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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

100 de 1979, n.º 19, Jonathan Richman & The Modern Lovers



BACK IN YOUR LIFE
JONATHAN RICHMAN & THE MODERN LOVERS (EUA)


Edição original: Beserkley
Produtor(es): Glen Kolotkin, Kenny Laguna, Matthew King Kaufman



sábado, 15 de julho de 2017

100 de 1977, n.º 31, Jonathan Richman



ROCK'N'ROLL WITH THE MODERN LOVERS
JONATHAN RICHMAN AND THE MODERN LOVERS (EUA)


Edição original: Beserkley
Produtor(es): Matthew King Kaufman, Glen Kolotkin



quinta-feira, 6 de abril de 2017

100 de 1976, n.º 7, Jonathan Richman & The Modern Lovers



JONATHAN RICHMAN & THE MODERN LOVERS
JONATHAN RICHMAN & THE MODERN LOVERS (EUA)


Edição original: Beserkley
Produtor(es): Matthew King Kaufman, Glen Kolotkin



quinta-feira, 21 de maio de 2015

100 de 1973, n.º 13, The Modern Lovers



THE MODERN LOVERS
THE MODERN LOVERS (EUA)
Edição original: Beserkley
Produtor(es): John Cale, Robert Appere, Alan Mason
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

Um caso de batota -- ou meia batota, convenhamos -- nunca vem só. Se o disco dos Mutantes chegou à luz do dia apenas em 1992, eis aqui outro caso de parto tardio, ainda que a espera não tenha sido tão longa. O primeiro álbum dos Modern Lovers, de Jonathan Richman, saiu em 1976, mas as sessões produzidas na sua maioria por John Cale eram do ano que aqui se anda há meses a destacar. E aqui há que explicitar as sessões produzidas pelo ex-Velvet, que se traduziriam nessa tal edição de 76, pois este debute dos Modern Lovers acabou por vir servido em diferentes versões ao longo dos anos. Até o profícuo Kim Fowley esteve envolvido em produções diferentes das primeiras canções do grupo de Richman. Por outro lado, é curiosa a participação de Cale no disco, já que Richman é provavelmente o músico que melhor soube herdar e prosseguir o legado dos Velvet Underground, até hoje, mais do que o próprio produtor, mais do que a outra força motora, Lou Reed. Aqui, temas como "Roadrunner", o grande hit do disco, "Pablo Picasso", tema obrigatório do reportório de Richman ao longo das décadas, ou "Girl Friend", são daquela afirmação as melhores das evidências. Se uma das maiores tautologias do rock apregoa que a música nunca seria a mesma sem os Velvet na sua história, manda a justiça que também se diga que toda a cena independente que conhecemos seria tremendamente diferente se não fosse por esta criatura diletante que ainda hoje fascina pequenas plateias e que frequentemente a história tende a esquecer: Jonathan Richman.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

100 discos de 1973, n.º 13



THE MODERN LOVERS
THE MODERN LOVERS (EUA)
Edição original: Beserkley
Produtor(es): John Cale, Robert Appere, Alan Mason
discogs allmusic wikipedia

Um caso de batota -- ou meia batota, convenhamos -- nunca vem só. Se o disco dos Mutantes chegou à luz do dia apenas em 1992, eis aqui outro caso de parto tardio, ainda que a espera não tenha sido tão longa. O primeiro álbum dos Modern Lovers, de Jonathan Richman, saiu em 1976, mas as sessões produzidas na sua maioria por John Cale eram do ano que aqui se anda há semanas a destacar. E aqui há que explicitar as sessões produzidas pelo ex-Velvet, que se traduziriam nessa tal edição de 76, pois este debute dos Modern Lovers acabou por vir servido em diferentes versões ao longo dos anos. Até o profícuo Kim Fowley esteve envolvido em produções diferentes das primeiras canções do grupo de Richman. Por outro lado, é curiosa a participação de Cale no disco, já que Richman é provavelmente o músico que melhor soube herdar e prosseguir o legado dos Velvet Underground, até hoje, mais do que o próprio produtor, mais do que a outra força motora, Lou Reed. Aqui, temas como "Roadrunner", o grande hit do disco, "Pablo Picasso", tema obrigatório do reportório de Richman ao longo das décadas, ou "Girl Friend", são daquela afirmação as melhores das evidências. Se uma das maiores tautologias do rock apregoa que a música nunca seria a mesma sem os Velvet na sua história, manda a justiça que também se diga que toda a cena independente que conhecemos seria tremendamente diferente se não fosse por esta criatura diletante que ainda hoje fascina pequenas plateias e que frequentemente a história tende a esquecer: Jonathan Richman.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Se não é desta que ele vem a Portugal...

A boa gente do Primavera Sound acaba de enviar aos seus contactos um mail com a frase "Jonathan Richman y Sonny and The Sunsets de gira por España" por assunto (email reproduzido abaixo). Em Março, o músico norte-americano prepara-se para dar seis concertos (SIM, MEIA DÚZIA DE CONCERTOS, LERAM BEM) por várias cidades de Espanha:

17 - Madrid, Casa de América
18 - Múrcia, 12&Medio
20 - Barcelona, Cinemes Girona
21 - Bilbau, Kafe Antzokia
22 - Avilés, Centro Cultural Internacional Avilés
23 - Zarautz, Lizardi Antzokia

É verdade que Jonathan Richman tem passado boa parte da sua vida recente aqui neste país que no mapa aparece ao nosso lado. Ainda assim, não costumam chegar notícias como esta, a darem conta de atividade, leia-se concertos. Esta podia ser uma boa oportunidade para finalmente o termos por cá. Há uma meia dúzia de anos, chegou a estar agendado concerto no Santiago Alquimista, que acabou por ser cancelado. No ano passado, gorou-se nova oportunidade de o vermos num palco nacional. SERÁ DESTA? Fariam este vosso escriba ficar feliz, senhores promotores.
(Entretanto, alguém para partilhar carro até Avilés ou Madrid?)



Jonathan Richman y Sonny and The Sunsets de gira por España

El veterano e influyente Jonathan Richman vuelve de gira a nuestro país con una extensa lista de fechas confirmadas en las que se verá acompañado del habitual Tommy Larkins a la batería. Richman comenzó su carrera al frente del grupo de culto The Modern Lovers, una de las piedras angulares del proto-punk, aunque poco después arrinconará la distorsión para consagrar su vida a ese rock'n'roll repleto de dispares influencias y tocado en acústico con puntuales acompañamientos. Algunos de sus discos más aplaudidos son "Rockin'n'Romance", "Rock'n'roll with the Modern Lovers" y la banda sonora de "There's Something About Mary" (película en la que también aparece narrando la historia a través de sus canciones). Su último disco es "O Moon, Queen of Night on Earth".

Sonny Smith es uno de los artistas más interesantes de los últimos tiempos. Escritor de teatro y novela, no fue hasta pasada la treintena que decidió coger una guitarra y ponerse a cantar canciones. Primavera Sound y Buenritmo le traen en marzo con una gira muy especial: unos Sunsets españoles formados para la ocasión por Germán Carrascosa (Los Bananas, La Otra Gloria, Orquesta del Caballo Ganador…) y Jordi Irizar (La Estrella de David, Sedaiós,…), un supergrupo que serán sus compañeros de gira también en Europa, donde viajarán para presentar "100 Records, vol.3" (Buenritmo / Glitter End, 2012) y “Hit After Hit” (Fat Possum, 2011), su último disco como Sonny and the Sunsets hasta la fecha.

Los detalles de fechas, salas y precios son:

SONNY AND THE SUNSETS
- Viernes 2 de marzo. Sala Bukowski (Donostia). Anticipada 10€ / Taquilla 12€
- Sábado 3 de marzo. Sidecar (Barcelona). Anticipada 12€ / Taquilla 15€
- Domingo 4 de marzo. Siroco (Madrid). Anticipada 12€ / Taquilla 15 €
- Lunes 5 de marzo. Colegio Mayor (Valencia). Entrada gratuita.

Organizado por Primavera Sound y Buenritmo

JONATHAN RICHMAN
- Sábado 17 de marzo (+ Las Ruinas). Casa De América (Madrid). Anticipada 15€ / Taquilla 20€
- Domingo 18 de marzo. 12&Medio (Murcia). Anticipada 9€ / Taquilla 12€
- Martes 20 de marzo. Cinemes Girona (Barcelona). Anticipada 17€ / Portal 15€ / Taquilla 20€
- Miércoles 21 de marzo. Kafe Antzokia (Bilbao). Anticipada y taquilla 15€
- Jueves 22 de marzo. Centro Cultural Internacional Avilés (Avilés). Anticipada 8€ (socios 6€) / Taquilla: 8€
- Viernes 23 de marzo. Lizardi Antzokia (Zarautz). Anticipada y taquilla 7€

Organizado por Primavera Sound y Heart Of Gold

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Canções do 08. Nº 21

"WHEN WE REFUSE TO SUFFER", JONATHAN RICHMAN
(de "Because Her Beauty is Raw and Wild", Vapour)

É pena, mas aparentemente não está disponível vídeo ou áudio desta canção nos canais habituais (talvez tenha sorte quem esteja registado no imeem.com). "When We Refuse..." vem servida em nada mais, nada menos, que três versões. Duas encontram-se no álbum, a terceira encontra-se no lado B do single. Guitarra eléctrica a mais, guitarra eléctrica a menos, flamenco a mais, flamenco a menos, em qualquer uma das versões encontramos o característico espírito baladeiro gozão de Jonathan Richman, que, mesmo a cantar sobre sofrimento, vidas cinzentas ou prozac, invade o ouvinte de boa disposição.