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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

10 anos, 10 concertos

São 10 anos de muitos concertos, estes últimos. Entre perto de dois milhares de espetáculos, eis dez favoritos:

10. AMADOU & MARIAM @ Grande Auditório da Gulbenkian
18 de novembro de 2012
"Se podes ouvir, escuta. Se podes escutar, repara. A citação de Saramago ao "Livro dos Conselhos" não é bem esta, mas assim ajusta-se bem a "Eclipse", o espetáculo que o casal Amadou & Mariam trouxe ontem ao Grande Auditório da Gulbenkian. Um espetáculo que prometia uma experiência multissensorial única, vedado que estava o sentido da visão de se distrair (a sala foi mergulhada durante quase todo o concerto na completa escuridão), deixando livres a audição para a música e os sons ambientes da história subjacente, o olfato para os odores de África e a perceção da temperatura que foi oscilando ao longo do concerto. (...) sentimo-nos felizes por nos terem deixado experimentar o bom que é reparar no que escutamos."


9. SWANS @ Aula Magna
9 de abril de 2011
"Quantas bandas viram vocês que, regressadas ao ativo, gravam um disco tremendo como "My Father Will Guide Me Up a Rope to the Sky", dão concertos tão intensos como o de ontem, onde tocam versões demolidoras de temas antigos, com a segurança perfeita de um relógio suíço, e ainda... surpreendem com dois temas inéditos?"




8. CORDEL DO FOGO ENCANTADO @ Teatro Viriato
15 de junho de 2007
"(...) Se os Mão Morta não tivessem nascido em Braga, mas sim em Pernambuco, na pequena cidade de Arco Verde, talvez tivessem sido como o Cordel. E se Adolfo Lúxuria Canibal não crescesse a ler Lautréamont ou outros autores malditos e tivesse os poemas de cordel do interior brasileiro na mesinha de cabeceira, talvez tivesse sido Lirinha, figura epicêntrica deste abalo de terras que dá pelo nome de Cordel do Fogo Encantado. Foi melhor que em Sines? Foi sim, embora não consiga sequer explicar como é que isso ainda pôde ser possível."


7. DIRTY THREE @ Lux
2 de junho de 2007
"(...) é sobre o violino de Warren Ellis que acaba por recair, na maior parte das vezes, a atenção. Ele não fez um pacto com o diabo. Ele é mesmo o diabo. Não que seja o mais virtuoso dos violinistas. (...) Ellis é o 'fiddler' que anima uma tasca barulhenta algures no meio do deserto australiano, acompanhado de bouzukis num numa aldeia grega, musicando lendas de lobos algures na Europa de Leste. E ainda tem a lata de tirar feedbacks do instrumento. O concerto desta noite conseguiu ser, por diversos momentos, e não se tenha pejo em usar a palavra quando ela deve ser efectivamente usada, epifânico. Foi a celebração plena daquilo que a música consegue por vezes produzir ao vivo: um rapto violento da consciência do ouvinte (e tão bem que sabe fechar os olhos e facilitar essa captura) para uma terra de ninguém, onde se experimentam sensações que só algumas drogas poderão produzir."




6. CONGOTRONICS VS. ROCKERS @ FMM Sines (Castelo)
23 de julho de 2011
"Intenso, esgotante. Talvez o melhor concerto que alguma vez o FMM acolheu."




5. KONONO n.º 1 @ Museu de História Natural
4 de julho de 2009
"Totalmente poderosos. A 'orquestra folclórica toda poderosa Konono nº1 de Mingiedi' voltou a mostrar por cá por que é cada vez mais famosa, por que é que o Congo está de volta ao mapa da música reconhecida pelo Ocidente, depois do soukous e kwassa kwassa dos anos 80. (...) Dança-se -- mesmo o pé de chumbo mais empedernido -- como se não houvesse amanhã."




4. DAMO SUZUKI NETWORK @ ZDB
19 de julho de 2004
"(...) A 'comunicação' tinha acontecido e, ao fim da noite, entendia-se melhor o que Damo antes explicava acerca da sua forma de ver a música. Afinal, não se tratava de meros símbolos, de meras teorias de 'proggie'. Era mesmo a música a assumir o seu mais ancestral desígnio, amplamente disseminado pelas civilizações desde a idade da pedra. Magnífica comunhão de espaço e tempo."


3. TOM ZÉ @ FMM Sines (Castelo)
30 de julho de 2004
"(...) Por vezes rimos, por vezes chorámos, por vezes dançámos, por vezes saltámos e a toda a hora fomos levados por um moleque safado de 67 anos. Não há palavras suficientemente justas para Tom Zé, para as suas palavras, para as suas músicas, para a sua banda."


2. AKRON/FAMILY @ MusicBox
22 de abril de 2007
"(...) como não haveremos nós de reagir perante tipos simples e humildes que tocam bem e suam em palco (conseguido com que a plateia os acompanhe nessa missão), enquanto esticam os limites da imaginação melómana ao jogarem os Can e os Faust com a free folk marada norte-americana, as polifonias do gospel com as polifonias das guitarras?"


1. NEIL YOUNG @ Alive
12 de julho de 2008
"(...) Não é uma banda nova que promete vir a revolucionar a música e que provavelmente estará esquecida daqui a poucos anos. E também não é (só) uma lenda que está ali em palco. É, genuinamente, um músico vivo e transbordante de energia que, à frente da sua banda, mostra, quase como se fosse a primeira vez que o fizesse, uma pequena parte de um reportório tão rico que devia ser património mundial da UNESCO."

domingo, 27 de dezembro de 2009

Os 100 mais de uma década de concertos, #9

9. DIRTY THREE @ LUX
2 de Junho de 2007
Reacção naquela própria noite: "Uma pessoa vai com todas as expectativas do mundo. Uma pessoa anda à espera de vê-los há anos. Uma pessoa recebe mensagens dos amigos a dizer '[em Barcelona] foi do c. tens que ir'. Ou seja, como dizia antes, uma pessoa vai com todas as expectativas do mundo. Mas e se todas as expectativas do mundo com que uma pessoa vai são desde logo ultrapassadas, a uma velocidade seguramente interdita por lei, logo aos primeiros minutos do concerto? (Sim, é de um concerto que se fala. O concertaço dos Dirty Three, esta noite no Lux.) Jim White, o baterista, e Mick Turner, o guitarrista, são peças imprescindíveis neste jogo de cadências e explosões que os Dirty Three fazem colidir em palco, disso não se tenha qualquer dúvida, mas é sobre o violino de Warren Ellis que acaba por recair, na maior parte das vezes, a atenção. Ele não fez um pacto com o diabo. Ele é mesmo o diabo. Não que seja o mais virtuoso dos violinistas. Em rigor, ele até nem é o violinista clássico (como o Andrew Bird, para citar um exemplo com menos de 48 horas passadas, o é, mesmo apesar das referências folk dos Squirrel Nut Zippers). Ellis é o 'fiddler' que anima uma tasca barulhenta algures no meio do deserto australiano, acompanhado de bouzukis num numa aldeia grega, musicando lendas de lobos algures na Europa de Leste. E ainda tem a lata de tirar feedbacks do instrumento. O concerto desta noite conseguiu ser, por diversos momentos, e não se tenha pejo em usar a palavra quando ela deve ser efectivamente usada, epifânico. Foi a celebração plena daquilo que a música consegue por vezes produzir ao vivo: um rapto violento da consciência do ouvinte (e tão bem que sabe fechar os olhos e facilitar essa captura) para uma terra de ninguém, onde se experimentam sensações que só algumas drogas poderão produzir. O regresso do cativeiro é que pode não ser fácil. É que se sente saudades."

terça-feira, 22 de abril de 2008

De tanto falar no Warren Ellis

Já se via novo concerto dos Dirty Three por cá. O do ano passado foi de fazer subir qualquer um à estratosfera.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Um bom 08 para todos!

Falta pouco mais de um dia para que este velho 07 chegue ao fim. Foi um ano intenso para mim. As reviravoltas na minha vida pessoal, que entretanto julgo ter estabilizado da melhor forma, os abraços, as risadas e as lágrimas dos e com os amigos (vós sabeis quem sois, famigliares), os inúmeros concertos (ainda assim menos que em 2005), os bailaricos sofisticados e outros que tais. 07 foi o grande ano dos festivais de world music (Sines, Sines, Sines, sempre inesquecível, mas também Viseu e Póvoa do Varzim e todos os outros que não pude ir), foi o ano em que poucas pessoas estiveram a ver os incríveis Akron/Family (quero mais em 08, Luís!), foi o ano em que toda a gente foi para o Primavera e eu a Joana delirámos com os Dirty Three, foi o ano de foi o ano para fazer crowd surfing nos braços dos Maiorais ao som dos d3ö, foi o ano para estar cara-a-cara com o exorcismo dos demónios do Lirinha do Cordel, foi o ano do campeonato decidido até ao final (valeu a taça), foi o ano do encore dos Mudhoney com o "Fix Me" dos Black Flag, foi o ano da brincadeira com a Internacional na esplanada da SMURSS pelo Jacky Mollard e compinchas bretões, foi o ano do sim à IVG (finalmente, porra), foi o ano do Shortbus, foi o ano do Control, foi o ano em que o meu filho mais vezes disse que "gochto muito do meu pai", foi o ano da Passarola, foi o ano dos Anonima Nuvolari um pouco por todo o lado, foi o ano de mais um estrondo criativo de Robert Wyatt, foi o ano para voltar a interessar-me por música feita de propósito para as pistas, foi o ano de muitas leituras interessantes, foi o ano do novo livro da Naomi Klein (bom, está a ser, na verdade), foi o ano do Death Proof, foi o ano das festas incríveis dos Filho Único no 211 da avenida da Liberdade...
Por outro lado, 07 foi também o ano em que vi menos cinema, menos teatro, menos exposições, foi o ano em que menos vontade tive de ir à ZDB, foi o ano que cheguei a pensar ser o pior de sempre, foi o último ano em que se pode fumar em liberdade (não confundir com respeito por outrém), foi o ano em que menos viajei, foi o ano das perspectivas iludidas ao nível da situação profissional (cercear as liberdades pessoais é mais fácil do que acabar com os recibos verdes), foi o ano do calafrio mais ou menos esperado com o fim-não-fim dos Mão Morta...
Mas, como dizia, 07 foi intenso. E como intenso que foi, há muitos momentos que já ficaram esquecidos. Há uma certa brincadeira habitual nesta altura que apenas não fica esquecida porque vou tomando nota ao longo do tempo. É a lista dos meus... cem melhores concertos do ano. Desde o concerto dos Vicious Five no Alquimista, na primeira parte do Marky Ramone, a 3 de Janeiro, até ao dos Caveira nesta passada sexta, no Lounge (o Quim Albergaria acaba por ser aqui um elemento comum curioso...), 07 ofereceu-me um total de 149 concertos (caramba, devia ter ido ontem ver os Alla Pollaca para chegar a um número redondo, mas estava estourado...), mais que em 06, menos que em 05 (a culpa é dos Gomez Brothers terem deixado a ZDB). Na lista dos mais assistidos estão os grandes Anonima Nuvolari (seis concertos), Caveira (quatro), d3ö, Green Machine, Norberto Lobo e Ó'questrada (três), Born a Lion, Hipnótica, Nicotine's Orchestra, Pop Dell'Arte e Vicious Five (dois). Aqui vão, então, os 100+, de trás para a frente:

100. marcel kanche @ sines (23 jul)
99. human league @ terreiro do paço (4 ago)
98. capitán entresijos @ barreiro (10 nov)
97. mojo hand @ catacumbas (20 dez)
96. caveira @ zdb (27 set)
95. andrew bird @ são jorge (31 mai)
94. señor coconut @ sines (28 jul)
93. rob k & uncle butcher @ barreiro (9 nov)
92. gala drop @ espaço avenida (13 jul)
91. norman @ lounge (13 set)
90. mayra andrade @ belém (28 jun)
89. [d-66] @ lounge (5 out)
88. marky ramone and friends @ santiago alquimista (3 jan)
87. pop dell'arte @ maxime (25 dez)
86. the white stripes @ oeirasalive (9 jun)
85. green machine @ music box (26 mai)
84. d3ö @ oeirasalive (9 jun)
83. josephine foster @ zdb (8 mar)
82. traumático desmame @ casa da avenida (21 dez)
81. ó qu'estrada @ zdb (24 nov)
80. the black lips @ barreiro (10 nov)
79. jesus and mary chain @ sbsr (4 jul)
78. bunnyranch @ music box (21 set)
77. green machine @ zdb (13 jan)
76. lobster @ zdb (9 fev)
75. vicious five @ santiago alquimista (3 jan)
74. haydamaky @ porto covo (22 jul)
73. caveira @ lounge (28 dez)
72. caveira @ lux (3 mai)
71. the mojomatics @ barreiro (10 nov)
70. rão kyao & karl seglem @ porto covo (22 jul)
69. d3ö @ rio maior, in a bar (8 dez)
68. anonima nuvolari @ póvoa de varzim (1 set)
67. hypnotic brass ensemble @ sines (26 jul)
66. born a lion @ barreiro (9 nov)
65. bypass @ santiago alquimista (13 abr)
64. músicos do nilo @ belém (28 jun)
63. nobody's bizness @ teatro viriato (16 jun)
62. caveira & jorge martins @ espaço avenida (13 jul)
61. young gods acústicos @ são jorge (16 nov)
60. green machine @ barreiro (10 nov)
59. wraygunn @ oeirasalive (10 jun)
58. beastie boys @ oeirasalive (10 jun)
57. ó qu'estrada @ zdb (20 jan)
56. the hospitals @ zdb (9 fev)
55. la etruria criminale banda @ sines (27 jul)
54. wraygunn @ lux (4 mai)
53. nicotine's orchestra @ lounge (3 fev)
52. world saxophone quartet @ sines (27 jul)
51. hamilton de holanda quinteto @ sines (27 jul)
50. oumou sangaré @ sines (25 jul)
49. mamany keita & nicolas repac @ porto covo (21 jul)
48. don byron @ porto covo (21 jul)
47. dead combo @ santiago alquimista (30 jan)
46. darko rundek & cargo orkestar @ porto covo (20 jul)
45. galandum galundaina @ porto covo (20 jul)
44. d3ö @ culto club (11 jul)
43. tó trips @ maxime (9 dez)
42. bassekou kouyate & ngoni ba @ belém (29 jun)
41. hypnotic brass ensemble @ sines (26 jul)
40. hipnótica @ restart (29 mar)
39. nicotine's orchestra @ zdb (31 mai)
38. norberto lobo & iancarlo mendonza @ soc. guilherme cossoul (8 fev)
37. howe gelb @ santiago alquimista (30 jan)
36. pop dell'arte @ lux (11 mai)
35. panda bear @ b.leza (11 abr)
34. anonima nuvolari @ incrível tasca móvel (10 ago)
33. k'naan @ sines (28 jul)
32. tartit @ sines (26 jul)
31. bellowhead @ sines (25 jul)
30. anonima nuvolari @ clube de viseu (16 jun)
29. mahmoud ahmed @ sines (26 jul)
28. ttukunak @ sines (23 jul)
27. anonima nuvolari @ zdb (19 fev)
26. hipnótica @ music box (13 out)
25. etran finatawa @ porto covo (20 jul)
24. mountain tale @ teatro viriato (16 jun)
23. anonima nuvolari @ b.leza (30 mai)
22. djumbai jazz @ zdb (26 jan)
21. kap bambino @ lounge (19 out)
20. vicious five @ oeirasalive (10 jun)
19. erika stucky @ sines (28 jul)
18. trilok gurtu band @ sines (25 jul)
17. the go! team @ oeirasalive (9 jun)
16. anonima nuvolari @ catacumbas (19 set)
15. harry manx @ sines (26 jul)
14. o'questrada @ incrível tasca móvel (10 ago)
13. jacky mollard acoustic quartet @ sines (24 jul)
12. mão morta maldoror @ theatro circo (12 mai)
11. rachid taha @ sines (27 jul)

10. CARLOS BICA TRIO AZUL C/DJ ILL VIBE @ SINES (26 JUL)
9. GOGOL BORDELLO @ SINES (28 JUL)
8. MUDHONEY @ CULTO CLUB (11 JUL)
7. PATTI SMITH @ COLISEU DOS RECREIOS (28 OUT)
6. TINARIWEN @ SÃO JORGE (5 JUL)
5. STARS OF THE LID @ NIMAS (6 DEZ)
4. LCD SOUNDSYSTEM @ SBSR (4 JUL)
3. CORDEL DO FOGO ENCANTADO @ TEATRO VIRIATO (15 JUN)
2. DIRTY THREE @ LUX (2 JUN)
1. AKRON/FAMILY @ MUSICBOX (22 ABR)

domingo, 3 de junho de 2007

Everything is fucked.

Uma pessoa vai com todas as expectativas do mundo. Uma pessoa anda à espera de vê-los há anos. Uma pessoa recebe mensagens dos amigos a dizer "[em Barcelona] foi do c. tens que ir". Ou seja, como dizia antes, uma pessoa vai com todas as expectativas do mundo.

Mas e se todas as expectativas do mundo com que uma pessoa vai são desde logo ultrapassadas, a uma velocidade seguramente interdita por lei, logo aos primeiros minutos do concerto? (Sim, é de um concerto que se fala. O concertaço dos Dirty Three, esta noite no Lux.)

Jim White, o baterista, e Mick Turner, o guitarrista, são peças imprescindíveis neste jogo de cadências e explosões que os Dirty Three fazem colidir em palco, disso não se tenha qualquer dúvida, mas é sobre o violino de Warren Ellis que acaba por recair, na maior parte das vezes, a atenção. Ele não fez um pacto com o diabo. Ele é mesmo o diabo. Não que seja o mais virtuoso dos violinistas. Em rigor, ele até nem é o violinista clássico (como o Andrew Bird, para citar um exemplo com menos de 48 horas passadas, o é, mesmo apesar das referências folk dos Squirrel Nut Zippers). Ellis é o "fiddler" que anima uma tasca barulhenta algures no meio do deserto australiano, acompanhado de bouzukis num numa aldeia grega, musicando lendas de lobos algures na Europa de Leste. E ainda tem a lata de tirar feedbacks do instrumento.

O concerto desta noite conseguiu ser, por diversos momentos, e não se tenha pejo em usar a palavra quando ela deve ser efectivamente usada, epifânico. Foi a celebração plena daquilo que a música consegue por vezes produzir ao vivo: um rapto violento da consciência do ouvinte (e tão bem que sabe fechar os olhos e facilitar essa captura) para uma terra de ninguém, onde se experimentam sensações que só algumas drogas poderão produzir. O regresso do cativeiro é que pode não ser fácil. É que se sente saudades.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Dirty Three para os renegados de Barcelona

As opiniões da malta amiga que os viu ontem em Barcelona, no PrimaveraSound, são unânimes: "Dirty Three foi do c... não percas!".
Pronto, eu não queria mesmo perder o concerto de amanhã no Lux.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Dirty Three em Lisboa



A 2 de Junho, no Lux. Curiosamente, no mesmo dia de Low no Santiago Alquimista. Duas bandas que nunca cá puseram os pés, que cruzam algum do mesmo público, no mesmo dia. É a loucura.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2003

Nick Cave: correcção

O australiano vem a Lisboa sem os habituais Bad Seeds. O acompanhamento poderá ser feito pelos seus conterrâneos Dirty Three.