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domingo, 29 de dezembro de 2019

100 de 1979, n.º 3, Joy Division



UNKNOWN PLEASURES
JOY DIVISION (Inglaterra)


Edição original: Factory
Produtor(es): Martin Hannett, Joy Division



terça-feira, 18 de maio de 2010

30 anos



Há exactamente 30 anos, Ian Curtis punha fim à sua vida. Mas perdura até hoje e perdurará pelos anos e anos que vierem nas nossas memórias, nos nossos sentidos.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Imagens históricas #7



Ian Curtis, Hulme, Manchester, 6 de Janeiro de 1979
Autor: Kevin Cummins

Entre a maior parte das fotografias mais conhecidas dos Joy Division, destaca-se o nome de Kevin Cummins, antigo director de fotografia do NME, tido como aquele que melhor soube retratar a música de Manchester (e não só) das últimas décadas. Algumas destas imagens dos Joy Division tornaram-se ícones de tal forma significativos que até são habitualmente recriadas nas recentes explorações cinematográficas da história do grupo e de Manchester.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Duas ou três coisas sobre Control

"Control" é um filme sóbrio. O caminho mais fácil para este tipo de filmes biográficos resume-se muitas das vezes à expressão de uma devoção histérico-religiosa pelo biografado, relevando ao limite do absurdo as suas qualidades e explorando a esfera privada como um mero sucedâneo da esfera mediática. Também há, ainda que menos frequente, o outro extremo, em que o artista desaparece por completo e dá lugar à pessoa normal, igual a tantos de nós. "Control", porém, encontra-se algures a meio termo. Mostra Ian Curtis, o miúdo que casou cedo demais, e Ian Curtis, o proto-ícone do rock. Não é apenas um ou apenas o outro. São sete anos do jovem Ian (1973 a 1980) que nos são contados pela sua própria viúva, sobre cujo livro se apoia o guião do filme. Temos o ponto de vista de alguém a que assistiu, ainda que deixada à margem, ao conflito pessoal vivido pelo seu marido. Entre os dois (ou mais) Ian Curtis que conheceu, entre as motivações e frustrações de ambos, há relações de causa-efeito, mas as interpretações finais são deixadas para o espectador, se se quiser dar a esse trabalho especulativo. Não entrar explicitamente pelos campos da psicanálise, das questões que ficaram por ser respondidas, é um trunfo de "Control" que nem sempre é habitual ver-se neste tipo de cinema.
Noutro aspecto, "Control" é também um filme rigoroso. Além de Deborah Curtis, o recentemente falecido Tony Wilson (patrão da Factory) e os actuais New Order acompanharam de perto a produção. Até Peter Saville, que desenhava as capas da Factory, incluindo as dos Joy Division, aparece nos créditos. As semelhanças físicas dos actores chegam a ser assustadoras (Bernard Sumner incrível, por exemplo) e as actuações (os actores aprenderam mesmo a tocar os temas) são extremamente convincentes. E quem se habituou a ver fotografias dos Joy Division e de Ian Curtis ao longo de todos estes anos, não deixará certamente escapar um sorriso em vários dos planos captados por Anton Corbjin ao longo do filme.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Tony Wilson (1950-2007)

Já vem tarde a homenagem, mas...
Sem Tony Wilson, não teria havido a Factory Records, os Joy Division não teriam sido o que foram, os New Order não seriam o que são, Manchester não estaria no mapa da música popular dos nossos dias como está, o punk e muitas outras expressões marginais do rock inglês (e não só) não seriam como hoje os conhecemos. Os músicos são o mais importante, certamente, mas sem homens como Tony Wilson, agitadores por defeito do tédio e do marasmo que se encontra permanentemente à espreita para se instalar nos nossos quotidianos, homens que souberam inteligemente ganhar a pulso o seu poder nos meios de comunicação, o mundo da música e das artes em geral seria, desculpem repisar o cliché, completamente diferente. Se há filhos da mãe que ganharam ao longo da sua vida o pleno direito de serem convencidos e pedantes até ao tutano (veja-se o "24 Hour Party People"), Tony Wilson era certamente um deles.
(Para quem ainda não se apercebeu, o patrão da Factory faleceu há três dias, aos 57 anos, vítima de um maldito ataque cardíaco que surpreendeu o cancro que vinha a ser a sua companhia ao longo dos últimos tempos.)

terça-feira, 22 de maio de 2007

Control



Primeira parte de uma entrevista com Anton Corbjin, a propósito da sua primeira longa metragem, recentemente estreada em Cannes, "Control", à volta da história de Ian Curtis e dos Joy Division. Não são assustadoras, por vezes, as similiridades faciais entre o actor e Ian Curtis?

sexta-feira, 10 de março de 2006

Legendas cómicas #1

Filme: Nathalie.
Cena: Um homem com ar de oriental ou finlandês e com uma ligeira tendência para trocar os RR por LL, como os chineses, fala dos Joy Division à personagem interpretada pela Fanny Ardant, que com ele segue no carro. A seguir, refere-se à anterior designação do grupo. Nas legendas aparece "Wallsaw"...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

Ian Curtis por Corbjin

Image hosting by Photobucket
O jovem actor Sam Riley (na foto) vai ser o Ian Curtis de "Control", o filme sobre a curta vida do vocalista dos Joy Division, em que o fotógrafo e realizador Anton Corbjin anda a trabalhar. Também já se sabe que terá a participação dos New Order na banda sonora, que deverão compor faixas novas, bem como trabalhar em temas da fase dos próprios Joy Division.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

Corbjin realiza filme sobre Ian Curtis

O mais famoso dos fotógrafos rock, Anton Corbjin, vai estrear-se no cinema, com um filme sobre a vida de Ian Curtis. A notícia é do nme.com:

Full details have emerged about the much-awaited biopic of former JOY DIVISION frontman IAN CURTIS.

Celebrated rock photographer Anton Corbijn ? most renowned for his work with U2 - has been confirmed as the director of the movie. It is his first time as a film director. Deborah Curtis, the widow of Ian Curtis, and former Factory Records boss Anthony Wilson will both have executive producer roles on the film.

The film?s working title is ?Control? and is based on Deborah Curtis? touching book account of Ian?s life ?Touching From A Distance?. A film documenting Curtis? life had been planned for a number of years, but Curtis? family had never been happy with the proposals until now.
(continua)

quinta-feira, 24 de junho de 2004

Vamos lá a apostas, então

Para encabeçar a lista dos 70s do pitchfork.com, eu aposto em:

"Horses", Patti Smith (podia ficar em primeiro este)
"Unknown Pleasures", Joy Division
"Low" e "Heroes", David Bowie
"Catch a Fire" ou "Burnin'", Bob Marley
"Country Life", Roxy Music
"The Basement Tapes", Bob Dylan (err... se só se contar com a edição oficial, pois acho que a bootleg é dos anos 60)
"Transformer", "Berlim", e, quem sabe, "Metal Machine Music", do Lou Reed
"IV", Led Zeppelin
"Electric Warrior", Marc Bolan

E chega. Quer dizer, há muitas mais escolhas, mas o tempo e a memória não abundam.