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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Vem aí o IndieLisboa e, claro, o IndieMusic

Mais uma edição do IndieLisboa carregada de coisas boas para se serem vistas, entre as quais a programação sujeita ao tema música. Eis o que vai haver no IndieMusic, sempre no cinema São Jorge (sinopses adaptadas a partir das da comunicação do festival):



Theory of Obscurity: A Film About the Residents, de Don Hardy
Olhar sobre o mistério que garante, a um dos grupos mais singulares da história da música, uma liberdade criativa sem limites. A teatralidade dos Residents tornam-nos num dos objectos de estudo mais profundos da música dos últimos 40 anos.
Sexta-feira, 24 de abril, 21h30, sala 3

God Help the Girl, de Stuart Murdoch
Uma pop opera sonhada e filmada por Stuart Murdoch, compositor de uma das melhores bandas da história da música (os fãs concordarão) e realizador desta ficção: uma jovem rapariga procura escapar dos seus problemas pessoais através das músicas pop.
Sábado, 25 de abril, 21h45, sala Manoel de Oliveira

The Possibilities Are Endless, de Edward Lovelace e James Hall
The Possibilities Are Endless: s primeiras palavras que Edwyn Collins, compositor da mítica banda escocesa Orange Juice, pronunciou depois de acordar de uma segunda hemorragia cerebral e internamento hospitalar. A vida de uma das figuras mais emblemáticas da música britânica.
Sábado, 25 de abril, 21h30, sala 3

Lee Scratch Perry's Vision of Paradise, Volker Schaner
Volker Schaner acompanhou Lee 'Scratch' Perry, figura maior da música dub e reggae, durante treze anos, em Lee Scratch Perry’s Vision Of Paradise. O resultado é o retrato de um profeta rastafari que atingiu a vida de milhares de pessoas.
Domingo, 26 de abril, 16h00, sala Manoel de Oliveira

No Manifesto: A Film About Manic Street Preachers, de Elizabeth Marcus
"The masses against the classes": grito de guerra dos Manic Street Preachers e obedecido em No Manifesto: a Film About Manic Street Preachers, de Elizabeth Marcus, que relata a história do grupo de rock galês e que o coloca ao mesmo nível que o testemunho de fãs espalhados pelo mundo.
Domingo, 26 de abril, 21h45, sala Manoel de Oliveira

Life After Death From Above 1979, de Eva Michon
Tal como os helicópteros que desciam do céu, em Apocalypse Now, para dizimar a paisagem com a inscrição Death from Above, a banda com o mesmo nome surgiu, em 2004, com motivações semelhantes: um baixo e uma bateria alimentados pelo fuzz e o napalm.
Quarta-feira, 29 de abril, 21h45, sala Manoel de Oliveira

B-Movie: Lust & Sound In West-Berlin, de Jörg A. Hoppe, Heiko Lange e Klaus Maeck
Em B-Movie: Lust & Sound In West-Berlin, Jörg A. Hoppe, Heiko Lange e Klaus Maeck, regressam à Berlim pré-muro e a um conjunto de influências que marcaram as carreiras de David Bowie, Nick Cave, Joy Division, New Order e a música electrónica europeia, tudo isto com extraordinárias imagens de arquivo.
Sexta-feira, 1 de maio, às 14h30, sala 3

Morphine - Journey of Dreams, de Mark Shuman
Morphine - Journey of Dreams vive nas memórias de um som que surgiu nos anos 1990 e que deixou as suas marcas, tal como a morte repentina e inesperada do seu líder e baixista Mark Sandman, uma voz inconfundível que criou, em Portugal e no estrangeiro, um seguimento de culto. O realizador estará presente na sessão.
Sexta-feira, 1 de maio, 18h30, sala Manoel de Oliveira

The Death And Resurrection Show, de Shaun Pettigrew
A música da banda pós-punk Killing Joke parece sair algures de entre as trevas, o misticismo, ou um sentimento de ameaça sobre a sobrevivência da civilização. Palavras que não traduzem a sua incrível história, a conhecer em The Death And Resurrection Show, de Shaun Pettigrew.
Sábado, 2 de maio, 18h30, sala 3

Música Moderna - um Disco Filme de Tochapestana
(precedido da curta metragem If We Ever Have To Disappear It Will Be Without Disquiet But We Will Fight Until The End, de Jean-Gabriel Périot)
Música Moderna chama os nossos corpos pela via do glitter (ou no género associado à sua música: baile-turbo-punk). Pela estética dos anos 1980 e a sua atracção pelo imaginário popular português, os videoclips do duo musical (onde se inclui o realizador Gonçalo Tocha) espelham todo o universo do seu álbum aqui apresentado.
Sábado, 2 de maio, 21h30, sala Manoel de Oliveira
Com a presença dos Tochapestana

Wacken 3D, de Norbert Heitker
Wacken é uma aldeia alemã com menos de dois mil habitantes. Mas a cada Verão, e durante quatro dias, a pequena localidade transforma-se no maior festival de heavy-metal do mundo: Wacken Open Air. No meio de dezenas de bandas, muita lama e muito headbanging, milhares de devotos juntam-se para uma das maiores celebrações musicais do mundo.
Domingo, 3 de maio, 21h45, sala Manoel de Oliveira

Zivan Makes A Punk Festival, de Ognjen Glavonić
Zivan prepara-se para as últimas horas que antecedem a sexta edição do seu festival de música punk na sua aldeia natal. Mas sucedem-se os problemas: um orçamento de pouco mais de 100€, um público local que desconhece o evento, bilhetes escritos à esferográfica que não se vendem e, por fim, bandas que não aparecem.
Domingo, 3 de maio, 21h30, sala 3

Sessões online e mais informações em www.indielisboa.com

quinta-feira, 12 de março de 2015

O primeiro trailer para o documentário do Kurt Cobain que aí vem

Muito se tem falado de "Montage of Heck", o novo documentário sobre a vida de Kurt Cobain: recebeu autorização total da família e dos amigos, pôde utilizar música de Nirvana, incluindo material inédito, e promete vir a fazer o retrato mais íntimo e mais definitivo de Cobain. "Montage of the Heck" foi estreado no festival Sundance e passou também pelo festival de Berlim. Chega às salas de cinema em maio.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Cinema no terraço em agosto

Este mês de agosto volta a contar com cinema no terraço da ZDB às quartas-feiras. A entrada é livre para sócios (os restantes cidadãos livres pagam dois euros) e os filmes começam a ser projetados às 22h de cada quarta-feira. Eis a programação (informação detalhada aqui):

8 - "Half Japanese – The band that would be king", de Jeff Feuerzeig
15 - "Instrument: Fugazi document", de Jem Cohen e Fugazi
22 - "We Jam Econo – The Story of the Minutemen", de Tim Irwin
29 - "The Decline of the Western Civilization", de Penelope Spheeris

quinta-feira, 29 de março de 2012

Discos Perdidos, uma demanda por rodelas perdidas e esquecidas, para a semana

No próximo dia 6 de Abril (sexta-feira da semana que vem), o MusicBox vai estrear a exibição de "Discos Perdidos", o documentário de Frederico Parreira sobre o "digging", com dois dos garimpeiros mais conhecidos do país, DJ Ride e Rui Miguel Abreu, na sua demanda pelo vinil.

Sinopse oficial:
DISCOS PERDIDOS é o resultado de uma aventura, de uma viagem, de uma procura. Discos Perdidos é, no fundo, um retrato. Assinado por Frederico Parreira e "protagonizado" por DJ Ride e Rui Miguel Abreu, com "cameos" de Stereossauro e Motown Junkie, funciona como uma espécie de relato íntimo de uma viagem de procura de vinil.
Combinando fotografia e vídeo lo-fi, este filme procura ser o olhar sobre o ombro do digger, mais do que um qualquer tratado com espessura sociológica. A concentração profunda, como lhe chamava DJ Premier, que caracteriza quem deixa os dedos percorrer toneladas de vinil é o verdadeiro centro deste filme que acompanha Ride, RMA, Stereo e Mo-Town de Lisboa até Elvas, daí até Sevilha e Madrid e de volta até às Caldas, sempre com as rodelas pretas de vinil como objectivo central de uma busca que nunca termina, só se intensifica.

Teaser:

teaser DISCOS PERDIDOS from frederico parreira on Vimeo.




quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Acaba em grande o Japão na ZDB

Termina esta noite o ciclo de cinema "Japão Mais Fora Deixa o Mundo à Nora", que a ZDB tem estado a apresentar no seu terraço, às quartas-feiras. E para acabar em grande, hoje há uma série de propostas:os míticos Les Rallizes Dénudés, coletivo ligado à vanguarda extrema japonesa e a grupos políticos de esquerda, que durou entre os anos 60 e os 90 (leiam o que o Julian Cope diz sobre eles no seu Japrocksampler), num documentário captado pelo francês Ethan Mousiké. Mas há mais. Há também o filme de um concerto dos Fushitsusha, banda de Keiji Haino, em 1991; há outros filmes de concertos (Kaoru Abe e High Rise), entre outras projeções, as quais, a propósito, vão ter lugar em diferentes salas da ZDB. O início está marcado para as 22h e a entrada custa dois euros. Mais informação aqui.



«When French movie maker Ethan Mousike trekked across the globe to make a documentary about the Rallizes (and at his own expense I hasten to add), Mizutani refused to allow him to film the band close-up, insisting instead that Mousike set up his tripod in the dressing room, thereby allowing the camera lens to focus on less than one-third of the stage. When, after twenty minutes of this suffocatingly boring footage had elapsed, Mizutani contemptuously jumped off stage and kicked the door shut. our heroic French director chose not to remonstrate with the churlish Mizutani, preferring instead to allow the film stock to conclude naturally, thereby allowing Les Rallizes Denudés's errant metaphor its full reign.» (Julian Cope)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mais Japão no terraço da ZDB

A segunda etapa do ciclo "Japão mais fora deixa o mundo à nora" é feita esta noite com o filme "La Faute des Fleurs", um filme do Vincent Moon (o da Blogothèque, sim) sobre Kazuki Tomowaka, cantautor japonês que já pudemos ouvir, entre outros, no filme "Izo", de Takashi Miike. Começa às 22h e a entrada custa 2€-

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Preciso desse disco

Por falar em documentário, A ZDB vai abrir amanhã, quinta-feira, para mais uma noite na rubrica "Cinema no Terraço", com a exibição do documentário "I Need that Record", de Brendan Toller. Se bem se lembram, foi o filme que esteve disponível na íntegra no site da Pitchfork, por alturas do Record Store Day deste ano, a 17 de Abril. "I Need that Record" é uma visão pessimista (e, talvez, realista) acerca do futuro das lojas de discos. A entrada para o terraço da ZDB custa dois euros e a exibição tem início marcado para as 22h.



Nas quintas-feiras seguintes (pelos vistos, em Setembro, o "Cinema no Terraço" é às quintas), haverá filmes sobre Albert Ayler, Cecil Taylor, música da Guiné-Conakry, etc. Mais informação aqui neste sítio.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ainda sobre Gimme Shelter e o Altamont Speedway Free Festival



"Gimme Shelter" faz seguramente jus ao que dele se tem falado ao longo dos anos, sob os mais diversos aspectos: a qualidade das gravações, bastante superior ao expectável; a inteligência na captura da reacção a frio estampada nos rostos de Jagger e Watts no decurso da montagem (a qual também é brilhante, por sinal) por oposição à que se observa entre todos os envolvidos perante a selvajaria descontrolada que se instala na frente do palco; a narrativa dos eventos, se assim se pode dizer, que poucas dúvidas parece deixar sobre o rumo trágico que a história tomará; a sugestão galopante da tensão existente entre o público e os Hell's Angels, sem tomar parte, mais do que o sensato, pelos primeiros, que também fizeram parte da equação de violência; e, claro, a reprodução de alguns dos mais interessantes momentos da música popular de finais dos anos 60, desde o "Jumpin' Jack Flash" a começar até ao "Gimme Shelter" a terminar, com incursões no meio por Ike & Tina Turner, numa prestação de "I've Been Loving You Too Long" carregadinha de sensualidade, os Jefferson Airplane, os Flying Burrito Brothers... Magnífico.

(Não pude deixar de pensar, durante boa parte do filme, nas prestações mais do que zelosas de seguranças de espectáculos realizados em Portugal. Nada que se aproxime, com toda a certeza, do que aconteceu na pista de corridas de Altamont, mas já vi muita coisa menos boa por parte de alguns destes profissionais. Felizmente, esqueci-me da maior parte delas, mesmo até daquelas sentidas no corpo, restando-me na memória apenas aquela ocorrida durante o concerto de Sepultura no Dramático de Cascais, em 1993. A desproporção da actuação dos seguranças de palco foi tão evidente que o próprio Max Cavalera, no final do concerto, para colocar a cereja no topo do bolo, atirou com a guitarra à cabeça de um dos seguranças...)

Altamont, hoje, no São Jorge

Hoje passa no DocLisboa "Gimme Shelter", o documentário sobre o festival que reuniu em Altamont, a 6 de Dezembro de 1969, Rolling Stones, Jefferson Airplane, Tina Turner e Flying Burrito Brothers, entre outros, e que ficou gravado na história do rock'n'roll pelos incidentes trágicos potenciados pelos Hell's Angels, responsáveis pela segurança do evento, e que culminariam no esfaqueamento de um elemento do público. Dele se diz ser o documento sobre o apogeu do rock, pelas melhores e piores razões. É às 19h30, na sala principal do São Jorge. Programação de hoje aqui.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Teoria da relatividade

Ontem ao assistir a "Hiss", filme afegão de terror -- sim, afegão e de terror -- incluído no programa do MOTELx lembrei-me das palavras do director do FMM logo após o concerto do Cui Jian, na edição deste ano. Na altura, face às minhas críticas negativas, o Carlos defendia o músico chinês com um argumento inapelável: Cui Jian tinha crescido enquanto pessoa e enquanto músico num país virado para dentro, com pouquíssimas referências de fora. Aquilo era a forma dele entender o rock. Nunca poderia ser a mesma de um europeu como eu, criado num ambiente de de acesso livre aos produtos e aos meios da cultura de massas ocidental, seja no mainstream ou nas suas expressões mais subterrâneas. Juízo semelhante pode ser feito ao filme de ontem. De uma pobreza assustadora em todos os aspectos, na técnica e na narrativa, "Hiss" terá de ser visto por olhos de um ocidental que não se esqueçam do Afeganistão como um país longe do Ocidente, que viveu anos de combate do poder taliban à cultura do espectáculo e, depois, anos de guerra absolutamente sanguinária. Mas até que ponto poderá ou deverá ir esta desculpabilização (termo feio, porque não se exige desculpas a ninguém)? No fundo, este confronto entre objectividade e subjectividade é um dos factores que influencia desde sempre a formação do gosto em cada um de nós. Quanto de nós, enquanto assistimos a um concerto ou ouvimos um disco, ouve apenas melodias, ritmos e harmonias, e quanto de nós as processa perante um contexto, de forma científica, como faz um musicólogo? Cada um terá a sua medida e, daí, cada um achará injustiças nas críticas de outros, mas é disso mesmo que se fala quando se fala de gostos e de conhecimentos. Uma coisa é certa: uns e outros não devem andar separados.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Duas ou três coisas sobre Control

"Control" é um filme sóbrio. O caminho mais fácil para este tipo de filmes biográficos resume-se muitas das vezes à expressão de uma devoção histérico-religiosa pelo biografado, relevando ao limite do absurdo as suas qualidades e explorando a esfera privada como um mero sucedâneo da esfera mediática. Também há, ainda que menos frequente, o outro extremo, em que o artista desaparece por completo e dá lugar à pessoa normal, igual a tantos de nós. "Control", porém, encontra-se algures a meio termo. Mostra Ian Curtis, o miúdo que casou cedo demais, e Ian Curtis, o proto-ícone do rock. Não é apenas um ou apenas o outro. São sete anos do jovem Ian (1973 a 1980) que nos são contados pela sua própria viúva, sobre cujo livro se apoia o guião do filme. Temos o ponto de vista de alguém a que assistiu, ainda que deixada à margem, ao conflito pessoal vivido pelo seu marido. Entre os dois (ou mais) Ian Curtis que conheceu, entre as motivações e frustrações de ambos, há relações de causa-efeito, mas as interpretações finais são deixadas para o espectador, se se quiser dar a esse trabalho especulativo. Não entrar explicitamente pelos campos da psicanálise, das questões que ficaram por ser respondidas, é um trunfo de "Control" que nem sempre é habitual ver-se neste tipo de cinema.
Noutro aspecto, "Control" é também um filme rigoroso. Além de Deborah Curtis, o recentemente falecido Tony Wilson (patrão da Factory) e os actuais New Order acompanharam de perto a produção. Até Peter Saville, que desenhava as capas da Factory, incluindo as dos Joy Division, aparece nos créditos. As semelhanças físicas dos actores chegam a ser assustadoras (Bernard Sumner incrível, por exemplo) e as actuações (os actores aprenderam mesmo a tocar os temas) são extremamente convincentes. E quem se habituou a ver fotografias dos Joy Division e de Ian Curtis ao longo de todos estes anos, não deixará certamente escapar um sorriso em vários dos planos captados por Anton Corbjin ao longo do filme.

segunda-feira, 6 de outubro de 2003

Young Adam

Ele há bandas sonoras que tornam um filme grande sem se deixarem cair no protagonismo excessivo, sem ofuscar a nossa atenção e distraí-la do desempenho dos actores e do guião. Acontece isso com a banda sonora do filme "Young Adam", de autoria de David Byrne, que dirigiu uma série de outros músicos de Glásgua, ligados a bandas como Mogwai, Delgados ou Belle & Sebastian. O filme, realizado por David McKenzie, conta as atribulações do jovem Joe (Ewan McGregor), que encontra trabalho numa barca de transporte de carvão e demais combustíveis que faz serviço entre Glásgua e Edimburgo durante os anos 50 (?). A escassez de diálogos é complementada de forma subtil pelas tensões eróticas que se desenvolvem dentro e fora da barca ao longo de todo o filme, com a música a marcar um delicado papel -- pela finura das cordas, essencialmente, que por vezes lembra os Rachel's -- como já não se via há algum tempo no novo cinema britânico, frequentemente dado a incursões mais berrantes na música popular. Brilhante a forma como o filme encerra, com David Byrne a cantar "The Great Western Road".
Enquanto a Medeia Filmes se presta a estrear o filme nas salas portuguesas, a AnAnAnA aproveita a ocasião e faz o lançamento de "Lead Us Not Into Temptation - Music from the Film Young Adam" (Thrill Jockey, 2003), de David Byrne, e "The Last Great Wilderness" (Geographic, 2003), uma outra banda sonora que os Pastels compuseram para o anterior filme de McKenzie.