Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

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julho 26, 2012

Dizimista fiel, aliás, abestado religioso!!!

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Realmente é cansativo falar de dízimos (mas, afinal, todo dia nos cultos religiosos eles são lembrados ou afanados), porém, quando faço meu combate exaustivo quanto a este ‘peculiar’ bíblico, não se justifica que alguns poucos, digamos trouxas espertos, se locupletam do suor alheio, mas que, milhares e milhares, por ensinamento destes mercenários e corruptos religiosos, tem se desviado para o inferno em função desta maligna barganha com Deus.

E é neste cansativo “dízimo”, que costumeiramente, encontramos pessoas que dizem ser fiéis a Deus por entregar dinheiro na igreja instituição, lugares com placas de “igreja” e que são como catacumbas... mas, será fidelidade mesmo??

Enfim, Jesus disse: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” [Mateus 22].

Ora, o contexto bíblico acima, assevera que a fidelidade a Deus está no amor, na entrega total a Deus, tão somente a Deus; e, nada fala de entregar dinheiro ou qualquer outra bugiganga que seja...

... conquanto, por ensinamento de homens religiosos (pastor, bispo, padre, e outras pestilências eclesiásticas, tais como, missionário, apóstolo, tem até um tolo que se diz ‘patriarca’), ensinamento este, maligno, mercenário, corrupto, mentiroso, fraudulento, astuto, sagaz, há pessoas molestadas a que entreguem 10% da labuta de sol a sol; e são muitos abestados rendendo de seu trabalho, mês a mês, nas mãos destes religiosos e que nem os conhecendo e muito menos sabe o que será feito das suas pretensiosas contribuições, mesmo assim, colocam seus suados dinheiros nas sacolinhas ou envelopes, ou boletas bancárias. besta mesmo!!

Entretanto, como sempre, muitos abestalhados que frequentam a igreja instituição dizem entregar dinheiro por alegria. Será??

Afinal, o ensinamento dos dízimos na igreja instituição está ligado a Malaquias 3.10, onde o pretendente as bênçãos materiais entregam dinheiro nas mãos de um charlatão religioso (pastor, bispo, padre, e outras pestilências eclesiásticas, tais como, missionário, apóstolo, tem até um tolo que se diz ‘patriarca’) e espera que Deus escancare as portas do céu, afinal, Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito [João 3].
Alguém ainda quer que Deus arreganhe as portas do céu???.

Patéticos este dizimistas fieis(???) em igrejolas (a tal igreja instituição, ou igrejas evangélicas, ou tudo o que aplica uma placa com nome religioso; hoje, derivando das igrejas evangélicas, algumas se dizem ser comunidade evangélica), e, a propósito, diga-se de passagem, verdade seja dita, estes lugares são mais tumbas religiosas, e como disse o Senhor Jesus, sinagogas de satanás.

E não venham dizer que estou generalizando, pois, o que afirmo acima se aplica a todo lugar que se ensina sobre dízimos. Ponto final.


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente; nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

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agosto 16, 2010

Quais as categorias de dizimistas??

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Como sou participante assíduo de diversos segmentos virtuais, entre Redes Sociais, Blogs, Twitter (todos relacionados com a Palavra de Deus, não necessariamente que todos estejam dentro do contexto bíblico, mas...), tenho recebido mensagens que vão deste o mesmo entendimento compartilhado do Espírito Santo até mensagens afrontosas e esdrúxulas, dentro da realidade que sempre tenho combatido exaustivamente, qual seja, a imposição da entrega dos dízimos nas instituições religiosas com nome de igrejas, como por exemplo, as igrejas evangélicas.

Entre algumas, defesas a esta manipulação de financiamento religioso, muitos usam de tudo para justificar este mercenário método religioso que não tem respaldo bíblico, ou contribuição dizimista, ou oferta, ou voluntária, e este pequeno universo de defensores, encontramos, nada menos que, quatro (4) categorias, que na realidade, da Verdade bíblica nenhum deles quer tomar conhecimento!

Assim, descrevemo-los:

1 - Os que se beneficiam das arrecadações.
Esta categoria, quer manter a imposição da entrega dos dízimos, ou ofertas, nas instituições religiosas com nome de igrejas a todo custo, pois, é uma forma de ganhar dinheiro sem trabalhar e sem derramar o suor do rosto [Gênesis 3.19], em especial na forma de salários...

2 - Os que contribuem como forma de servir.
Esta categoria, como a anterior, também quer manter a entrega dos dízimos ou ofertas nas instituições religiosas com nome de igrejas a todo custo, pois, eles acham que, entregando algumas migalhas de dinheiro nestes locais, estarão servindo a Deus, e esta é a maneira mais fácil de servir, é só entrar no templo, sentar num banquinho macio (num local onde tem banheiro limpo, zelador, água, etc), ouvir uma pregação geralmente colocando medo em quem não contribui (esta pregação é daquele que recebe o salário eclesiástico com os dízimos e ofertas), e no final daquilo que chamam de culto que tem mais música que Palavra de Deus, entrar numa fila e deixar o envelope com dinheiro...

3 - Os que contribuem para receber bênçãos.
Nesta categoria denota-se a intenção da primeira categoria, pois, entregam suas migalhas em forma de dinheiro, e ainda querem que Deus os sirva com bênçãos, negligenciam o sofrimento de Jesus na cruz do Calvário por nós, e ainda querem mais para esta vida, indo em conformidade com o que diz Paulo em 1Coríntios 15.19, “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”;

4 - Os que contribuem dizendo que estão devolvendo o que é de Deus.
Podemos notar que esta categoria vive uma vida entre o querer de Deus e não aceitar a Sua benevolência, pois, o Senhor Deus nos tem suprido as nossas necessidade, nem mais nem menos, e nada requer de nós em forma de dinheiro, a não ser que sejamos justos e retos, que façamos Sua vontade, servindo e amando ao nosso próximo como a nós mesmos... utilizando nossas dádivas com os que necessitam... mas, esta categoria, diz devolver a Deus entregando seus dízimos ou ofertas ou contribuições voluntárias nas mãos de homens, que geralmente são os da categoria que encabeça esta lista, os que se beneficiam das arrecadações.

É um círculo vicioso!!

Tenhamos a certeza em Cristo, a Verdade que liberta, que Deus não precisa de dinheiro, não requer que nós lhe devolvemos nenhum tostão, além de que, entregando dinheiro em instituições religiosas com nome de igrejas jamais se estará expandindo o reino de Deus, porque, expandir o reino de Deus é pregar as Boas Novas para que pela ação do Espírito Santo, o pecador se convença de seu pecado, arrependa-se, e se converta a Cristo.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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maio 23, 2009

TODO DIZIMISTA DEVE GUARDAR A LEI MOSAICA!!!

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Como a pregação dos que se baseiam na contribuição dos dízimos, é na referência de Malaquias (na vigência do antigo pacto de Deus para com Israel), existe, por conseguinte, a obrigatoriedade de se praticar toda a Lei dada por Moisés ao povo, pois, correr-se-á o risco de ser amaldiçoado, e não somente por deixar de dar dízimos:

Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las” (Gálatas 3).

E o que são obras da lei?

A Lei Mosaica é composta por umas 600 disposições, ordens e proibições (Dízimos; Guarda do sábado; Circuncisão; Animais puros e impuros; Bordas das vestes; Holocausto ou sacrifícios de animais; Purificação...).

A Lei fez de Israel algo especial, transformando-o em parâmetro para todos os outros povos. A Bíblia exprime essa verdade da seguinte maneira, “Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (Deuteronômio 7).

Por consequência, o Israel do Antigo Testamento era a única nação cuja sua origem foi na pessoa do Deus vivo.

O Senhor Jesus, cabeça da Igreja (Efésios 5), validou toda a Lei Mosaica, “É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei” (Lucas 16), e avançou mais um passo, dizendo, “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mateus 5).

Jesus, ao nascer, também foi colocado sob a Lei, “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gálatas 4), e sua vida terrena, foi segundo os preceitos da Lei, pois cumpria suas exigências.

Jesus não apenas se ateve pessoalmente a toda a Lei de Moisés. Foi essa mesma Lei que O condenou à morte. Quando tomou sobre Si todos os nossos pecados, teve de morrer por eles, pois a Lei assim o exige!

Vemos que a Lei foi cumprida e vivida por Jesus, e através dEle ela alcançou seu objetivo. Por isso está escrito que “... o fim da Lei é Cristo” (R0manos 10).

Assim, a Lei nos coloca diante do problema do pecado, que não podemos resolver sozinhos. O apóstolo Paulo escreve, “... eu, todavia, sou carnal, vendido a escravidão do pecado” (Romanos 7).

A Lei expõe e revela nossa incapacidade de atender às exigências divinas, pois ela nos confronta com o padrão de Deus. Ela nos mostra a verdadeira maneira de adorá-Lo, estabelece as diretrizes segundo as quais devemos viver e regulamenta nossas relações com nosso próximo.

Além disso, a Lei é o fundamento que um dia norteará a sentença que receberemos quando nossa vida for julgada por Deus. Pela Lei, reconhecemos quem é Deus e como nós devemos ser e nos portar.

Mas existe uma coisa que a Lei não pode: ela não consegue nos salvar!

Ela nos expõe diante de Deus e mostra que somos pecadores culpados. Essa é sua função.

Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça. Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Corríeis bem; quem vos impediu, para que não obedeçais à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chamou” (Gálatas 5).

Por certo, sustentamos que, a atual exigência da contribuição dos dízimos, é por um fundamentalismo exacerbado, e que não se pode atribuir tal exigência como fruto de inspiração divina!

Não estamos afirmando que o crente está livre de qualquer lei, existe a Lei de Cristo, a Lei eterna de Deus:

Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gálatas 2).

Toda Lei Mosaica tem seu cumprimento em Cristo. Esse cumprimento significa que a Lei de Moisés não é mais a fonte direta e imediata, ou o juiz da conduta do povo de Deus.

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” (Gálatas 5).

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fevereiro 21, 2009

PARASITAS RELIGIOSOS

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Em primeiro momento, se faz necessário associar o termo ao nosso entendimento:

Parasita - Indivíduo que vive à custa de outrem [F.: Do lat. parasitus, i (< style="font-style: italic;">parásitos, os, on), pelo fr. parasite, ?aquele que come à custa de pessoa rica?. Tb. (menos us.): parasito. Hom./Par.: parasita (a2g.sm.), parasita (fl. de parasitar).]

Pois bem! Agora temos uma noção do ser um 'parasita'.

Mas, a razão de estar neste comentário, se prende ao fato do que nos alertou nosso amado irmão Paulo, por inspiração divina:

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,
Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela
...” (2Timóteo 3.1-5)

E a estes que Paulo chama de “amantes de si mesmos”, dar-lhe-emos o título de Parasitas Religiosos, que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para seu enriquecimento, luxo, status, normalmente prejudicando aos que, por fraqueza espiritual, vivem num frenesi pela busca da prosperidade material, este processo passaremos a conhecê-lo por parasitismo.

As adaptações ao parasitismo são assombrosas

- Distribuições de 'pindurucáias', como canetas para assinar contratos, alianças ungidas, terra de Israel, água do rio Jordão, e uma infinidade de 'bruzuntadas' de 'azeite-óleo de soja' para todo lado que chamam de ‘ungir’, na tentativa de enganar os incautos e famigerados candidatos a prosperidade...

- A pregação dos dízimos do tempo da lei mosaica, no intuito de preencher os corações vazios e desejosos de bens materiais, de preguiçosos, que não querem como Paulo, trabalharem dia e noite, e assim tentam barganhar com Deus... os parasitas religiosos, por fim, acrescentam à pregação avarenta do dízimo, caso você não contribua, o terror da ‘maldição’ que até o próprio Senhor Deus desconhece...

- Propaganda enganosa de prosperidade, divulgação pela mídia, de alguns que se dizem estar falidos e que após, míseros três meses, passam a possuir apartamentos de coberturas, carros importados, empresas...

- Venda de credencial de 'colaborador' de programas televisivos ou de 'ser um parceiro ministerial', nesta adaptação de parceria, somente você entra com os recursos financeiros...

Alguns parasitas são de tal forma modificados que se torna difícil associá-los

Seus discursos são inflamados, recheados de passagens bíblicas, se respaldam em cursos ou seminários teológicos, cursos acadêmicos, se auto-intitulam, sempre trajando vestimenta adequada ao executivo empresarial.

E, estes parasitas religiosos na igreja, que satisfaz o desejo de incautos e inconstantes de se "sentirem bem", ao invés de responder às necessidade de serem espiritualmente desafiados e alimentados por meio de uma exposição consistente das Sagradas Escrituras, desfilam suas palavras de ordem em imponência e prepotência.

O parasita religioso, aproveita-se de seu “amor” pastoral ou apostólico (???), para sugar-lhe a conta bancária. O hospedeiro (no caso você, evangélico dizimista) nem percebe, afinal acha mais do que justo dar ao pastor/após'tolo' tudo do bom e do melhor, dizendo que é para a “obra de Deus”...

Aí você o leva dízimos todo mês, enche de ofertas... Que no fim, os parasitas religiosos, em seus rituais carnais, repleto de isto pode, aquilo não, com certeza não ensinará direito o caminho do Reino dos céus, nem eles entram, nem deixam entrar aos que estão entrando. E aí, sabe o que acontece?

Eles usarão o dinheiro dos dizimistas fieis barganhadores, para viver a vida 'underground'. Vocês sabem: carros do ano, mansões nos Estados Unidos, roupas de grife, corte de cabelo estilo periquito, viagens internacionais, feias no Caribe... (bocejos!!!!)...

Enfim, essas coisas tããããão autênticas, que nenhum homem de vida espiritual e consagrada a Deus, nunca fez antes. Afinal, estamos na sociedade patriarcal do século XXI, não é?

Mas, nosso amado irmão Paulo, pelo infinito Amor que Deus nos tem, assim nos exortou, na segunda epístola a Timóteo, no final do versículo 3:

Destes afasta-te”, seja um desigrejado!!!
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