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terça-feira, 31 de maio de 2016

100 de 1974, n.º 36, New York Dolls



TOO MUCH TOO SOON
NEW YORK DOLLS (EUA)


Edição original: Mercury
Produtor(es): Shadow Morton



domingo, 5 de abril de 2015

100 de 1973, n.º 59, New York Dolls (rep.)



NEW YORK DOLLS
NEW YORK DOLLS (EUA)
Edição original: Mercury
Produtor(es): Todd Rundgren
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

Quaisquer meia dúzia de palavras que se escrevam sobre a origem do punk terão que meter os New York Dolls ao barulho. Havia ali algo, logo neste disco de estreia, que lembrava os primeiros discos dos Rolling Stones, o glam de Marc Bolan (na música e no visual claramente andrógino) ou o rock pesado dos MC5 ou dos Stooges, mas os Dolls estavam a oferecer algo que, ao mesmo tempo, era substancialmente diferente do que se fazia à altura. Diferente e polémico: numa votação levada a cabo pela Creem (a influente revista de rock'n'roll, da qual se diz ter inventado o termo "punk rock" e que na altura tinha como editor o mítico Lester Bangs), o grupo ganhava em ambas as categorias de melhor e... de pior grupo de 1973.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

100 discos de 1973, n.º 59



NEW YORK DOLLS
NEW YORK DOLLS (EUA)
Edição original: Mercury
Produtor(es): Todd Rundgren
discogs allmusic wikipedia

Quaisquer meia dúzia de palavras que se escrevam sobre a origem do punk terão que meter os New York Dolls ao barulho. Havia ali algo, logo neste disco de estreia, que lembrava os primeiros discos dos Rolling Stones, o glam de Marc Bolan (na música e no visual claramente andrógino) ou o rock pesado dos MC5 ou dos Stooges, mas os Dolls estavam a oferecer algo que, ao mesmo tempo, era substancialmente diferente do que se fazia à altura. Diferente e polémico: numa votação levada a cabo pela Creem (a influente revista de rock'n'roll, da qual se diz ter inventado o termo "punk rock" e que na altura tinha como editor o mítico Lester Bangs), o grupo ganhava em ambas as categorias de melhor e... de pior grupo de 1973.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Malcom McLaren (1946-2010)



Ele achava que tinha inventado o punk. E até, justiça lhe seja feita, não estava muito longe da verdade. Sem ele, todo um capítulo imenso da história da cultura popular dos últimos 40 anos teria hoje outra redacção. Situacionista convicto, trouxe o choque e a provocação como tema ao trabalho que desde cedo empreendeu. Com a namorada Vivienne Westwood, abriu a Let it Rock (mais tarde Too Fast To Live Too Young To Die, mais tarde SEX), loja de roupa para teddy boys ou de roupa sado-maso na hoje famosa rua dos punks em Londres, a Kings Road. Em Nova Iorque, fez-se manager dos New York Dolls e levou o grupo ao fim quando os vestiu de uma estética provocativamente comunista numa América habitada pelos fantasmas da guerra fria. De regresso a Londres, criou literalmente os Sex Pistols com os quais construiu a estética que ficaria para sempre associada a Londres e ao ano de 1977. A relação com os Pistols foi efémera, tendo acabado mal, uma vez mais, mas o fenómeno que ajudou a criar foi marcante e teve efeitos duradouros. Criou ainda os Bow Wow Wow, onde uma vez mais gerou polémica, chegando a envolver a Scotland Yard, desta vez por causa das capas com a vocalista Annabella Lwin, menor de idade, em poses de nudez, e foi também manager de Adam and The Ants. Também veio a gravar, ele próprio, discos (curiosamente, ainda há dias comprei o seu segundo single, "Soweto", numa loja do Porto), trabalhou no cinema e, recentemente, chegou mesmo a concorrer às eleições para a câmara de Londres.

Malcom McLaren morreu em Nova Iorque esta manhã, vítima de cancro.