Ah, e as primeiras partes de ambos os espectáculos vão ser asseguradas pelos Growing, que actualmente integram o roster da Social Registry.
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domingo, 25 de maio de 2008
Ó adoradores dos amplificadores
É já amanhã, segunda-feira, e no dia seguinte, que os japoneses Boris, acompanhados de Michio Kurihara (Ghost), vão pisar os palcos de Porto e Lisboa. Primeiro o Porto-Rio (será que o barco Gandufe se aguenta?), depois o LX Factory, o magnífico espaço em Alcântara de que a ZDB já se serviu para o concerto dos Negativland (para indicações em como chegar ao LX Factory, vejam aqui). Amanhã e terça-feira, estes serão pontos de romagem obrigatória para os peregrinos do milagre da distorção. Não esquecei de levar os tampões para os ouvidos.
Ah, e as primeiras partes de ambos os espectáculos vão ser asseguradas pelos Growing, que actualmente integram o roster da Social Registry.
Ah, e as primeiras partes de ambos os espectáculos vão ser asseguradas pelos Growing, que actualmente integram o roster da Social Registry.
terça-feira, 13 de maio de 2008
O LX Factory. Onde?
Há por aí gente que vem ter comigo a dizer que o concerto dos Negativland, no sábado (e, já agora, a etapa lisboeta dos Boris e Growing, no dia 27) é na ZDB. Também eu cheguei a pensar que era, mas não é. Apesar de produzidos pela ZDB, estes concertos vão ter lugar no LX Factory. Na sequência, há também quem pergunte pela localização exacta do LX Factory.
Muito bem, antes de mais, LX Factory é o nome da imobiliária que gere o projecto Test, on art-Centro de Arte Contemporânea, futuro novo espaço dedicado às artes em Lisboa, mais precisamente na zona do Calvário, em Alcântara, nas instalações da antiga Gráfica Mirandela (vejam notícia da TimeOut ou da RTP.
Melhor ainda, eis um mapa da localização:
Muito bem, antes de mais, LX Factory é o nome da imobiliária que gere o projecto Test, on art-Centro de Arte Contemporânea, futuro novo espaço dedicado às artes em Lisboa, mais precisamente na zona do Calvário, em Alcântara, nas instalações da antiga Gráfica Mirandela (vejam notícia da TimeOut ou da RTP.
Melhor ainda, eis um mapa da localização:
sexta-feira, 2 de maio de 2008
\oo/
1. Sentar na esplanada.
2. Mandar vir cerveja.
3. Ligar o leitor de MP3.
4. Colocar os auscultadores.
5. Escolher um destes:

6. Voltar ao passo 2 e repetir, até aparecer algum amigo.
BORIS!
(Concerto mais aguardado de Maio, aqui por estas bandas.)
2. Mandar vir cerveja.
3. Ligar o leitor de MP3.
4. Colocar os auscultadores.
5. Escolher um destes:
6. Voltar ao passo 2 e repetir, até aparecer algum amigo.
BORIS!
(Concerto mais aguardado de Maio, aqui por estas bandas.)
terça-feira, 29 de abril de 2008
Esse Maio, maldito Maio, que aí vem
Heavy Trash (1 - MusicBox; 2 - TAGV; 3 - Plano B)
Rockabilly nas guitarras de Jon Spencer (da Jon Spencer Blues Explosion) e Matt Verta-Ray (ex-Madder Rose, ex-Speedball Baby).
Einstürzende Neubauten (3 - Casa da Música; 4 - Aula Magna)
A brigada de demolição Bargeld & Irmãos regressa, agora com um novo álbum, Alles Wieder Offen. Nem que o concerto tivesse metade da intensidade do último (no CCB), já seria uma experiência absolutamente imperdível. Ainda há muitos bilhetes... Como é que é possível?
Mão Morta "Maldoror" (3 - Theatro Circo)
O adeus definitivo a "Maldoror", que a casa retorna. Depois da estreia, naquele mesmo espaço, há cerca de um ano, "Maldoror" percorreu o país, para agora chegar ao fim. A partir daqui, vai ser sempre... "Foste? Sim? Foi tão bom, não foi? Não foste? Não sabes o que perdeste!".
Diamanda Galás (6 - Theatro Circo; 8 - Casa da Música; 10 - Aula Magna)
A senhora Galás apresenta-se com o espectáculo "Guilty Guilty Guilty", onde no qual abre o seu palco de horrores a composições tornadas populares por Johnny Cash, Edith Piaf e outras vozes.
The National (11 - Aula Magna)
Eles gostaram do nosso país e só este ano vêm cá por três vezes. Ou nós é que gostámos deles e queremos que por cá dêem um salto sempre que vierem visitar os primos na Europa. Este espectáculo na Aula Magna foi literalmente comprado por uma marca de comunicações e já está "esgotado" (com muitas aspas) há muito tempo. Por falar nisso, alguém arranja um bilhetinho?
James Blackshaw & Josef van Wissem (11 - ZDB)
Conheci o Jim quando a amorosa Josephine Foster o trouxe consigo na primeira série de concertos (promovidos aqui pelo tasco) que realizou por cá. Miúdo de poucas falas, deixou toda a gente extasiada com a forma como dedilhava a guitarra de doze cordas.
John Cale (16 - Casa das Artes de Famalicão; 17 - Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre)
A descentralização, a descentralização. Uma figura destas vem a Famalicão e a Portalegre. Nada de Lisboa ou Porto. É bonito!
Negativland (17 - LX Factory)
Alguém me corrija, mas não será esta a primeira vez que os veteranos do corte e colagem vêm ao nosso país, não? O concerto está previsto para o LX Factory, o nome eventualmente provisório de um espaço novo para os lados de Alcântara.
Kronos Quartet (20 - CCB)
Igualmente veteranos, mas já mais vistos por cá, o quarteto de cordas volta com um programa constituído por composições de JG Thirwell (dito Foetus), Rokia Traoré (na companhia da própria), Amon Tobin e John Zorn, entre outros.
Animal Collective (26 - Cinema Batalha; 29 - Lux)
Depois da inesquecível viagem de cacilheiro até à margem sul, o colectivo zoológico traz agora novos pretextos para fazer abanar alma e corpo. Traz também Bradford James Cox, o vocalista dos Deerhunter, no seu projecto Atlas Sound, para as primeiras partes.
Boris (26 - Porto-Rio; 27 -ZDB LX Factory)
Vão ser as noites dos amplificadores. Drones e heavy metal pelas mãos dos japoneses Boris. Nas primeiras partes outros adoradores de amplificadores, os norte-americanos Growing. Vai ser imperdível mas... é aconselhável levar tampões, pela vosse saúde auditiva (sem qualquer tom pejorativo, leia-se).
Cat Power (26 - Coliseu dos Recreios; 28 - Coliseu do Porto)
Mais uma visita da menina Marshall. Agora com direito a coliseus e tudo.
CocoRosie (26 - TAGV)
As manas Casady também estão de volta, agora com passagem por Coimbra.
Toumani Diabaté (28 - Casa da Música; 31 - Culturgest)
Ninguém fez tanto pela kora, guitarra da África Ocidental, nos últimos tempos. O mestre já não é uma cara estranha por cá e até podia cá vir com maior frequência, que a gente não se importa.
Young Marble Giants (30 - Casa da Música)
Reverenciados por muitos ao longo de quase três décadas (eu confesso, correndo o risco de ser agredido: sempre me passaram ao lado), reuniram-se e voltaram aos palcos. E ali estão eles na Casa da Música.
Vampire Weekend (30 - Casa da Música)
No mesmo dia e também na Casa da Música, uma das propostas mais interessantes vindas da pop americana. (Alguém arranja bilhete para estes, também, faxavor?)
É um mês tramado. E nem sequer falei da digressão pelo país dos Irmãos Verdades, entretanto regressados.
Rockabilly nas guitarras de Jon Spencer (da Jon Spencer Blues Explosion) e Matt Verta-Ray (ex-Madder Rose, ex-Speedball Baby).
Einstürzende Neubauten (3 - Casa da Música; 4 - Aula Magna)
A brigada de demolição Bargeld & Irmãos regressa, agora com um novo álbum, Alles Wieder Offen. Nem que o concerto tivesse metade da intensidade do último (no CCB), já seria uma experiência absolutamente imperdível. Ainda há muitos bilhetes... Como é que é possível?
Mão Morta "Maldoror" (3 - Theatro Circo)
O adeus definitivo a "Maldoror", que a casa retorna. Depois da estreia, naquele mesmo espaço, há cerca de um ano, "Maldoror" percorreu o país, para agora chegar ao fim. A partir daqui, vai ser sempre... "Foste? Sim? Foi tão bom, não foi? Não foste? Não sabes o que perdeste!".
Diamanda Galás (6 - Theatro Circo; 8 - Casa da Música; 10 - Aula Magna)
A senhora Galás apresenta-se com o espectáculo "Guilty Guilty Guilty", onde no qual abre o seu palco de horrores a composições tornadas populares por Johnny Cash, Edith Piaf e outras vozes.
The National (11 - Aula Magna)
Eles gostaram do nosso país e só este ano vêm cá por três vezes. Ou nós é que gostámos deles e queremos que por cá dêem um salto sempre que vierem visitar os primos na Europa. Este espectáculo na Aula Magna foi literalmente comprado por uma marca de comunicações e já está "esgotado" (com muitas aspas) há muito tempo. Por falar nisso, alguém arranja um bilhetinho?
Conheci o Jim quando a amorosa Josephine Foster o trouxe consigo na primeira série de concertos (promovidos aqui pelo tasco) que realizou por cá. Miúdo de poucas falas, deixou toda a gente extasiada com a forma como dedilhava a guitarra de doze cordas.
John Cale (16 - Casa das Artes de Famalicão; 17 - Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre)
A descentralização, a descentralização. Uma figura destas vem a Famalicão e a Portalegre. Nada de Lisboa ou Porto. É bonito!
Negativland (17 - LX Factory)
Alguém me corrija, mas não será esta a primeira vez que os veteranos do corte e colagem vêm ao nosso país, não? O concerto está previsto para o LX Factory, o nome eventualmente provisório de um espaço novo para os lados de Alcântara.
Kronos Quartet (20 - CCB)
Igualmente veteranos, mas já mais vistos por cá, o quarteto de cordas volta com um programa constituído por composições de JG Thirwell (dito Foetus), Rokia Traoré (na companhia da própria), Amon Tobin e John Zorn, entre outros.
Animal Collective (26 - Cinema Batalha; 29 - Lux)
Depois da inesquecível viagem de cacilheiro até à margem sul, o colectivo zoológico traz agora novos pretextos para fazer abanar alma e corpo. Traz também Bradford James Cox, o vocalista dos Deerhunter, no seu projecto Atlas Sound, para as primeiras partes.
Boris (26 - Porto-Rio; 27 -
Vão ser as noites dos amplificadores. Drones e heavy metal pelas mãos dos japoneses Boris. Nas primeiras partes outros adoradores de amplificadores, os norte-americanos Growing. Vai ser imperdível mas... é aconselhável levar tampões, pela vosse saúde auditiva (sem qualquer tom pejorativo, leia-se).
Cat Power (26 - Coliseu dos Recreios; 28 - Coliseu do Porto)
Mais uma visita da menina Marshall. Agora com direito a coliseus e tudo.
CocoRosie (26 - TAGV)
As manas Casady também estão de volta, agora com passagem por Coimbra.
Toumani Diabaté (28 - Casa da Música; 31 - Culturgest)
Ninguém fez tanto pela kora, guitarra da África Ocidental, nos últimos tempos. O mestre já não é uma cara estranha por cá e até podia cá vir com maior frequência, que a gente não se importa.
Young Marble Giants (30 - Casa da Música)
Reverenciados por muitos ao longo de quase três décadas (eu confesso, correndo o risco de ser agredido: sempre me passaram ao lado), reuniram-se e voltaram aos palcos. E ali estão eles na Casa da Música.
Vampire Weekend (30 - Casa da Música)
No mesmo dia e também na Casa da Música, uma das propostas mais interessantes vindas da pop americana. (Alguém arranja bilhete para estes, também, faxavor?)
É um mês tramado. E nem sequer falei da digressão pelo país dos Irmãos Verdades, entretanto regressados.
domingo, 6 de abril de 2008
Viva o Primavera
...porque mesmo que não consiguemos lá ir, parte dele vem cá. Vampire Weekend, na Casa da Música, Porto, a 30 de Maio.
Pela mesma altura, dão cá também um salto: Boris, Animal Collective, Atlas Sound, Dirty Projectors, Young Marble Giants, Scout Niblett, Cat Power, ...
(TRAGAM TAMBÉM OS SHELLAC, O BON IVER, O EL GUINCHO E OS FUCK BUTTONS!)
(E OS DEVO E OS SONICS!)
(TRAGAM TODOS!)
Pela mesma altura, dão cá também um salto: Boris, Animal Collective, Atlas Sound, Dirty Projectors, Young Marble Giants, Scout Niblett, Cat Power, ...
(TRAGAM TAMBÉM OS SHELLAC, O BON IVER, O EL GUINCHO E OS FUCK BUTTONS!)
(E OS DEVO E OS SONICS!)
(TRAGAM TODOS!)
sexta-feira, 21 de março de 2008
Pára tudo, não importa que horas sejam
Negativland na ZDB! A sério, dia 17 de Maio.
Eis a programação para os próximos meses:
21 de Março: Murdering Tripping Blues (PT) e Born a Lion (PT)
22 de Março: Variable Geometry Orchestra (PT)
28 de Março: Tape That (HOL), CAVEIRA (PT), MoHa! (NOR)
29 de Março: Linda Martini (PT)
3 de Abril: Humanization 4tet(PT/EUA)
4 de Abril: Nathan Fuhr's Demonshaker / Curadoria de Rui Faustino(PT/EUA) e Open SPEECH trio (PT)
5 de Abril: John Zorn's Cobra / Direcção Nathan Fuhr (PT/EUA)
12 de Abril: Dorit Chrysler (AUS) e Rita Braga & Bernardo Devlin (PT)
18 de Abril: The Vicious Five (PT)
25 de Abril: JAPANESE NEW MUSIC FESTIVAL: Acid Mother Temple SWR (JP), Ruins Alone (JP), Zubi Zuva X (JP), Akaten (JP), Zoffy (JP), Ubi Zuva X (JP), Tsuyama Atsushi (JP) e Kawabata Makoto (JP)
26 de Abril: François Virot (FR) e No Snow (FR)
2 de Maio: Anonima Nuvolari (ITA/PT)
11 de Maio: BRETHREN OF THE FREE SPIRIT: James Blackshaw (ING) & Josef Van Wissem (HOL)
17 de Maio: Negativland (EUA)
22 de Maio: Tom Brosseau (EUA)
23 de Maio: Bunnyranch (PT)
27 de Maio: Boris (JP) e Growing (EUA)
30 de Maio: Scout Niblett (EUA)
6 de Junho: Dirty Projectors (EUA)
8 de Junho: Sunset Rubdown (CAN)
Eis a programação para os próximos meses:
21 de Março: Murdering Tripping Blues (PT) e Born a Lion (PT)
22 de Março: Variable Geometry Orchestra (PT)
28 de Março: Tape That (HOL), CAVEIRA (PT), MoHa! (NOR)
29 de Março: Linda Martini (PT)
3 de Abril: Humanization 4tet(PT/EUA)
4 de Abril: Nathan Fuhr's Demonshaker / Curadoria de Rui Faustino(PT/EUA) e Open SPEECH trio (PT)
5 de Abril: John Zorn's Cobra / Direcção Nathan Fuhr (PT/EUA)
12 de Abril: Dorit Chrysler (AUS) e Rita Braga & Bernardo Devlin (PT)
18 de Abril: The Vicious Five (PT)
25 de Abril: JAPANESE NEW MUSIC FESTIVAL: Acid Mother Temple SWR (JP), Ruins Alone (JP), Zubi Zuva X (JP), Akaten (JP), Zoffy (JP), Ubi Zuva X (JP), Tsuyama Atsushi (JP) e Kawabata Makoto (JP)
26 de Abril: François Virot (FR) e No Snow (FR)
2 de Maio: Anonima Nuvolari (ITA/PT)
11 de Maio: BRETHREN OF THE FREE SPIRIT: James Blackshaw (ING) & Josef Van Wissem (HOL)
17 de Maio: Negativland (EUA)
22 de Maio: Tom Brosseau (EUA)
23 de Maio: Bunnyranch (PT)
27 de Maio: Boris (JP) e Growing (EUA)
30 de Maio: Scout Niblett (EUA)
6 de Junho: Dirty Projectors (EUA)
8 de Junho: Sunset Rubdown (CAN)
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