José Diogo Quintela foi apanhado a conduzir com uma elevada taxa de álcool no sangue na noite de passagem de ano. Conduzir depois de beber não é grave pelo facto de ser punível por lei, como se sabe, mas porque da condução sob a influência de álcool podem advir consequências desastrosas para os próprios e para outrem. Vindo de quem vem, a falha causa decepção. José Diogo Quintela não pode, enquanto crítico de costumes, dar-se aos luxos das pessoas vulgares. Mas, enfim, é novo, tinha acabado um programa difícil, e encerrado uma fase da vida, pelo que os copos até se desculpavam, não fosse o segundo erro do humorista, o qual aconteceu, segundo o Correio da Manhã de hoje, quando "quis impedir, com modos ameaçadores, que fosse fotografado". Apanhado, cabia-lhe assumir o erro, gracejando airosamente sobre as qualidades alcoólicas do champanhe que, com graça, o vimos consumir em directo no programa de fim de ano, e abrir os braços às críticas. Mais nada. Errar é chato, mas pior é não se assumirem as responsabilidades.
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quarta-feira, janeiro 02, 2008
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Porreiros, pá
Os Gatos trouxeram para a televisão o normal convívio de café entre putos que se conhecem de há muito e mandam umas bacoradas com graça. Como os nossos vizinhos que vimos crescer desde meninos, e que agora estão ali, olha, no Central, a gozar com tudo, e todos, porque não vale a pena levar muito a sério o que dói muito. Até vale, mas, e se, pelo caminho, soltarmos uma boa gargalhada de escárnio? Há lá alguma coisa mais terapêutica do que gozar com o Sócrates?! Gozar com o Sócrates ao Domingo à noite é o que nos levanta os ossos da cama à segunda de manhã.
As bacoradas dos Gatos parecem-se tremendamente com as dos putos nossos vizinhos que já são crescidos, mas ainda não muito. Têm aquela graça dos rapazes solteiros sem grandes responsabilidades, e, para além do mais, escrevem bem, sabem representar, são destemidos e parecem honestos. É isso, uns putos honestos e bem intencionados.
Compreendo que devem parar, descansar, renovar-se, mas vou ter saudades de me rir com eles, aos Domingos à noite. Beijos, rapazes.
As bacoradas dos Gatos parecem-se tremendamente com as dos putos nossos vizinhos que já são crescidos, mas ainda não muito. Têm aquela graça dos rapazes solteiros sem grandes responsabilidades, e, para além do mais, escrevem bem, sabem representar, são destemidos e parecem honestos. É isso, uns putos honestos e bem intencionados.
Compreendo que devem parar, descansar, renovar-se, mas vou ter saudades de me rir com eles, aos Domingos à noite. Beijos, rapazes.
quinta-feira, abril 05, 2007
Com a Câmara de Lisboa não vamos lá
(clique sobre a imagem, para aumentá-la)
O cartaz dos Gato Fedorento, colocado há 24 horas ao lado do dos fachos, foi mandado retirar pela câmara de Lisboa, por carecer de licença camarária.
Quanto ao dos fachos, é preciso garantir-lhes o exercício da liberdade de expressão. Nada a fazer. Têm licença. Os Gatos é que não, e tal!
Quanto ao dos fachos, é preciso garantir-lhes o exercício da liberdade de expressão. Nada a fazer. Têm licença. Os Gatos é que não, e tal!
domingo, março 11, 2007
Nas próximas legislativas voto Gato Fedorento
Esta é a democracia da Europa civilizada cuja oposição depende de um programa semanal de humor, com menos de uma hora, apresentado em estúdio de televisão por quatro putos que ninguém elegeu.
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Professor Martelo não dá Friskies a Gato Fedorento
Quem viu ontem o Gato Fedorento, e apreciou as rábulas a solo de Ricardo Araújo Pereira, funcionando como separador das restantes, e rematando-as ao estilo Diácono Remédios, compreendeu perfeitamente que o Professor Martelo não gostou da caricatura do Assim Não, soberbamente interpretada pelo mesmo humorista, na semana anterior; ficou claro que Martelo mexeu cordelinhos para pressionar o programa. Felizmente, os miúdos não estão à venda.
Ricardo Araújo Pereira interpretou, nas fronteiras do sarcasmo, o perfeito falso democrata: o fulano conhecido, vaidoso, poderoso, falso, que manipula o discurso da liberdade de expressão para exercer a sua tirania de pacote, sorrindo enquanto a impõe. Ricardo Araújo Pereira interpretou "a cobra" com um ritmo impressionante, quase a doer, e todos pudemos reconhecê-la, tal como manda fazer, mostrando os dentinhos cínicos, os olhinhos gelados. Vimo-la. Estava ali inteirinha. Foi brilhante.
Desde os tempos de glória de Herman José que a televisão portuguesa não via um bicho de humor com o talento original deste Estica, e o do outro, o que faz os papéis do Bucha.
O Herman não está morto, mas anda perdido na exacta medida em que se vendeu. Isso é insuportável num humorista.
Ricardo Araújo Pereira interpretou, nas fronteiras do sarcasmo, o perfeito falso democrata: o fulano conhecido, vaidoso, poderoso, falso, que manipula o discurso da liberdade de expressão para exercer a sua tirania de pacote, sorrindo enquanto a impõe. Ricardo Araújo Pereira interpretou "a cobra" com um ritmo impressionante, quase a doer, e todos pudemos reconhecê-la, tal como manda fazer, mostrando os dentinhos cínicos, os olhinhos gelados. Vimo-la. Estava ali inteirinha. Foi brilhante.
Desde os tempos de glória de Herman José que a televisão portuguesa não via um bicho de humor com o talento original deste Estica, e o do outro, o que faz os papéis do Bucha.
O Herman não está morto, mas anda perdido na exacta medida em que se vendeu. Isso é insuportável num humorista.
O tempo de um gelado no McDonalds
Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...