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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Cápsula nostálgica de Verão, nº21


M'As Foice, "É", Guarda, RTP (Pop Off) 1991 (real. José F. Pinheiro e Bruno Niel)
(Com a vaga dos "regressos" a invadir também a cena portuguesa, bem que os M'As Foice podiam fazer as pazes entre si e regressar aí, nem que fosse para um concerto ou dois...)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Espelho Meu - História do Rock Português

77, António Sérgio, António Variações, Aqui del Rock, Ban, Baton Rouge, Bunnyranch, Cães Vadios, Cameraman Metalico, Capitão Fantasma, Censurados, Conjunto Mistério, Corpo Diplomático, Crise Total, D3Ö, Delfins, Filipe Mendrix, GNR, Heróis do Mar, Joaquim Costa, Legendary Tigerman, M'as Foice, Mão Morta, Mata Ratos, Mler if Dada, Moonspell, Peste e Sida, Pop dell'Arte, Quarteto 1111, Rádio Macau, Rui Veloso, Sheiks, Street Kids, Tédio Boys, Telectu, UHF, Victor Gomes, Xutos e Pontapés.

Que fazem todos estes nomes juntos? São as figuras das 38 pinturas que integram a exposição "Espelho Meu - História do Rock Português" que vai estar patente no Santiago Alquimista a partir do próximo sábado, 1 de Março. As obras "Espelho Meu" são da autoria de Sardine & Tobleroni, uma dupla de artistas plásticos residente em Londres. Sardine é português e muita gente já o conheceu como Victor Silveira, como Victor Torpedo ou como Vitinho (sim, o dos Tédio Boys e dos Parkinsons). Tobleroni é o suíço Jay Rechsteiner. A exposição é inaugurada no próximo sábado, com um concerto dos Pop Dell'Arte e um dj set dos Bunnyranch.

CORRECÇÃO: A exposição estará patente no Alquimista apenas no sábado, já que depois vai fazer um percurso pelo país.

terça-feira, 10 de maio de 2005

Aha!

Afinal, o Gonçalo Frota confirma a minha tese inicial, aqui colocada em dúvida há dias atrás, a respeito do nome dos M'As Foice. Na entrevista hoje publicada no Blitz, o grupo é sempre referido por essa designação.
Claro está que não é isso que importa. O que importa mesmo é a edição histórica que o jornal lança para as ruas, em colaboração com a Lux Records, nesta e na próxima semana. Seria bom que esta recuperação de temas dos M'As Foice encontrasse eco junto do público, para que outros projectos, como aqueles dos quais aqui já falámos, pudessem também ser condignamente relembrados nos dias que correm.

Yuppie Yuppie Lá Lá Lá Lá Lá Lá

terça-feira, 26 de abril de 2005

Uma pergunta

M'as Foice ou Émasfoi-se? Em todos estes anos, vi a banda ser designada, tanto oralmente como por via escrita, por M'as Foice, sendo que havia, isso sim, um tema chamado "É mas foi-se" ou talvez mesmo "Émasfoi-se". Agora, uma coluna de publicidade nas páginas do Blitz, que no próximo mês distribuirá nas bancas um CD que documenta pela primeira vez neste formato a inesquecível banda coimbrã, apresenta-os como Émasfoi-se... Para complicar, há uma chamada de atenção por entre o arranjo gráfico que reza assim: «...à venda com o Blitz, o CD dos 'Mas Foice'». Afinal, em que ficamos?
Mas, parafraseando outra banda portuguesa, o que é que isso interessa? O que interessa mesmo é que nos próximos dias 10 e 17 de Maio vai chegar às bancas um dos mais importantes lançamentos, dos últimos tempos, do rock português. O disco vai incluir dezassete temas gravados em estúdio e ao vivo (no Rock Rendez-Vous) e ainda dois videoclips. É de aproveitar, que ocasiões como esta são raras.

terça-feira, 7 de setembro de 2004

Pergunta inocente

Se há tanta treta por aí que se junta para regressos nem sempre conseguidos, porque é que os M'As Foice não voltam um dia? Nem que seja para um concerto único no mais esquecido dos bares de Coimbra. É preciso fazer uma petição? Se até continuam todos na música (Wraygunn, d3ö, Belle Chase Hotel, por ex.)...

quarta-feira, 14 de janeiro de 2004

Como colar os seus rótulos

- Usar cola bâton, de preferência.
- Não deixar escorrer cola para o vinil porque danifica o disco.
- Deixar secar durante cinco minutos.
- Não lavar a mais de 60º.
(Não aceitamos reclamações)


Peguei há pouco no "Insurrectos", colectânea que em 1990 reuniu alguns dos grupos portugueses emergentes com mais potencial de então (Requiem pelos Vivos, Ocaso Épico, Nihil Aut Mors, Mão Morta, M'as Foice, More República Masónica, etc.) e veio parar-me às mãos uma pequena folha de papel onde estão dactilografadas estas advertências. Um autêntico mimo. Para quem não sabe ou não se lembra, a Área Total (editora da Guarda que editou este disco, bem como o "O.D., Rainha do Rock & Crawl", dos Mão Morta, que não guardam aliás boas recordações desta edição, tantos foram os problemas) não tinha grande capacidade financeira e logística, de maneira que fazia as coisas na base do mais puro amadorismo. O "Insurrectos", por exemplo, não traz os rótulos colados no centro do disco, como costuma acontecer sempre. Tinha que ser o comprador a fazê-lo. Mas havia necessidade de chamar esse mesmo comprador de estúpido ao avisá-lo para não deixar cair cola em cima do vinil? E quem é que lava discos em água a mais de 60º??