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28 de julho de 2025

Base de pizza sem farinha de trigo.

Tínhamos tudo organizado para haver pizza para o jantar (nomeadamente a nível de falta de alternativas disponíveis), quando a meio da receita percebi que não tinha farinha de trigo porque o Matias anda na sua era culinária e gastou tudo a fazer queques e bolachas. Mas nada temam: usei a nossa receita habitual e substituí pelas farinhas que havia disponíveis cá em casa: farinha de arroz, amido de milho e fubá. Não tendo ficado incrível, ficou bastante boa e safou o jantar na perfeição! Fica a ideia em caso de necessidade :D


25 de novembro de 2024

Pizza (novamente).

Não há muito que saber: esta receita de massa de pizza é um sucesso cá em casa. Já está publicada aqui, mas desta vez o Pedro é que pôs mãos à obra enquanto eu estava com a criançada na aula de ballet e juntou a farinha a olhómetro - pela forma como a massa não cresceu, arriscaria que aumentou a dose de farinha :D Também juntámos queijo mozzarella fresco ao ralado, e ficou bem bom. Não há muito por onde errar com pizza, não é? :D

29 de janeiro de 2024

Pizza de massa fina (para os dias de pressa).

Hoje há pouca conversa porque estou cansada, mas aqui vem mais uma receita para a Joana do futuro recordar: a massa de pizza que temos feito nos últimos anos e que vem do blog da Sally. Faz um sucesso enorme cá em casa, corre sempre bem e é a melhor massa fina que já fizemos :)


Pizza de massa fina

Ingredientes (para quatro pessoas):

* Uma colher de chá de fermento de padeiro;
* Uma colher de chá de açúcar;
* 180ml de água morna;
* 250g de farinha;
* Uma colher de sopa de azeite;
* Sal a gosto;
* Molho de tomate a gosto;
* Orégãos a gosto;
* 200g de queijo mozzarella ralado;
* Os vossos toppings preferidos (usámos bacon, cogumelos, tomate e azeitonas das nossas). 

Confecção: 

* Juntar o fermento e o açúcar na água morna e deixar repousar durante dez minutos;

* À parte, misturar a farinha, o azeite e o sal e acrescentar a água com fermento e açúcar;

* Misturar bem, mexendo com as mãos enfarinhadas, com uma espátula, com a batedeira ou com a máquina de fazer pão (usei esta última alternativa);

* Amassar bem (eu usei a máquina de fazer pão) e colocar numa taça coberta com um pano de cozinha, deixando fermentar durante 45 minutos (deixei a fermentar na máquina de fazer pão);

* Esticar com as mãos ou o rolo de cozinha, numa superfície enfarinhada;

* Cobrir com o molho de tomate, os orégãos, os toppings e o queijo ralado;

* Levar ao forno pré-aquecido a 250º durante quinze a vinte minutos. 

27 de janeiro de 2016

Pizza paleo (sem glúten)

Estão a ver, eu disse que não fazia só receitinhas doces :D

Já tinha experimentado a famosa base de pizza feita com couve-flor, e desta vez pareceu-me boa ideia testar a base com polvilho doce. Como não tinha queijo ralado usei uma fatia de queijo flamengo (#preguiça #abarrigajápesa) e ficou bastante bom :) Sinceramente gostei mais da alternativa com couve-flor, mas esta é muito mais rápida! :) Experimentem! :)


1 de abril de 2015

Pizza paleo com base de couve-flor (Passatempo Limiano ralado para momentos derretidos) :)

I remember when, I remember, I remember when I lost my mind.
There was something so pleasant about that place.
Even your emotions had an echo in so much space.

And when you're out there without care, yeah, I was out of touch.
But it wasn't because I didn't know enough,
I just knew too much.

Does that make me crazy?
Does that make me crazy?
Does that make me crazy?
Possibly...

Gnarls Barkley


16 de dezembro de 2014

Calzone vegetariana para um professor estranho :)

What you gonna do with all that junk,
All that junk inside that trunk?
I'ma get, get, get, get you drunk,
Get you love drunk off my hump.

What you gonna do with all that ass,
All that ass inside them jeans?
I'm a make, make, make, make you scream,
Make you scream, make you scream.

What you gonna do with all that breast,
All that breast inside that shirt?
I'ma make, make, make, make you work,
Make you work, work, make you work.

Black Eyed Peas


Eu andei nove anos numa escola de inglês, dos dez aos dezanove. Todos os anos tínhamos um professor novo, e houve um que me ficou particularmente na memória: o David.

Estávamos em 2005 e eu tinha 16 anos.

 

O David era um senhor sueco que tinha vivido no Reino Unido durante muitos anos e que era bastante rezingão e sisudo. Raramente sorria ou brincava, era muito exigente connosco, estava sempre a implicar com os meus espirros e tinha pouquíssima tolerância a brincadeiras ou segredinhos para o colega do lado. Era, no fundo, o exemplo perfeito da eficácia nórdica.

É claro que no início nenhum de nós gostava dele. Mas no fim, quando chegou a altura de mudarmos de ano, todos ficámos com pena de nos despedirmos daquele senhor cujo coração de pedra conseguimos amolecer ao longo dos meses.


Um dia surgiu à conversa a música actual, e alguém deu como exemplo a 'My Humps' dos Black Eyed Peas. O David ficou estupefacto e disse com um ar tremendamente horrorizado:

- 'Não sei como é que os vossos pais vos deixam ouvir isso! Já pensaram bem no que diz essa letra?'.

Na altura devo ter feito um sorriso condescendente qualquer - afinal, já era super crescida e madura. Pareceu-me uma parvoíce fazer um alarido tão grande por causa de uma letra normalíssima, e creio ter desculpabilizado aquela opinião do David pensando que ele era mais velho e careta.


Actualmente dou por mim a ouvir exactamente a mesma coisa em relação aos miúdos de hoje em dia. Ouço dizerem que os miúdos estão perdidos, que não se importam com nada, que são burrinhos e que têm as prioridades trocadas. Ouço comentarem que não têm responsabilidade, que não uns mandriões, que só ligam aos bens materiais e que não estão preparados para a vida.


E depois páro e penso: onde estávamos todos nós aos 16 anos? Não estávamos certamente a discutir textos do Tchekhov ou a ouvir Mendelssohn enquanto degustávamos o nosso café com brandy em chávenas a combinar. Não estávamos a salvar o mundo nem a fazer descobertas científicas dignas do Prémio Nobel.

Estávamos a vestir roupas ridículas, a fazer figurinhas tristes, a dar demasiada importância a coisas totós, a ter namorados, a fazer dramas porque os nossos pais não nos deixavam fazer coisas e a sonhar acordados. E estávamos a ouvir músicas degradantes como esta.

Por isso da próxima vez que suspirarem de exasperação quando virem a forma como os miúdos de hoje em dia se comportam, tentem realmente lembrar-se de como foram quando eram adolescentes. E depois de rirem como uns perdidos, permitam-se comer uma refeição tipicamente adolescente: pizza.


Hoje trago-vos uma versão ainda melhor e mais estaladiça: uma deliciosa calzone vegetariana. Ideal para comerem sentados no sofá com a sala toda desarrumada, acompanhada de uma bela Coca-cola - afinal, um dia não são dias.

E se depois ficarem com a consciência pesada, podem sempre dançar ao som da 'My Humps' para queimarem umas calorias :D


Calzone vegetariana

Ingredientes (para quatro pessoas):

* Uma saqueta de fermento de padeiro (aproximadamente 5g);
* Uma colher de chá de açúcar;
* 150ml de água quente;
* 250g de farinha;
* Uma pitada de sal;
* Duas colheres de chá de azeite;
* Molho de tomate q.b.;
* Uma colher de chá de mistura de especiarias italianas;
* Uma colher de chá de orégãos;
* 200g de cogumelos laminados;
* 200g de queijo ralado.

Confecção:

* Dissolver o fermento de padeiro e o açúcar em 50ml de água quente;

* Mexer e deixar actuar durante vinte minutos;

* Juntar a farinha, o sal, o azeite, a mistura anterior de fermento e a água restante e amassar bem, fazendo uma bola;

* Colocar a massa numa tigela grande, tapar com um pano lavado e seco e deixar levedar durante duas horas (normalmente coloco dentro do forno pré-aquecido a 70º e desligado);

* Amassar novamente e estender numa superfície enfarinhada;

* Colocar num tabuleiro do forno coberto com papel vegetal e cobrir metade da massa com o molho de tomate, as especiarias italianas, os orégãos, os cogumelos e o queijo ralado;

* Fechar a massa sobre si própria;

* Levar ao forno pré-aquecido a 250º;

* Assar a pizza durante 15 a 20 minutos, dependendo do gosto.



Até amanhã! :D

2 de julho de 2014

Pizza com base de cogumelos Portobello para uma bomba científica :)

'The food industry has profited from the low-fat mantra for decades because foods that are marketed as low-fat are often loaded with sugar. We are now learning that added sugar in food is driving the obesity epidemic and the rise in diabetes and cardiovascular disease.'

'The reality is that fat doesn't make you fat or diabetic. Scientific investigations going back to the 1950s suggest that actually, carbs do.'

'Cutting back on saturated fat has had especially harmful consequences for women, who, due to hormonal differences, contract heart disease later in life and in a way that is distinct from men. If anything, high total cholesterol levels in women over 50 were found early on to be associated with longer life.'


A comunidade científica está em reboliço: nos últimos meses vários artigos científicos concluíram que não parece haver qualquer relação entre o consumo de gordura saturada e a doença cardiovascular. Mais chocante ainda: os mesmos artigos sugerem que a diminuição do consumo de gordura saturada é de facto prejudicial para a saúde.

Decididamente o mundo está perdido.


Já tinha lido alguns artigos sobre o assunto há uns meses, mas foi com o artigo da revista 'Time' sobre a manteiga que decidi aprofundar o tema. E parece ser verdade: agora o paradigma está a mudar, e se há uns anos a gordura parecia ser o nosso maior inimigo, agora o açúcar e as comidas processadas com gorduras 'trans' parecem estar a tomar o seu lugar devido como grandes vilões.


É claro que tudo isto é muito discutível. Podíamos argumentar que quem tenta diminuir o consumo de gorduras saturadas pode optar por produtos  'low-fat', que contêm em si ingredientes 'não-naturais' e que estão cheios de adoçantes artificiais e gorduras 'trans' - causando aí um viés no estudo. Podemos argumentar que já vários estudos provaram que substituir a gordura saturada por gordura insaturada natural (do abacate ou dos frutos secos) é benéfico para a saúde.


Mas alguma base de verdade deve existir num estudo que examinou 600 mil pessoas, e talvez devêssemos pensar na forma como andamos a comer. Talvez devêssemos parar de olhar para as gorduras animais como 'os mauzões' e concentrar-nos no que parece ser realmente o problema: os açúcares ou os hidratos de carbono, principalmente os processados. Talvez a Julia Child tivesse razão, e juntar banha, bacon e manteiga na mesma receita não seja assim tão problemático (embora ache que vá demorar anos até isso parar de me causar espasmos da pálpebra sempre que leio as receitas dela). Talvez a culpa seja mesmo (e acreditem que me custa muito dizer isto) dos hidratos de carbono.


Enquanto os cientistas não se decidem, vamos tentando equilibrar tudo. Hoje comemos vegetariano, amanhã carne. Hoje comemos um docinho com açúcar, amanhã fazemos um batido saudável. Hoje comemos hidratos sem proteínas, amanhã comemos proteínas sem hidratos.

E esperamos estar a fazer a coisa certa.

Se quiserem ler sobre o tema acho que este site está explícito e simples, tal como este


Pizza com base de cogumelos Portobello

Ingredientes (para duas pessoas):

* Dois cogumelos Portobello;
* Seis colheres de sopa de molho de tomate;
* Uma colher de chá de orégãos;
* Uma colher de chá de mistura de especiarias italianas;
* Duas fatias de presunto;
* Duas fatias de queijo;
* Um fio de azeite.

Confecção:

* Rechear os cogumelos com o molho de tomate, os orégãos e as especiarias italianas;

* Cobrir com o presunto e o queijo;

* Regar com um fio de azeite e levar ao forno pré-aquecido a 190º durante vinte minutos.


Até amanhã! :D

13 de fevereiro de 2014

Pizza barbecue com alheira de peru e uma tradição de infância :)

Uma gaivota voava, voava, 
Asas de vento, coração de mar,
Como ela, somos livres, 
Somos livres de voar.
Como ela, somos livres, 
Somos livres de voar.


Quando eu era criança dormia imensas vezes em casa dos meus avós ao Sábado à noite.

Os meus pais deixavam-me lá, e logo eu corria para o quarto e pegava na minha boneca loira. A brincadeira era sempre a mesma: alguém deixava uma criança loira abandonada à porta da minha casa, e eu decidia acolhê-la e criá-la. E passava horas a vestir-lhe as várias roupinhas que a minha avó fazia, a cobri-la com os cobertores de lã que a minha avó tricotava e a pentear-lhe os longos cabelos loiros.

Eventualmente fartava-me (ela era uma boneca um bocado problemática, talvez por ser adoptada) e ia desenhar com giz de várias cores num pequeno quadro de lousa que a minha avó comprou na loja do Sr. João.


Chegava a hora do jantar e a minha avó enchia-me o pratinho com jardineira, na qual pisava as batatas com o garfo. No fim molhava bocados de pão no molho que sobrava, e ainda havia espaço para duas (ou três!) peças de fruta cuidadosamente lavadas e com casca (porque é lá que estão as vitaminas, como todas as avós sabem!).

Depois do jantar a minha avó começava a arrumar a cozinha e o meu avô fazia o seu habitual espectáculo de magia: íamos para o quarto, ficávamos em pé em cima da cama, o meu avô estendia os braços para o candeeiro, e depois de ditas as palavras mágicas o candeeiro começava a deitar rebuçados. Demorei anos (mais do que aqueles que tenho coragem de admitir) a perceber que o meu avô escondia os rebuçados na manga e que não existiam candeeiros mágicos.


Quando ficava satisfeita com a arrumação da cozinha a minha avó chamava-me para o banho. Seguidamente era hora de vestir o meu pijama fofinho, colocado estrategicamente em cima do aquecedor para ficar quentinho.

Deitava-me com a minha avó na cama e o meu avô ia para o sofá. Víamos episódios das telenovelas da altura e conversávamos sobre parvoíces, e depois da minha avó apagar a luz cantava-me sempre uma música da altura do 25 de Abril para eu adormecer. A minha preferida era esta:

Uma gaivota voava, voava,
Asas de vento, coração de mar,
Como ela, somos livres,
Somos livres de voar.
Como ela, somos livres,
Somos livres de voar.


No dia seguinte acordava com o cheirinho do leite com cevada e açúcar e do pão torrado com margarina. Passava a manhã a ver desenhos animados, e ficava realmente triste quando era hora de voltar para casa.

Agora está na hora de construir as minhas próprias tradições. E nelas vai haver sempre lugar para leite com cevada, batatas esmagadas e chuvas de rebuçados. E para a Terça-feira da pizza também :D


Pizza barbecue com alheira de peru

Ingredientes (para quatro pessoas):

* 250g de farinha;
* Uma saqueta de fermento de padeiro (aproximadamente 5g);
* Uma colher de chá de açúcar;
* Uma pitada de sal;
* 150ml de água quente;
* Duas colheres de chá de azeite;
* Molho barbecue a gosto;
* Uma colher de chá de mistura de especiarias italianas;
* Meia alheira de peru cortada em bocadinhos;
* 200g de queijo ralado.

Confecção:

* Dissolver o fermento de padeiro e o açúcar em 50ml de água quente;

* Mexer e deixar actuar durante 20 minutos;

* Juntar a farinha, o sal, o azeite, a mistura anterior de fermento e a água restante e amassar bem, fazendo uma bola;

* Colocar a massa numa tigela grande, tapar com um pano lavado e seco e deixar levedar durante duas horas;

* Amassar novamente e estender numa superfície enfarinhada;

* Colocar num tabuleiro do forno coberto com papel vegetal e cobrir com o molho barbecue, as especiarias italianas, os bocadinhos de alheira de peru e o queijo ralado;

* Levar ao forno pré-aquecido na temperatura máxima (nos fornos profissionais a pizza coze a 350º, por isso é bastante importante que mantenham o forno o mais quente possível);

* Assar a pizza durante 15 a 20 minutos, dependendo do gosto.


Até amanhã!

22 de outubro de 2013

Mini-pizzas vegetarianas para um jantar diferente :)

All I ever wanted,
All I ever needed,
Is here in my arms.
Words are very unnecessary,
They can only do harm.

Depeche Mode


Cá em casa temos só temos televisão na sala: uma televisão extremamente pequena, que usamos para ver os jogos da selecção e da Liga dos Campeões.

De facto, desde os meus quinze anos que deixei de ter televisão no quarto, e garanto-vos que não lhe sinto qualquer falta. Como o Pedro também não tinha televisão no quarto dele, nunca nos ocorreu arranjar uma para o nosso.


Não ter televisão no quarto tem imensas vantagens: assim aproveito para conversar com o Pedro, ler e pensar em nomes para as minhas hipotéticas vaquinhas de estimação e para a minha loja de muffins imaginária.


Apesar disso, confesso que sinto alguma falta daquelas noites de Domingo em casa dos meus pais, quando o jantar era comido enquanto víamos televisão. Cá em casa nunca comemos a ver televisão porque preferimos conversar um com o outro, mas a verdade é que às vezes sabe bem ficarmos em silêncio com os nossos próprios pensamentos.


Estas mini-pizzas surgiram para um desses dias, e foram comidas à frente do computador enquanto víamos o episódio mais recente de How I Met Your Mother. O episódio foi fraquinho, mas as pizzas estavam deliciosas, e souberam-nos a pequenos pedacinhos de céu comidas assim - com a mão, à dentada, enquanto víamos uma série sentados juntinhos no sofá :)


Mini-pizzas vegetarianas

Ingredientes (para quatro pessoas):

* 250g de farinha;
* Uma colher de chá de fermento de padeiro (4g);
* Uma colher de chá de açúcar (4g);
* Uma pitada de sal;
* 150ml de água quente;
* Duas colheres de chá de azeite;
* Molho de tomate a gosto;
* Uma colher de chá de orégãos;
* Uma colher de chá de mistura de especiarias italianas;
* 100g de cogumelos laminados;
* 100g de tomates-cereja cortados em metades;
* 150g de queijo ralado.

Confecção:

* Dissolver o fermento de padeiro e o açúcar em 50ml de água quente;

* Mexer e deixar actuar durante 20 minutos;

* Juntar a farinha, o sal, o azeite, a mistura anterior de fermento e a água restante;

* Amassar bem durante cerca de 15 minutos;

* Colocar a massa numa tigela grande, tapar com um pano lavado e seco e deixar levedar durante duas horas;

* Amassar novamente e estender numa superfície enfarinhada;

* Dividir a massa em quatro partes iguais e estender bem;

* Colocar num tabuleiro do forno coberto com papel vegetal e cobrir cada porção de massa com o molho de tomate, os orégãos, as especiarias italianas, os cogumelos, os tomates-cereja e o queijo;

* Levar ao forno pré-aquecido na temperatura máxima (nos fornos profissionais a pizza coze a 350º, por isso é bastante importante que mantenham o forno o mais quente possível);

* Assar a pizza durante 15 a 20 minutos, dependendo do gosto.



Até amanhã :D

17 de setembro de 2013

Dica para estudantes desesperados - melhorar pizzas congeladas :)

É muito raro nós comprarmos pizza congelada cá em casa: normalmente optamos por fazer a nossa própria pizza, e em alternativa quando nos bate a preguiça optamos por encomendar no dia de 50% de desconto da Pizza Hut.

No entanto, é inegável que as pizzas congeladas são bem mais baratas do que as da Telepizza ou da Pizza Hut, e por isso quando temos várias pessoas para jantar (e pouco tempo para cozinhar) optamos por comprar pizzas congeladas no supermercado mais próximo. Não são tão boas como as caseiras, mas é o que se arranja (e a malta nunca é esquisita com pizza).

Por outro lado, há sempre formas de melhorar um pouquinho uma pizza congelada aborrecida e deixar os convidados surpreendidos e deliciados. É muito simples: basta acrescentarem na vossa pizza congelada um pouquinho mais de queijo ralado, orégãos, molho de tomate, cogumelos ou até cubinhos de bacon. Não fica tão boa como uma pizza caseira, mas garanto-vos que fica bem melhor do que a versão original :D

As duas pizzas que vos mostro são da marca Pingo Doce. A primeira é de tomate e mozzarella de búfala, à qual juntei uma mistura de três queijos. Na segunda, uma pizza vegetariana, juntei também orégãos secos e queijo mozzarella. Ficaram deliciosas (embora eu seja bastante apreciadora da pizza vegetariana, por isso presumo que seja suspeita) :)




Rematada com petits gâteaux de chocolate e gelado de iogurte com frutos silvestres (ambos da marca Pingo Doce) esta é uma refeição que deixa qualquer estudante bem feliz (pelo menos pela minha experiência em organizar jantares!) :)

Até amanhã :)

30 de julho de 2013

Pizza deliciosa para mais uma Terça-feira da pizza :D

I can hear the sounds of violins,
Long before it begins.
Make me thrill as only you know how,
Sway me smooth, sway me now.

Other dancers may be on the floor.
Dear, but my eyes will see only you.
Only you have the magic technique,
When we sway I go weak.

Dean Martin


A Terça-feira da pizza acontece cá em casa em cada Terça-feira alternada do mês, já há três anos. Começou numa tentativa de aproveitar a promoção de 50% de desconto da Pizza Hut (que acontece todas as Terças), e assim continuou quando descobrimos as maravilhas de cozinhar pizza caseira. Depois de algumas experiências pouco gratificantes descobrimos finalmente uma massa de pizza que nos levou à loucura, e desde então fomos fiéis a esta receita.


Na verdade confesso que há uns meses que este paradigma se está a alterar - de facto, julgo que está na altura de assumirmos que já só temos uma Terça-feira da pizza por mês. Há semanas em que não temos vontade de comer pizza (algo que nunca pensei ser possível!), outras em que chegamos a casa demasiado tarde para deixar a massa a levedar, e até há semanas em que nos esquecemos que era Terça-feira da pizza.


Assim sendo, e ao contrário da nossa Sexta-feira mexicana, julgo que a Terça-feira da pizza tem os dias contados. Mas enquanto isso não acontece, sabe sempre bem comer uma bela pizza cheia de queijo derretido :D

Esta pizza tem uma combinação de ingredientes no mínimo original: queijo mozzarella, queijo de cabra light da Palhais, azeitonas pretas, cogumelos e bacon. Podia chamar-se 'pizza vou-passar-uma-semana-a-casa-dos-meus-pais-e-preciso-de-gastar-as-embalagens-abertas-que-estão-no-frigorífico-em-Lisboa', mas acho que lhe vou chamar antes um mais glamoroso 'pizza deliciosa'.

Espero que gostem :D


Pizza deliciosa

Ingredientes (para quatro pessoas):

* 250g de farinha;
* 4g de fermento de padeiro (uma colher de chá);
* 4g de açúcar (uma colher de chá);
* 2g de sal;
* 150ml de água;
* Uma colher de sopa de azeite;

* Molho de tomate a gosto;
* Uma colher de chá de orégãos;
* 200g de queijo mozzarella ralado;
* 50g de queijo de cabra light cortado em cubinhos da Palhais;
* Uma mão cheia de azeitonas pretas em rodelas;
* 100g de cogumelos brancos laminados;
* 80g de bacon cortado em cubinhos.

Confecção:

* Dissolver o fermento de padeiro e o açúcar em 50ml de água morna;

* Mexer e deixar actuar durante trinta minutos;

* Juntar a farinha, o sal, o azeite, a mistura anterior de fermento e a água restante;

* Enfarinhar as mãos e amassar bem durante cerca de quinze minutos;

* Colocar a massa numa tigela grande, tapar com um pano lavado e seco e deixar levedar durante duas horas (como tinha pouco tempo deixei a levedar durante uma hora no forno pré-aquecido a 70º);

* Amassar novamente e estender numa superfície enfarinhada;

* Colocar num tabuleiro do forno coberto com papel vegetal ou papel de alumínio e rechear com o molho de tomate, os orégãos, o queijo mozzarella, o queijo de cabra, as azeitonas, os cogumelos e o bacon (ou outros ingredientes que queiram);

* Levar ao forno pré-aquecido na temperatura máxima (nos fornos profissionais a pizza coze a 350º, por isso é bastante importante que mantenham o forno o mais quente possível);

* Assar a pizza durante quinze minutos.



Boa Terça-feira da pizza :D 

16 de abril de 2013

Pizza com pimentos e cogumelos para uma Terça-feira da pizza :D

When the moon hits you eye,
Like a big pizza pie:
That's amore!

When the world seems to shine,
Like you've had too much wine:
That's amore!

Bells will ring,
Ting-a-ling-a-ling,
Ting-a-ling-a-ling,
And you'll sing 'Vita bella'!

Dean Martin


Eu nunca fui particularmente fã de pizza. Como vivia numa terra pequena onde não havia pizzarias que entregassem no domicílio (ou pizzarias no geral, diga-se) só comecei a ser apreciadora do conceito quando fui para o secundário, conheci as minhas amigas e começámos a ir uma vez por semana a uma pizzaria ao lado da escola. 


Quando vim para a faculdade foi outra história: de repente uma pizza no congelador transformou-se no meu conceito de jantar decente, em oposição a rissóis, pão com queijo e tomate ou taças de chocapic. 

Foi uma felicidade para nós quando a Pizza Hut começou a fazer 50% de desconto nas pizzas à Terça-feira, e assim durante um breve período de tempo todas as Terças-feiras eram o dia da pizza cá em casa. 
 

Com o tempo aprendemos a cozinhar e começámos a ter mais cuidado com a nossa alimentação até porque já quase rebolávamos. A pizza começou a aparecer só em semanas alternadas, e começámos até a experimentar algumas receitas em casa.

A nossa receita de pizza mantém-se assim inalterada desde que a encontrámos pela primeira vez, depois de percorrermos um caminho tortuoso repleto de receitas de massa de pizza insatisfatórias. E é esta mesma receita, sem qualquer alteração, que fazemos todas as Terças-feiras da pizza, que continuam a acontecer em semanas alternadas

 

Esta é mais uma das nossas tradições românticas, juntamente com o nosso jantar mexicano que acontece todas as Sextas-feiras. E tal como o jantar mexicano esta é uma tradição bem deliciosa (e além disso é possivelmente o único prato vegetariano que o Pedro come sem se queixar!) :D

 

Pizza com pimentos e cogumelos 

Ingredientes (para quatro pessoas):

* 250g de farinha;
* Uma colher de chá de fermento de padeiro (4g);
* Uma colher de chá de açúcar (4g)
* Uma pitada de sal;
* 150ml de água quente;
* Duas colheres de chá de azeite;
* Molho de tomate a gosto;
* Uma colher de chá de orégãos;
* Uma colher de cá de mistura de especiarias italianas;
* 100g de cogumelos laminados; 
* Dois pimentos padrão sem sementes e cortados em rodelas; 
* 200g de queijo ralado (desta vez usei uma mistura de quatro queijos).

Confecção: 

* Dissolver o fermento de padeiro e o açúcar em 50ml de água quente;

* Mexer e deixar actuar durante 20 minutos;

* Juntar a farinha, o sal, o azeite, a mistura anterior de fermento e a água restante;

* Amassar bem durante cerca de 15 minutos;

* Colocar a massa numa tigela grande, tapar com um pano lavado e seco e deixar levedar durante duas horas (desta vez, e como ia chegar a casa tarde, optei por preparar a massa na noite anterior e deixá-la a levedar durante a noite);

* Amassar novamente e estender numa superfície enfarinhada;

* Colocar num tabuleiro do forno coberto com papel vegetal e cobrir com o molho de tomate, os orégãos, as especiarias italianas, os cogumelos, os pimentos e o queijo;

* Levar ao forno pré-aquecido na temperatura máxima (nos fornos profissionais a pizza coze a 350º, por isso é bastante importante que mantenham o forno o mais quente possível); 

* Assar a pizza durante 15 a 20 minutos, dependendo do gosto.


Cá em casa gostamos da massa da pizza mais crocante, por isso deixamos a pizza no forno durante 20 minutos e fica perfeita :D Podem usar todo o tipo de combinações de ingredientes, mas esta faz bastante sucesso cá em casa :D 

Até amanhã! :D