"Larga a menina. Não vês que ela não quer?! Tarado! Não deixes, querida. Todos iguais. Pode mudar a espécie, mas não muda a estratégia. Tarados!"
Isto é o que vou dizendo enquanto bebo o café com leite, de manhã, sentada na mesa da cozinha, de onde alcanço os telhados dos prédios vizinhos: os pombos do bairro arrastam as asas e as penas da cauda às pombinhas, ensaiando extemporâneos rituais de acasalamento. Os tarados.
Isto é o que vou dizendo enquanto bebo o café com leite, de manhã, sentada na mesa da cozinha, de onde alcanço os telhados dos prédios vizinhos: os pombos do bairro arrastam as asas e as penas da cauda às pombinhas, ensaiando extemporâneos rituais de acasalamento. Os tarados.