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domingo, setembro 18, 2005

«É fácil falar de cátedra do que só acontece aos outros até que aterra em nós.» *

A minha prima afastada, lá do alto das suas filosofias puras, costuma dizer que se as crianças só pudessem nascer em condições ideais, a humanidade tinha acabado logo a seguir a Caim e Abel.
E eu calo-me, porque a voz de Deus é sagrada!

Por exemplo, por estranho que pareça, sinto-me feliz que o senhor arquitecto Nuno Portas e a senhora economista Helena Sacadura Cabral tenham decidido procriar conjuntamente. E isto porquê? Porque da osmose que ocorreu entre o espermatozóide de um e o óvulo de outra saiu aquele que conhecemos hoje por Miguel Portas, e isso foi bom para o mundo... e fiquemos por aqui.

Os principais meios escritos de comunicação social possuem excelentes cronistas e colunistas. Eu, pelo menos, regalo-me a ler uma boa parte deles e delas. Tenho para aqui uma pilha de jornais atrasados, a partir dos quais pretendo destacar ideias para o blog, mas como frequentemente não existem links, e eu não tenho scanner, a tarefa complica-se.

Penso que vale a pena ler a crónica que Miguel Portas publicou ontem no Diário de Notícias. Miguel escreve sobre Marcas de Sangue, uma peça de teatro da Escola de Mulheres, em exibição na Comuna, relacionando-a com o filme Colisão.
É só.


* Miguel Portas, DN, 17/09/05

O tempo de um gelado no McDonalds

Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...