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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

100 de 1979, n.º 16, Chico Buarque



ÓPERA DO MALANDRO
CHICO BUARQUE (Brasil)


Edição original: Philips
Produtor(es): Sérgio Carvalho



domingo, 20 de maio de 2018

100 de 1978, n.º 13, Chico Buarque



CHICO BUARQUE
CHICO BUARQUE (Brasil)


Edição original: Philips
Produtor(es): Sérgio Carvalho



quarta-feira, 12 de abril de 2017

100 de 1976, n.º 1, Chico Buarque



MEUS CAROS AMIGOS
CHICO BUARQUE (Brasil)


Edição original: Philips
Produtor(es): Sérgio de Carvalho



quinta-feira, 26 de maio de 2016

100 de 1974, n.º 41, Chico Buarque



SINAL FECHADO
CHICO BUARQUE (Brasil)


Edição original: Philips
Produtor(es): Sérgio de Carvalho



terça-feira, 7 de abril de 2015

100 de 1973, n.º 57, Chico Buarque (rep.)



CHICO CANTA
CHICO BUARQUE (Brasil)
Edição original: Phonogram/Philips
Produtor(es): Roberto Menescal
discogs allmusic wikipedia YOUTUBE

A minha tristeza não é feita de angústias
A minha tristeza não é feita de angústias
A minha surpresa
A minha surpresa é só feita de fatos
De sangue nos olhos e lama nos sapatos
Minha fortaleza
Minha fortaleza é de um silêncio infame
Bastando a si mesma, retendo o derrame
A minha represa

(In "Fortaleza")

É um disco à parte na carreira de Chico Buarque. É a banda sonora da peça "Calabar: o Elogio da Traição", escrita por Chico Buarque e Ruy Guerra. Censurada na altura da estreia -- tal como o próprio disco, que teve de sair com o nome que é conhecido até hoje e não com o mesmo da peça, e com dois dos temas, "Anna de Amsterdam" e "Vence na Vida Quem Diz Sim", em versão instrumental, desprovida da voz e das letras que não agradaram aos censores -- a peça contava a história de Domingos Calabar (séc. XVII) numa versão diferente daquela que a história guardou: a de um traidor à pátria portuguesa na altura das invasões neerlandesas do Nordeste brasileiro. Pela habitual via da metáfora, a peça questionava a propaganda oficial do regime militar que governou o Brasil de 1964 a 1985. "Chico Canta" é, portanto, uma banda sonora de uma peça, não tendo porém um tema musical central e recorrente, mas uma mistura generosa de géneros -- até fado aqui se encontra -- e de ideias diferentes para arranjos. Dificilmente entrará nas listas dos melhores discos de Chico Buarque, e até há quem se dedique a tecer-lhe duras críticas, mas se entendermos que este é um daqueles artistas em que até as obras menores se destacam entre as de outros menos propensos ao toque de génio, "Chico Canta" tem que aparecer nesta colheita de 73.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

100 discos de 1973, n.º 57



CHICO CANTA
CHICO BUARQUE (Brasil)
Edição original: Phonogram/Philips
Produtor(es): Roberto Menescal
discogs allmusic wikipedia

A minha tristeza não é feita de angústias
A minha tristeza não é feita de angústias
A minha surpresa
A minha surpresa é só feita de fatos
De sangue nos olhos e lama nos sapatos
Minha fortaleza
Minha fortaleza é de um silêncio infame
Bastando a si mesma, retendo o derrame
A minha represa

(In "Fortaleza")

É um disco à parte na carreira de Chico Buarque. É a banda sonora da peça "Calabar: o Elogio da Traição", escrita por Chico Buarque e Ruy Guerra. Censurada na altura da estreia -- tal como o próprio disco, que teve de sair com o nome que é conhecido até hoje e não com o mesmo da peça, e com dois dos temas, "Anna de Amsterdam" e "Vence na Vida Quem Diz Sim", em versão instrumental, desprovida da voz e das letras que não agradaram aos censores -- a peça contava a história de Domingos Calabar (séc. XVII) numa versão diferente daquela que a história guardou: a de um traidor à pátria portuguesa na altura das invasões neerlandesas do Nordeste brasileiro. Pela habitual via da metáfora, a peça questionava a propaganda oficial do regime militar que governou o Brasil de 1964 a 1985. "Chico Canta" é, portanto, uma banda sonora de uma peça, não tendo porém um tema musical central e recorrente, mas uma mistura generosa de géneros -- até fado aqui se encontra -- e de ideias diferentes para arranjos. Dificilmente entrará nas listas dos melhores discos de Chico Buarque, e até há quem se dedique a tecer-lhe duras críticas, mas se entendermos que este é um daqueles artistas em que até as obras menores se destacam entre as de outros menos propensos ao toque de génio, "Chico Canta" tem que aparecer nesta colheita de 73.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vem aí novo Chico Buarque

E não é livro, desta vez. É mesmo novo álbum de música. Ainda não se sabe com certezas, mas parece que, numa primeira fase que começa já a partir da próxima segunda-feira, vai ser vendido apenas no Brasil, através do site www.chicobastidores.com.br, aos "investidores" que entrem com 29,90 reais (aproximadamente 13 euros). O esquema é semelhante ao que muitos artistas têm vindo a adotar nos últimos tempos: o investidor tem o direito de ouvir o primeiro tema do disco, pode depois assistir às gravações, etc. O disco só chegará às lojas (brasileiras, pelo menos) a 20 de Julho.

Chico Bastidores (2) from Chico Buarque Bastidores on Vimeo.



Entretanto, noutra notícia relacionada com o cantor brasileiro, que no próximo domingo celebra o seu 67º aniversário, o Instituto António Carlos Jobim passou a disponibilizar um imenso acervo digital de Chico Buarque, entre fotografias (1044, ao todo!), alguns discos em mp3, vídeos (ainda não se encontra por lá nenhum) e uma quantidade incrível de textos digitalizados, desde os cadernos de escola de Chico (repletos de anotações pessoais, desde poemas/versos a resultados de futebol) até a artigos académicos que outros investigadores a propósito da sua obra. Está tudo aqui: www.jobim.org/chico

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

E, para continuar...



Esta versão de "Você Não Entende Nada / Cotidiano", gravada para um programa da Globo em 1986, está já muito distante daquela que era o grande momento do disco que Caetano Veloso e Chico Buarque gravaram ao vivo, no início dos anos 70 (in "Caetano e Chico Juntos e Ao Vivo"). Apresenta, porém, a curiosidade dos dois cantores inverterem os papéis de então: agora, é Chico que canta "Você Não Entende Nada", de Caetano, e Caetano que se intromete com "Cotidiano", de Chico. E a transição continua a ser arrepiante.

Verdade tropical #2

Algumas das muitas referências a Chico Buarque, em "Verdade Tropical":

[Sobre as primeiras reuniões entre músicos organizadas por Gilberto Gil, na génese do tropicalismo] Se, por um lado, Chico, boêmio e desconfiado de programas, embriagava-se e ironizava o que mal ouvia (...). Enfim, Gil não chegou a desistir de se fazer entender, pois os outros é que desistiram de tentar segui-lo. Restava-nos seguir sozinhos.

[Sobre os tempos em São Paulo] Naquela mesma noite eu estreava na TV e a partir de então meu conhecimento de letras de canções brasileiras e minha memória se tornaram lendários. Chico Buarque era o meu maior competidor, com uma vantagem: seu reportório era extenso como o meu e sua memória igualmente fresca, mas ele era ainda capaz de inventar na hora canções tão bem-feitas que pareciam jóias da nossa tradição aos ouvidos dos responsáveis pelo programa. Ganhámos vários automóveis Gordini -- que vendíamos automaticamente sem averiguar se perdíamos alguma coisa nessa venda -- nos meses que se seguiram à minha estréia. E eu fiquei, além de famoso, rico, para os meus padrões. Passei a ir quase semanalmente a São Paulo. As noitadas com Chico e Toquinho eram deliciosas, e com isso São Paulo deixou de ser o lugar detestável da minha primeira experiência. (...) Chico tinha um carro e sabia tudo da cidade onde crescera e estudara. Muitas vezes ele bebia demais, e nós tínhamos que acordá-lo para que nos levasse de volta para casa. Não nos dava medo o fato de ele ir praticamente dormindo até o assento do carro no qual, uma vez dada a partida, ele exibia uma destreza surpreendente. (...) Chico, com seus lindos olhos verdes que fixavam-se em nós com uma dureza diabólica, era dono de um humor mais sádico do que o de Capinan. Nessa época, sua beleza era extraordinária, mas entre angelical e demoníaca, quase divina em todo o caso, não me parecia sexualmente atraente (...), o que me levou a brincar de chamá-lo, sem que isso causasse constrangimento, "meu noivo". Na verdade, as meninas eram o tema mais freqüente das nossas conversas. Chico fazia ciúmes de suas namoradas comigo e por vezes chegava a dizer a Dedé, no Rio, que eu as assediava. (...) Uma vez, foi aos nossos amigos em São Paulo que Chico assustou com uma história a meu respeito. Assim como eu ia muito a São Paulo, ele vinha muito ao Rio. Numa de suas voltas, ele contou, com grave discrição, que eu tinha enlouquecido. Manteve a mentira até que eu aparecesse por lá. A notícia se espalhou entre os conhecidos, naturalmente, e Chico chegou ao requinte de detalhar para Toquinho, que ficara consternado, uma visita que Bethânia me teria feito no sanatório: quase chorando, ele repetia o que eu teria dito ao vê-la na porta do quarto: "Sai, carcará! sai, carcará!". Quando voltei a São Paulo, encontrei diversas pessoas que se surpreendiam ao me ver, me olhavam demoradamente, prestavam demasiada atenção no que eu dizia. Muitos me perguntavam: "Você está bem?".

[Sobre "Alegria, Alegria", do próprio Caetano] Mas o que ninguém nunca disse -- nem mesmo eu, que até aqui só falei em Beatles, Gilberto Gil e Franklin Dario quando tratei da gênese de "Alegria, alegria" -- é que "Alegria, alegria" foi em parte decalcada exatamente de "A banda" [de Chico Buarque].

(...) Minha primeira lição sobre armadilhas de imprensa se deu exatamente por causa disso. Uma moça simpática, entrevistando-me para a revista InTerValo (...), perguntou-me como eu via a diferença entre mim e Chico. Eu, estimulado pela oportunidade (...), expliquei-lhe que o que eu fazia era expor o aspecto de mercadoria do cantor de TV. Que tanto eu quanto Chico estávamos dizendo muitas coisas com nossas canções, mas que, do ponto de vista da televisão, eu era um cara de cabelo grande e Chico era um rapaz bonito de olhos verdes; e que quanto mais desmascarado estivesse esse jogo, mais nossas canções e nossas pessoas estariam livres. Poucos dias depois saiu a reportagem com minha declaração sumária de que "Chico Buarque não passa de um belo rapaz de olhos verdes". Tom Zé (...) não tinha esses cuidados com Chico Buarque. Perguntado num programa de televisão sobre o confronto tropicalistas versus Chico, respondeu que, de sua parte, respeitava muito Chico Buarque "pois ele é nosso avô". Lembro de, ao ser informado dessa história (...), rir às gargalhadas com Guilherme, comentando o fato de eu ser dois anos mais velho que Chico -- e Tom Zé seis anos mais velho do que eu. (...) Um episódio, no entanto, me pareceu inaceitável. Já no final de 68, Gil estava com Sandra (...), numa frisa do Teatro Paramount, onde se realizava uma eliminatória do festival da Record daquele ano. Um grupo de pessoas na platéia recebeu a entrada de Chico no palco aos gritos de "superado!, superado!". Gil comentou com Sandra que aquilo era inadmissível. Levantou-se investiu contra os manifestantes. Um jornalista quis ver -- e assim publicou depois no seu jornal -- que Gil havia liderado uma vaia ao Chico. (...) Hoje todo o mundo que escreve sobre os acontecimentos de então se compraz em dizer que havia dois lados que se confrontavam nesses festivais: um a nosso favor, outro a favor de Chico. As coisas não eram assim.

"Verdade Tropical", Caetano Veloso (Companhia das Letras, 1997; Quasi Edições, 2003)

segunda-feira, 7 de agosto de 2006

Chico Buarque de Budapeste

Já se sabia que Chico era um génio. Não só na música, mas também nas letras propriamente ditas, daquelas impressas no papel. Bom, eu não seria capaz de afirmar esta última conclusão, já que apenas me estreei agora com o "Budapeste". Mas estou quase pronto a fazê-lo. É que "Budapeste" é daquelas obras que só deixam o leitor respirar no final da última página, que o fazem levar o livro para qualquer lado, porque se fica desconfortável em qualquer lado se não se puder continuar a ler a história do ghost writer José Costa (ou Kosta Zsoze, se calhar). Um tipo fica de cara à banda perante o virtuosismo no domínio das palavras e das frases. Um tipo apaixona-se.

quarta-feira, 6 de outubro de 2004

Covers famosas #3: The Ballad of Mack the Knife / Die Moritat von Mackie Messer

Autor: Kurt Weill / Berthold Brecht
Ano: 1928
Versões-chave: Louis Armstrong, Chico Buarque, Young Gods, ...

Um dos autores mais citados pelos músicos dos últimos cinquenta anos é o compositor alemão Kurt Weill. Diversas das suas obras, originalmente inseridas em óperas modernas como "Aufstieg und Fall der Stadt Mahagonny" ("Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny") ou "Die Dreigroschenoper" ("A Ópera dos Três Vinténs"), têm sido revistas frequentemente nas mais diversas áreas da música popular. É o caso dos temas "Alabama Song" (popularizado mais tarde pelos Doors), "Speak Low", "Surabaya-Johnny", "September Song" ou "The Ballad of Mack the Knife", que esta rubrica agora destaca.

"The Ballad of Mack the Knife" ou, melhor, "Die Moritat von Mackie Messer", foi composta para a obra mais famosa de Weill, "A Ópera dos Três Vinténs", estreada em Berlim, a 31 de Agosto de 1928. Com libretto de Berthold Brecht, a partir de "The Beggars Opera", de John Gay, "A Ópera dos Três Vinténs" vinha romper com a tradicional ópera wagneriana, recriando em palco histórias de pedintes, ladrões e prostitutas, que diziam mais ao povo comum do que as habituais peças para as elites burguesas. A canção dedicada ao protagonista, o infame bandido londrino Mackie Messer, iria transformar-se num ícone da peça.

A "Ópera dos Três Vinténs" chegaria, já depois da 2ª guerra, à Broadway. "Die Moritat von Mackie Messer" viria a ser adaptada, já na nova versão em inglês, para o jazz por Louis Armstrong e, para o rock, por Bobby Darin. Rapidamente se tornaria um "standard". Ella Fritzgerald apreentou-a uma vez ao vivo, esquecendo-se da letra que se seguia ao primeiro verso. Acabou por improvisar, numa prestação que lhe mereceu um Grammy. Chico Buarque, naquele que é o seu trabalho mais reconhecido, "A Ópera do Malandro" (clara inspiração na peça de Brecht e Weill), interpretou também uma curiosa versão do tema, aqui intitulado de "O Malandro". Os suíços Young Gods, que dedicaram um álbum inteiro, "...Play Kurt Weill", ao compositor alemão, deixaram também uma versão arrasadora. Muitos outros, ao longo dos anos, recuperaram a canção para os seus reportórios: Elvis Presley, Frank Sinatra, Nick Cave e até mesmo Robbie Williams, para citar apenas alguns.

Und die Haifisch, der hat Zähne,
Und die trägt er im Gesicht.
Und Macheath, der hat ein Messer,
Doch das Messer sieht man nicht.

quarta-feira, 25 de agosto de 2004

Recordação do dia


Magia. Caetano Veloso e Chico Buarque juntos no mesmo palco só podia dar nisto. Na altura -- 1972 -- dizia-se que Caetano, que tinha acabado de regressar do exílio, e Chico Buarque andavam de costas voltadas, mas aquele espectáculo do Teatro Castro Alves, em Salvador da Bahia, viria afastar os rumores, como se percebe desta simbiose quase perfeita que existe entre as duas vozes, especialmente notada no arrepiante "Você Não Entende Nada / Cotidiano", ou entre as duas almas criadoras, como quando Caetano canta "Rita", de Buarque, e lhe acrescenta "Esse Cara", ou quando o carioca interpreta "Janelas Abertas nº2", do Bahiano. E aquele final com "Os Argonautas" a dois? Magia.

sexta-feira, 14 de maio de 2004

PÁRA TUDO!

Alguém no Forum Sons reparou que na notícia do Público de hoje a propósito da Casa da Música, do Porto, vem uma curta referência a uma passagem por lá em Outubro de... TOM WAITS!!!!!

(...) Esta grelha cruza, assim, um calendário semanal e mensal de eventos distribuídos pelos vários espaços do edifício, com quatro grandes blocos temáticos transversais e duas outras séries de blocos mais pequenos, ao longo do ano.

Blocos de 10 a 15 dias

Grandes Nomes (Outubro) - Keith Jarrett, Tom Waits, Pollini, Mariza, Pedro Abrunhosa, Orquestra de Berlim e Chico Buarque são alguns exemplos da abrangência deste programa. (...)


E o Chico Buarque também, conforme se previa... Olha que bela, bela notícia.

segunda-feira, 15 de setembro de 2003

Chico Buarque e Budapeste

Chico Buarque esteve praticamente incontactável ao longo do último ano. A razão: estava a escrever mais um livro, "Budapeste". Passo a citar a sinopse que se pode encontrar na submarino, uma das lojas virtuais que têm disponíveis o livro (não sei se já dá para fazer encomendas a partir de Portugal):
Budapeste é caracterizada pela história de um ghost-writer. Alguém que escreve o que outras pessoas assinam, artigos para jornal, discursos de autoridades, autobiografias e, no ápice, poemas. Um autor anônimo, um brilhante autor anônimo. Chico Buarque já disse que sua ficção é conseqüência de sua música: "O ritmo, a cadência saem dela, embora não a temática. Mas há um Chico compositor, um Chico escritor. São o mesmo, são dois. E José Costa, do Rio, é o mesmo Zsoze Kósta, de Budapeste, dois homens que são um só e cuja realização artística se dá sob os nomes de quem assina seus textos. Enfim, um romance do "duplo" e de muita erudição -tão popular na literatura européia do século XIX e XX.
O músico brasileiro vem a Barcelona em 2004 para a comemoração do centenário do nascimento de Pablo Neruda, e parece que está também previsto um concerto em Portugal. Até lá, há "Budapeste".