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Na Biografia AS VIDAS DE CHICO XAVIER, por Marcel Souto Maior, encontraremos diversas historias sobre sua vida e seu legado, uma delas relatarei aqui:
Chico já estava cansado. Trabalhava, lutava no centro, fazia caridade, escrevia quase por compulsão e continuava desacreditado. Ele reclamava dos incrédulos, se queixava dos comentários envenenados e se entregava à reza. Após uma das várias orações, Maria João de Deus volto a cena e, em vez de um conselho, sugeriu um remédio:
- Meu filho, para curar essas inquietações, você deve usar água da paz.
Chico saiu à procura do remédio em todas as farmácias de Pedro Leopoldo . Nada. Recorreu a Belo Horizonte. Nada de novo. Ao fim de duas semanas, comunicou à mãe o fracasso da busca. A aparição ensinou:
- Não precisa viajar você poderá obter o remédio em casa mesmo. Pode ser a água do pote.
- Como assim?
- Quando alguém lhe fizer provocações, beba um pouco de água pura e conserve-a na boca. Não a lance fora em engula. Enquanto persistir a tentação de responder, guarde a água da paz banhando a língua.
Chico engoliu a lição do silencio. E digeriu.
Nessa noite, sentiu o braço movido por alguém, tomou o lápis e despejou os versos:
“Meu amigo, se desejas pás crescente e guerra pouca
ajuda sem reclamar e aprende a calar a boca”
Casimiro Cunha, poeta de Vassouras, morto em 1914.
ajuda sem reclamar e aprende a calar a boca”
Casimiro Cunha, poeta de Vassouras, morto em 1914.
Tudo que ele queria na vida:
- Meu ideal é viver o Evangelho de acordo com nosso Senhor Jesus Cristo e servir humildemente ao homem.
Quando inquirido pelo repórter se teria substituto pra ele após a sua morte ele respondeu:
- Morre um capim nasce outro.
Nossas ternas homenagens a uma vida eterna de amor a Jesus e ao irmão.
Conheça mais: Ah, o Chico...
Marcadores: Aniversário, Chico Xavier, Livros
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