da abertura (até 24 de Janeiro de 2011) de um concurso para frequência de uma Pós-Graduação em “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”, promovida pelo Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da FEUC (CECES/FEUC), do qual sou Coordenador. Conta com o patrocínio exclusivo do Montepio. Para além do texto que se segue, basta clicar no ícone que se encontra do vosso lado direito, para obterem mais informações.


    1. Foi criado na Universidade de Coimbra, por intermédio da sua Faculdade de Economia, um curso que confere um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade”. No ano lectivo passado, teve lugar a sua primeira edição, este ano vai decorrer a segunda. Esta iniciativa é da responsabilidade do Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social da FEUC (CECES/FEUC), contando com o patrocínio exclusivo do Montepio.
    O CECES/FEUC existe desde 1981, ocupando-se do cooperativismo desde a sua fundação, tendo mais tarde estendido o âmbito do seu interesse a toda a economia social. Conta com uma equipa multidisciplinar de professores e investigadores, oriundos de áreas diversas, tais como, a Economia, a Gestão, o Direito, a Sociologia e a Psicologia. Organizou já vários Cursos Livres e Colóquios com incidência na temática da referida Pós-Graduação.

    2. O objectivo desta Pós-Graduação é o estudo da economia social nas suas várias vertentes, com destaque para as cooperativas, mutualidades e instituições particulares de solidariedade social, no seu todo. Mas a economia social não será apenas estudada, em si própria, mas olhada também no quadro de problemáticas, onde assume uma especial relevância.
    Destina-se, fundamentalmente, a titulares de uma licenciatura, mas será possível a admissão de candidatos que, não preenchendo esse requisito, tenham uma experiência profissional muito relevante, em qualquer organização da economia social; para isso 20% das vagas serão prioritariamente destinadas a esse tipo de candidatos. Pela sua conclusão com aprovação, será atribuído um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade”, pela Universidade de Coimbra.

    3. A duração total da Pós-Graduação excede as 80 horas, distribuídas ao longo de um trimestre e correspondendo a 20 ECTS. Terá lugar no decorrer dos meses de Março, Abril, Maio e Junho de 2011, com aulas às sextas-feiras de tarde e aos sábados de manhã.
    O curso compreende oito módulos temáticos, para além de seis conferências sobre temas de economia social, proferidas por especialistas, nacionais e estrangeiros e de um conjunto de testemunhos de experiências vividas, prestados por alguns protagonistas de organizações da economia social. São os seguintes os referidos módulos temáticos, pelos quais são responsáveis os professores da FEUC e membros do CECES abaixo indicados:
    - Introdução à economia social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade, Prof. Doutor Rui Namorado [8 h].
    - Empreendedorismo social, políticas e mudança social, Dr.ª Sílvia Ferreira [8h].
    - Fundamentos da gestão das organizações da economia social, Profª. Doutora Teresa Carla Oliveira [8 h]
    - Empresas e sociedade: da ética à responsabilidade social, Prof. Doutor Filipe Almeida [8 h]
    - Sistemas de normalização contabilística para entidades sem fins lucrativos, Profª. Doutora Ana Maria Rodrigues [8 h]
    - Direito cooperativo e da economia social, Prof. Doutor Rui Namorado [8 h]
    - Gestão da qualidade nas organizações da economia social, Prof.ª Doutora Patrícia Moura e Sá [8h]
    - O desenvolvimento local como estratégia, Dr. Bernardo Campos [8 h]


    4. Se, por razões de força maior, alguma das iniciativas previstas não se puder realizar, será substituída por outra de importância idêntica, à luz dos objectivos desta Pós-Graduação. Se for necessário proceder a modificações pontuais do calendário lectivo, nenhuma delas poderá implicar o prolongamento da parte de contacto presencial do curso, para além do dia 18 de Junho de 2011.

    5.
    Agradecemos a divulgação da existência desta Pós-Graduação, junto de possíveis interessados.
    Ela tem como “numerus clausus” 25 vagas, as quais podem ser preenchidas até 20% por candidatos indicados por entidades com as quais se tenha estabelecido previamente um convénio nesse sentido.
    As candidaturas serão feitas online, entre 6 de Dezembro de 2010 e 24 de Janeiro de 2011, no endereço:
    https://inforestudante.uc.pt/nonio/security/candidaturas.do. Poderá encontrar instruções de candidatura na página Web da Pós-Graduação, em https://woc.uc.pt/feuc/course/infocurso.do?idcurso=409&studiesPlanMain=false
    As propinas e emolumentos compreendem: 1) uma taxa de candidatura de 50 Euros; 2) propinas no montante de 300 Euros (que poderão ser pagas de uma só vez, até ao final de Março de 2011, ou por duas vezes, até ao final de Março e até ao final de Maio, em prestações de igual valor); 3) taxa de inscrição de 20 Euros (a pagar até ao final de Março). Os candidatos que forem admitidos serão avisados para formalizarem a matrícula até uma data a fixar.

    quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

    Economia Social - nova pós-graduação


    Economia Social - Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade


    Março, Abril e Maio de 2010, FEUC, Coimbra


    Organização:

    Centro de Estudos Cooperativos e da Economia Social
    Faculdade de Economia
    Universidade de Coimbra


    O objecto desta pós-graduação é o estudo da economia social nas suas várias vertentes organizativas, com destaque para as que têm uma identidade historicamente mais marcada e uma importância social mais nítida, como é o caso das cooperativas, das mutualidades e das instituições de solidariedade social no seu todo. Isso não significa que se ignorem os outros aspectos da economia social.


    O modo de abordarmos esta formação é o de suscitar conhecimentos que permitam uma familiaridade maior com os problemas que os protagonistas destas organizações vivem no seu dia a dia, para que possam ser assim ajudados a pilotá-las através das conjunturas socioeconómicas que atravessem.


    Começará por se reflectir sobre o que é a economia social, sem menosprezar uma análise específica das cooperativas, das mutualidades e das instituições de solidariedade social, em si próprias. Serão examinados os fundamentos da gestão das organizações de economia social. Será analisada a ordem jurídica do cooperativismo, do mutualismo e das instituições de solidariedade social. Avaliar-se-á como se inserem as empresas sociais na mudança social e como se articulam com as correspondentes políticas públicas. Será apreciada a importância da gestão da qualidade na vida das organizações da economia social. Ver-se-á como nela se reflectem as políticas de emprego. Será destacado o papel que desempenham, ou podem desempenhar, as instituições da economia social, como parceiros confiáveis, nos processos de desenvolvimento social em que se envolvem. Por último, dedicar-se-á particular atenção às questões de ética empresarial, projectadas na responsabilidade social das empresas e, por essa via, necessariamente presentes na identidade das organizações de economia social.


    O Curso compreenderá um conjunto de módulos temáticos pelos quais se responsabilizarão diversos membros do CECES, incluindo também diversas conferências que ficarão a cargo de conferencistas nacionais e estrangeiros.



    APRESENTAÇÃO

    A Universidade de Coimbra, através da Faculdade de Economia, confere um Diploma de Pós-Graduação em Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade. O curso rege-se pelo sistema europeu de créditos, correspondendo a 20 ECTS.


    PLANO DE ESTUDOS

    ECTS distribuídos pelas áreas científicas de Gestão, Economia, Sociologia e Direito.
    Unidades Curriculares

    — Introdução à economia social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade social.

    — Empreendedorismo social, políticas e mudança social

    — Fundamentos da gestão das organizações da economia social

    — Empresas e sociedade: da ética à responsabilidade social

    — Políticas de emprego e economia social

    — Direito cooperativo e da economia social

    — Gestão da qualidade nas organizações da economia social

    — O desenvolvimento local como estratégia de desenvolvimento


    Seis conferências temáticas de especialistas nacionais e estrangeiros.

    As aulas decorrem nos meses de Março, Abril e Maio

    às Sextas-feiras e aos Sábados.


    COORDENAÇÃO

    — Rui Namorado

    — Patrícia Moura e Sá


    CORPO DOCENTE

    - Rui Namorado

    - Sílvia Ferreira

    - Patrícia Moura e Sá

    - Teresa Carla Oliveira

    - Filipe Almeida

    - Margarida Antunes

    - Bernardo Campos


    REGIME DE AVALIAÇÃO E DIPLOMA

    A classificação final do curso é obtida pela avaliação do trabalho final, com um peso de 80 %, e pelo resultado da avaliação contínua da participação no conjunto dos módulos temáticos, com um peso global de 20%, repartido pelos módulos na proporção dos ECTS correspondentes a cada um deles.Pela conclusão com aprovação do curso, será atribuído um Diploma de Pós-Graduação em “Economia Social – cooperativismo, mutualismo e solidariedade.”

    HABILITAÇÕES DE ACESSO

    Serão admitidos à candidatura a matrícula no curso os titulares de licenciatura, ou equivalente legal.Excepcionalmente, no caso de existirem vagas, podem ser admitidos os detentores de um currículo profissional relevante marcado pela sua actividade em organizações da economia social, mesmo que não sejam titulares de uma licenciatura.

    CANDIDATURAS

    Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

    Secretariado de Pós-Graduações

    Av. Dias da Silva, 165

    3004-512 COIMBRA

    Telefone +351 239 790 501

    Fax +351 239 790 514


    Procurar mais informações em
    www4.fe.uc.pt/cec
    www.fe.uc.pt

    sexta-feira, 17 de julho de 2009

    VºColóquio Ibérico

    [Imagen: Sesión inaugural del Coloquio Ibérico, el pasado 10 de julio].


    Nos dias 10 e 11 de Julho passados, decorreu em Santarém o Vº Colóquio Ibérico de Cooperativismo e Economia Social. Os quatro anteriores realizaram-se no Porto (2001), em Valência(2003), em Lisboa (2005) e em Córdoba(2007). Está previsto que o próximo ocorra em Espanha em 2011, na cidade que for escolhida pelos colegas espanhóis.

    Podem ler, de seguida, um texto publicado, no Boletín nº 161 do Observatorio Español de la Economia Social que se refere ao Colóquio e que abaixo transcrevo:

    " El Coloquio Ibérico de Santarem concluye con una apuesta renovada por estrechar lazos entre España y Portugal por la Economía Social "

    "Los pasados días 10 y 11 de julio tuvo lugar en Santarem (Portugal), organizado por la Escuela de Gestión y Tecnología de Santarem y por el instituto portugués INSCOOP, el V Coloquio Ibérico de Cooperativismo y Economía Social, con una asistencia de cerca de un centenar de personas, entre representantes de la economía social, de las administraciones y de las universidades de ambos países. El Coloquio concluyó con una apuesta renovada por continuar estrechando lazos entre España y Portugal, también en el ámbito de la economía social, sobre todo teniendo en cuenta dos circunstancias importantes que van a coincidir en breve, como son la presidencia española de la Unión Europea el primer semestre del año que viene, junto con la presidencia de la Comisión Europea por parte del portugués José Manuel Durao Barroso. Los intervinientes recordaron la importante cita que va a suponer, el próximo mes de mayo en Toledo, la Conferencia Europea de la Economía Social organizada por el Gobierno de España. Pero antes de esta cita está prevista para principios de noviembre una importante reunión entre los ministerios de Trabajo de España y Portugal y, posteriormente, una nueva reunión entre representantes de ambos ministerios, para tratar concretamente temas de economía social y, sobre todo, su posible inclusión en la propuesta de reforma del Tratado de Lisboa en la que está trabajando el presidente Durao Barroso. El Coloquio de Santarem fue inaugurado por Jorge Faria, presidente del Comité Organizador y profesor del Instituto Politécnico de Santarem, junto con Rui Namorado, presidente de la Red Portuguesa de Formación para el Tercer Sector; José Mª Pérez de Uralde, presidente de FUNDIBES y vicepresidente de CIRIEC-España, y Eduardo Graça, nuevo presidente del INSCOOP. Los intervinientes coincidieron en la importancia de la economía social en estos tiempos de crisis, como una alternativa de hacer empresa. También se valoró el estudio que está realizando un grupo de expertos de CIRIEC-España, de Informe propuesta de una Ley de Economía Social.Ponencias y comunicacionesA continuación el Coloquio se estructuró en una serie de mesas redondas, en las que participaron, en cada una, un representante español y otro portugués. Las sesiones trataron temas de solidaridad y cooperación, crisis alimentaria, Responsabilidad Social de las Empresas y la lógica de proximidad. También tuvo lugar una mesa redonda con la participación de representantes de la economía social de ambos países.Entre los participantes figuraron, por parte española, Antonio Solesio, subdirector general adjunto de Economía Social del Ministerio de Trabajo e Inmigración; Concepción Albarrán, de la Universidad Católica de Ávila, y Vicente Budi, de la Universidad Jaume I de Castellón.Además, se presentaron 25 comunicaciones, todas ellas de gran calidad, que se expusieron en tres sesiones paralelas.En la sesión de clausura intervino Fernando Medina, secretario de Estado para el Empleo y la Formación Profesional, quien apostó vivamente por la economía social y las cooperativas, dando también mucha importancia a los temas de formación e investigación. Medina estuvo acompañado en la mesa por Ricardo Server, catedrático de la Universidad Politécnica de Valencia y secretario de CIRIEC-España, y por Rui Namorado"

    terça-feira, 5 de maio de 2009

    Sem prejuízo de poderem clicar na gravura situada no vosso lado direito, para na própria página do Colóquio chegarem a todas as informações que lhe dizem respeito, resolvi transcrever dessa página o que me pareceu de maior relevo informativo.

    Apresentação


    A Rede Portuguesa de Formação para o Terceiro Sector e o CIRIEC España têm vindo a percorrer um percurso comum, traduzido na realização dos Colóquios Ibéricos de Cooperativismo e Economia Social, iniciados em 2001, realizados alternadamente em Portugal e Espanha.
    Cabe à parte portuguesa a responsabilidade operacional, pela realização do 5º Colóquio em 2009, que vai ter lugar em Santarém, nos próximos dias 10 e 11 de Julho de 2009. O Colóquio vai adoptar, no essencial, o modelo iniciado em Córdoba, no ano de 2007.


    O tema geral do Colóquio será: A Economia Social e o Desenvolvimento Sustentável.

    Compreenderá quatro sessões temáticas, com base nos seguintes subtemas:



    A economia social: solidariedade e cooperação.
    A economia social e a crise alimentar.
    A economia social e a responsabilidade social das empresas.
    O papel da economia social numa lógica de proximidade.



    Em cada uma destas sessões temáticas, falará um conferencista espanhol e outro português. Haverá também uma mesa-redonda com a participação de representantes de organizações da economia social dos dois países.
    As comunicações, que podem ser apresentadas no âmbito do Colóquio, devem incidir sobre os quatro subtemas, com base nos quais este se encontra estruturado.
    Convidam-se todos os investigadores a enviarem os seus trabalhos teóricos e empíricos realizados no âmbito dos subtemas do colóquio. Não existe limite para o número de originais enviados por cada autor.



    Programa Provisório

    Sexta-feira, 10 de Julho

    Programa Provisório de 10 de Julho

    09:00 - RecepçãoEntrega da documentação

    Sessão de Abertura - 10:00

    Secretário de Estado (Aguarda confirmação)
    Dr. Eduardo Graça - Presidente do INSCOOP
    Prof. Ricardo Server - CIRIEC España
    Prof. Rui Namorado - Rede Portuguesa de Formação para o Terceiro Sector
    Prof Jorge Faria - ESGS IPS

    Primeira Sessão:
    A economia social: solidariedade e cooperação


    Moderador:
    11:00
    Conferencistas: Português e Espanhol
    11:30

    Segunda Sessão
    A economia social e a crise alimentar


    Moderador:
    12:00
    Conferencistas: Português e Espanhol
    12:30

    13:00
    Pausa para Almoço

    Terceira Sessão
    A economia social e a responsabilidade social das empresas

    Moderador:
    14.30
    Conferencistas: Português e Espanhol

    16.00
    Coffee Break

    Mesa Redonda
    A Economia Social e o Desenvolvimento Sustentável


    Moderador: Dr. Canaveira de Campos
    16.30
    Três portugueses (Confederações e SCMS)
    17.00

    17.30

    Encerramento

    20:00
    Jantar
    Sábado, 11 de Julho

    ****************
    Programa Provisorio de 11 de Julho


    Quarta Sessão:
    Apresentação de Comunicações


    Moderador:
    09:00

    11:00
    Coffee Break

    Quinta Sessão
    O papel da economia social numa lógica de proximidade

    Moderador:
    11:30
    Conferencistas portugueses e espanhois

    13:00
    Encerramento

    Prof Rui Namorado - Rede Formação Para o Terceiro Sector
    Prof. José Luís Monzón - Ciriec Espanha (a confirmar)
    Ciriec Portugal/CEEPS

    14:00
    Almoço

    sábado, 8 de novembro de 2008

    Atenção ao Movimento Cooperativo!



    Quase tão espantoso como o descalabro da "casa capitalista", é o esquecimento que tem coberto o facto de a especificidade cooperativa se poder revelar como um recurso precioso, quer na resposta imediata a esta conjuntura dramática, quer como uma das mais esperançosas janelas que se podem abrir para o nosso futuro.
    Governos e instituições internacionais parecem prisioneiros dos seus próprios fracassos, encerrados num curto prazo sem horizontes, como se apenas soubessem ver no futuro as sombras das suas próprias frustrações presentes. E pior do que isso, a pouco e pouco como cães batidos que voltassem, pé ante pé, depois da realidade os ter tão violentamente escorraçado, os pregadores do costume regressam com as suas ladainhas neoliberais , recitando melancolicamente o mesmo cantochão como se nada se tivesse passado nestes últimos tempos. E, naturalmente, passam em claro o fenómeno cooperativo, esquecendo os oitocentos milhões de cooperadores espalhados pelo mundo.
    E é especialmente escandaloso (Escandaloso : sublinho. É a palavra justa.) que entre os partidos de esquerda, com especial relevo para os que pertencem à Internacional Socialista,por serem os mais naturalmente impregnados pelos valoeres cooperativos, não tenha havido a sombra de uma referência às virtualidades das soluções cooperativas.
    E quanto ao PS português, o meu partido, posso perguntar-me com mágoa, porque parece ele ter renunciado à sua matriz sergiana, porque parece ter-se degradado até ao ponto de ter esquecido um dos traços mais futurantes do seu código genético.


    Vem isto a propósito do documento[enviado pela FENACOOP] que vou transcrever de imediato, da responsabilidade da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), uma organização fundada em 1895, que é desde então a mais representativa organização do movimento cooperativo mundial.

    Sublinhe-se que o texto em causa é subscrito pelos mais representativos líderes mundiais da ACI:


    Ivano Barberini -Presidente

    Stanley Muchiri -Vice-Presidente pela África


    Li Chunsheng -Vice-Presidente pela Ásia-Pacífico

    Carlos Palacino -Vice-Presidente pelas Américas


    Pauline Green -Vice-Presidente pela Europa





    CARTA ABERTA AOS GOVERNOS DO G8

    A população mundial tem observado, chocada e incrédula, a forma como algumas estruturas financeiras globais se têm desintegrado em pânico, e alguns bastiões do investimento e da indústria bancária têm entrado em colapso e desaparecido. Tem-se admirado como os líderes políticos mundiais têm sido forçados a empenhar vastas quantias do dinheiro dos contribuintes, num esforço para consolidar e estabilizar os bancos e as bolsas de valores, que foram sacudidos até ao âmago pela ganância empresarial e pela má gestão orientada pelo lucro. As pessoas receiam agora o que os efeitos de tudo isto provocarão na economia real.
    Ao mesmo tempo, estes mesmos cidadãos do mundo sabem que existe um modelo empresarial alternativo seguro, estável e sustentável, possuído e controlado por 800 milhões de pessoas em todo o mundo. Ele é fiel para com os seus Valores e Princípios globais de auto-ajuda, sustentabilidade, posse e controle pela comunidade, participação democrática, equidade e transparência.
    Constitui um modelo empresarial que não está à mercê das bolsas de valores, pois assenta, em vez disso, no financiamento dos membros para a sua valorização; e não está sujeito à manipulação e à ganância, dado que é controlado pelas populações locais para as populações locais. Trata-se de uma actividade em que os excedentes não são apenas distribuídos pelos accionistas, mas revertem para os que realizam transacções com a empresa, mantendo, assim, a riqueza gerada pelas empresas locais na comunidade local em benefício do ambiente e das famílias locais.
    Isto é o Sector Cooperativo da Economia Global, que emprega 100 milhões de pessoas em todo o mundo. Não é por coincidência que se dá o caso de as economias mais bem sucedidas e estáveis do mundo terem igualmente as economias mais cooperativas do mundo.
    Não é também uma coincidência que as empresas cooperativas que se mantiveram fiéis aos valores e princípios cooperativos são as mesmas que, durante as últimas semanas, têm beneficiado da retirada de depósitos e contas bancárias das sociedades financeiras e dos bancos que se desmoronaram – um reconhecimento da persistente confiança de que são alvo por parte do público em geral.
    As pessoas sabem que uma COOPERATIVA significa um modelo empresarial diferente – balizadas por valores e com um espírito comunitário diferente.
    Quando os líderes políticos preparam a sua reunião para analisar se as instituições globais que regem o sistema financeiro e bancário estão aptas a fazê-lo, nós, os que temos o privilégio de representar a economia cooperativa global, apelamos aos nossos líderes políticos para que:

    1.Utilizem o seu poder político e financeiro combinado para colocar a mesma energia e o mesmo dinamismo na protecção da população mundial face aos piores efeitos da recessão global que enfrentamos actualmente como resultado da má gestão do modelo empresarial capitalista.

    2.Assegurem que na luta contra a recessão, e em qualquer reforma das estruturas financeiras globais, tais como um novo sistema regulamentador, tenham em especial atenção a estabilidade e a segurança da economia cooperativa e o seu valor para os milhões de indivíduos e famílias que ela apoia em todos os recantos do mundo, e concedam a este modelo empresarial o reconhecimento e o apoio político que o seu contributo exige.

    3.Assegurem condições de concorrência iguais entre países e modelos bancários, e tenham em conta a diversidade do sistema bancário nas futuras regras.
    A ACI prontifica-se a contribuir, com a sua componente única de competências, para o trabalho do G8 na resolução destas questões.

    [Traduzido do original pelo Secretariado da FENACOOP - JC ]

    segunda-feira, 16 de junho de 2008

    Cooperativismo e Economia Social- uma vez mais.



    Vou repetir o anúncio do colóquio que o Centro de Estudos Cooperativos da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra vai promover em Coimbra, nos próximos dias 27 e 28 de Junho de 2008, na FEUC, Avenida Dias da Silva- nº 165 - COIMBRA.


    Os problemas que se acumulam no horizonte das sociedades actuais tornam, de dia para dia, mais importante a valorização do cooperativismo e da economia social como caminhos que podem contribuir para que se abra, diante de nós, um futuro digno desse nome.



    Cooperativismo e Economia Social
    27 e 28 de Junho de 2008

    FEUC - Coimbra



    Colóquio



    Cooperativismo e Economia Social
    - olhares cruzados


    Organização:
    Centro de Estudos Cooperativos da FEUC




    Neste Colóquio, o cooperativismo e a economia social vão ser encarados através de diversas perspectivas disciplinares e a partir de vários pontos de vista. A quase totalidade dos conferencistas e intervenientes formais radica os temas do colóquio na realidade portuguesa. Mas a sua Abertura será da responsabilidade do Prof. Rafael Chaves, destacado professor espanhol da Universidade de Valência, especialista internacionalmente reputado, com destaque para o seu protagonismo nas instâncias europeias.
    Os universitários, especialistas e práticos de nacionalidade portuguesa , pela sua experiência e pela qualidade do seu trabalho legitimam as melhores expectativas quanto ao interesse do Colóquio.
    Os debates que certamente ocorrerão serão um importante factor da vivacidade que se espera como potenciadora do interesse pelos temas abordados.



    PROGRAMA

    Sexta-Feira – dia 27 de Junho

    -11.00 — Conferências de Abertura:

    La economia social europea: entre tercer pilar del modelo social europeo e ignorancia.

    Prof. Doutor Rafael Chaves Ávila (Universidade de Valência. Presidente da Comissão Científica do CIRIEC Internacional para a economia social e cooperativa).


    Cooperativismo e economia social—um futuro inquieto

    Prof. Doutor Rui Namorado (Centro de Estudos Cooperativos da FEUC e Centro de Estudos Sociais).


    15.00 — 1ª Sessão: A economia social , o emprego e a pobreza.

    A economia social–um caminho para vencer a pobreza?

    Prof.ª Drª Manuela Silva ( Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz. Membro do Conselho Geral do Montepio).


    Novos empregos, novos pobres, trabalhadores pobres : uma visão económica.

    Prof.ª Doutora Margarida Antunes (Centro de Estudos Cooperativos da FEUC).

    Experiência VivaSrª D.ª Ester Duarte (cooperativa de artesanato Capuchinhas, Campo Benfeito)


    17.15 — 2ª Sessão: A economia social e o mercado.


    Renovação do terceiro sector e mercado–tópicos em torno da situação nacional

    Dr.ª Carlota Quintão (Doutoranda em Sociologia da FEUC e Bolseira da FCT).


    Medir e promover o sucesso das organizações do terceiro sector: o contributo dos referenciais da qualidade.

    Prof.ª Doutora Patrícia Moura e Sá (Centro de Estudos Cooperativos da FEUC).


    Experiência VivaSr. João Fernandes Antunes (Cooperativa de Produtores de Queijo da Beira Baixa e Idanha-a-Nova).


    Sábado – dia 28 de Junho.10.00

    3ª Sessão: A economia social e o desenvolvimento local.


    Que condições para o desenvolvimento local?

    Dr. Bernardo Campos (Comissão de Coordenação da Região Centro e Centro de Estudos Cooperativos da FEUC)


    Desenvolvimento local, perspectivas para uma nova dinâmica da economia social.

    Prof. Doutor Manuel Belo Moreira (Instituto Superior de Agronomia – Univ. T. Lisboa).


    Experiência VivaDr. Miguel Torres (Acert – Assoc. Cult e Recreativa de Tondela)


    [ Para mais informações consulte o site do CEC/FEUC : http://www4.fe.uc.pt/cec/ ]