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segunda-feira, março 26, 2007
sábado, março 24, 2007
A crise identitária da Direita
A politóloga Marina Costa Lobo afirma que a Direita está sem conserto, mas não é bem verdade. Nunca esteve tão bem; desde a ditadura que não se via tão numerosa e impunemente representada em sítio algum.
A Direita tradicional está em crise, porque emergiu uma empresa que costumava laborar noutro sector, a concorrer no seu segmento de mercado, com o mesmo produto, o qual impôs sem discussão. Precisa agora de garantir a sua sobrevivência, reposicionando-se. É exactamente por atravessar um momento de glória que a Direita se sente em crise. Como pode fazer oposição a si mesma?!
Ninguém dá valor ao esforço que a Direita tem realizado para encontrar motivos de censura na governação actual. O partido do governo tem realizado tudo aquilo que para a Direita tradicional não passava de fantasia, um sonho, e tem-no realizado sem hesitações, sem escrúpulos, sem complexos de culpa. Claro que só pode concordar! Vê-se é ideologicamente espoliada da sua missão, pelo que os actuais conflitos partidários da Direita radicam neste ponto.
Só vejo duas hipóteses para a Direita portuguesa: ou se funde numa holding com o partido do Governo (as lutas interinas terão esse destino) ou se transforma numa Esquerda mutante (embora agora não esteja a ver como), porque os animais tendem a criar meios de adaptação aos novos habitats.
A primeira hipótese parece-me mais viável.
A Direita tradicional está em crise, porque emergiu uma empresa que costumava laborar noutro sector, a concorrer no seu segmento de mercado, com o mesmo produto, o qual impôs sem discussão. Precisa agora de garantir a sua sobrevivência, reposicionando-se. É exactamente por atravessar um momento de glória que a Direita se sente em crise. Como pode fazer oposição a si mesma?!
Ninguém dá valor ao esforço que a Direita tem realizado para encontrar motivos de censura na governação actual. O partido do governo tem realizado tudo aquilo que para a Direita tradicional não passava de fantasia, um sonho, e tem-no realizado sem hesitações, sem escrúpulos, sem complexos de culpa. Claro que só pode concordar! Vê-se é ideologicamente espoliada da sua missão, pelo que os actuais conflitos partidários da Direita radicam neste ponto.
Só vejo duas hipóteses para a Direita portuguesa: ou se funde numa holding com o partido do Governo (as lutas interinas terão esse destino) ou se transforma numa Esquerda mutante (embora agora não esteja a ver como), porque os animais tendem a criar meios de adaptação aos novos habitats.
A primeira hipótese parece-me mais viável.
sábado, março 18, 2006
Post à Perguntar não ofende
É normal ser de direita-e-liberal?
(A meias com Alma Mahler, que se esqueceu da senha para entrar no Blogger!)
(A meias com Alma Mahler, que se esqueceu da senha para entrar no Blogger!)
O tempo de um gelado no McDonalds
Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...