É verdade que foi uma viagem cara e que não se fez grande coisa, mas trouxemos connosco memórias (e fotos) lindas, e não consigo evitar sorrir sempre que me lembro daqueles dias tão bons :D Espero que tenham gostado! :)
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6 de julho de 2017
Santorini 2017 #9
Eeeeee chegou ao fim a foto-reportagem de Santorini * snif *. Foi uma viagem absolutamente inesquecível, e fiquei a morrer de vontade de conhecer outras ilhas gregas (Mykonos, Creta, Rhodes...) (Vá, a bem da verdade eu já tinha imensa curiosidade de conhecer Rhodes por causa do Poirot!).
É verdade que foi uma viagem cara e que não se fez grande coisa, mas trouxemos connosco memórias (e fotos) lindas, e não consigo evitar sorrir sempre que me lembro daqueles dias tão bons :D Espero que tenham gostado! :)
É verdade que foi uma viagem cara e que não se fez grande coisa, mas trouxemos connosco memórias (e fotos) lindas, e não consigo evitar sorrir sempre que me lembro daqueles dias tão bons :D Espero que tenham gostado! :)
5 de julho de 2017
Santorini 2017 #8
Por aqui mantemo-nos em casa. O Mati ainda se mantém contagioso, por isso estamos em modo quarentena pelo menos até Sexta-feira. Hoje é o nosso 13º dia. Em treze dias, e à excepção das saídas para o hospital e para o centro de saúde, eu só saí de casa duas vezes: no Sábado fui buscar o Pedro ao aeroporto (com direito a cartaz com corações e a prendinhas) e ontem fomos tentar tirar o visto para a Rússia (tarefa que se tem revelado extremamente complexa e já nos fez ficar muito arrependidos da nossa escolha de destino).
Por outro lado, agora as rotinas acalmaram. O Matias tem dormido 13h seguidas todas as noites e umas sestas simpáticas durante o dia. Tem comido razoavelmente e está animado. Já acabou o antibiótico. Já não tem febre desde Sexta-feira. Aparentemente está sem comichão. Já come banana sozinho (damos-lhe a banana com a casca aberta para a mão e ele vai comendo). Já diz a sua primeira palavra (que não é mamã nem papá, mas sim olá!). Já consegue subir e descer da nossa cama. Já anda e já tenta correr. Está um fofo. Está um bonzão.
E nós estamos a recuperar.
Por outro lado, agora as rotinas acalmaram. O Matias tem dormido 13h seguidas todas as noites e umas sestas simpáticas durante o dia. Tem comido razoavelmente e está animado. Já acabou o antibiótico. Já não tem febre desde Sexta-feira. Aparentemente está sem comichão. Já come banana sozinho (damos-lhe a banana com a casca aberta para a mão e ele vai comendo). Já diz a sua primeira palavra (que não é mamã nem papá, mas sim olá!). Já consegue subir e descer da nossa cama. Já anda e já tenta correr. Está um fofo. Está um bonzão.
E nós estamos a recuperar.
| Continuando com as fotos da nossa viagem de barco à volta da ilha de Santorini :) |
1 de julho de 2017
Santorini 2017 #7
Hoje regressaria de Helsínquia. Nas próximas semanas haveria por aqui a já habitual e demasiado extensiva foto-reportagem das igrejas, dos museus, dos monumentos, dos mercados com carninha de rena e do cruzeiro a Tallinn.
Mas as coisas não correm sempre como queremos. Depois do Mati ter alta eu decidi ficar, e o Pedro não teve outra alternativa senão ir (ia fazer uma apresentação no congresso). E eu fiquei sozinha, perdida, esgotada, triste e zangada.
Os últimos dias foram muito difíceis, mas aos poucos vamos voltando à normalidade. O Matias já está melhor (não está bom, mas está melhor). As noites têm sido um pesadelo, mas os dias são mais tranquilos. A minha sogra foi ao supermercado e à farmácia e fez panquecas. A Joana e o Bernardo encomendaram um ramo enorme de rosas, que foi entregue cá em casa. A Beatriz trouxe éclairs da L'Éclair. As ofertas de ajuda chegaram de todo o lado. O Pedro regressa hoje.
E a vida continua. O sol continuará a nascer e a pôr-se. E amanhã vai ser melhor.
Amanhã é sempre melhor.
Mas as coisas não correm sempre como queremos. Depois do Mati ter alta eu decidi ficar, e o Pedro não teve outra alternativa senão ir (ia fazer uma apresentação no congresso). E eu fiquei sozinha, perdida, esgotada, triste e zangada.
Os últimos dias foram muito difíceis, mas aos poucos vamos voltando à normalidade. O Matias já está melhor (não está bom, mas está melhor). As noites têm sido um pesadelo, mas os dias são mais tranquilos. A minha sogra foi ao supermercado e à farmácia e fez panquecas. A Joana e o Bernardo encomendaram um ramo enorme de rosas, que foi entregue cá em casa. A Beatriz trouxe éclairs da L'Éclair. As ofertas de ajuda chegaram de todo o lado. O Pedro regressa hoje.
E a vida continua. O sol continuará a nascer e a pôr-se. E amanhã vai ser melhor.
Amanhã é sempre melhor.
26 de junho de 2017
Santorini 2017 #6
Esta Quarta-feira ia para Helsínquia. O Pedro tem um congresso lá e tínhamos decidido aproveitar para fazer uma espécie de férias a dois, mas tendo em conta que o Matias está aflito e não dorme (nem ele, nem nós) há duas noites estou seriamente a repensar a minha vida. Por um lado, sei que não vou sossegada. Por outro, sei que ele vai ficar melhor e que é uma questão de tempo. Enfim, só me resta ver fotos das nossas férias passadas e tentar decidir-me :)
(Entretanto, se alguém tiver daquelas dicas caseiras para combater a comichão da varicela fico muito agradecida. Vale tudo, até água benzida pela Ārohirohi.)
(Entretanto, se alguém tiver daquelas dicas caseiras para combater a comichão da varicela fico muito agradecida. Vale tudo, até água benzida pela Ārohirohi.)
| Ainda na praia :) |
25 de junho de 2017
Santorini 2017 #5
Uns cinco minutos depois do pôr-do-sol a malta debandava em massa de Oia e a vila ficava praticamente deserta. Era quase uma experiência surreal: num minuto tinham pessoas empoleiradas em cima de vocês para tirar uma selfie, no minuto seguinte estavam sozinhos a olhar para o horizonte. Aconteceu isso nos dois dias em que vi o pôr-do-sol do castelo, e sinceramente achei um piadão enorme à coisa. No fim, acabei por ficar com esses momentos gravados na memória: passear à noite por Oia deserta, só com as luzinhas das casas acesas :)
14 de junho de 2017
Santorini 2017 #4
Quando mais tempo passa desde que regressei de Santorini, mais gosto da viagem. Eu sei que isto pode parecer uma afirmação estranha e não quer de todo dizer que não gostei de Santorini enquanto lá estive, mas na verdade não nego que estava preocupada. Foi a primeira viagem internacional do Matias, para um sítio com comida 'diferente', com rotinas diferentes e inclusivamente com pessoas diferentes (sem o pai e com a avó e a bisavó, que infelizmente ele não vê tão frequentemente como gostaríamos). É claro que foi divertido e que gostei muito, mas também foi cansativo e desgastante (aliás, esta última frase descreve bastante bem toda a minha experiência de ser mãe nos últimos meses!) :D
Agora, no conforto do meu sofázinho, enquanto o Matias dorme a sua sesta ou brinca com o pai, olho para as fotos e sinto-me tranquila. Não me lembro das sestas que o Matias não dormiu ou das birras que fez. Não me lembro da febre no aeroporto.
Lembro-me de ver o pôr-do-sol. Lembro-me do branco muito branco e do azul incrivelmente azul. Lembro-me dos copos de vinho e de gin. Lembro-me das azeitonas.
Santorini foi uma viagem dos diabos :)
Agora, no conforto do meu sofázinho, enquanto o Matias dorme a sua sesta ou brinca com o pai, olho para as fotos e sinto-me tranquila. Não me lembro das sestas que o Matias não dormiu ou das birras que fez. Não me lembro da febre no aeroporto.
Lembro-me de ver o pôr-do-sol. Lembro-me do branco muito branco e do azul incrivelmente azul. Lembro-me dos copos de vinho e de gin. Lembro-me das azeitonas.
Santorini foi uma viagem dos diabos :)
9 de junho de 2017
Santorini 2017 #3
Agora que já desabafei, aqui vão mais fotos de Santorini (hoje estou de urgência à noite e felizmente não há muito para fazer, por isso vou aproveitar para pôr o blog em dia e juntar ainda mais ideias ao meu painel do Pinterest sobre a festa d'A Espada Era a Lei').
Aqui vão :D
Aqui vão :D
| Nunca estive num sítio tão branco e tão azul :D |
6 de junho de 2017
Santorini 2017 #2
O pôr-do-sol em Santorini é uma thing, principalmente se ficarem em Oia. O ponto 'clássico' para observarem o pôr-do-sol é o local das ruínas do castelo, onde a malta se começa a juntar horas (horas!) antes para fotografar o pôr-do-sol. Das quatro noites que passámos em Santorini, fotografei o pôr-do-sol do castelo em duas, e sinceramente achei aquilo um-bocadinho-para-o-sobrevalorizado.
Talvez tenha sido por causa das minhas expectativas. Talvez tenha sido porque efectivamente o pôr-do-sol da nossa villa (e do nosso jacuzzi) era igualmente bonito, com a Caldera a iluminar-se de cor-de-rosa. Talvez tenha sido porque ao meu lado no primeiro dia estavam dois australianos a comentar que o melhor pôr-do-sol que já tinham visto foi... Em Lisboa.
Independentemente disso, é inegável que o pôr-do-sol em Santorini é bonito. Aqui vão mais algumas fotos :)
Talvez tenha sido por causa das minhas expectativas. Talvez tenha sido porque efectivamente o pôr-do-sol da nossa villa (e do nosso jacuzzi) era igualmente bonito, com a Caldera a iluminar-se de cor-de-rosa. Talvez tenha sido porque ao meu lado no primeiro dia estavam dois australianos a comentar que o melhor pôr-do-sol que já tinham visto foi... Em Lisboa.
Independentemente disso, é inegável que o pôr-do-sol em Santorini é bonito. Aqui vão mais algumas fotos :)
4 de junho de 2017
Santorini 2017 #1
Andava há mais de um ano a sonhar com esta viagem a Santorini, e sinceramente ainda nem acredito que já aconteceu. Foram cinco dias tão bons que confesso que ainda parece um bocadinho um sonho :)
Voámos para Santorini via Roma. Fizemos Lisboa-Roma pela TAP (saímos no voo das 06.50h) e Roma-Santorini pela Vueling (chegámos às 16.05h). Pelo que vi, a maioria das pessoas opta por fazer Lisboa-Atenas de avião e ir para Santorini de barco, mas eu achei que seria mais cansativo e confuso fazer isso com o Matias.
Santorini é uma ilha pequena (sensivelmente do tamanho de Lisboa). A 'capital' da ilha é Fira e a cidade turística mais conhecida é Oia. Depois de pensarmos nos prós (proximidade, beleza, logística) e nos contras (preço, confusão) optámos por ficar em Oia.
Como a grande maioria dos hotéis de luxo de Oia não aceita crianças com menos de treze anos, ocorreu-nos que poderíamos reservar uma villa. Optámos pela Compass Villa e OH. MEU. DEUS.
A casa era fantástica. Tinha uma sala, uma cozinha, uma casa-de-banho tradicional grega, dois quartos, um terraço à volta da casa, um jacuzzi e uma vista panorâmica para a Caldera e para o Mar Egeu. Estava completamente equipada com tudo o que consigam imaginar e os donos eram super prestáveis. Foram impecáveis em relação ao facto de termos um bebé e arranjaram um berço, uma cadeira da papa e uma banheira (que estavam completamente novas e ainda tinham etiquetas!), bem como uma varinha mágica para a sopa e pratinhos e talheres de criança :D O frigorífico estava cheio de comida (queijo feta, salsichas gregas, iogurtes gregos, azeitonas deliciosas, legumes, fruta, etc) e havia sempre pão, bolinho caseiro, chá, café, mel... Enfim, nunca tinha ficado numa casa de férias e fiquei fã :D
De dia passeávamos, descansávamos e brincávamos com o Matias. Ao fim da tarde deitávamos o Matias, ligávamos o intercomunicador (levo-o sempre para todo o lado, é um descanso dos diabos!) e jantávamos no terraço ou na sala, bebíamos um belo copo de vinho, íamos para o jacuzzi... * suspiro *
Sem mais demoras, aqui vão algumas fotos :D
Voámos para Santorini via Roma. Fizemos Lisboa-Roma pela TAP (saímos no voo das 06.50h) e Roma-Santorini pela Vueling (chegámos às 16.05h). Pelo que vi, a maioria das pessoas opta por fazer Lisboa-Atenas de avião e ir para Santorini de barco, mas eu achei que seria mais cansativo e confuso fazer isso com o Matias.
Santorini é uma ilha pequena (sensivelmente do tamanho de Lisboa). A 'capital' da ilha é Fira e a cidade turística mais conhecida é Oia. Depois de pensarmos nos prós (proximidade, beleza, logística) e nos contras (preço, confusão) optámos por ficar em Oia.
Como a grande maioria dos hotéis de luxo de Oia não aceita crianças com menos de treze anos, ocorreu-nos que poderíamos reservar uma villa. Optámos pela Compass Villa e OH. MEU. DEUS.
A casa era fantástica. Tinha uma sala, uma cozinha, uma casa-de-banho tradicional grega, dois quartos, um terraço à volta da casa, um jacuzzi e uma vista panorâmica para a Caldera e para o Mar Egeu. Estava completamente equipada com tudo o que consigam imaginar e os donos eram super prestáveis. Foram impecáveis em relação ao facto de termos um bebé e arranjaram um berço, uma cadeira da papa e uma banheira (que estavam completamente novas e ainda tinham etiquetas!), bem como uma varinha mágica para a sopa e pratinhos e talheres de criança :D O frigorífico estava cheio de comida (queijo feta, salsichas gregas, iogurtes gregos, azeitonas deliciosas, legumes, fruta, etc) e havia sempre pão, bolinho caseiro, chá, café, mel... Enfim, nunca tinha ficado numa casa de férias e fiquei fã :D
De dia passeávamos, descansávamos e brincávamos com o Matias. Ao fim da tarde deitávamos o Matias, ligávamos o intercomunicador (levo-o sempre para todo o lado, é um descanso dos diabos!) e jantávamos no terraço ou na sala, bebíamos um belo copo de vinho, íamos para o jacuzzi... * suspiro *
Sem mais demoras, aqui vão algumas fotos :D
| Um dos quartos :D |
30 de maio de 2017
Santorini com um bebé de um ano - A logística
Dificilmente eu conto como especialista em viajar com crianças, até porque só tenho um filho, que viajou comigo três vezes até agora (para o Alentejo com três meses, para os Açores com quatro e para Santorini com um ano). No entanto, recebo imensos mails que pedem dicas sobre a logística de viajar com os miúdos, e achei que poderia ser útil (para vocês e para a Joana do futuro) partilhar algumas estratégias. Aqui vão:
* Comunicação, comunicação, comunicação
Eu quero ir a todo o lado com o Matias. O Pedro não quer ir a lado nenhum com o Matias. Daqui a um ano vamos ao Pólo Norte (sim, true story, já andamos há dois anos a planear esta viagem), e por mim levava-se o miúdo sem qualquer problema (claro que exigiria um planeamento diferente, mas nada que não se faça). Mas o Pedro não concorda de todo (a sério, a cara dele quando eu sugeri levar o Matias!), e por isso é preciso muuuuuuuita comunicação. Perceber qual é o objectivo de cada um, quais são as expectativas para a viagem, em que é que cada um está disposto a ceder (ou não), etc.
* Comunicação, comunicação, comunicação
Eu quero ir a todo o lado com o Matias. O Pedro não quer ir a lado nenhum com o Matias. Daqui a um ano vamos ao Pólo Norte (sim, true story, já andamos há dois anos a planear esta viagem), e por mim levava-se o miúdo sem qualquer problema (claro que exigiria um planeamento diferente, mas nada que não se faça). Mas o Pedro não concorda de todo (a sério, a cara dele quando eu sugeri levar o Matias!), e por isso é preciso muuuuuuuita comunicação. Perceber qual é o objectivo de cada um, quais são as expectativas para a viagem, em que é que cada um está disposto a ceder (ou não), etc.
28 de maio de 2017
Santorini 2017 - O resumo! :D
Iogurte grego com mel e nozes.
O pôr-do-sol.
O Matias a devorar azeitonas e queijo feta.
Telhados azuis.
A cor do mar.
O nosso jacuzzi com vista.
Ouvir (e cantar!) músicas gregas.
Beber gin tónico. Com azeitonas. No jacuzzi.
Ir à praia pela primeira vez com o Matias (um fiasco, mas um fiasco divertido!).
Comer salada grega e beber Chardonnay.
Provar ouzo (e gostar!).
Acordar todos os dias às seis da manhã com o Mati aos saltos na cama dele.
Construir memórias. Concretizar sonhos. Guardar gargalhadas.
Viver.
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As fotos de Santorini vêm aí! :D
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