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sexta-feira, dezembro 26, 2008

Cenários do Natal no meu bairro

1. Cenário: a minha rua e ruas adjacentes. As iluminações natalícias sino-histéricas diminuíram este ano uns bons cinquenta por cento.

2. Cenário: exposição de bolos nos cafés da minha rua: 18 horas do dia 24. O café dos homens e o café das senhoras não conseguiram, este ano, vender todos os bolos-rei, troncos de Natal, trufas de chocolate e azevias expostos para venda.

3. Cenário: café dos homens: 18h00 de dia 24. Todos bêbados. Para estes já não há ceia.

4. Cenário: contentores do lixo frente ao café das senhoras, meio-dia de 25 de Dezembro.
Um casal de ciganos romenos remexe caixas e caixas amontoadas ao lado dos contentores de lixo repletos, de onde tira camisolas, lençóis, objectos que não distingo bem. Uma senhora loura e alta vai passando, pára e diz-lhes, levem, levem... ainda dizem que há crise, que há miséria... e agora volta-se para mim e esclarece, eu trabalho num café... ontem, houve clientes que levaram aos 100 e 200 euros de valor em bolos e guloseimas... há agora miséria! Levem, levem, coitados...

5. Cenário: a minha televisão na SIC. Telejornal de um dia desta semana. Tema da reportagem: como passam o Natal aqueles que não são cristãos. Entrevistas a hindus, a chineses, japoneses, muçulmanos... Um muçulmano interrogado ganha o meu prémio "Natal a sério". Diz o senhor, passo o Natal rezando a Jesus, porque as escrituras da minha religião falam dele e dizem que há-de voltar. Devo dizer que tirando a minha mãe, que efectivamente reza durante o Natal, não conheço mais nenhum cristão que nesta época considere oportuno rezar a Jesus.

6. Cenário: ruas vazias, 15 horas do dia 25. O dia de Natal serve para curar a ressaca da comezaina e da bebida em excesso. Feriado religioso?!

quinta-feira, dezembro 18, 2008

O que é que o Natal tem?

São os grupos tradicionais de cantares da época, a culinária doce e salgada, os produtos alimentares que levam mais gordura e menos gordura, as possíveis ofertas de toda a espécie e preço, os contos e lendas, os que tiveram a sorte de nascer nessa noite ou nesse dia, os que por azar têm de trabalhar enquanto outros festejam, as ceias em moda nos hóteis de luxo, os locais ideais para as férias da época, a família que já não é o que era, ou ainda é, as crianças, os programas de variedades nos hospitais e nos lares de terceira idade, a caridade dos "anjos da guarda", os jantares de todas as entidades e empresas... desde o fim-de-semana passada que as revistas, jornais e programas de televisão se encheram de notícias e sugestões de Natal, que são as mesmas todos os anos, e começam montes de tempo antes do acontecimento propriamente dito. É que o Natal, se não estou em erro, é só daqui a uma semana. Com que outros assuntos natalícios estão a pensar torturar-nos até lá? Mas que grande frete uma pessoa tem de passar todos os anos! Como se diz em bom Português da minha rua, já deito Natal pela ponta dos cabelos

terça-feira, dezembro 25, 2007

Onde desembocam os esgotos de Almada?

Depois do bacalhau e das couves, arranjou maneira de deixar cair a dentadura dentro da minha sanita (a placa de cima e a de baixo); esqueceu-se completamente do acidente, puxou o autoclismo, e sentou-se a ver televisão com menos cinco centímetros de boca.
Este é o Natal da Isabela.

Natal chinês

Agora, que o Natal acabou, há alguma possibilidade de passarem à fase em que se retiram das janelas todas as decorações com estrelas, botas, pinheiros e espirais orgástico-luminosas que se compram nas lojas chinesas?

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Tlim, tlim, tlim



Enquanto me preparo para ir ali à cozinha fazer de conta que sei cozinhar, desejo às leitoras e leitores de O Mundo Perfeito um Natal muito quentinho (votos especiais de tempo especialmente fresco para o Brasil, África e outras regiões tropicais).

O tempo de um gelado no McDonalds

Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...