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22.6.09

bolinho caipira de Jacareí - história


Onde começa a história do bolinho caipira de Jacareí?

Para mim começou por aqui:

Nas ultimas décadas de 1800 duas pessoas vem ao mundo em continentes distantes e tornam-se, de alguma forma, difusores do que hoje é o tradicional bolinho da cidade.

Era inverno na Pomerânia, norte da Alemanha, quando August, agricultor, sofria com a falta de trabalho e ouviu sobre uma viagem para “um lugar onde tudo se plantando dá”. Chegando em casa, sua esposa Ernestine preparava a sopa enquanto os três filhos se aqueciam perto do fogão aproveitando o calor que a lenha proporcionava. Entusiasmado contou sobre o navio que partiria em fevereiro para um lugar quente, bonito e onde poderiam trabalhar e ter dinheiro para que os filhos pudessem crescer.

Ele tinha 56 anos e, viúvo, fazia quase 10 anos que estava casado com a nova esposa que tinha 40 anos, mulher de aparência frágil, porém com energia para seguir o marido. Decidiram arrumar as coisas e partirem de Hamburgo para a vida nova. Foi uma difícil jornada junto com tantas outras famílias que tinham o mesmo sonho.

Depois de dois meses no mar chegaram ao porto de Santos e foram encaminhados à Hospedaria dos Imigrantes onde passaram alguns dias até decidirem embarcar no trem com destino ao Vale do Paraíba para trabalhar nas plantações de café. A família desembarcou em Jacareí para trabalhar numa fazenda. A meninas Mathilde e Albertine eram maiorzinhas e Edouard tinha 4 anos. E com ele a história do bolinho continua.

August veio a falecer pouco mais de um ano da chegada. Para ajudar na casa as meninas começaram a trabalhar numa indústria têxtil. Ernestine gostaria de ter voltado para sua terra, mas esse sonho não se realizou.

Eduoard tinha 7 anos quando nasceu um bebê na casa vizinha, todas as crianças se alvoroçaram para ver a criancinha da casa dos portugueses, era a menina Ana Rita, filha de dona Julia que acabava de nascer. Uma tarde os alemãezinhos foram chamados para ver a menininha no berço. Uma das tias que lá estava se dirigiu à Edouard e vacinou: “Nasceu a sua noiva”.

E foi assim. Cresceram juntos e quando a menina completou 14 anos vestiu grinalda e flores de laranjeira para se tornar a esposa de Edouard, então com 21 anos trabalhava no comércio.

A nova família crescia e cada vez mais dificuldade para criar os filhos. Ela tinha o apelido de Nicota e ele era Edo. Dona Nicota era excelente cozinheira, e ela criava como podia receitas com os parcos recursos para alimentar a família. Edo era um homem recatado, quase tímido, sofrendo preconceitos por sua ascendência germânica em um momento político-social conturbado no mundo com a Primeira Grande Guerra. Não conseguia boa remuneração nos trabalhos que encontrava.

Foi numa conversa ao pé do fogão de lenha, como fizeram August e Ernestine, que Edo e Nicota decidiram mais uma vez mudar os rumos da família para garantir a sobreviência. Era o ano de 1925 e compraram um box no Mercado Municipal de Jacareí e lá montaram o Botequim do Café. Nicota preparava salgados e doces, o ponto ficou conhecido e muita gente começou a ir ao mercado provar os quitutes daquela senhora pequena que produzia grandes sabores. E dentre tudo que fazia o que tinha mais destaque eram os bolinhos de farinha de milho branca recheado com carne de porco que ela havia aprendido com a mãe, eram os prediletos de Edo também que a ajudava no botequim com as compras e a contabilidade.

Esse bolinho chamado de “caipira” (que é como é chamada a pessoa que vive na roça) deve sua criação aos tropeiros que passavam pelo Vale do Paraíba em direção ao interior, onde primeiro foi cultivado o milho, vindo dos países do leste da América do Sul. O milho é o alimento de milhares de anos dos povos da região do atual México e que primeiro se espalhou para o sul e depois para o mundo. Quando os tropeiros voltavam carregavam a farinha de milho pois era mais leve que a de mandioca para carregar no lombo dos burros, e a carne de porco para o recheio encontravam nas pequenas criações pelo caminho. Foram os primeiros tropeiros que trouxeram o milho para a região do Vale, ensinaram a fazer a farinha e o bolinho. Como seu caminho acompanhava o percurso do Rio Paraíba do Sul, rico em peixes, uma das variações do bolinho era com recheio de peixe, principalmente o lambari.

E entre 1925 e 1953 dona Nicota trabalhou dia e noite fazendo seus quitutes e fritando bolinhos. Ficou viúva e continuou na labuta para criar os filhos. As filhas mais velhas a ajudavam no Botequim até quando ela, já envelhecida, tinha dificuldades para continuar com esse encargo e vendeu o negócio, que continuou no Mercado por muito tempo ainda.

Octávia, irmã de Nicota casou-se com um soldado e foram morar em Caçapava onde tinha um batalhão do exército e lá seguiu o exemplo da irmã para ajudar a família, difundiu o bolinho caipira usando a farinha de milho amarela que era mais comum.

Devagar a simples receita de farinha, água e carne se espalhou por todas as cidades da beira do rio e em cada uma tem uma nota diferente, um tempero, um modo de fazer.

A receita original que dona Nicota fazia no Botequim do Café em Jacareí e que tornou apreciado o bolinho caipira é essa:


BOLINHO CAIPIRA DE JACAREÍ


(receita da minha mãe, original da minha avó Nicota)


ingredientes:
1 prato fundo de farinha de milho branca
1 colher cheia de polvilho (de preferencia azedo)
1 maço de cheiro verde, predominando alfavaca (o majericão miúdo)
sal a gosto


como fazer:
Misturar bem com as mãos, esfarelando, adicionando água em temperatura ambiente até dar ponto para enrolar.
O recheio pode ser linguiça ou carne de porco picadinha,
o recheio mais pitoresco é com peixe, principalmente lambari.
Fritar em oléo bem quente.

por Jussara Gehrke, neta de Edo e Nicota

15.2.09

dois momentos

clique na imagem para aumentar
baile de debutantes 1967 no Trianon em Jacareí
nascimento do meu primogênito, Gustavo, em 1976

Acordei mais tarde, domingo preguiçoso, chuvinha fina, escuro, e além do mais acabou o horário de verão, voltamos o relógio 1 hora atrás, ganhamos 1 hora.
Ouvindo musicas dos 60 e 70, olhando fotos dos albuns decidi escanear algumas.
Demorei olhando cada foto do meu baile de debutantes, eu tão feliz, sonho encantado...

Meu filho vai ser pai, fui olhar as fotos dele bebê, tudo muito recente, fresco na memória, dias alegres, primeiros dias da experiência de ser mãe, a responsabilidade, o entusiasmo, o mêdo, sentimentos misturados.
Quando páro para pensar em todos esses anos, em tudo que fiz, tudo que vivi... admiro como pude!

15.11.08

volta ao passado

Jacareí é uma cidade muito antiga, suas ruas foram desenhadas pelos caminhos de burros que faziam viagens entre São Paulo e Rio, e assim continuaram, sem qualquer planejamento, e para alargar as ruas foram destruidos belas construções. Esta esquina é chamada de "4 cantos", onde foi instalado o primeiro semáforo lá pelos anos 60. Meu pai trabalhava no Posto de Saúde que funcionava neste predio que pintaram agora de rosa, não sei o que é lá. O prédio foi cortado para abrir a esquina!
Em outro angulo o prédio partido, visto da Rua Antonio Afonso, simplesmente derrubaram medade dele sem qualquer projeto, destruindo o estilo completamente. Eu o conheci muito bem, tinha grandes janelas com vidros jateados com desenhos classicos, no seu interior as paredes eram revestidas de belos papéis de parede. Não tenho idéia de como é utilizado atualmente.
Por incrivel que pareça, estas fotos do cemitério são as que me dão mais saudade de Jacarei, é um cemitério antigo, com túmulos imponentes, cheios de histórias misteriosas que ouvía quando era criança.
O dia de finados era uma festa, colhiamos flores nos quintais e jardins para enfeitar os tumulos da família, eram margaridas, dálias, hortensias, rosas, melindros, ficava tudo muito bonito e colorido.
Nesta rua morava meu primeiro namorado, que foi meu primeiro marido, a Rua Corneteiro Jesus vai dar na Santa Casa, onde eu nasci. Bem em frente, quando acaba a rua fica o Trianon Clube.
Este prédio à esquerda é o Trianon Clube, que quando eu era pequena era um lugar sofisticado onde aconteciam grandes bailes com orquestras famosas, as mulheres de longos e os homens de black-tie. Aí comemorei meus 15 anos, meu baile de debutantes, formaturas, e dancei muitos carnavais.
A Praça Conde Frontin era cortada pela linha do trem - Central do Brasil - alí acontecia o 'footing' nos sábados à noite; quando o trem apitava, baixava a cancela e todos paravam para ver o trem passar. Tinha blocos de carnaval, tinha o Bar Brasil que era a parada do Pássaro Marrom que nos levava à São Paulo.
Na praça Conde Frontin tem a Igreja do Bonsucesso, enconstadinha nela a sorveteria Leal - continua firme lá - íamos tomar sorvete com a familia e depois com o namorado, o sorvete de côco e o sunday eram muito bons mesmo. Ao lado o cine Rio Branco que hoje é do bispo, acabou-se a bela sala com pesadas cortinas de veludo vermelho que se abriam quando tocava o sino anunciando o inicio da sessão. Foi neste cinema que beijei na bôca pela primeira vez.
E no Largo da Matriz aconteciam as quermesses, os canteiros eram cheios de rosas, mas cheios mesmo frondosas flamboyants protegiam do sol quem sentava nos bancos e enchiam de cor a praça nesta época de novembro, no coreto se apresentava a banda. Todos frequentavam a missa das 10, era um ponto de encontro e de paquera, pode?

Estas fotos foram feitas recentemente pela Mércia que foi dar uma volta por lá, eu 'emprestei' para colocar aqui, e agradeço à ela por dar a oportunidade de rever lugares que fizeram parte da infância e adolescencia. Pena que tudo tenha mudado tanto...

22.5.08

JACAREÍ, lembranças...


a minha Jacareí existe apenas dentro de mim...
meu amigo Laerte Puppo me presenteou com fotos que fez especialmente para mim dos lugares das minhas lembranças...
estão no COLETÂNEA, clique para ver
(esta foto é de 1970, com o Orlando, passeando de bicicleta depois da missa das 10, na calçada do Forum em frente à minha casa)

18.4.08

Dia do Livro




foto do Puppo


Hoje é aniversário de nascimento de Monteiro Lobato (1882-1948). Em sua homenagem, a data tornou-se o Dia Nacional do Livro Infantil. Neste ano são lembrados os 60 anos de sua morte.

Depois da minha casa foi neste casarão que começou minha paixão por livros, mais precisamente naquelas duas janelas do lado esquerdo, no térreo, foi onde tudo começou... minha professora era minha tia de verdade, mas não se podia chamar professora de tia naquela época, mesmo sendo sua tia mesmo, era dona Alice. Foi ela, com sua rigidez - porque professores eram rígidos - , que me levou a dar meus passos na Caminho Suave.

Receber a cartilha na escola tinha todo um ritual, era quase um objeto sagrado pois guardava um segredo que deveríamos desvendar! Assim me foi apresentada, e me recordo da curiosidade de foleá-la até o fim quando foi colocada pelo diretor Sr Mário Moraes, sobre a minha carteira. Foi dia de festa, o diretor era uma autoridade, usava terno e gravata, loção discreta que sentia quando ele passava entre as carteiras duplas enfileiradas. A propria escola era imponente, não apenas por ser um casarão histórico - hoje é museu na minha cidade, Jacarei - mas por ser a escola então um templo respeitado. Salas e corredores limpissimos cheirando a cera todas as manhãs, salas de aulas com todo material necessário, biblioteca com estantes cheias de lindos livros, o escritório do diretor era um salão onde tinhamos curiosidade para conhecer e mêdo de entrar!

Depois de completar a cartilha Caminho Suave até o Z de zabumba, chegava o dia da grande festa, era mesmo uma festa, íamos com os uniformes engomados para receber das mãos do diretor, um aluno de cada vez, subindo no palco, um pacotinho embrulhado - lembro-me que o papel era amarelo - dentro estava o primeiro livro de leitura! Era um livro de pequenos textos, ilustrado com gravuras feitas em bico de pena, sem cor, mas conseguiamos ver todas as cores do arco-iris em cada página. Para mim foi uma emoção!

Os livros eram tratados com todo o respeito que merecem, nós os valorizávamos e sabiamos que encerravam conhecimento e prazer, havia toda uma preparação para nos apresentarem.

Eu sempre estudei em escola pública, a minha primeira escola - da foto - era o Grupo Escolar "Coronel Carlos Porto", todos tinham orgulho de estudar em escola pública.

Passaram-se 50 anos e tudo mudou... muitas coisas mudaram para pior, como é o caso da escola pública e do respeito ao livro.

O Dia Nacional do Livro é um momento para lembrar aos brasileiros que esse companheiro que nos ensina e diverte deve ser mais valorizado, que crianças e jovens devem receber a iniciação adequada para desfrutarem do que os livros carregam.

Como disse Paulo Francis, grande jornalista: "Quem não lê, não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo".

A leitura, além de informar, possibilita a reflexão e o desenvolvimento do espírito crítico. Se quisermos um pais de cidadãos conscientes e ativos, antes de mais nada é preciso que saibam ler e entender o que leram, que possam pensar e serem críticos para não permitir serem manipulados.

Ainda não tenho nenhuma atividade diretamente ligada ao incentivo à leitura, a não ser estimular meus filhos, formei quatro bons leitores, criticos e conscientes, mas tenho intenção de participar de algum programa nesta área.


Este post é minha participação na blogagem coletiva que fui convidada pelo Allan, Georgia e Meiroca

11.2.07

Infância


"Só pode ser contra a redução da maioridade penal quem nunca viu o estrago que um galalau de 16/17 anos pode fazer. Essa idade foi estabelecida há 60 anos, com a edição do Código Penal, quando os meninões de 16/17 anos andavam de bermuda com suspensórios, caçavam passarinho com estilingue, empinavam pipa e jogavam futebol na rua com bola de meia."
(comentário de um leitor no Blog do Reinaldo Azevedo)


No tempo que os moleques andavam de bermuda e suspensórios eles frequentavam escolas, tinham casa para morar, tinham família, brincavam na rua com segurança, eu vi tudo isso.

Quando essas imagens vem à minha memória parece que vivi em outro mundo,.A escola era o lugar onde a gente ia para aprender, para ter exemplos dos professores, era limpa e organizada, a continuação da nossa casa. E me lembro das brincadeiras na rua, mesmo à noite, mesmo no Brás onde morava a minha avó numa rua cheia de árvores. Lembro do meu irmão fazendo pipas, ainda existiam espaços sem fios eletricos e a gente podia ver as pipas coloridas dançando no azul do céu. E lembro ainda dos compeonatos de bola de gude, dos jogo de bafo de figurinhas. E pulávamos amarelinha nas calçadas e todas aquelas brincadeiras típicas de quem teve infância até por volta dos anos 60.

Não é saudosismo, é apenas uma observação, tudo que veio à minha cabeça ao ler o comentário acima.

Que rumo tomamos!


veja também meu post sobre o tema no União e Açao

2.2.07

teste de DNA


Responda com sinceridade...


01. Você já tomou Q-Suco?

02. Você bebia Grapette?

03. Sua primeira bebida alcoólica foi Cuba Libre?

04. Já comeu goiabada cascão?

05. Você tomou leite que vinha em garrafa de vidro com tampinha de

alumínio?

06. Já tomou Cibalena?

07. Tomou Biotônico Fontoura?

08. Você cuidou de suas espinhas adolescentes com pomada Minâncora?

09. Sua mãe usava Violeta Genciana para cuidar de seus machucados?

10. Seu pai usava aparelho de Gillete com lâminas removíveis?

11. Sua mãe tinha secador de cabelos com touca?

12. Sua mãe usava Leite de Colônia?

13. Você jogava bilboquê?

14. Usava tampinha de guaraná para fazer distintivo de polícia?

15. Soltava bombinha de quinhentos em época de festa junina?

16. Você andou de carrinho de rolimã?

17. Brincou de queimada?

18. Você lembra quando o Ronnie Von jogava a franjinha de lado cantando Meu

Bem?

19. Você assistia Perdidos no Espaço?

20. Você sabia de cor a música de Bat Masterson?

21. Sabe quem foi Phantomas?

22. Quem foi Ted Boy Marino?

23. Você assistia ao Repórter Esso?

24. Assistia ao Toppo Giggio?

25. Assistia Vila Sésamo?

26. Você sabe quem foi Jonhnny Weissmuller?

27. Assistiu ao Vigilante Rodoviário?

28. Sabe quem foi Odorico Paraguassu?

29. Você se lembra o que era compacto simples e o que era um compacto

duplo?

30. Você já teve um Bamba ?

31. Você se lembra do Vulcabrás 752?

32. Você usava japona?

33. Quando estudava os graus eram: primário, admissão, ginásio e

científico?

34. Você chamava revista em quadrinhos de gibi?

35. Sua mãe tinha caderneta no armazém?

36. Usou bomba de flit?

37. Já andou de Simca Chambord?

38. Conheceu o Aero Willys?

39. E o Kharman Guia? (que saudade!!!)

40. Já andou de Vemaguete?

41. Já usou gasolina azul no seu carro?

42. Sua mãe usava cera Parquetina?

43. Você se lembra do sabão em pó Rinso?

44. Da televisão com seletor de canais rotativo?

45. Sua mãe usava bombinha de laquê de plástico?

46- Ela chegou a usar meia com risca atrás?

47- E anágua?

48 – Você se lembra da apresentação do programa Pim Pam Pum na TV Record?

49 – Usava a expressão Boko Moko?

50 – Seu pai assinava Seleções?

51 – Você usou calças Calhambeque?

52 – Tinha uma vitrola Sonata no quarto?

53 – Assistia Papai Sabe Tudo?

54 - E a Turma dos 7?


55 – Usou Conga nas aulas de ginástica da escola?

56 – Sua mãe usava penteado “ninho” ?

57 – Usou lancheira de couro?

58 – Foi no Cirquinho do Arrelia?

59 – Sabe quem é Neide Alexandre?

60 – Tomou caju-amigo?

61 – Comprava leite na leiteria e a padaria só vendia pão?

62 – Andou de bonde?

63 – Sabe quem falava “é uma brasa mora”?

64 – Ouvia Ray Connif?

65 – Seu uniforme da escola tinha meia 3 / 4?

66 – Chamava Posto de Gasolina de Bomba de Gasolina?

67 – Usou meia de lurex e sapato de verniz?

68 – Viu o Caetano e Chico voltarem do exílio?

69 – Era conjunto de rock, não era?

70 – Tomou xarope São Joào?

71 – Já usou camara de pneu de caminhão como bóia?

72 – Sua mãe pincelava sua garganta quando ficava inflamada?

73 – Seus professores usavam terno, gravata e guarda-pó?

74 – E você ficava em pé quando o professor entrava na sala?

75 – Carimbava a caderneta quando chegava na escola?

76 – Sua familia deu “ouro para o bem da Nação”?

77 – O telefone da sua casa tinha manivela para chamar a telefonista?

78 – Viu “Irmãos Coragem”?

79 – Comia Mandiopã?

80 – Soltou balão nas festas juninas?

81 – E o lança-perfume Rodon no carnaval, hein?

82 – Assistiu os “Reis do Ye..Ye..Ye” no cinema?

83 – Lembra da Idalina de Oliveira e Randall Juliano?

84 – Aprendeu a ler e escrever com a cartilha Caminho Suave?

85 – Sua mãe comprava a granel no armazém?

86 – Acompanhava os seriados do Dr Kildare e Dr Bem Casey?

87 – Brincava a noite na rua com “as mariposa nas lampida dos poste” ?

88 – Lia a tirinha do Pinduca no jornal?

89 – E você teve um chaveirinho com a Gotinha da Esso?

90 – Na sua casa chegava a Cesta de Natal Amaral?

92 – Lembra do cheiro do Lancaster?

93 – Chupou drops Dulcora?

94 – E comida chic de casamento era strogonoff?

95 – O sonho das meninas era a boneca Amiguinha?

96 – Dançava ao som de músicas italianas nas festinhas de adolescente?

97 – Ficava ansioso pelas notas vermelhas no dia da entrega do boletim na escola?

98 – Na sua casa tinha a coleção Tesouro da Juventude?

99 – Na sua lista de material da escola tinha mata-borrão?

100 – Estórias Maravilhosas Bendix? Uau!!



Você deve ter respondido SIM a pelo menos 99% das perguntas ...


Então você não tem problema de DNA...

Data de Nascimento Antiga......

Você teve o privilégio de ter vivido tempos maravilhosos! !!


Se você nunca ouviu falar dessas coisas, não sabe o que perdeu!!!!