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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

100 de 1979, n.º 76, Henry Cow



WESTERN CULTURE
HENRY COW (Inglaterra)


Edição original: Broadcast/Celluloid
Produtor(es): Henry Cow, Etienne Conod



terça-feira, 3 de abril de 2018

100 de 1978, n.º 60, Art Bears



HOPES AND FEARS
ART BEARS (Inglaterra)


Edição original: Recommended
Produtor(es): Art Bears, Etienne Conod



sexta-feira, 4 de novembro de 2016

100 de 1975, n.º 44, Henry Cow/Slapp Happy



IN PRAISE OF LEARNING
HENRY COW / SLAPP HAPPY (Inglaterra/Alemanha)


Edição original: Virgin
Produtor(es): Henry Cow, Slapp Happy, Phil Becque



domingo, 30 de outubro de 2016

100 de 1975, n.º 49, Slapp Happy and Henry Cow



DESPERATE STRAIGHTS
SLAPP HAPPY AND HENRY COW (Inglaterra/Alemanha)


Edição original: Virgin
Produtor(es): Slapp Happy, Henry Cow, Simon Heyworth



sexta-feira, 13 de maio de 2016

quarta-feira, 22 de abril de 2015

100 de 1973, n.º 42, Henry Cow (rep.)



THE HENRY COW LEGEND
HENRY COW (Inglaterra)
Edição original: Virgin
Produtor(es): Henry Cow
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

Voltamos à cena de Canterbury. Ou lá perto. Num só grupo, juntam-se Fred Frith e Chris Cutler (e ainda Tim Hodgkinson, Geoff Leigh e John Greaves), músicos enormes, então na juventude, que já apreciavam (e sabiam) pegar em diferentes instrumentos e, sem condicionalismos comerciais ou de outra espécie, lançar-se numa viagem aparentemente desgovernada e espontânea, experimentando as linguagens do rock e do jazz para definirem um som único, distinguível. "Leg End" (ou "Legend") é uma ótima ilustração para esta descrição. Não o conseguimos meter numa única prateleira da estante dos discos (ou numa única pasta no disco rígido).

domingo, 11 de março de 2012

100 discos de 1973, n.º 42



THE HENRY COW LEGEND
HENRY COW (Inglaterra)
Edição original: Virgin
Produtor(es): Henry Cow
discogs allmusic wikipedia

Voltamos à cena de Canterbury. Ou lá perto. Num só grupo, juntam-se Fred Frith e Chris Cutler (e ainda Tim Hodgkinson, Geoff Leigh e John Greaves), músicos enormes, então na juventude, que já apreciavam (e sabiam) pegar em diferentes instrumentos e, sem condicionalismos comerciais ou de outra espécie, lançar-se numa viagem aparentemente desgovernada e espontânea, experimentando as linguagens do rock e do jazz para definirem um som único, distinguível. "Leg End" (ou "Legend") é uma ótima ilustração para esta descrição. Não o conseguimos meter numa única prateleira da estante dos discos (ou numa única pasta no disco rígido).