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quinta-feira, novembro 15, 2007

Que morram longe



Perder alguém que se amou fecha-nos para os outros, mesmo aqueles para quem até somos importantes. Homens e mulheres passam por nós, sorriem-nos, falam-nos, mas ninguém pode substituir a alma de quem se amou muito. Não permitimos, porque não queremos, durante muitos anos, não se fazendo contas ao tempo. Suportamo-lo voluntariamente, rangendo os dentes.
Uma defesa? Sobretudo uma vingança, realizada em nós, por nós, em nome dos outros. Um autosacrifício vivido com amargura dissimulada na raiva. Que os outros expiem connosco a nossa dor. Não se comprazerão com a possibilidade de nos amarem. Não estamos lá para mais ninguém.


sábado, abril 07, 2007

"A vida é sempre a perder"

Acabei de ver, pela primeira vez, a Liga dos Últimos, na RTPN. Ah, o que eu gosto de futebol e do mundo que circunda a modalidade! E como os compreendo! Não querendo apoucá-los, que não merecem, a liga dos últimos retrata, fielmente, anos a fio da minha existência: não há campo, nem dinheiro, nem apoio, nem tempo para dedicar aos treinos, nem massagista, nem se ganham jogos, logo, não se vêem pontos; não obstante, comparece-se semanalmente, cara e equipamento lavados, cabeça erguida, lastimando, é certo!, mas teimosamente chutando a bola orgulhosa de fracasso em fracasso.


(clicar sobre a imagem, para aumentá-la)

O tempo de um gelado no McDonalds

Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...