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quarta-feira, 23 de abril de 2014

José Pacheco Pereira


Grande JPP!


Pacheco Pereira
Pensaram sempre em atacar salários, pensões, reformas, rendimentos individuais e das famílias, serviços públicos para os mais necessitados e nunca em rendas estatais, contratos leoninos, interesses da banca, abusos a cartéis das grandes empresas. Pode-se dizer que fizeram uma escolha entre duas opções, mas a verdade é que nunca houve opção: vieram para fazer o que fizeram, vieram para fazer o que estão a fazer.


"Isto já não é um Governo, é um amontoado de gente tratando da sua vidinha"

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

SEIS IDEIAS DE PACHECO PEREIRA NA SIC INFORMAÇÃO 8.10.2013

Seis ideias de Pacheco Pereira na SIC/Informação ( há pouco) que merecem ser sublinhadas:

1ª Muitos problemas que temos hoje foram criados por este governo

2ª O problema já não é ideológico, mas de crueldade sobre os efeitos das medidas que toma.
 
3ª A Alemanha, a troika, está-se marimbando para o País, o que quer é que não criem problemas ao euro. O governo não sabe defender os interesses de Portugal, criando um deslaçamento da sociedade, virando todos contra todos. Está-se a dar cabo do futuro deste País.
 
4ª A ignorância deste governo, o seu pensamento débil e a falta de visão humanista revelam um oportunismo pragmático a orientar as políticas.

5ª A Troika aceita o que o governo lhe apresenta e torna-o num compromisso. E o que é apresentado é sempre feito sem avaliar consequências. Naturalmente, eram possíveis outras políticas.

6ª O desprezo pelos protestos vai ter consequências nos conflitos e na violência
 
 
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

ERA UMA VEZ UM COELHO...



Era uma vez um coelho que comeu o Pai natal, o comboio, o palhaço, a criancinha, o circo, a segurança social, os subsídios de natal e de férias, as pequenas empresas, a classe média, os reformados e tudo e tudo e tudo.
 Via FB

sábado, 13 de outubro de 2012

Podiam ir todos de carrinho...


Por uma questão de cortesia, fizemos-lhe a vontade.
Comente esta situação!

Portugal sem Prozac
Procuramos gente positiva e feliz
http://www.facebook.com/portugalsemprozac
 
Foto: Por uma questão de cortesia, fizemos-lhe a vontade.
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Portugal sem Prozac
Procuramos gente positiva e feliz
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Governo SS



  • Governo SS
    Défice de 694,1 ME
    A fórmula da troika não resulta e Vitor não acertou uma até agora.
    PSD e CDS acabou-se a desculpa do Sócrates!
    Estamos a ser governados por uma cambada de incompetentes
    A Segurança Social poderá registar um défice de 694,1 ME em 2012 e assim contribuir para um agravamento do défice pela primeira vez em pelo menos 11 anos, de acordo com as estimativas do Governo enviadas pelo INE para Bruxelas.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Não há viagra que faça crescer a economia lusa

EDITORIAL


Por António Ribeiro Ferreira,

Publicado em 07 de Julho

Aumentem impostos, cortem nos subsídios, reduzam os salários, atirem com mais gente para a miséria. O funeral vem já a seguir


Insultuoso, imoral, inaceitável, terrorista, ataque, absoluta imoralidade. O ministro das Finanças, que trata por tu os seus parceiros da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu, ficou magoado. O primeiro-ministro levou um murro no estômago. Sucedem-se as reacções patrióticas, indignadas, e espera-se a todo o momento que Cavaco Silva convoque uma manifestação nacional de desagravo. Isto não se faz. Um governo direitinho, uma maioria parlamentar mais do que direitinha, um Presidente da República feliz com tanto respeitinho, um imposto extraordinário, privatizações antecipadas, golden shares eliminadas, uma baixa muito significativa na taxa social única, aumento do IVA para imensos produtos e serviços. E nada. Indiferentes ao esforço e ao sacrifício nacionais, os maus da agência Moody''s atiraram com a pátria secular para o lixo. Mas a Europa de Durão Barroso e companhia, que anda há dois anos atarantada com a crise e incapaz de encontrar uma solução eficaz para as doenças terminais de alguns países periféricos, promete apertar o cerco às malvadas agências americanas que atiram, sem mais nem menos, as dívidas soberanas para o lixo. Esta posição firme, de dedo em riste e em tom ameaçador, é um sossego para a alma de todos os portugueses, gregos, espanhóis, italianos, irlandeses e mais uns tantos europeus que já não sabem fazer contas à vida. Mas atenção. As receitas para os males não param de chegar de todo o mundo. Os especialistas em economia e finanças, mestres e doutores em diagnósticos, garantem que em cima de austeridade e recessão é imperioso acrescentar mais austeridade e recessão. É o caso de um administrador de um respeitável banco suíço que ficaria chocado se Portugal não entrar em incumprimento. Para esta figura do Crédit Suisse é absolutamente necessário reduzir os salários entre 5% e 10% e, mesmo assim, o futuro continuará mais próximo do inferno do que do purgatório. Pronto. Como o governo está absolutamente determinado a cumprir o programa da troika e mostrar que é bem capaz de ir mais longe, é muito natural que depois do imposto de Natal venha aí a taxa do Ano Novo, a derrama do Carnaval, o coelhinho da Páscoa e umas multas para quem tiver o desaforo de gozar uns diazinhos de sol. É evidente que o resultado final está à vista de todos. Com ou sem brandos costumes, os remédios que os sábios estão a dar aos doentes terminais não aliviam a dor e só apressam a morte dolorosa. E isto porque no estado a que isto chegou, e vai chegar, não há viagra que faça a economia crescer de modo a criar emprego e gerar riqueza para pagar as dívidas que o Estado e os privados andaram alegremente a contrair antes e depois da bebedeira do euro, do dinheiro fácil e do crédito barato. Dito isto, é óbvio que o Presidente da República, o primeiro-ministro e outras autoridades na matéria vão manter o discurso do abismo. É fundamental cumprir o acordo com a troika, ir para além do que é razoável em matéria de sacrifícios e esperar de consciência tranquila que o padre dê a extrema-unção a um moribundo cheio de orgulho dos seus 900 anos de história. A realidade é esta, não há outra. Palavras como confiança, esperança, determinação e vontade são perfeitamente patéticas. O lixo da dívida teve um mérito. Mostrou aos portugueses que os sacrifícios presentes e futuros não servem para coisa nenhuma. E talvez a tão apregoada paz social tenha os dias contados e os lusitanos decidam ser daqui para a frente os gregos da Grande Ibéria.

www.ionline.pt

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Há condições para criminalizar enriquecimento ilícito - Política - Sol


1 de Julho, 2011




A ministra da Justiça disse hoje ter a certeza que existem condições para avançar com medidas contra o crime de enriquecimento ilícito, defendendo que a atual sociedade está disposta a encontrar outra ética política.

“Tenho a certeza que teremos condições para em conjunto encontrar um recorte para o crime de enriquecimento ilícito”, disse Paula Teixeira da Cruz, em declarações aos jornalistas, no final do segundo dia de apresentação do programa do Governo no Parlamento.

Paula Teixeira da Cruz disse estar confiante porque a sociedade portuguesa já sofreu muito nos últimos anos no que diz respeito a esta matéria.

“É uma sociedade dorida e é uma sociedade que está disposta a reencontrar-se de alguma forma e a procurar uma outra ética política e por isso penso que há condições”, defendeu.

Relativamente à medida anunciada na quinta-feira no Parlamento de que o Governo vai avançar com um imposto sobre o subsídio de Natal, a ministra da Justiça salientou que esta foi uma medida justificada com a “situação muitíssimo mais grave do que aquela que era evidenciada” e lembrou que todos terão de fazer sacrifícios.

“Todos sabemos que vamos ter de fazer sacrifícios, mas que esses sacrifícios sejam potenciados e pela primeira vez sirvam para de facto, e com justiça e com equidade, construirmos uma alternativa”, adiantou.

Questionada sobre que medidas o Governo tem previstas para reduzir a pendência processual nos tribunais, Teixeira da Cruz disse apenas que algumas serão de ordem legislativa, outras serão concertadas com os respetivos conselhos e representantes dos operadores judiciários.

Sobre a nomeação do próximo diretor do Centro de Estudos Judiciários, Paula Teixeira da Cruz disse ser extemporâneo fazer qualquer consideração sobre a matéria.

Lusa / SOL


segunda-feira, 27 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Câmara de Oeiras prepara-se para eventual prisão de Isaltino


Advogado de Isaltino Morais espera decisão da justiça para esta semana. Paulo Vistas está de prevenção para o substituir

O vice-presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Paulo Vistas, está preparado para substituir Isaltino Morais na liderança da autarquia logo que se saiba oficialmente a decisão do recurso feito pela defesa para o Tribunal Constitucional, sabe o i. Em causa está a possibilidade de Isaltino Morais ter de cumprir uma pena de dois anos de prisão efectiva pelos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais, aplicada pelo Tribunal da Relação de Lisboa. A escolha de Paulo Vistas já foi discutida pelo executivo camarário.

Contactado pelo i, Rui Elói Ferreira, advogado de Isaltino Morais, garante que ainda não foi notificado da decisão do Tribunal Constitucional, mas espera que "a decisão seja conhecida ainda esta semana".

(...)


quinta-feira, 26 de maio de 2011

sábado, 30 de abril de 2011

A política rasteira do deita-abaixo

A tarefa de Pedro Passos Coelho é gigantesca, mas tem de se fixar num único objectivo: criar laços de empatia com os Portugueses. E ignorar tudo o resto, que não passa de esterco.

Esses laços de empatia ganham-se falando verdade e (...)

Segue em O Homem, produto de si próprio