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segunda-feira, 6 de julho de 2015

100 do FMM (até ver), do 11 ao 20


11. BASSEKOU KOUYATÉ & NGONI BA (Mali)
Castelo, 18/jul/2013::vídeo::

12. GISELA JOÃO (Portugal)
Castelo, 25/jul/2014::vídeo::
"(...) A Gisela é dona de uma voz incrível, uma das melhores desta nova geração, talvez mesmo a mais apaixonante. Mas há muito mais. O que a Gisela está a fazer pelo fado merece o agradecimento de todos nós que gostamos de música, de todos nós que temos esta relação tímida com a canção portuguesa. As biografias que o futuro lhe escreverá debruçar-se-ão, espero, sobre o meio em que cresceu – Barcelos, uma das três capitais nacionais do rock – enquanto mola determinante para a sua atitude em palco e fora dele. Talvez daí venha a Gisela iconoclasta, que entrou em cena de pernas ao léu, com um vestido branco, uma cor proibida por cartilha, para depois o trocar por um conjunto blusa-calção num chocante colorido de verão (estava demasiado vento para o vestido). Talvez daí venha a Gisela festiva e extrovertida, que contagiou toda a plateia do castelo na dança dos fados corridos e dos malhões. Talvez daí venha a Gisela com tudo de miúda e nada de diva, que improvisa momentos em palco, que não se deixa abalar e até disso tira partido quando um dos músicos se vê obrigado a abandonar por instantes o seu posto de trabalho. Artigo completo: A Gisela (ou barulho, que se vai cantar o fado)"

13. THE SKATALITES (Jamaica)
Castelo, 26/jul/2003
"(…) eis um dos melhores momentos de encerramento do historial do FMM."

14. AMADOU & MARIAM (Mali)
Castelo, 28/jul/2005

15. TRILOK GURTU BAND (Índia)
Castelo, 25/jul/2007::vídeo::

16. CORDEL DO FOGO ENCANTADO (Brasil)
Castelo, 29/jul/2006::vídeo::
"Em Sines, no ano passado, as opiniões sobre o espectáculo do Cordel do Fogo Encantado extremaram-se. Houve quem adorasse os brasileiros (eu! eu! eu!), houve quem os odiasse (cambada de autistas!). Opiniões medianas parece ser coisa que não houve."

17. MERCEDES PEÓN (Galiza)
Castelo, 27/jul/2011::vídeo::

18. OUMOU SANGARÉ & BÉLA FLECK (Mali / EUA)
Castelo, 21/jul/2012::vídeo::
"A Oumou e o Béla. Béla Fleck toca no banjo, acústico ou elétrico, como mais ninguém, aqui intrometendo-se na música do Mali e entregando ao seu instrumento, na maior parte das vezes, o pepel que a kora tradicionalmente assume nestas paragens da música africana, enquanto Oumou Sangaré domina o palco mostrando por que é uma das maiores divas da atualidade. É qualidade de sobra para um único projeto. Como se não bastasse, no grupo viajam ainda o baixista senegalês Alioune Wade -- de tal forma fluente na sua disciplina que quase faz esquecer o habitual companheiro de Fleck neste papel, o incrível Victor Wooten -- e o baterista Will Calhoun, dos Living Colour."

19. SÍLVIA PÉREZ CRUZ (Espanha)
Centro de Artes, 23/jul/2013::vídeo::
"A maior revelação do cartaz para quem escreve estas linhas, um tipo que agora se sente idiota e ignorante o suficiente por não a ter conhecido mais cedo. Sílvia Pérez Cruz é dona de uma voz ao mesmo tempo doce, ternurenta, mas também forte, interventiva e absolutamente segura, que usa o castelhano, o galego, o catalão e o português para arrebatar os corações do público. Esteve acompanhada por um guitarrista de trejeitos vanguardistas, indie para os dias que correm, adepto do ruído e dos pequenos pormenores, de vistas abertas e capacidades abrangentes (não estou a descrever o Marc Ribot, mas podia). Perto do fim, houve uma versão arrepiante de "Os Gallos", também conhecida por "Gallo Rojo, Gallo Negro", uma fábula anti-franquista. Alguém que disponibilize a gravação nos sítios do costume."

20. DAKHABRAKHA (Ucrânia)
Castelo, 20/jul/2013::vídeo::
"Se calhar, já podemos esquecer os Hedningarna ou as Värttinä ou outros grupos do Norte e Leste da Europa que nos anos 80 e 90 se destacavam no circuito de então, mais estreito e talvez menos global, da chamada world music. Os ucranianos DakhaBrakha, um homem e quatro mulheres, trouxeram a Sines a riqueza das harmonias vocais femininas, ora gentis, ora estridentes, amiúde contaminadas pela energia da dança dirigida tanto ao corpo como ao cérebro, sem nunca deixarem cair uma pinga do azeite aparente nesta fusão. Para muitos dos que me rodearam ao longo destes dias, terão sido mesmo a grande bomba do festival."

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Os 100 mais de uma década de concertos, #26-30

26. TORTOISE @ PARADISE GARAGE
31 de Março de 2001
Era a primeira vez que os Tortoise, um dos meus grupos favoritos na altura, cá vinham. Tendo acordado na manhã daquele dia em Chefchaouen, em Marrocos, fiz-me à estrada a toda a brida. Ainda furei um pneu em Sevilha e tive outros percalços pelo caminho, mas consegui ainda chegar a tempo do início do concerto no Garage (onde voltariam, um ano depois, para a festa da Thrill Jockey). Se já era imperdível a priori, nunca me perdoaria, sabendo o que sei do que vi e ouvi, por ter faltado à chamada.

27. KID606 @ CASTELO DE TRANCOSO
27 de Julho de 2002
Neste Verão de 2002, a cidade serrana de Trancoso albergou no seu castelo um festival de dois dias dedicado às electrónicas e afins. O evento, integrado na Bienal Internacional de Poesia de Vila Nova de Foz Côa, juntou nomes como os de Chicks on Speed, People Like Us, Ladytron (DJ set), Hipnótica, Rafael Toral, etc. Entre estes, encontrava-se ainda Miguel Trost De Pedro, o venezuelano que se abriga sob o nome Kid606, e que se apresentaria com um arsenal de batidas e ruído que deixaram marca. O terrorismo sónico de Kid606 voltaria depois, designadamente para uma actuação na ZDB, em Outubro de 2004, mas sem conseguir superar a prestação no castelo.

28. THE SKATALITES @ FMM SINES
26 de Julho de 2003
Por falar em castelo, mas agora no de Sines, eis um dos melhores momentos de encerramento do historial do FMM. O portugalreggae.com tem uma reportagem rigorosa do espectáculo.

29. POP DELL'ARTE @ FORUM LISBOA
27 de Julho de 2005
Salvo erro, estava-se há bastante tempo sem um concerto de Pop Dell'Arte e esta foi uma bela ocasião para apaziguar as saudades. Há reportagem do Rodrigo no Bodyspace.

30. STARS OF THE LID @ NIMAS
6 de Dezembro de 2007
Nunca por cá tivemos os Labradford (a não ser que a memória me esteja a pregar a mais habitual das partidas), mas há cerca de dois anos fomos abençoados pela vinda de outro nome maior do universo de adoradores de estrelas, estetas e dos drones, escultores do ruído e do silêncio, os Stars of the Lid. E com trio de cordas. E no antigo cinema Nimas, espaço ideal não só para ouvir e sentir as melopeias planantes do duo mas também para ver as imagens que as acompanhavam.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Skatalites no Alquimista!



Skatalites a 5 de Abril STOP Alquimista STOP Produção Xuxa Jurássica STOP

segunda-feira, 11 de abril de 2005

Skatalites, Romeo e uma letra

Os Skatalites fizeram a festa, tal como se esperava, ainda que bastante distantes da prestação de há cerca de dois anos, em Sines. O senhor Lloyd Brevett, contrabaixista do grupo desde a sua formação em 1964, não subiu ao palco de Algés, tendo sido substituído por um convidado no baixo eléctrico. Não terá sido por isso, talvez, mas as bombas em forma de música que os Skatalites fazem habitualmente deflagrar nos seus concertos nem sempre atingiram a potência desejada, parecendo, a espaços, meros exercícios de repetição forçada de um catálogo com quarenta anos (que não deixa, apesar disso, de ser riquíssimo).
Antes esteve Max Romeo com a sua banda. Muito roots reggae, claro, aludindo aos seus maiores hits, como "War Ina Babylon", "Iron Shirt/Chase the Devil", "One Step Forward" ou "3 Blind Mice". Foi também ao ska com o velhinho "Jamaican Ska", de Byron Lee, e coube-lhe o melhor e mais arrepiante momento da noite, quando entoou, juntamente com o público (um encontro pacífico de friques, betos de Cascais e skinheads) a letra de "Redemption Song", de Bob Marley...
Old pirates yes they rob I
Sold I to the merchant ships
Minutes after they took I from the
Bottom less pit
But my hand was made strong
By the hand of the almighty
We forward in this generation triumphantly
All I ever had is songs of freedom
Won't you help to sing these songs of freedom
Cause all I ever had redemption songs, redemption songs

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds
Have no fear for atomic energy
Cause none of them can stop the time
How long shall they kill our prophets
While we stand aside and look
Some say it's just a part of it
We've got to fulfill the book

Won't you help to sing, these songs of freedom
Cause all I ever had, redemption songs, redemption songs, redemption songs

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds
Have no fear for atomic energy
Cause none of them can stop the time
How long shall they kill our prophets
While we stand aside and look
Yes some say it's just part of it
We've got to fulfill the book

Won't you help to sing, these songs of freedom
Cause all I ever had, redemption songs
All I ever had, redemption songs
These songs of freedom, songs of freedom