Uma das melhores partes de estar de baixa é poder comer o pequeno-almoço devagar. Acabaram-se as torradas devoradas no carro por entre manobras manhosas e o pacotinho de leite bebido no percurso entre o estacionamento e o hospital, acabaram-se as saídas à pressa sem comer, acabaram-se os batidos engolidos antes da primeira consulta do dia. Agora sou só eu e os minutos a passar lentamente no relógio. E a parte difícil é escolher com que pequeno-almoço dos céus me irei presentear nesse dia.
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13 de janeiro de 2016
13 de julho de 2015
Crepes paleo (sem glúten, sem açúcar) para um desastre musical!
Colder crying on your shoulder.
Hold her, and tell her every thing's gonna be fine.
Surely, you've been going too early.
Hurry 'cause no one's gonna be stopped.
But if you sing, sing, sing, sing, sing, sing.
For the love you bring won't mean a thing,
Unless you sing, sing, sing, sing, sing, sing.
Hold her, and tell her every thing's gonna be fine.
Surely, you've been going too early.
Hurry 'cause no one's gonna be stopped.
But if you sing, sing, sing, sing, sing, sing.
For the love you bring won't mean a thing,
Unless you sing, sing, sing, sing, sing, sing.
Travis
27 de novembro de 2014
Crepes de Nutella e coco para a epifania que salvou a minha vida.
I'll spread my wings and I'll learn how to fly.
I'll do what it takes, 'till I touch the sky I'll.
Make a wish, take a chance,
Make a change, and breakaway.
I'll do what it takes, 'till I touch the sky I'll.
Make a wish, take a chance,
Make a change, and breakaway.
Kelly Clarkson
Já referi algumas vezes e de forma muito en passant que sofri durante algum tempo de um distúrbio alimentar. Não é algo que pretenda explorar aqui, mas também não é propriamente um segredo e não tenho grandes problemas em falar disso (o que não quer dizer que adore, mas enfim).
A história de hoje passa-se nessa altura.
Estava já no meu caminho de regresso a mim própria. A teoria estava consolidada e a prática ia sendo aplicada um bocadinho a medo. O controlo ainda era o meu calcanhar de Aquiles, mas estava naquele momento a passos de gigante da Joana maluquinha do passado. E fui a Paris.
Um dia fomos comer um crepe e eu vi-me perante uma indecisão épica e extraordinariamente difícil: pedia um crepe de Nutella, ou pedia um crepe de coco? A resposta chegou até mim de uma maneira de tal forma brusca que passei a compreender os profetas do passado com as suas visões e epifanias religiosas - eu podia pedir um crepe de Nutella E coco.
É claro que por mim tinham já passado meses de acompanhamento, de lutas diárias contra a balança e a comida e de grandes avanços e pequenos recuos. É claro que não foi um crepe de me curou, mas sim uma combinação infalível de força, capacidade de encaixe, apoio de quem me rodeava e muito amor (próprio e dos outros). Mas aquela epifania foi fulcral porque marcou o dia em que eu voltei a ser oficialmente feliz.
Pedi um crepe de Nutella e coco. Porque não só podia, mas devia. Porque tinha literalmente ordem médica para recuperar peso e ser feliz. Porque ser saudável implicava comer - independentemente de optar por fazê-lo com gulodices. Porque estava cansada de estar doente e farta de perder o controlo de mim para uma doença idiota.
E sabem que mais? Ganhei.
Há uma sensação de invencibilidade que fica dentro de toda a gente que vence uma doença mais grave. Uma espécie de felicidade intrínseca que nos faz recordar, mesmo (e talvez até especialmente) nos dias piores, onde já estivemos no passado e o quanto lutámos para estar aqui agora. Uma espécie de auto-gratidão pelo quanto fomos fortes quando foi preciso: porque acreditem, todas as curas são também um processo de resolução interior.
Há quem decida agradecer das formas mais variadas. Eu faço questão de comer um crepe de Nutella e coco sempre que vou a Paris. E, tal como daquela vez, também digo com um grande sorriso maroto:
- 'Mas com moooooooooooontes de Nutella!'.
Um dia o relato da minha epifania foi a epifania de alguém. Nesse dia eu ajudei uma desconhecida (que não demorou a tornar-se amiga) a curar-se e soube que era isso que queria fazer para o resto da minha vida. Sei que desse lado há outras pessoas a passar pelo mesmo, e desejo do fundo da minha alma que a vossa epifania chegue em breve.
Porque toda a gente merece ser feliz. Porque toda a gente merece recuperar o controlo sobre a sua saúde. Porque toda a gente merece crepes degradantes só porque sim.
Porque toda a gente merece sentir-se invencível.
Crepes de Nutella e coco
Ingredientes (para quatro crepes):
* 90ml de leite;
* 90ml de água;
* Uma gema de ovo;
* Uma colher de sopa de açúcar;
* Meia chávena de farinha;
* Duas colheres de sopa de manteiga derretida;
* Nutella q.b.;
* Coco ralado q.b.
Confecção:
* Juntar todos os ingredientes pela ordem acima e bater bem com a batedeira;
* Levar ao frigorífico durante pelo menos duas horas (ou durante a noite);
* Aquecer a máquina de fazer crepes e colocar uma concha da massa, usando a espátula para espalhar bem (se usarem uma frigideira simplesmente inclinem para os lados para que a massa se espalhe);
* Esperar cerca de um minuto e virar o crepe com cuidado;
* Deixar cozinhar do lado oposto, retirar e repetir até acabar a massa;
* Servir com a Nutella e o coco;
* Curar-se de doenças.
Até amanhã :D
12 de junho de 2014
Crepes sem açúcar para alguém irremediavelmente inadequado :)
Chances thrown, nothing's free,
Longing for what used to be.
Still it's hard, hard to see,
Fragile lives, shattered dreams.
The Offspring
Durante um certo período da minha vida confundi ser madura com levar-me demasiado a sério. Achava sinceramente que para ser responsável e independente precisava de ser mais moderada e menos parvinha e, de alguma forma, acabei por me tornar numa pessoa mais sisuda e aborrecida.
Isso mudou em Maio do ano passado. Eu e o Pedro estávamos a atravessar uma mini-crise do nosso relacionamento e decidimos ter longas conversas sobre o que poderíamos melhorar em equipa. E uma das coisas que o Pedro me disse foi que a espontaneidade louca que o fez apaixonar-se por mim estava a desaparecer aos pouquinhos da minha personalidade.
Na altura fiquei zangada: achei que ele estava a ser injusto e que eu continuava igual à rapariga inocente e pateta por quem ele se apaixonou. Mas eventualmente fui honesta comigo própria e percebi que efectivamente não me identificava com aquela mona em que me tinha transformado. E decidi deixar de me levar tão a sério.
Hoje continuo a lutar por isso. Num mundo onde alguém espontâneo é frequentemente confundido com alguém imaturo ou infantil eu continuo a falar da minha futura quinta, do meu amor pelas vaquinhas, de todos os meus sonhos pequeninos, da minha instituição, das minhas piadas totós e das minhas dúvidas existenciais metafísicas. Num mundo onde todos lutam para esconder o que pensam eu esforço-me para ser mais verdadeira, mais honesta e, porque não, mais inadequada.
Porque, em última análise, isso é quem eu sou: a pessoa mais socialmente inadequada de sempre. E hoje, mais do que nunca, tenho imenso orgulho nisso.
E por isso agora que os smoothies verdes estão super na moda (com razão, porque são bastante bons) eu sou a estranha que descobriu os crepes :)
Crepes sem açúcar
Ingredientes (para três crepes fininhos):
* Cinco colheres de sopa de farinha;
* 55ml de leite;
* 55ml de água fria;
* Um ovo;
* Uma pitada de sal;
* Uma colher de sopa de manteiga derretida.
Confecção:
* Misturar todos os ingredientes pela ordem descrita e bater bem com a batedeira ou a vara de arames;
* Aquecer a máquina de fazer crepes e pincelar com óleo (eu uso em spray);
* Colocar uma concha de massa e espalhar com o utensílio próprio;
* Deixar cozinhar durante aproximadamente trinta segundos e virar do outro lado;
* Deixar cozinhar durante mais trinta segundos e reservar;
* Servir com banana e um fio de mel.
Até amanhã :D
8 de maio de 2014
Crepes da Julia Child e a liberdade de escolha.
Woman!
You know you're a woman,
You got to be a woman,
I got the feeling of love.
When you're talking to me
You see right through me.
I got the feeling of love.
Wolfmother
Um dia mais tarde e se a conjuntura o permitir eu e o Pedro gostávamos imenso que um de nós ficasse em casa com os miúdos durante os primeiros anos da vida deles.
Infelizmente isto não é nada fácil de admitir numa sociedade que acha que devíamos trabalhar doze horas por dia e manter simultaneamente a casa imaculada, a saúde impecável e a beleza intocável. Na verdade, sempre que digo isto a alguém sou criticada: se refiro que gostava de ficar em casa a cuidar das crianças sou limitada, preguiçosa ou pouco ambiciosa, e se digo que não me importava que o Pedro ficasse em casa a cuidar das crianças sou uma burra e o Pedro é um fraquinho, um aproveitador ou um mandrião.
Honestamente não me podia importar menos com o que as pessoas pensam sobre as minhas opções de vida, e não estou a tentar justificar-me. Estou simplesmente a explicar-vos isto para que percebam que há pessoas que têm ambições diferentes: se calhar eu não quero ter um doutoramento, uma casa incrível e o telemóvel mais recente, e em vez disso a minha maior ambição é ser a melhor mãe e esposa que consigo. Qual é ao certo o problema nisso?
Aparentemente, para os outros há muitos problemas nisto. Os outros, que apregoam a liberdade de escolha mas criticam quem faz opções diferentes. Os outros, que defendem a igualdade de direitos mas não compreendem quem vê a outra pessoa da relação exactamente da mesma maneira (com os mesmos direitos e com os mesmos deveres).
Na primeira loja de vestidos de noiva em que entrei a rapariga que me atendeu disse que eu devia escolher o vestido que fosse mais adequado à situação. Vim embora. Eu não sou uma pessoa adequada. Eu não quero um vestido adequado. Eu não quero uma vida adequada.
Eu quero uma vida livre e feliz, onde possa fazer crepes sem ter de ouvir que 'as mulheres andaram a lutar pela emancipação durante décadas e agora eu passo a vida na cozinha'.
Adivinhem? É a minha vida. São os meus crepes. E ninguém tem rigorosamente nada a ver com isso.
Crepes (receita adaptada do livro 'Mastering the Art of French Cooking' da Julia Child)
Ingredientes (para aproximadamente oito crepes):
* 190ml de leite;
* 185ml de água;
* Três gemas de ovo;
* Uma colher de sopa de açúcar;
* Três colheres de sopa de licor à escolha (eu usei rum);
* Uma chávena de farinha (ou 125g);
* Cinco colheres de sopa de manteiga derretida.
Confecção:
* Juntar todos os ingredientes pela ordem acima e bater bem com a batedeira;
* Levar ao frigorífico durante pelo menos duas horas (ou durante a noite);
* Aquecer a máquina de fazer crepes e colocar uma concha da massa, usando a espátula para espalhar bem (se usarem uma frigideira simplesmente inclinem para os lados para que a massa se espalhe);
* Esperar cerca de um minuto e virar o crepe com cuidado;
* Deixar cozinhar do lado oposto, retirar e repetir até acabar a massa!
Servi com o molho de morango caseiro que vos mostrei ontem e com coco, mas também experimentámos com açúcar em pó ou banana :) Ficaram uma delícia! :D
Até amanhã! :D
27 de fevereiro de 2014
Crepes integrais para um dia de chuva e de preguiça :D
Por estes lados a chuva veio para ficar. E se por um lado eu já estou mortinha que cheguem os dias cheios de luz, por outro continuo a adorar passar as tardes preguiçosas de Domingo enroscada no sofá, coberta com a minha manta azul, a ouvir músicas relaxantes, a beber uma bela caneca de chá bem quentinho e a comer torradinhas barradas com compota.
Sim, decididamente nunca me irei fartar disto.
Agora que as tardes de fim-de-semana sem nada para fazer escasseiam, tento aproveitar ao máximo as que ainda consigo ter. Por isso visto a minha camisola das ovelhinhas, umas calças de fato de treino e umas meias fofinhas e mergulho para dentro do sofá durante horas, alternando entre ouvir música, ver episódios das minhas séries preferidas, escrever no blog ou resmungar porque estou aborrecida.
Cada um é para o que nasce, e eu não nasci para estar parada. Mas de vez em quando sabe tão, tão bem.
Chegada a hora do lanche decido vencer um bocadinho a inércia fazendo um lanche especial. A escolha recai sobre estes crepes saudáveis e fáceis, e salto imediatamente para a cozinha.
Meia hora depois estou novamente mergulhada no sofá, mas desta vez estou a deliciar-me com um maravilhoso crepe com doce de framboesa.
Sim, decididamente nunca me irei fartar disto.
Crepes integrais (receita adaptada do blog 'Julia's Album')
Ingredientes (para quatro crepes):
* Uma chávena de chá de leite;
* Onze colheres de sopa de farinha de trigo integral peneirada;
* Um ovo;
* Uma colher de chá de óleo;
* Uma colher de sopa de açúcar;
* Um quarto de colher de chá de fermento em pó.
Confecção:
* Misturar todos os ingredientes e bater com uma vara de arames;
* Aquecer bem uma frigideira anti-aderente larga e, usando uma concha da sopa, colocar uma pequena camada de massa;
* Rodar a frigideira para que a massa cubra toda a superfície e deixar cozinhar durante cerca de um ou dois minutos;
* Quando começar a formar bastantes bolhinhas virar o crepe e deixar cozinhar durante mais um minuto;
* Repetir com a massa restante.
Podem juntar os recheios que preferirem, doces ou salgados. Eu comi um dos crepes com doce de framboesa e o outro com queijo ralado derretido :D
Até amanhã :D
13 de agosto de 2012
Os crepes de cacau e canela com laranja e coco e uma questão :)
Depois de um Sábado muito animado passado na Feira Medieval de Santa Maria da Feira entramos em pleno período de preparação para a nossa viagem :)
Ontem o meu dia resumiu-se a estar sentada na mesa no meio da confusão a preparar a nossa viagem e a estar deitada no sofá a ler o 'Fitfy Shades Darker', que entretanto acabei (eu disse que lia depressa!) :)
| Tudo o que preciso: portátil, lapiseira para ter na mão enquanto pesquiso, garrafa de água, livros e mapas :) |
| Nós gostamos dos guias da Lonely Planet :) |
| Recarregar baterias a meio da tarde :) |
| Segundo livro acabado! :) |
O segundo livro da triologia 'Fifty Shades' é mais romântico do que o primeiro, e gostei de o ler. Mais uma vez não é uma grande obra da literatura, mas é um livro leve e feliz. Vou guardar o último livro para levar nas férias, e acho que entretanto vou começar a ler o 'Budapeste' do Chico Buarque. Eu ofereci o livro ao meu pai no aniversário dele, e ele gostou bastante. Conhecem? :)
| Imagem retirada daqui |
| Depois se gostar vejo o filme :) (imagem retirada daqui) |
Para o lanche decidi relaxar um bocadinho, e testei uma nova receita do livro '200 Receitas Baixas Calorias' :D
Crepes de cacau e canela com laranja e coco (receita adaptada do livro '200 Receitas Baixas Calorias')
Ingredientes (para seis crepes):
* 100g de farinha de trigo sem fermento;
* 25g de cacau magro em pó;
* Uma colher de chá de canela;
* Um ovo;
* 300ml de leite;
* Uma laranja;
* Duas colheres de chá de coco.
Confecção:
* Bater o ovo com o leite e juntar à farinha, ao cacau e à canela;
* Mexer o preparado até se formar uma massa fofa;
* Deixar repousar no frigorífico durante vinte minutos;
* Mexer novamente;
* Aquecer uma frigideira anti-aderente (untei com um pouquinho de manteiga) e adicionar uma concha pequena de massa, agitando a frigideira para que a massa fique espalhada;
* Deixar cozinhar durante dois minutos e virar o crepe, deixando cozinhar do lado oposto durante um minuto;
* Cobrir com o sumo da laranja e com o coco ralado (podem também optar por utilizar fruta fresca, canela ou compotas variadas).
Eu já tinha experimentado a receita de crepes da Julia Child (que podem ver aqui), e sinceramente gostei mais dela. No entanto, estes crepes ficaram bastante bons e acho que ficaram com bom aspecto :D
| Que acham? :) |
Se decidirem experimentar esta receita considerem-se avisados: o cacau em pó e a ausência de açúcar faz com que estes crepes não sejam de todo doces. Mesmo eu (que estou habituada a comer coisas sem açúcar) achei que o cacau em pó deixou estes crepes um pouco amargos, e da próxima vez (talvez ainda esta semana!) vou colocar apenas canela na massa e vou acompanhar com puré de maçã :D
Cada um destes crepes tem aproximadamente 100 calorias, o que faz com que comer um ou dois ao lanche seja bastante aceitável :)
| Com sumo de laranja e coco :) |
Entretanto eu e a minha mãe decidimos divertir-nos e experimentar a tinta de Henna que trouxemos da nossa viagem ao Dubai. Adivinhem quem serviu de cobaia? :)
| Tinta de Henna :) |
| Tatuagem que fiz na Feira Medieval de Santa Maria da Feira |
| Desenho que a minha mãe fez, acho que nem ficou assim tão mau quanto isso |
| Depois da tinta sair (sim, eu gosto mesmo muito deste pijama com renas) |
| Depois da tinta sair (nota-se bastante mais!) |
| Altura em que me arrependi profundamente de ter servido de cobaia |
A desvantagem de tudo isto é que agora tenho um desenho gigante e meio infantil na perna que só vai sair daqui a duas semanas. Realmente, não nos podia ter dado para pior! :)
Entretanto vou aproveitar a oportunidade para responder ao desafio da Alice! :D
| Imagem retirada daqui |
* Definir-me em cinco palavras: Teimosa. Entusiasmada. Sonhadora. Apaixonada. Infantil.
* Enumerar cinco coisas sem as quais não poderia viver: A minha família. O P. Os meus amigos. As pessoas à minha volta. Os meus sonhos.
* Enumerar cinco coisas que tenho mesmo de fazer até ao fim do ano: Começar a estudar para o exame da especialidade (Oh não!). Fazer uma viagem romântica com o P. Ter um Natal de sonho novamente. Fazer um monte de jantares temáticos. Voltar às minhas aulas de piano.
* Sorrir pelo menos cinco segundos: Feito :D
* Passar a cinco blogues que eu goste de ler: Vou passar o desafio a cinco blogues recentes, para que vocês os visitem e os conheçam :D
Por último, tenho uma questão para vocês. Eu vou de férias para a China no dia 17 de Agosto e volto no dia 3 de Setembro, e pensei em deixar posts agendados todos os dias com o nosso plano para esse dia, algumas fotos dos locais que íamos visitar e alguma informação sobre esses locais.
Como tenho a moderação de comentários activada pensei em desactivar os comentários nos posts. De certa forma era apenas uma maneira de ficar na mesma próxima de vocês, e assim vocês acompanhavam a minha viagem :D Por essa razão, pensei em chamar a esses posts 'Vamos viajar com a Joana?' :D
Que me dizem, querem viajar com a Joana? :D
Até amanhã! :D
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