Já me estava destinado. Vinha a caminho. Afinal eu merecia, alguém tinha decidido.
Era um menino negro muito leve e franzino, com o pé direito boto. Era meu filho. Peguei nele ao colo, era de espuma. Tinha um ar sério. Nunca se ria. Beijei-lhe o pé torto, beijei-lhe os braços e as pernas, e dei graças a Deus por esse filho tão perfeito e esperado. Amar é servir por vontade. Ah, que prazer cumprir esse dever!