Chega esta semana às farmácias a vacina contra o Vírus Papiloma Humano, vulgarmente conhecido, em Portugal, como HPV.
Ao composto, que pode ser adquirido por 300 euros, foi atribuído o nome comercial Gardasil. Administra-se, preventivamente, a crianças do sexo feminino, a partir dos 9 anos de idade, ou a jovens até aos 26, como tratamento da infecção, pelo que aconselho o investimento às mulheres que se encontrem nesta faixa etária, bem como aos pais de meninas, imediatamente antes da puberdade.
O HPV é incurável e responsável pela maior parte dos casos de cancro do colo uterino, o qual atinge, anualmente, meio milhão de mulheres em todo o mundo. O vírus transmite-se por via sexual, e todos os grupos são de risco, mesmo que se mantenham relações sexuais com um parceiro regular. Tal como com o HIV, basta que esse parceiro transporte o vírus, e basta um único contacto.
É provável que mais de dois terços das mulheres e homens, a nível mundial, hospedem o Vírus do Papiloma Humano, mesmo que este não se manifeste através de lesões internas, no caso das mulheres, ou externas, no dos homens. Nas mulheres, as lesões são rapidamente detectáveis. Alguns dos leitores que lêem este poste estão infectados com o HPV sem o saberem. A notícia costuma chegar-lhes pelas namoradas, quando as relações se prolongam, ao regressarem da ginecologista, devidamente acompanhadas de uma prescrição para pílulas que ambos devem tomar como alívio para a infecção.
O HPV é igualmente responsável pelo aumento da infertilidade nos países desenvolvidos.
Esta é a primeira vacina que foi possível obter contra uma forma de cancro, e pode, objectivamente, salvar milhares de vidas. Portanto, convém que os pais de meninas debatam o assunto com os respectivos médicos de família ou ginecologistas. É que os trezentos euros podem salvar-lhes as vidas, amanhã.
Ao composto, que pode ser adquirido por 300 euros, foi atribuído o nome comercial Gardasil. Administra-se, preventivamente, a crianças do sexo feminino, a partir dos 9 anos de idade, ou a jovens até aos 26, como tratamento da infecção, pelo que aconselho o investimento às mulheres que se encontrem nesta faixa etária, bem como aos pais de meninas, imediatamente antes da puberdade.
O HPV é incurável e responsável pela maior parte dos casos de cancro do colo uterino, o qual atinge, anualmente, meio milhão de mulheres em todo o mundo. O vírus transmite-se por via sexual, e todos os grupos são de risco, mesmo que se mantenham relações sexuais com um parceiro regular. Tal como com o HIV, basta que esse parceiro transporte o vírus, e basta um único contacto.
É provável que mais de dois terços das mulheres e homens, a nível mundial, hospedem o Vírus do Papiloma Humano, mesmo que este não se manifeste através de lesões internas, no caso das mulheres, ou externas, no dos homens. Nas mulheres, as lesões são rapidamente detectáveis. Alguns dos leitores que lêem este poste estão infectados com o HPV sem o saberem. A notícia costuma chegar-lhes pelas namoradas, quando as relações se prolongam, ao regressarem da ginecologista, devidamente acompanhadas de uma prescrição para pílulas que ambos devem tomar como alívio para a infecção.
O HPV é igualmente responsável pelo aumento da infertilidade nos países desenvolvidos.
Esta é a primeira vacina que foi possível obter contra uma forma de cancro, e pode, objectivamente, salvar milhares de vidas. Portanto, convém que os pais de meninas debatam o assunto com os respectivos médicos de família ou ginecologistas. É que os trezentos euros podem salvar-lhes as vidas, amanhã.