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quinta-feira, 9 de julho de 2015

100 de Sines (até ver), 3: Black Uhuru feat. Sly & Robbie


BLACK UHURU FEAT. SLY & ROBBIE
(Jamaica)
Castelo
28 de julho de 2001

"Quem tenta reduzir a apreciação de um espectáculo somente à prestação dos artistas em palco pode estar a mirar a tromba do elefante à sombra da imensidão do bicho. Qualquer um sabe que para um bom espectáculo concorrem outros factores, inúmeros, uns mais frequentemente citados nas reportagens que outros, como o som, as características da sala, o público, etc. Para a posição cimeira que este espectáculo dos Black Uhuru com a secção rítmica mais importante da Jamaica, Sly & Robbie, ocupa nesta lista, toma peso um outro grande protagonista: o FMM. Foi o meu primeiro contacto com a magia de Sines e receio que isso só possa ser inteiramente compreendido por quem por lá passou ao longo destes anos, como os meus amigos que, a cada uma das vagas de estreia, irradiavam dos olhos um brilho verdadeiramente único (e não era da ganza). Foi neste espectáculo, no castelo de Sines, que assisti pela primeira vez ao famigerado fogo-de-artifício (mais uma daquelas coisas que soam mal, assim escritas, onde só quem já testemunhou um encerramento do FMM, como era o caso aqui, sabe verdadeiramente do que se está a falar). Cerca de dois anos depois, os artistas do palco voltaram ao nosso país, para um concerto na Voz do Operário (e talvez outros mais). Não foi mau, mas..."

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Os 13 concertos que mais vou querer ver na 13ª edição do FMM - n.º 5

5. SLY & ROBBIE feat. JUNIOR REID (Jamaica)
Castelo de Sines
Sábado, 30 de Julho, 00h45 (encerramento do FMM no castelo)



Quem esteve no castelo de Sines na noite de 28 de Julho de 2001 lembra-se bem do encerramento. Lowell "Sly" Dunbar e Robert Shakespeare, então como secção rítmica dos míticos Black Uhuru, protagonizaram um dos melhores concertos destas 12 edições de festival. Passaram 10 anos e à dupla voltam a ser concedidas as honras do fogo de artifício, agora na companhia de Junior Reid, um dos vocalistas da história dos Black Uhuru, nos anos 80.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Mais uma leva de novidades FMM: agora nomes para REBENTAR

É caso para parar o que se esteja a fazer, marcar ou confirmar férias para Julho, arranjar casa ou começar a arejar a tenda e tratar de tudo o resto que importa, porque não vai dar para perder mais uma edição do FMM Sines. A organização abriu hoje mão de mais três dos nomes que fazem parte do cartaz, três nomes com peso suficiente para rebentar com tudo.

A dupla Sly & Robbie vai voltar a Sines, depois do mítico encerramento de há dez anos atrás, quando compunham a secção rítmica dos Black Uhuru. Agora, vão voltar a encerrar (dia 30, portanto), prestando suporte a Junior Reid, que curiosamente também já passou pelos Black Uhuru nos anos 80.



No dia anterior, sobem também ao palco do castelo os alemães (e marroquinos) Dissidenten. Foi um dos primeiros projetos a aliar o rock às músicas de África e do Oriente, tem na discografia esse disco obrigatório em qualquer casa de gente com bom ouvido, "Sahara Elektrik", e, mesmo apesar de um dos seus fundadores, Uve Müllrich, residir em Portugal, esta será a estreia em palcos nacionais.



No primeiro fim-de-semana, a 22, há Secret Chiefs 3! A banda de Trey Spruance (também Mr. Bungle, entre um rol imenso de projetos pelos quais passou) já tinha vindo ao Porto (atualização: e a Lisboa), estreando-se agora no palco de um grande festival. É para estourar logo ao primeiro fim-de-semana.



Entretanto, e durante a minha mais recente ausência, a organização do FMM tinha já anunciado a vinda ao festival do senegalês Cheikh Lô e dos palestinos Le Trio Joubran (ambos dia 22, aos quais se juntam agora os Secret Chiefs 3) e dos suíços Mama Rosin (dia 27).

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Os 100 mais de uma década de concertos, #5

5. BLACK UHURU FEAT. SLY & ROBBIE @ FMM SINES
28 de Julho de 2001
Quem tenta reduzir a apreciação de um espectáculo somente à prestação dos artistas em palco pode estar a mirar a tromba do elefante à sombra da imensidão do bicho. Qualquer um sabe que para um bom espectáculo concorrem outros factores, inúmeros, uns mais frequentemente citados nas reportagens que outros, como o som, as características da sala, o público, etc. Para a posição cimeira que este espectáculo dos Black Uhuru com a secção rítmica mais importante da Jamaica, Sly & Robbie, ocupa nesta lista, toma peso um outro grande protagonista: o FMM. Foi o meu primeiro contacto com a magia de Sines e receio que isso só possa ser inteiramente compreendido por quem por lá passou ao longo destes anos, como os meus amigos que, a cada uma das vagas de estreia, irradiavam dos olhos um brilho verdadeiramente único (e não era da ganza). Foi neste espectáculo, no castelo de Sines, que assisti pela primeira vez ao famigerado fogo-de-artifício (mais uma daquelas coisas que soam mal, assim escritas, onde só quem já testemunhou um encerramento do FMM, como era o caso aqui, sabe verdadeiramente do que se está a falar). Cerca de dois anos depois, os artistas do palco voltaram ao nosso país, para um concerto na Voz do Operário (e talvez outros mais). Não foi mau, mas...