Mostrar mensagens com a etiqueta dia dos namorados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta dia dos namorados. Mostrar todas as mensagens

sábado, fevereiro 14, 2009

Dia dos Namorados




Peguei nas meninas e saí. Comprei o jornal no sítio do costume. Tomei o pequeno-almoço no sítio do costume. Sentei-me no banco do jardim a ler o jornal do costume, o que já havia começado a fazer enquanto comia o croissant e bebia o café com leite. As meninas corriam na relva. Foi uma manhã em cheio. O celibato conserva-nos muito a pele.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Os eufemismos da fornicação


Começou andaria eu pelos 15 anos, e tenho atravessado todas as modas associadas à comemoração. Agora são as cuecas-tanga enroladas numa rosa de tecido sintético. Tenho saudades dos corações de peluche, das canecas com ursinhos e das caixas de chocolates com laçarotes vermelhos. Tenho sempre saudades de muita coisa, o que deve querer dizer que começo a acumular demasiado tempo.
Um dia no qual se tornou vulgar oferecer lingerie destinada ao sexo, não poderá chamar-se dos namorados, nem consagrar-se ao amor. A bem da lógica e do bom senso, chamem-lhe dia dos amantes ou dia internacional da queca, e cumpram as obrigações da fornicação com o mínimo de ruído possível, que eu cá tenho trabalho até para lá das duas da matina.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Ardo de amor

O meu top de prendas do dia dos namorados vai, este ano, para dois objectos que pude contemplar, há bocado, numa montra toda vermelha:
- primeiro, diabinhos em peluche, vermelhos, claro, e de vários tamanhos, segurando nas mãos um pequeno coração, vermelho, claro, no qual se podia ser ler, em letras vermelhas, claro, embora mais escuras, "Ardo de amor". Sugiro ao fabricante poupar nas letras. No próximo ano, escrever apenas "Ardo". Chega perfeitamente.
- segundo, plumas para escrever, vermelhas, claro, com aparo dourado, acompanhadas de minúscula ampola de tinta permanente, vermelha, claro. 25 euros (esqueci-me do preço dos peluches, peço desculpa!).
O peluche, mal consigo enumerar todas as possíveis utilizações que se podem dar-lhe. Quanto à pluma do século XVI, será com certeza para escrever belas cartas de amor, porque as pessoas, hoje, manuscrevem imensas cartas, sobretudo de amor. E é muito mais fácil que com uma esferográfica. Dá imenso jeito. Um aparo de pluma!

Dias inúteis

Há coisas que vêm fora do tempo em que teriam sido úteis. Uma delas é o dia dos namorados. Um dia dos namorados teria feito sentido na época em que havia namorados. Hoje, pelo que observo, a partir dos 14, em alguns casos aos 13, aos 12, os namorados transformaram-se em amantes com doutoramento em sexo alternativo. Ou seja, com muita informação pornográfica no bucho!
Nos anos 70, quando eu era uma miúda, e os telefones se contavam pelos dedos das mãos, quanto mais telemóveis, os namorados encontravam-se ao sábado à noite, se conseguiam, e ao domingo, a tarde toda. Os sortudos, com pais permissivos, tinham direito a visita suplementar à quarta, depois do jantar, uma horinha, duas, vá lá.
Ora, era neste tempo que o dia dos namorados teria feito falta. Havia de ser um consolo, esta dose suplementar na conta dos beijos e dos apertos e das mãozinhas.
Nos tempos que correm, o dia dos namorados é uma comemoração redundante, confrangedora. Este ano está a dois dias do Carnaval, e ainda bem, porque disfarça o ridículo.

O maior coração do mundo é o português


Já me estava a esquecer de mencionar o fabuloso coração gigante, o maior do mundo, que a empresa Amo-te Chiado, em parceria com um banco qualquer, mandou fazer na Índia, e se encontra suspenso no Terreiro do Paço, a praça do Guiness português.
Notável!

terça-feira, fevereiro 14, 2006

O meu dia da namorada com a minha sueca de olhos azuis como os da Liv Ullmann

Señorio de Ondas, 2000, Rioja, Crianza.
Muito ácido.
Os vinhos da Galiza não são grande coisa.
O Dão de ontem era melhor.

Marmelanço, zero.
Páginas de tese, 130.




Liv Ullmann

Namorados e namoradas

Isto não é um post; apenas o compartimento onde poderão depositar, hoje, para mim, as vossas prendas de dia dos namorados. Os meninos e as meninas.
A sério, Luís, por favor, hoje não me chames trambolho, e coisas assim - não estou com estaleca para te responder; e também não me venham cá dizer que o meu problema é falta de homem, até porque concordo logo, e não me apetece.
Hoje quero só prendas. Faz de conta que é dia da mãe ou dia da loura ou dia da mulher que calça 37. Quero prendas; tratem-me bem.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Dia de Isabela

Por falar em namorados (e namoradas); meus queridos, minhas queridas, descobri ontem, observando montras do centro comercial, que o importantíssimo dia de São Valentim, de tão boa memória para as lojas de almofadas em forma de coração, se comemora para a semana; passo a informar: é a última vez na vida que ofereço canecas com corações estampados à minha melhor amiga e recebo rosas vermelhas da minha prima afastada... abram os cordões à bolsa e pensem em mandar embrulhar caixinhas do melhor chocolate, e outros miminhos, para a Isabela.

O tempo de um gelado no McDonalds

Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...