Ok. É uma merda. E é uma joint venture como tantas outras. Tu deixas-me usar o teu produto enquanto eu aproveito para deixar o meu bem-visto. Mas é diferente do habitual. Tem a piada e a informalidade que só os ingleses conseguem dar às coisas.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
Eles metem a colher na sopa uns dos outros
Eles são jornalistas do Guardian e sabem que os Radiohead vão fazer acompanhar a versão material do "King of the Limbs" de um jornal. Como quem não gosta de quem meta a foice na sua própria seara, eles decidiram ripostar e puseram-se a fazer música. Ou melhor, a tocar uma versão do "Creep". O resultado pode ser escutado aqui.
Ok. É uma merda. E é uma joint venture como tantas outras. Tu deixas-me usar o teu produto enquanto eu aproveito para deixar o meu bem-visto. Mas é diferente do habitual. Tem a piada e a informalidade que só os ingleses conseguem dar às coisas.
Ok. É uma merda. E é uma joint venture como tantas outras. Tu deixas-me usar o teu produto enquanto eu aproveito para deixar o meu bem-visto. Mas é diferente do habitual. Tem a piada e a informalidade que só os ingleses conseguem dar às coisas.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
É da crise: o novo álbum dos Radiohead já não é oferecido
Chama-se "The King of the Limbs" e é o oitavo álbum de estúdio dos Radiohead. Sai no próximo mês de Maio numa "newspaper edition" (se alguém perceber o que raio querem eles dizer com isto, deixem nos comentários a explicação), mas vai estar disponível algures neste sítio para download pago já a partir do próximo dia 19 (sábado). A versão física do disco, a tal "newspaper edition", vai incluir dois 10", um CD, muita arte em papel, incluindo 625 pequenas peças (!).
A propósito do título do disco, o wikipedia reúne a seguinte informação:
The name of the new album relates to an oak tree in Wiltshire's Savernake Forest, thought to be around 1,000 years old. The forest lies around three miles away from Tottenham House, a listed country house where Radiohead recorded part of In Rainbows. The tree is a pollarded oak, referring to an ancient technique for harvesting timber for fencing and firewood. The phrase also appears in the 23rd chapter of the Qur'an.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Os 100 mais de uma década de concertos, #51-55
51. MY BLOODY VALENTINE @ PRIMAVERA SOUND
28 de Maio de 2009
Escrevi, na altura, a propósito do som ensurdecedor do espectáculo dos MBV: "À entrada, nos dois primeiros dias, respectivamente os dos concertos dos irlandeses no palco principal e no auditório, a organização distribuía aos participantes tampões para os ouvidos. É que -- e eu só vi o concerto do palco principal -- o volume e o ruído que ali se produziram desafiou tudo o que até hoje já se viu, perdão ouviu, à frente de um palco. Não espanta que haja quem fique com a audição reduzida depois destes concertos de regresso da banda de Kevin Shields (a começar pelo próprio). A demonstração de maior coragem, tanto por parte da banda como do público, veio com 'You Made Me Realise', com que os MBV têm encerrado estes concertos, onde no meio surgem quase vinte minutos de ruído intenso, só eventualmente comparável ao que se ouvirá no interior de um reactor de um avião ou pairando por entre nuvens em permanente colisão."
52. PAN SONIC @ LUX
5 de Novembro de 2004
Escrevi, na altura: "Devastador. Depois das armas não convencionais, depois das armas químicas, teremos, um dia destes, alguém do outro lado do Atlântico a exigir que a Finlândia (*) entregue o seu arsenal de armamento sonoro, onde a mais destruidora peça de artilharia são os Pan Sonic, que ontem fizeram parada militar no Lux, por ocasião do Número Festival 2005. (Continua...)"
53. THE YOUNG GODS @ AULA MAGNA
18 de Março de 2001
Por mais vezes que tivesse visto, até à altura (ou depois), o trio suíço, cada espectáculo, como foi o caso deste, continua a mexer não só nas memórias de adolescência, como a produzir emoções e frémitos bem presentes. E o estrondo na Aula Magna foi potente.
54. RADIOHEAD @ COLISEU DOS RECREIOS
22 de Julho de 2002
Esta era, arriscaria, a melhor fase dos Radiohead. Não estive no primeiro concerto deles por cá, porque nunca consegui perceber aqueles primeiros discos, mas pouco ou nada me faria perder a ocasião de os ver com esta nova atitude.
55. ESTILHAÇOS: ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL + ANTÓNIO RAFAEL @ ZDB
21 de Janeiro de 2006
O line up é muito simples. O Rafael ocupa-se do piano e das programações enquanto o Adolfo lê excertos do seu livro "Estilhaços" (em apresentações posteriores, juntar-se-ia ao projecto o Henrique Fernandes no contrabaixo). Escrevi, então: "'Estilhaços', o espectáculo, é muito mais do que uma simples leitura de textos. O Adolfo, sentado, evita a declamação e entrega-se à performance dramática, a partir dos ambientes que já se liam nas entrelinhas dos seus textos. A escolha destes textos é variada, desde aqueles que foram escritos há quase trinta anos, como o frenético 'Braga, Meu Amor', durante a sua vida de estudante em Lisboa, como o diário de viagens entre o bairro dos Prazeres e a Graça patente em 'Orçamento Geral de Estado', ou outros, mais recentes, marcados por quotidianos parisienses, como no alegre 'O Tempo que Passa' ou no pungentemente triste 'A Filha Surda'. O Rafael, por sua vez, ajuda a sublinhar as dinâmicas do texto, com um piano que soa a neoclássico, como Wim Mertens a fazer música para Greenaway. Ficou muito acima de qualquer expectativa levada para esta minha primeira experiência com o 'Estilhaços' ao vivo."
28 de Maio de 2009
Escrevi, na altura, a propósito do som ensurdecedor do espectáculo dos MBV: "À entrada, nos dois primeiros dias, respectivamente os dos concertos dos irlandeses no palco principal e no auditório, a organização distribuía aos participantes tampões para os ouvidos. É que -- e eu só vi o concerto do palco principal -- o volume e o ruído que ali se produziram desafiou tudo o que até hoje já se viu, perdão ouviu, à frente de um palco. Não espanta que haja quem fique com a audição reduzida depois destes concertos de regresso da banda de Kevin Shields (a começar pelo próprio). A demonstração de maior coragem, tanto por parte da banda como do público, veio com 'You Made Me Realise', com que os MBV têm encerrado estes concertos, onde no meio surgem quase vinte minutos de ruído intenso, só eventualmente comparável ao que se ouvirá no interior de um reactor de um avião ou pairando por entre nuvens em permanente colisão."
52. PAN SONIC @ LUX
5 de Novembro de 2004
Escrevi, na altura: "Devastador. Depois das armas não convencionais, depois das armas químicas, teremos, um dia destes, alguém do outro lado do Atlântico a exigir que a Finlândia (*) entregue o seu arsenal de armamento sonoro, onde a mais destruidora peça de artilharia são os Pan Sonic, que ontem fizeram parada militar no Lux, por ocasião do Número Festival 2005. (Continua...)"
53. THE YOUNG GODS @ AULA MAGNA
18 de Março de 2001
Por mais vezes que tivesse visto, até à altura (ou depois), o trio suíço, cada espectáculo, como foi o caso deste, continua a mexer não só nas memórias de adolescência, como a produzir emoções e frémitos bem presentes. E o estrondo na Aula Magna foi potente.
54. RADIOHEAD @ COLISEU DOS RECREIOS
22 de Julho de 2002
Esta era, arriscaria, a melhor fase dos Radiohead. Não estive no primeiro concerto deles por cá, porque nunca consegui perceber aqueles primeiros discos, mas pouco ou nada me faria perder a ocasião de os ver com esta nova atitude.
55. ESTILHAÇOS: ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL + ANTÓNIO RAFAEL @ ZDB
21 de Janeiro de 2006
O line up é muito simples. O Rafael ocupa-se do piano e das programações enquanto o Adolfo lê excertos do seu livro "Estilhaços" (em apresentações posteriores, juntar-se-ia ao projecto o Henrique Fernandes no contrabaixo). Escrevi, então: "'Estilhaços', o espectáculo, é muito mais do que uma simples leitura de textos. O Adolfo, sentado, evita a declamação e entrega-se à performance dramática, a partir dos ambientes que já se liam nas entrelinhas dos seus textos. A escolha destes textos é variada, desde aqueles que foram escritos há quase trinta anos, como o frenético 'Braga, Meu Amor', durante a sua vida de estudante em Lisboa, como o diário de viagens entre o bairro dos Prazeres e a Graça patente em 'Orçamento Geral de Estado', ou outros, mais recentes, marcados por quotidianos parisienses, como no alegre 'O Tempo que Passa' ou no pungentemente triste 'A Filha Surda'. O Rafael, por sua vez, ajuda a sublinhar as dinâmicas do texto, com um piano que soa a neoclássico, como Wim Mertens a fazer música para Greenaway. Ficou muito acima de qualquer expectativa levada para esta minha primeira experiência com o 'Estilhaços' ao vivo."
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Já agora, músicos bloguistas
Uma lista minúscula com alguns artistas ou grupos estrangeiros que blogam ou mantém diários nos seus sites (além de outros, inúmeros, que usam os blogues dos seus myspace).
BOB MOULD (ex-Hüsker Dü) - modulate.blogspot.com
DAVID BYRNE - journal.davidbyrne.com (este é de consulta obrigatória)
FRANZ FERDINAND - www.franzferdinand.co.uk/blog_band
KRISTIN HERSH - www.throwingmusic.com/blog
LIARS - www.liarsliarsliars.com/news/
MATS GUSTAFSSON - thebrokenface.blogspot.com
MIKE DOUGHTY (dos inesquecíveis Soul Coughing) - www.mikedoughty.com/blog
MIKE WATT - www.hootpage.com
RADIOHEAD - www.radiohead.com/deadairspace
SASHA FRERE JONES (Ui, etc.) - www.sashafrerejones.com
TOM ZÉ - tomze.blog.uol.com.br
(É, claro, uma lista reduzida obtida a partir de bookmarks pessoais. Sintam-se à vontade para sugerir outros exemplos.)
BOB MOULD (ex-Hüsker Dü) - modulate.blogspot.com
DAVID BYRNE - journal.davidbyrne.com (este é de consulta obrigatória)
FRANZ FERDINAND - www.franzferdinand.co.uk/blog_band
KRISTIN HERSH - www.throwingmusic.com/blog
LIARS - www.liarsliarsliars.com/news/
MATS GUSTAFSSON - thebrokenface.blogspot.com
MIKE DOUGHTY (dos inesquecíveis Soul Coughing) - www.mikedoughty.com/blog
MIKE WATT - www.hootpage.com
RADIOHEAD - www.radiohead.com/deadairspace
SASHA FRERE JONES (Ui, etc.) - www.sashafrerejones.com
TOM ZÉ - tomze.blog.uol.com.br
(É, claro, uma lista reduzida obtida a partir de bookmarks pessoais. Sintam-se à vontade para sugerir outros exemplos.)
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Chamar a isto música é como vender um carrinho de compras e chamar-lhe mercearias
A propósito da pedrada no charco que "In Rainbows", dos Radiohead, representa na história da indústria da música, a revista Wired juntou à conversa Thom Yorke e David Byrne, na sua edição de Janeiro. Bastante mais interessante é o longo artigo que o último deixa nas páginas da revista: "David Byrne's Survival Strategies for Emerging Artists — and Megastars". Falando na qualidade de músico e editor (ou melhor, ex-editor), Byrne começa por traçar o diagnóstico que, finalmente, se mostra cada vez mais uma evidência para toda a gente. E aqui importa saber-se o que se discute realmente quando se aborda este tema. É por isso fundamental que se distinga do que se fala quando se fala da indústria da música: se da música propriamente dita, como a que é feita por músicos há milénios, se do negócio das caixas de plástico e afins ("chamar a isto música é como vender um carrinho de compras e chamar-lhe mercearias"). Feita esta distinção e compreendendo o papel das editoras, no passado, no presente e, de alguma forma, no futuro, Byrne prossegue com a identificação dos vários modelos de negócio que se colocam perante os músicos, desde a opção em que uma empresa controla todo o trabalho e o artista não é mais que um empregado que contribui com a sua parte para o produto final, até à opção DIY, em que tudo passa pelo artista. Pelo meio, há modelos mistos que já se verificam (Byrne dá vários exemplos) e que poderão vir a ter maior importância no futuro.
É um artigo a ler com atenção, no meio de tanta palavra gasta em redor deste tema, com frequentes reflexões imparciais que não vislumbram o todo, e que confundem com ou sem intenção o que está realmente em jogo, como na anedota indiana do elefante: é preciso afastar-se para se perceber que é mesmo um elefante (ou qualquer coisa assim).
É um artigo a ler com atenção, no meio de tanta palavra gasta em redor deste tema, com frequentes reflexões imparciais que não vislumbram o todo, e que confundem com ou sem intenção o que está realmente em jogo, como na anedota indiana do elefante: é preciso afastar-se para se perceber que é mesmo um elefante (ou qualquer coisa assim).
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Listas 2007: os melhores álbuns para os leitores
LCD Soundsystem e Panda Bear, pois claro. :)

1. LCD SOUNDSYSTEM "Sound of Silver"
2. PANDA BEAR "Person Pitch"
3. ARCTIC MONKEYS "Favourite Worst Nightmare"
4. CHROME HOOF "Pre-Emptive False Rapture"
5. ARCADE FIRE "Neon Bible"
6. BATTLES "Mirrored"
7. EINSTÜRZENDE NEUBAUTEN "Alles Wieder Offen"
8. M.I.A. "Kala"
9. RADIOHEAD "In Rainbows"
10. ANDREW BIRD "Armchair Apocrypha"
1. LCD SOUNDSYSTEM "Sound of Silver"
2. PANDA BEAR "Person Pitch"
3. ARCTIC MONKEYS "Favourite Worst Nightmare"
4. CHROME HOOF "Pre-Emptive False Rapture"
5. ARCADE FIRE "Neon Bible"
6. BATTLES "Mirrored"
7. EINSTÜRZENDE NEUBAUTEN "Alles Wieder Offen"
8. M.I.A. "Kala"
9. RADIOHEAD "In Rainbows"
10. ANDREW BIRD "Armchair Apocrypha"
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Radiohead em Paredes de Coura? Não parece...
A Ritmos, responsável pela organização do festival de Paredes de Coura, enviou esta manhã um comunicado onde desmente, em letras garrafais, a vinda dos Radiohead ao evento minhoto, conforme havia sido anunciada na edição de hoje do Correio da Manhã.
A Ritmos desmente categoricamente, a notícia avançada pelo jornal Correio da Manhã, que garante a vinda dos Radiohead ao Festival Heineken Paredes de Coura.
Os Radiohead são uma banda que apreciamos, no entanto, não está agendado qualquer espectáculo para este ano, muito menos no Festival Heineken Paredes de Coura, infelizmente!
Perante este facto, lamentamos o teor falso da notícia que só serve para enganar os leitores.
A Organização
sexta-feira, 26 de novembro de 2004
Algumas curiosidades do audioscrobbler
Percorrendo algumas das páginas do audioscrobbler (o que é o audioscrobbler? é favor ler mais abaixo), deparamos com algumas curiosidades:
Top de artistas ouvidos pelo "group" Sonic Youth (onde estão inscritos, teoricamente, os admiradores dos SY, portanto):
Já no "group" dos godspeed you! black emperor:
(a pergunta natural que se coloca é: mas que raio fazem os Clutch nestas duas listas?)
E no "group" de Lightning Bolt ouve-se... Beatles:
Que também são ouvidos no "group" dos Einstürzende Neubauten:
Este é o top de faixas, desta semana, em todo o universo audioscrobbler:
Para aceder ao group do Juramento sem Bandeira, basta ir aqui.
Top de artistas ouvidos pelo "group" Sonic Youth (onde estão inscritos, teoricamente, os admiradores dos SY, portanto):
1 Clutch 8719
2 Sonic Youth 8558
3 Radiohead 6280
4 The Beatles 5046
5 Pixies 3617
Já no "group" dos godspeed you! black emperor:
1 Radiohead 13638
2 Clutch 8150
3 The Smashing Pumpkins 6285
4 Modest Mouse 5554
5 Mogwai 5431
(a pergunta natural que se coloca é: mas que raio fazem os Clutch nestas duas listas?)
E no "group" de Lightning Bolt ouve-se... Beatles:
1 explosions in the sky 623
2 The Advantage 613
3 Elliott Smith 605
4 Neutral Milk Hotel 576
5 The Beatles 522
Que também são ouvidos no "group" dos Einstürzende Neubauten:
1 Sonic Youth 942
2 Einstürzende Neubauten 722
3 The Beatles 638
4 Depeche Mode 591
5 The Flaming Lips 561
Este é o top de faixas, desta semana, em todo o universo audioscrobbler:
1. Franz Ferdinand - Take Me Out (mantém-se)
2. Green Day - Boulevard of Broken Dreams (subiu)
3. The Postal Service - Such Great Heights (desceu)
4. Modest Mouse - Float On (subiu)
5. Green Day - American Idiot (desceu)
Para aceder ao group do Juramento sem Bandeira, basta ir aqui.
quinta-feira, 28 de outubro de 2004
Reacções à morte de John Peel
Bernard Sumner, ex-Joy Division, New Order
«I mean the guy really was somebody who looked after you - he had a love of music and helped people who made music. He was the only support we had in the beginning - they were very cold and lonely days, and I've got an awful feeling that there'll be a lot of very lonely, cold, days without him . It's a really sad moment - for music, for radio, for groups in general. I'd hate to be in a new group starting out without John Peel.»
Peter Hook, ex-Joy Division, New Order
«John Peel was a genuine one-off, whether on Radio 1 or Radio 4. He was a unique voice in British broadcasting and used that voice to unearth new talent and different subjects and make them accessible to a much wider audience. The prime minister knows he will be missed by everyone.»
Porta voz de Tony Blair, Primeiro-ministro britãnico
«He was a maverick and he got away with it.»
Steve Lamacq, BBC
«In the autumn of 1978, something happened that was to change my life forever - John Peel played Teenage Kicks on the radio for the very first time. Today, it just changed again, forever.»
Feargal Sharkey, ex-Undertones
«He really did trawl through mailbags of demo cassettes. That's why we had Pulp and T-Rex, because he'd been discovering bands like that since 1967.»
Laura Cantrell
«Who am I going to listen to now? He's been my inspiration since I was 14. I'm thinking about you. Thanks John Peel.»
Thom Yorke, Radiohead
«We would try out new songs on the sessions and these often were the definitive version. John Peel was always the best around.»
Johnny Marr, ex-The Smiths
«In a world that is becoming ever more homogenised and pre-programmed, John Peel stuck up for the 'sore thumbs' of the music scene and I really can't think of anyone who could have done it better or who's going to do it now he's gone.»
Jarvis Cocker, ex-Pulp
«The Holy Grail was the 'John Peel Session' - no doubt about it. Not only did you get airing on Radio 1, he paid musicians union rates, which was unusual.»
Peter Hooten, The Farm
«If it wasn't for John Peel, Black Sabbath wouldn't have got played on the radio.»
Ozzy Osbourne
«Every time you finished a good track you'd think, 'Oh, I can't wait to send that to John Peel' - let alone thinking about sending it to a record company or your fans hearing it!»
Paul Hartnoll, Orbital
«He's been such a champion of culturally diverse music - we were just saying nobody thought he was ever going to die - we thought he'd be around forever.»
Gruff, Super Furry Animals
«There really has not been much good music that has not been sorted through the filter of 'Top Gear' and 'The John Peel Show' over the years. That he was a champion, to so much talent, from Marc Bolan and Rod Stewart, to The Prefects and Siouxsie and The Banshees, to The White Stripes and Pink Floyd, is well known, his 'Peel Sessions' series world famous. (...) For your sense of humour, and your taste. And your absolute dedication to spreading the gospel of music. I shall miss you. We all shall all miss you.»
John Taylor, Duran Duran
«John was always the champion of the new and unheard. Countless artists owe him so much for his enthusiasm, including myself. He helped me in the formative stages of my career and I will never forget his kindness and humour. Needless to say I was shocked and upset to hear of his passing. I hope Liverpool F.C. holds a minute?s silence in his memory. That would mean an awful lot.»
Elton John
«It's very appropriate because it's all the sort of music that John would have chosen.»
Michael Eavis, da organização do Festival de Glastonbury, depois de anunciar que o palco dos novos talentos do evento passará a ter o nome John Peel Stage.
«It was because of him I got to hear some of the most obscure but influential music I ever heard.»
James Dean Bradfield, Manic Streat Preachers
«John Peel's patronage was for me, like countless other musicians, one of the most significant things that happened to us in our careers. The world is going to be a poorer place with his sudden departure. I will miss him deeply.»
Damon Albarn, Blur
«We've just heard the tragic news that John Peel the long serving radio 1 DJ has passed away aged 65. It seems right to pass our respects to one of the most important and down right nicest people we have known in music. John was unbelievably passionate about music as well as being incredibly humble, he was always slightly embarrased when people told him that he'd changed their lives even though it must have happened many times every day. As far as Mogwai are concerned his help over the years has been incalculable (all songs bar two on our upcoming BBC album were recorded for his show). He was a champion and an inspiration and he will be greatly missed. Bye John.»
Mogwai
«Although his passing leaves behind a disheartened and grieving music world, let us remember that John Peel, DJ, Football lover, pop icon, husband and rock pioneer lived a remarkable life by just being true to himself, his audience and most importantly the music he loved. He will be missed.»
Rob Levy, tinymixtapes.com
«Espero bem que Mark E.Smith e os Fall não percam tempo a lançar uma diatribe anti-peruana, tipo "Fuck The Andes". John Peel era a pessoa mais importante da música popular britânica. Ouvia-o quase todos os dias de semana desde 1975. A música nova e difícil, a partir de agora, já não tem embaixador na BBC. Fartei-me de chorar, foda-se.»
Miguel Esteves Cardoso
(Depoimentos retirados das mais diversas proveniências, com especial incidência em bbc.co.uk e nme.com)
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