Se eu lhe coloco essa mordaça e a prendo é por amor, é para seu bem, para que você perceba que é muito melhor escolher voluntariamente ser minha, e senhora dessa casa, em vez de escrava. E se você não tiver tomado sua decisão até amanhã te mando açoitar e chicotear e botar no tronco.
Acabo de ouvir na RTP1, e agora ver, enquanto procuro certos poemas na net.
Parece a Escrava Isaura. Mas deve ser uma nova versão da novela, porque a moça com a máscara de ferro, amordaçada e acorrentada no calabouço não é a Lucélia Santos!
Ai, agora o carrasco mandou buscar o ferro em brasa....... e diz-lhe, cheio de desgosto:
ou você se entrega pra mim ou vou marcá-la com o ferro, mesmo morta, como fiz com o negro André... Ou o ferro em brasa ou meu leito! Escolha!
Pois que assim seja: o ferro, Francisco!
Segurem Isaura!
Ai, lá vem o ferro, com um grande A rubro, incandescente, aproximam-lho do rosto...
Acabo de ouvir na RTP1, e agora ver, enquanto procuro certos poemas na net.
Parece a Escrava Isaura. Mas deve ser uma nova versão da novela, porque a moça com a máscara de ferro, amordaçada e acorrentada no calabouço não é a Lucélia Santos!
Ai, agora o carrasco mandou buscar o ferro em brasa....... e diz-lhe, cheio de desgosto:
ou você se entrega pra mim ou vou marcá-la com o ferro, mesmo morta, como fiz com o negro André... Ou o ferro em brasa ou meu leito! Escolha!
Pois que assim seja: o ferro, Francisco!
Segurem Isaura!
Ai, lá vem o ferro, com um grande A rubro, incandescente, aproximam-lho do rosto...
1 de Novembro de 2005, 14h20, mais ou menos: