Não há pessoas simples. Nem histórias. Nem vidas. Simples. As histórias a que chamamos simples são uma fina teia de complexidades invisíveis e caladas que se aceitaram. Aí está a simplicidade. Nessa aceitação.
A metáfora total está nas histórias simples on the road.
Há uma estrada que é necessário percorrer, seja qual for o meio. Esse caminho é tudo o que queremos, precisamos fazer. Atravessamos campos de trabalho ao sol, à chuva, pela turvação do pó do trigo levantado, pela claridade do amanhecer, do entardecer, para chegar a um lugar que não sabemos muito bem onde fica, mas é lá longe. Aí faremos as pazes com o nosso irmão desavindo. Connosco. Podemos estrebuchar, mas, no final, no que toca aos outros, e a nós, resta-nos aceitar, sorrir e calar. Parece tão simples, não parece?!
A metáfora total está nas histórias simples on the road.
Há uma estrada que é necessário percorrer, seja qual for o meio. Esse caminho é tudo o que queremos, precisamos fazer. Atravessamos campos de trabalho ao sol, à chuva, pela turvação do pó do trigo levantado, pela claridade do amanhecer, do entardecer, para chegar a um lugar que não sabemos muito bem onde fica, mas é lá longe. Aí faremos as pazes com o nosso irmão desavindo. Connosco. Podemos estrebuchar, mas, no final, no que toca aos outros, e a nós, resta-nos aceitar, sorrir e calar. Parece tão simples, não parece?!