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25.8.11

para melhorar o nosso bairro


Moro num bairro residencial, mas tem tudo por perto que dá pra ir a pé, supermercado, farmácia, padaria, salão de beleza, correios, lotérica, caixas eletrônicos, revistaria, floricultura, papelaria, lojas, mercadinhos, até barraca de acarajé e praia! E mesmo com tudo isso o bairro é muito tranquilo.
Uma das coisas que eu queria que mudasse aqui no bairro é essa esquina, fica perto do supermercado e esse muro de pedras é um clube, a rua se bifurca, o asfalto segue para um lado e para o outro é uma rua de terra. Ainda não entendi por que essa rua não é asfaltada, dizem que os moradores não querem, não entendo mesmo. O que eu acho que deveria ser feito é um canteiro tipo uma mini pracinha nesse local, além de melhorar o visual, facilitaria o trânsito, que não é muito, mas daria uma organizada na esquina.

E você, pensa em alguma coisa pra melhorar o seu bairro?

Grist  sugere que deixemos de focar nossas metas em nós mesmos para pensar um pouco no bairro em que vivemos. Aqui vão algumas destas ideias.
Ideias para melhorar seu bairro:
1. Aproveite seu bairro e sua cidade. Viver em uma comunidade tem a vantagem de proporcionar acesso a recursos e serviços que seriam impossíveis de se obter em uma casa isolada ou bairro afastado. Conheça as atividades que seu bairro ou cidade oferece e comece a aproveitá-las. Conhecer e apreciar o lugar onde se vive é o primeiro passo para transformá-lo.
2. Compre localmente. Quando deixamos nosso dinheiro em mercadinhos, sacolões, padarias e outros comércios do bairro, em vez de transferi-lo às grandes corporações donas de supermercados, contribuímos para melhorar a vida de nossos vizinhos e damos apoio a estas pequenas lojas, que sempre nos tiram de apuros. Este ano, proponha-se a obter de seu bairro a maior quantidade de produtos e serviços possível.
3. Conheça seus vizinhos. Em cidades menores, ainda resiste o costume de conhecer e ajudar os vizinhos, mas nas grandes cidades, muitas vezes impera o isolamento entre as pessoas. É claro que não sugerimos que você toque a campainha e se apresente a cada um de seus vizinhos, mas pode começar a cumprimentar os que encontra pela rua e entabular conversas, comentando ideias ou preocupações sobre o bairro. A construção de vínculos permite que possam se ajudar mutuamente.
4. Envolva-se com associações e espaços locais. Igrejas, escolas, clubes, centros culturais: estes espaços muitas vezes reúnem pessoas envolvidas no desenvolvimento do bairro, que podem ser grandes aliadas na realização de projetos. Estabeleça contato com as associações de seu bairro e descubra como pode participar.
5. Aumente a participação destas instituições em ações locais. Se você já integra uma associação de bairro, discuta o que fazer para melhorar o entorno. Por exemplo, sugira a uma escola plantar uma horta ou consertar os bancos de uma praça.
6. Embeleze o bairro. Seja sozinho, com um grupo de vizinhos ou em uma instituição, procure embelezar alguma parte do bairro onde vive. Pode ser pintar uma parede que esteja muito suja, plantar canteiros ou simplesmente fazer um controle para que sua quadra fique sempre limpa e sem lixo.
7. Informe sobre as irregularidades. Se em seu bairro existe alguma estrutura perigosa, os brinquedos de uma praça precisam de manutenção ou você notar qualquer outra regularidade, informe a subprefeitura. Muitas vezes, as queixas demoram para ser atendidas, mas às vezes, os consertos acabam sendo realizados em menos tempo do que você espera.
8. Contate as autoridades locais. Uma forma de se envolver mais profundamente com o desenvolvimento de seu bairro é relacionar-se com as autoridades locais. A participação cidadã em associações de bairro junto às subprefeituras é uma ótima saída.
Você já pensou em alguma outra forma de melhorar o lugar onde vive?

o meu bairro
texto daqui
*

18.8.11

Atentado Cultural




No sábado, dia 20 de agosto, façamos a diferença. Deixe um livro...

Sempre você tem livros que não vai reler, passe para a frente, deixe um livro num ponto de ônibus, no metrô, no banco de jardim, na praça de alimentação,na farmácia, na padaria...
UM DIA = UM LIVRO. 20 DE AGOSTO. UM SÁBADO "A GOSTO".
Com dedicatória no livro ainda fica mais legal.
Sugestão para dedicatória, comece assim: "Não sou um livro perdido, sou um livro livre".
Divulgue e espalhe essa idéia, participe do grupo no Facebook.
Atentado Cultural no Facebook, clique aqui

Vamos incentivar a leitura em todas as idades
é de pequeno se se torce o pepino

O livro é um bom companheiro, diverte e ensina, nos faz viajar... viajar dentro de nós, refletir, pensar.

Tem duas frases sobre livros que gosto muito:

"Quem tem livros jamais padecerá de solidão" Göetht

"Quem não lê não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo" Paulo Francis


Participe! Divulgue essa ideia! Vamos distribuir livros!

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18.4.08

Dia do Livro




foto do Puppo


Hoje é aniversário de nascimento de Monteiro Lobato (1882-1948). Em sua homenagem, a data tornou-se o Dia Nacional do Livro Infantil. Neste ano são lembrados os 60 anos de sua morte.

Depois da minha casa foi neste casarão que começou minha paixão por livros, mais precisamente naquelas duas janelas do lado esquerdo, no térreo, foi onde tudo começou... minha professora era minha tia de verdade, mas não se podia chamar professora de tia naquela época, mesmo sendo sua tia mesmo, era dona Alice. Foi ela, com sua rigidez - porque professores eram rígidos - , que me levou a dar meus passos na Caminho Suave.

Receber a cartilha na escola tinha todo um ritual, era quase um objeto sagrado pois guardava um segredo que deveríamos desvendar! Assim me foi apresentada, e me recordo da curiosidade de foleá-la até o fim quando foi colocada pelo diretor Sr Mário Moraes, sobre a minha carteira. Foi dia de festa, o diretor era uma autoridade, usava terno e gravata, loção discreta que sentia quando ele passava entre as carteiras duplas enfileiradas. A propria escola era imponente, não apenas por ser um casarão histórico - hoje é museu na minha cidade, Jacarei - mas por ser a escola então um templo respeitado. Salas e corredores limpissimos cheirando a cera todas as manhãs, salas de aulas com todo material necessário, biblioteca com estantes cheias de lindos livros, o escritório do diretor era um salão onde tinhamos curiosidade para conhecer e mêdo de entrar!

Depois de completar a cartilha Caminho Suave até o Z de zabumba, chegava o dia da grande festa, era mesmo uma festa, íamos com os uniformes engomados para receber das mãos do diretor, um aluno de cada vez, subindo no palco, um pacotinho embrulhado - lembro-me que o papel era amarelo - dentro estava o primeiro livro de leitura! Era um livro de pequenos textos, ilustrado com gravuras feitas em bico de pena, sem cor, mas conseguiamos ver todas as cores do arco-iris em cada página. Para mim foi uma emoção!

Os livros eram tratados com todo o respeito que merecem, nós os valorizávamos e sabiamos que encerravam conhecimento e prazer, havia toda uma preparação para nos apresentarem.

Eu sempre estudei em escola pública, a minha primeira escola - da foto - era o Grupo Escolar "Coronel Carlos Porto", todos tinham orgulho de estudar em escola pública.

Passaram-se 50 anos e tudo mudou... muitas coisas mudaram para pior, como é o caso da escola pública e do respeito ao livro.

O Dia Nacional do Livro é um momento para lembrar aos brasileiros que esse companheiro que nos ensina e diverte deve ser mais valorizado, que crianças e jovens devem receber a iniciação adequada para desfrutarem do que os livros carregam.

Como disse Paulo Francis, grande jornalista: "Quem não lê, não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo".

A leitura, além de informar, possibilita a reflexão e o desenvolvimento do espírito crítico. Se quisermos um pais de cidadãos conscientes e ativos, antes de mais nada é preciso que saibam ler e entender o que leram, que possam pensar e serem críticos para não permitir serem manipulados.

Ainda não tenho nenhuma atividade diretamente ligada ao incentivo à leitura, a não ser estimular meus filhos, formei quatro bons leitores, criticos e conscientes, mas tenho intenção de participar de algum programa nesta área.


Este post é minha participação na blogagem coletiva que fui convidada pelo Allan, Georgia e Meiroca

11.4.08

convite para blogagem coletiva



Dia 22 de abril é o Dia da Terra e haverá blogagem coletiva, participe!

Todos os dias são dias para cuidarmos da Terra. E dia 22 não é apenas mais uma comemoração, o que vale é um momento para conscientização, para que as pessoas fiquem mais alertas e atentas, que possam saber como fazer para cuidar melhor do lugar onde vivem.

Os blogueiros sempre tem o que dizer, ou melhor, o que escrever, estão convidados para ablogagem no dia 21, porque no dia 22 de abril o convite é para que evitemos usar energia, portanto computadores desligados!

clique Convocação Geral

26.3.08

Educação



SEM EDUCAÇÃO NÃO TEM SOLUÇÃO.

Divulgue e Participe

12.3.08

na pracinha

Quando eu era pequena, lá nos idos anos 50, na cidadezinha de interior, eu e todas as crianças tínhamos mêdo dos andantes, bêbados, pedintes, homens do saco que de vez em quando circulavam uns dias pela cidade e depois desapareciam, geralmente chegavam cruzando a ponte sobre o rio, que era perto da minha casa.
Atravessar a ponte era como se fossemos para um outro mundo, parecia que tudo vinha de lá, os onibus que chegavam da capital, os nossos parentes de outras cidades, os vendedores de porta em porta, os forasteiros, e para mim, pequenininha, era um mistério cruzar aquela ponte antiga calçada com grandes pedras onde as águas correntes faziam forte ruído que eu ouvia no silêncio da noite quando ia me deitar. E a ameaça do homem do saco pairava na minha cabeça.
Isso me vem a lembrança algumas vezes, quando estou esperando o onibus para o trabalho de manhã cedo, na pracinha aqui perto de onde moro, bairro central de uma grande cidade de interior - com mais de um milhão de habitantes - e vejo a cena que fotografei ontem enquanto o onibus não vinha.
Esse é um point dos desocupados, são adultos, posso calcular na faixa de 30 a 40 anos, alguns mais velhos, ou pelo menos aparentam ser mais velhos. Eles deixam seus pertences escondidos embaixo dos arbustos da praça - é seu guarda-roupa - e todas as manhãs estão reunidos neste banco com papo solto, alguns com copo na mão - não sei se de café ou outra bebida - e percebo algumas vezes discussões, mas ontem estavam todos alegres, brincando, rindo. Ainda um estava dormindo, como podem observar no canto direito da foto, dormindo esparramado na grama sem qualquer constrangimento com a agitação da cidade acordando.
E não são apenas homens, tem mulheres no grupo, os sacos agora são sacolas de lojas, até umas de grife. Ontem eram doze pessoas, mas já cheguei a contar mais de vinte numa dessa reuniões matinais. Nào tem como não observar este grupo, há quase um ano e meio espero o onibus de cinco até uns vinte minutos, dependendo do dia, e essa gente está sempre ali, penso que dormem na redondeza ou na pracinha mesmo, porque tem vários bancos, e de manhã fazem o meeting.
Sabemos que esse tipo de pessoa tem além de dificuldades financeiras também dificuldades psiquicas, são pessoas que necessitam atençao. Nào deveriam estar nas ruas. Sei que é complicado, mas os governos e administrações públicas devem tomar providências, para o bem desses desabrigados e para que a cidade não assista à esse tipo de miséria humana, logo de manhã quando estamos indo para o trabalho.

28.1.08

quintal

Dá trabalho cuidar do quintal, geralmente é onde deixamos os cacarecos, as tranqueiras, as mil coisas que não sabemos porque guardamos, quem sabe 'um dia' aquele pedaço de barbante terá uma utilidade, e assim vão crescendo nossos guardados pelos cantos da casa, principalmente no fundo do quintal, não é mesmo?
Concordo que tem que dar aquela coragem pra começar a mexer, mas uma hora tem que ser feito. Este fim de semana foi a vez deste cantinho, mas tem muito mais...
Passeando de blog em blog cheguei a esse comentário num deles, coloco aqui porque é exatamente isso, se cada um cuidar do que é seu já é uma grande ajuda:

"É verdade que não temos uma boa gestão de saúde no âmbito federal. Estamos voltando a sofrer com doenças medievais que já estavam pra lá de controladas, como doença de chagas, leishmaniose, tuberculose, hanseníase, hantavirose, leptospirose, a própria febre amarela, e quem sabe nesse ritmo teremos a volta da poliomielite... mas esse ônus precisa ser dividido entre o governo (falta de recursos suficientes e má gestão dos recursos disponíveis) e a falta de educação e de higiene da população. É hora da população parar de ficar empurrando tudo pro governo e pelo menos limpar a sua caixa dágua de 6 em 6 meses, limpar o seu quintal pra não acumular água e lixo e parar de jogar seu lixo no terreno do vizinho. Só isso já seria a solução de mais de metade dos problemas." by oscar luiz