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terça-feira, 19 de novembro de 2019

100 de 1979, n.º 43, David Bowie



LODGER
DAVID BOWIE (Inglaterra)


Edição original: RCA
Produtor(es): David Bowie, Tony Visconti



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

100 de 1977, n.º 1, David Bowie



LOW
DAVID BOWIE (Inglaterra)


Edição original: RCA
Produtor(es): David Bowie, Tony Visconti



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

100 de 1977, n.º 6, David Bowie



HEROES
DAVID BOWIE (Inglaterra)


Edição original: RCA
Produtor(es): David Bowie, Tony Visconti



sábado, 8 de abril de 2017

100 de 1976, n.º 5, David Bowie



STATION TO STATION
DAVID BOWIE (Inglaterra)


Edição original: RCA
Produtor(es): David Bowie, Harry Maslin



domingo, 6 de novembro de 2016

100 de 1975, n.º 42, David Bowie



YOUNG AMERICANS
DAVID BOWIE (Inglaterra)


Edição original: RCA
Produtor(es): Tony Visconti, Harry Maslin, David Bowie



terça-feira, 28 de junho de 2016

100 de 1974, n.º 8, David Bowie



DIAMOND DOGS
DAVID BOWIE (Inglaterra)


Edição original: RCA
Produtor(es): David Bowie



quarta-feira, 6 de maio de 2015

100 de 1973, nº 28, David Bowie (rep.)



ALADDIN SANE
DAVID BOWIE (Inglaterra)
Edição original: RCA
Produtor(es): Ken Scott, David Bowie
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

"Ziggy goes to America." A expressão é do próprio David Bowie, que escreveu boa parte das canções de "Aladdin Sane" durante a parte que a Ziggy Tour passou pelos EUA. Na edição original, no alinhamento das canções, há referências a nome de cidades e até a um navio transatlântico (no tema-título). No baile de máscaras em que Bowie se divertia nestes tempos, a nova personagem Aladdin Sane (jogo de palavras com "A Lad Insane") era muito parecida com a anterior, Ziggy Stardust, embora sem a mesma obsessão futurista. Musicalmente, continua o glam, ainda que se escute uma maior aproximação de Bowie aos Stones da altura (há até mesmo uma versão, "Let's Spend the Night Together"), mas há também uma maior dispersão por outros estilos pouco habituais, que a crítica teve dificuldades em compreender na altura.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Concertos Confortáveis, n.º 4

David Bowie faz hoje 66 anos. No Concerto Confortável desta semana, ele tinha apenas 31 e andava a apresentar ao mundo os dois primeiros álbuns da trilogia de Berlim, "Low" e "Heroes". Aqui, encontramo-lo em Bremen, na Alemanha, a 30 de maio de 1978. Alinhamento: Sense of Doubt, Beauty and the Beast, Heroes, Stay, Jean Genie, TVC15, Moon of Alabama, Rebel Rebel.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

100 discos de 1973, n.º 6



RAW POWER
IGGY AND THE STOOGES (EUA)
Edição original: CBS
Produtor(es): Iggy Pop, David Bowie
discogs allmusic wikipedia

Entre todos estes discos, "Raw Power" é provavelmente o que conheço há mais tempo, de uma velhinha cassette que tanto terá rodado que ainda hoje recordo, quase nota por nota, o fuzz do James Williamson, quase berro por berro, a verborreia do Iggy Pop. Reza a história que, por esta altura, os Stooges já tinham acabado. A Elektra já não queria saber deles. O álbum homónimo de estreia (1969) e "Fun House" (1970) tinham vendido pouco. É neste contexto que Iggy Pop conhece David Bowie. Muda para a mesma empresa de management do inglês e viaja para Londres com Williamson para gravar um disco a solo. Não encontra músicos ingleses que o satisfaçam e chama os irmãos Ron e Scott Asheton. Os Stooges voltavam assim a gravar, mas agora o grupo chamar-se-ia, de forma honesta, Iggy & Stooges. Bowie produziu num só dia sete das oito faixas, a partir de... três pistas que Iggy Pop lhe passou, banda na primeira, guitarra solo na segunda e a voz na terceira. O resultado, ainda que com a limitada cirurgia plástica que Bowie conseguiu fazer, não deixa de ser uma amálgama sonora de fuzz e berraria puxados aos limites, que, para a altura, mesmo para o contexto de Detroit de onde vinham os Stooges, metia medo. Parecia que queriam destruir tudo o que lhes aparecesse pela frente. Parecia tudo aquilo que anos mais tarde se encontraria na explosão do punk em Inglaterra. Mas, muitos anos depois, Iggy Pop, talvez para destruir ainda mais, voltaria a colocar "Raw Power" na história por outros motivos. À produção de Bowie sucedeu-se, em 1995, uma versão pirata, com a primeira mistura de Pop. Mas em 1997, numa reedição em CD da Columbia, Pop pegaria em tudo de novo para produzir aquele que é, mesmo para os dias de hoje, um dos discos com volume permanentemente mais alto de sempre, um trabalho que desagradou meio mundo, incluindo os próprios James Williamson e Ron Asheton. E, convenhamos, é uma merda.

domingo, 25 de março de 2012

100 discos de 1973, n.º 28



ALADDIN SANE
DAVID BOWIE (Inglaterra)
Edição original: RCA
Produtor(es): Ken Scott, David Bowie
discogs allmusic wikipedia

"Ziggy goes to America." A expressão é do próprio David Bowie, que escreveu boa parte das canções de "Aladdin Sane" durante a parte que a Ziggy Tour passou pelos EUA. Na edição original, no alinhamento das canções, há referências a nome de cidades e até a um navio transatlântico (no tema-título). No baile de máscaras em que Bowie se divertia nestes tempos, a nova personagem Aladdin Sane (jogo de palavras com "A Lad Insane") era muito parecida com a anterior, Ziggy Stardust, embora sem a mesma obsessão futurista. Musicalmente, continua o glam, ainda que se escute uma maior aproximação de Bowie aos Stones da altura (há até mesmo uma versão, "Let's Spend the Night Together"), mas há também uma maior dispersão por outros estilos pouco habituais, que a crítica teve dificuldades em compreender na altura.