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domingo, junho 29, 2008

O inferno de sábado à noite


Queria só comunicar aos organizadores do Arraial Pride que tudo bem, ok, até às quatro da manhã no Terreiro do Paço, e com música electrónica, ou house, ou seja lá o que for que chamam ao que passaram, e que nós, em Almada, tivemos que suportar, porque o raio do vento estava de feição, e nos trazia a barulheira toda de chapada, atravessando as janelas, as paredes, a caixa craniana, e não deixando ninguém dormir, nem no meu prédio nem nos restantes. Moro aqui há um ror de anos e não me lembro, nunca, de uma festa no Terreiro do Paço nos trazer tanto chinfrineira. Pensei que fossem os tarados do prédio ao lado, pensei que fossem os do tunning num carro lá em baixo, pensei que fosse uma rave algures no bairro, até que avistei o jogo de luzes intensas e ritmadas do outro lado do rio.
Se temos que gramar barulho deste calibre, e até às quatro da manhã, para o ano ponham a Gloria Gaynor, por favor, ou a Tina Turner, ou os Queen ou qualquer outra coisa realmente gay, ou seja, gira.
Gosto muito de festa, sou toda a favor, mas o pessoal aqui no bairro precisa muito de dormir, que levanta-se cedo, e o descanso é sagrado. Caramba, até às quatro da manhã?

O tempo de um gelado no McDonalds

Sentia-me gulosa e fui ao McDonalds de Almada comer um McFlurry de Oreo. O gelado ia-me sabendo bem, enquanto meditava nas calorias e obser...