Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

[782,630]


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novembro 29, 2017


Acabando com o engano do uso de "templo".



Há milhares de idiotizados pelas lideranças eclesiásticas das igrejas instituições que usam versículos isolados insinuando que JESUS teria ido ao templo, que seus discípulos estavam dentro do templo, que os cambistas estavam no templo, que todos deveriam ir ao templo, de Jerusalém.

Patéticos religiosos!

Imbecilizados e analfabetos bíblicos intelectualizados, estudam a Bíblia de cabeça pra baixa, em sofisma, com a intenção de enganar, em fazer prosélitos, são meninos inconstantes levados por toda roda de doutrina, vivem por crendices.

Então, aqui acabamos com esta personificação diabólica que engana as pessoas com a suposta e obrigatória utilidade de um templo para se reunir e chamar de "igreja", em especial das instituições religiosas, tais como, Universal, Internacional da Graça, Batistas, Assembleianas, Pentecostais, e qualquer outro antro religioso que quer se intitular casa de DEUS, são ladrões e mercenários da fé.

DIVISÕES NO TEMPLO DE JERUSALÉM, destruído no ano 70dC

O poder do templo

Muito mais do que um local de culto, o Templo de Jerusalém era o centro econômico, político e religioso de Israel. Lucrava com a arrecadação de impostos, tendo em seu cadastro cerca de 1 milhão de contribuintes, dentro e fora da Palestina. Além disso auferia somas fabulosas com o sacrifício diário de animais (bois, carneiros e pombos), criados por grandes proprietários de terras ligados às famílias sacerdotais. 

Para pagar os animais a serem sacrificados, os fiéis eram obrigados a trocar o dinheiro corrente, altamente inflacionado, pela tetradracma tíria, uma moeda forte, cunhada na Fenícia, que não sofreu nenhuma desvalorização num período de 300 anos. Os cambistas cobravam ágio pela operação e formavam uma máfia poderosa, mancomunada com a elite sacerdotal. Quando expulsou os vendedores de animais e cambistas do templo, JESUS golpeou de frente essa rede econômica.

DIVISÕES DO TEMPLO

Átrio dos gentios
Esta grande superfície plana que rodeava o santuário e seus átrios exteriores era acessível tanto a judeus como a gentios.

O Recinto Sagrado
O Soreg, que era uma parede baixa em volta do templo, formava uma área sagrada que nenhum gentio podia pisar, sob pena de morte. Os degraus das escadas subiam até a plataforma, que por sua vez era uma superfície plana situada na base das paredes.

Átrio das mulheres
Dentro dos quartos que havia entre as paredes, os degraus das escadas subiam até o átrio das mulheres, o qual estava rodeado por um balcão.

Átrio de Israel
Este átrio, que era exclusivamente para acesso de judeus jovens e adultos do sexo masculino, diferia do átrio das mulheres, pois enquanto este era grande e aberto, o das mulheres era estreito, coberto e rodeado de colunas.

Átrio dos sacerdotes
Era situado acima do piso do átrio de Israel, e estava exclusivamente reservado para os sacerdotes.

Santuário
O edifício tinha apenas duas áreas importantes, o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo, os quais estavam separados por duas grossas cortinas pendentes, e que distavam um côvado uma da outra. No Lugar Santo, os sacerdotes realizavam suas atividades regulares. O Lugar Santíssimo era o coração interior do templo, e só o sumo sacerdote podia ali entrar, uma vez por ano, no dia da expiação, quando oferecia um sacrifício pelos pecados do povo.

A exclusão dos gentios do templo propriamente dito revelava que os judeus eram os escolhidos de DEUS, um povo separado.

A gradação dos átrios e seu acesso restrito ressaltavam as separações de grupos dentro do judaísmo.

A inacessibilidade do Lugar Santíssimo para todos, exceto para o sumo sacerdote uma vez por ano, e as numerosas barreiras que impediam o povo comum de aproximar-se do lugar onde supostamente estava a presença divina, era uma lição prática continua da santidade de DEUS e Sua separação dos pecadores.

A vinda de JESUS CRISTO deu início a uma nova era, e profetizou [Lucas 21]:
"E, dizendo alguns a respeito do templo, que estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse: Quanto a estas coisas que vedes, dias virão em que não se deixará pedra sobre pedra, que não seja derrubada."

ELE derrubou todas as barreiras entre DEUS e os homens arrependidos. Quando JESUS morreu o “véu do templo se rasgou em duas partes de alto a baixo[Mateus 27], mostrando que o caminho estava agora aberto a um acesso imediato a DEUS, e que pessoas é que são a Igreja e não templos.

Em CRISTO todas as distinções de classe desapareceram – as que existiam entre judeus e gentios [Romanos 10], entre homens e mulheres [Gálatas 3] e entre sacerdotes e leigos [Apocalipse 1].

Enfim, é notório que, tanto JESUS como Seus discípulos iam ao templo, e por simples e óbvia razão, CRISTO para anunciar, repreender aos sacerdotes que enganavam ao povo (lembra alguma coisa?? Lideranças eclesiásticas de nosso tempo??), e o mesmo fizeram Seus discípulos, iam anunciar o evangelho que receberam do SENHOR, afinal, o templo de Jerusalém era um local de grande concentração, sem dúvida alguma religiosa (e comercial), porém, distanciavam mais as pessoas de DEUS do que aproximá-las!!


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


[684,900]

Compilando, corroborando, http://www.santovivo.net/gpage96.aspx

outubro 10, 2015


SER templo de DEUS ou construir de pedras e tijolos??!!

[438,520]

Contexto bíblico Efésios 2:

"No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no SENHOR.
No qual também vós juntamente sois edificados para morada de DEUS em ESPÍRITO."

Após a ressurreição de CRISTO, quando do inicio do movimento religioso, que de DEUS nada possui, os homens dissolutos, mercenários, corruptos de entendimento, se fizeram lideranças eclesiásticas criando a fábula de se ser necessário uma construção de pedra ou tijolos apelidando-a de "igreja" e mais precisamente adornando-a numa santidade mórbida como "templo de Deus"...

Desta forma, por centenas de anos se tem iludido, enganado, apoderado violentamente ou fraudulentamente, possuído sem direito, usufruído por usurpação da inteligência, razão, e da fé de pessoas incautas, inconstantes, meninos na fé, enfim, verdadeiros tolos que se abstém de buscar entendimento de DEUS pela simples razão de ter o que apalpar, ver, sentir na carne para satisfação do ego religioso e não espiritual.

Esta corrupção religiosa da necessidade de um local especifico, da obrigatoriedade firmada apenas por homens, do templo, o que por um sofisma, argumento capcioso que se usa para enganar, e assim, induzir os tolos a dadivar, entregar benesses ou aquilo que vem sem trabalho, ou a financiarem a manutenção destes galpões religiosos e seus proprietários, é manipulada através da Antiga Aliança de DEUS com Israel (Antigo Testamento) com base no templo de Jerusalém, requerido por DEUS e construído por Salomão [1Crônicas 22], porém, aliás, entretanto, este templo já não se faz presente, foi derribado, destruído!!

Portanto, hoje, neste tempo presente, com o advento da graça que nos trouxe CRISTO pós sua morte na cruz (Nova Aliança), tornamo-nos, os que O seguem, a morada do ESPÍRITO de DEUS, já não se fazem necessários templos de pedra e tijolos...

"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do ESPÍRITO SANTO, que habita em vós, proveniente de DEUS, e que não sois de vós mesmos?"

"Mas CRISTO, como FILHO, sobre a Sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim."


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

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março 09, 2013

A importância do templo para o desigrejado

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   O significado que devemos ter do templo, a sua importância, em o Novo Testamento, que abrange após a crucificação e ressurreição de nosso Senhor e Salvador, dever-se-á ser considerada no contexto do que o templo simbolizava no Antigo Testamento (até a crucificação de CRISTO).

Em muitos contextos bíblicos, através dos profetas e até do próprio Senhor JESUS, foi à censura ao uso indevido do templo [João 2.13-17; Mateus 21.12,13; Mateus 24.1,2; Marcos 13.1,2; Lucas 21.5,6];

Muito embora, o contexto de Atos 2.46 afirmarem que os discípulos iam ao templo, é imprescindível crer que eles não entravam dentro daquele, e sim, ficavam nas partes externas ensinando a doutrina de CRISTO; aliás, por sinal, nem os próprios judeus, seguidores do judaísmo entravam!

O contexto do Antigo Testamento dava ênfase de que o templo de Jerusalém era a morada, a “casa” do SENHOR, o único lugar legítimo onde todos os judeus (israelitas) deveriam oferecer seus sacrifícios e holocaustos, e certamente davam os dízimos de todo o fruto da sua semente, que cada ano se recolhia do campo.

E, perante o SENHOR, no templo de Jerusalém, comiam os dízimos do grão, do mosto e do azeite, e os primogênitos das vacas e das ovelhas; e assim aprendiam a temer ao SENHOR todos os dias.

E quando o caminho era tão comprido que os não podiam levar, por estar longe deles o templo; então vendia-os, e atando o dinheiro na mão, iam ao templo; e aquele dinheiro davam por tudo o que deseja a alma, por vacas, e por ovelhas, e por vinho, e por bebida forte, e por tudo o que pedia alma; come-o ali perante o SENHOR, e alegravam-se, eles e as suas casas;

Porém não desamparavam o levita que estava dentro das portas; pois, não tinham parte nem herança com os israelitas.

Ao fim de três anos tiravam todos os dízimos da colheita no mesmo ano, e os recolhiam dentro das suas portas;

Então vinham o levita (pois nem parte nem herança tem com eles), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das portas, e comiam, e fartar-se-iam; para que o SENHOR os abençoava em toda a obra que as suas mãos fizessem [Deuteronômio 14].

Entretanto, o próprio Senhor JESUS afirmou que aquele templo (a “casa” do SENHOR, símbolo da presença de DEUS entre o seu povo) seria derribado e não ficaria pedra sobre pedra [Lucas 21; Marcos 13];

A crucificação, morte e ressurreição de CRISTO deu ênfase de que os cultos de adoração a DEUS transferiu-se do templo para o próprio Senhor JESUS CRISTO;

É ELE, CRISTO, e não o templo, quem agora representa a presença de DEUS entre o Seu povo (Israel e gentios);

ELE é o Verbo de DEUS que se fez carne [João 1], e nELE habita toda a plenitude de DEUS [Colossenses 2];

O próprio JESUS declara ser ELE o mais adequado templo [João 2]; mediante o Seu sacrifício na cruz, ELE cumpriu todos os sacríficos que eram oferecidos no templo [Hebreus 9.1; 10.18];

JESUS em Sua fala à mulher samaritana, declarou que a adoração “dentre em breve” (após Sua ressurreição) seria realizada não num prédio específico, mas “em espírito e em verdade”, onde as pessoas verdadeiramente cressem na verdade da Palavra de DEUS e recebessem o ESPÍRITO de DEUS por meio de CRISTO e não por que estarem num lugar para adoração.

E é por certo que, como os pastores evangélicos recolhem dízimos e ofertas, deveriam, se tivessem temor e honra a DEUS, enviar tudo quanto recebem ao templo (ou muro) de Jerusalém, afinal, ele representava a presença de DEUS no meio de Seu povo!!!


Porque dEle e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


Este texto corrobora com MIDIA GOSPEL

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maio 03, 2012

Jesus no templo (que não existe mais)

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Concordo que é salutar, em algum dos casos, frequentar uma igreja instituição, e isto permite aos irmãos oportunidades de compartilhar em várias áreas de suas vidas. Porém, com respaldo bíblico, a base que tenho para afirmar das reuniões em alguns locais com placas de “igreja” não está no fato de Jesus ter ensinado no templo de Jerusalém, que já não existe, foi derribado. Jesus se fez homem, e porquanto, se sujeitou a lei dada a Moisés e aos princípios judeus, portanto esteve no templo.

Ele admoestou com criticas severas [Mateus 23] os grupos religiosos, até por que, enquanto esteve em carne, a lei vigorava e Ele se submetia a sua sinuosidade. Foi batizado (ainda que não necessitasse), quando questionado por João Batista, deixou claro que Ele mesmo deveria cumprir o que todos estavam sendo orientados a cumprir.

Após Sua ressurreição, os apóstolos perseveraram na doutrina de Cristo, na comunhão, no partir do pão, ensinando uma nova forma de viver, baseada em amor e tolerância, e em nada se correlacionava com a organização religiosa legalista que vigorava na época (e nem tão pouco na nossa), esta forma de viver era a apropriação da graça conquistada na cruz;

Cristo nos enviou o Santo Consolador, o Espírito Santo que habita em cada crente [1Coríntios 3; 6], rompendo de vez com a concepção de templos (de tijolos) como casa de Deus. Fomos libertos pela cruz, somos livres dessa imposição.

A grande e problemática relação entre Deus e os homens em nosso tempo presente, está na imposição que muitos têm dado aos “templos”; mesmo por que, a igreja instituição tem deixado a graça para se firmar na “lei”, no legalismo e fundamentalismo, e para tanto, tornando a vida em comunhão nestas casas religiosas insuportável para alguns, tornando-os inapetentes.

Muitos têm um chamado de Deus, outros têm cartirinha eclesiástica.
Um crente firma sua vida com Deus e seu testemunho não está por que frequenta uma igreja instituição.

Muitos se têm feito em ir a um lugar com placa de “igreja” para querer algo, porém, não somos nós que devemos querer, mas sim, Deus agir em nós, assim, “pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” [Romanos 9]...

... “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas” [Filipenses 2].

Deixemos de lado está imposição de que tudo deve ocorrer por que se vai a algum templo religioso, para deixar que Deus apascente Seu rebanho!!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

Inapetente adj ( in- + apetente ) 1 Que não apetece. 2 Que não sente apetite ou desejo.


abril 19, 2011

Sejamos, pois, a Igreja de Cristo, e não daquilo que chamam de igreja

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Diz-nos a Palavra de Deus, que somos o corpo de Cristo; não necessariamente porque pertence ou frequenta uma denominação evangélica...

Aliás, sem dúvida alguma, temos referência do que seja pertencer ao corpo de Cristo, a Igreja santa, pura, imaculada, pois, assim disse o Messias acerca de Seu corpo: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai Ele vo-lo conceda” [João 15].

Nós somos ramos enxertados a Videira, e não a raiz de concreto!!

Mas, surgiram os piratas religiosos e formaram suas instituições, forjaram que certo lugar, que chamam de “altar”, ser uma coisa sagrada, e neste êxtase do sagrado, tudo vira “santo”, o púlpito, o prédio; o que na verdade, de nada tem valor para Deus; o homem é que deve ser santo para Deus, nada mais!!

Mas, uma meia dúzia de patéticos religiosos transferiu do Criador não para a criatura, mas, para o inútil, o inanimado...

... para isto, Paulo, o apóstolo dos gentios (eu, você, e não Israel), disse claramente o que vem acontecendo em nosso tempo atual, "não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo.
Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis, porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?
Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais?
"...

... o reflexo bem propício para os frequentadores de "igrejas templos", pois que, dizem, "eu sou da Batista", outro, "eu sou da Assembléia de Deus", outro ainda, "eu sou da Renascer", e blá, blá, blá, e isto sem dúvida alguma [ainda que muitos dirão ao contrário] é fazendo-se distinção entre as instituições que frequentam, porque cada qual quer mostrar que a "sua igreja" é melhor que a outra!!

Em suas apoteóticas reuniões, os religiosos (em especial, da maioria das denominações evangélicas), levantam ofertas, as primícias, para pagamento de salário daquele que seguem, o pastor (e de sua prole), além da luz, água, telefone, internet, e mais uma infindável lista de supérfluos, todos, e para isto, é o que chamam de “igreja”; porém, em suas reuniões, os apóstolos de Cristo (os que são relatados em o Novo Testamento) buscavam ofertas para a ajuda aos menos favorecidos, aos pobres.

Nós, porém, que não frequentamos templos, vislumbramos no evangelho o anúncio da salvação na pessoa de Jesus Cristo e que ele testemunha que a Igreja de Cristo não é de propriedade dos homens, não é uma igreja templo de tijolo;

A Igreja de Cristo transmite e testemunha a mensagem de salvação do evangelho, sem compromisso com estruturas, tradições, dogmas, denominações, porque tem um Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, que se compadece dos que O temem [Salmos 103.13].

Alguns, num erro grotesco, citam que Hebreus 10.25 referir-se-á as instituições religiosas (ou congregações evangélicas), porém, os que professam o nome do Cordeiro sobre a face da terra e não o nome de homens e de placas religiosas, dizem que Hebreus 10.25 associar-se-á para entendimento do que realmente é a razão de ser a congregação a Hebreus 12.23, ou melhor...

... dizendo para não “deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”, sabendo que a “congregação” não é um templo de tijolos, ou igreja evangélica, mas, a Verdade que liberta nos ensina que, a congregação a que se refere o autor de Hebreus é a “universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados”.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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março 18, 2011

Igreja física, igreja local, igreja nos lares, e a Igreja de Cristo

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O ensinamento bíblico em exaustão afirma, exorta, admoesta, o que disse Jesus com relação a Sua Igreja, que Ela não seria subjugada, nada a abalaria (porque é firmada na Rocha, Jesus), que é orgânica, sem mancha, é a noiva de Cristo, fiel, visível aos olhos de Deus, composta pelos filhos do Reino divino que são aqueles que professam o nome do Cordeiro sobre a face da terra:

Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” [Mateus 16]... é fundamental entender que a “pedra” a qual Jesus se refere, é Ele próprio, e não Pedro ou aquelas que colocam no chão quando se vai construir um templo religioso...

... mesmo porque, “Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” [Efésios 5].

Há, porém de ressaltar que, sou conhecedor que existem lugares que se intitulam “igreja” praticando aquilo que seja o intuito do evangelho, o anúncio da salvação na pessoa de Jesus Cristo, através da pregação da Palavra de Deus; entretanto, não posso dar valor ao “local” da reunião, que impropriamente é chamado de “igreja”, é preciso sim, dar toda honra, toda glória, todo louvor ao SENHOR que nos resgatou das garras malignas, e nos faz SER Sua Igreja, o povo de Deus reunido sobre a face da terra, independente que seja num mesmo “local” que comumente é chamado de “igreja”...

... ou seja, o local físico ou geográfico não se faz de importante, porém, a insistência e perseverança em se reunir em nome de Jesus, a essência de viver em novidade de vida, sendo luz nas trevas, sendo testemunhas do amor de Cristo e levando as Boas Novas de salvação até os confins da terra [Atos 1], isto sim, é do agrado do coração de Deus!!!

Desta forma, nos sentimos, os que vivem pela Verdade que liberta, desvinculados de tudo aquilo que faz referência a vontade humana; nos retiramos das “instituições religiosas” (tanto faz serem evangélicas ou católicas, ou qualquer outra coisa que pertença ao “sistema religioso”); nos fizemos, pela vontade e graça de Deus, servos e prisioneiros de Cristo, e também fomos libertos das amarras de homens corruptos de entendimento [“ por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas” – 2Pedro2];

E como me retirei das “instituições religiosas” (que chamam de “igreja”), não justifica a ninguém querer me rotular como rebelde para com Deus ou insubordinado a sã doutrina, pois que, persevero em ser fiel a Palavra de Deus, precavendo-me dos rudimentos do mundo, cultivando e divulgando a comunhão fraternal, e para isto, tanto eu, como outros, nos reunimos em qualquer lugar, mas por fundamento em o nome de Jesus [Mateus 18.20], e, em especial em nossos lares (nossas casas), pela mesma maneira que nos exortam e corroboram relatos bíblicos (dentre outros tantos):

- “Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia e a Ninfa e à igreja que está em sua casa” [Colossenses 4];
- “E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa” [Atos 16];
- “E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa” [Lucas 10];
- “As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa” [1Coríntios 16];
- “Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acáia em Cristo” [Romanos 16];
- “E à nossa amada Afia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa” [Filemom];
- “E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa” [Lucas 19];
- “E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão” [Atos 8];

Entretanto, o correto questionamento não está no porque de nos reunir em nossas casas, pois, esta maneira de reunião faz parte da vontade divina para a Igreja;

O correto em se afirmar ou questionar é o quando houve o beneplácito de Deus para que fossem feitas reuniões de forma adversa a Sua vontade; pois que, quando se negligencia os fundamentos de Deus para a união e em ser a Igreja, estar-se-á distanciando de todos os preceitos bíblicos, mesmo porque, a Palavra de Deus afirma que, “Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito” [Lucas 16], e, definitivamente, o relato de Lucas não faz referências as contribuições que sejam feitas as “instituições religiosas” que chamam de “igreja”.

Há algumas objeções que é preciso ser demonstrado em relação a muitas das “instituições religiosas” com nome de “igreja”, ou igrejas físicas de tijolos, ou igrejas locais em templos de tijolos, porque, muitas de suas atuações não condizem com o ensino bíblico, portanto, não percorrem de encontro da vontade de Deus para Sua Igreja, quais sejam:

As “instituições religiosas” chamadas de “igrejas”, precisam entender a Grande Missão que Jesus nos incumbiu [Mateus 28], ou seja, ir além das paredes dos templos, são necessários os adventos de nosso Bom Pastor, e qual seja?? Que sejamos sal e luz para os que estão no mundo (ou do lado de fora dos templos); não se pode permitir que se fique de braços cruzados ou batendo palmas nos cultos, sentados em bancos, esperando que as pessoas venham ao templo, a ordenança de Jesus é para que se vá de encontro a elas (aliás, não é contribuindo nas “instituições religiosas” para fazer missões que se estará cumprimento a ordenança divina);

As “instituições religiosas” chamadas de “igrejas”, firmaram o “domingo” como o dia “oficial” e especial para os “cultos de adoração”, coisa que foi instituída por Constantino (herança do “Cristianismo”), mas, em verdade, devemos oferecer nosso culto racional a Deus todos os dias; além de que, na maioria destes locais, instituíram os cânticos musicais como “adoração”, e isto não é verdade, isto está se tornando idolatria as músicas!!

E outra, por conta das “instituições religiosas” chamadas “igrejas”, milhares as tem abraçado como fé, e infelizmente, não abraçam apenas ao Senhor Jesus em fé; assim como, se utilizam de contribuições em forma de dinheiro (o que, em geral, é falado em todos os cultos) como obediência a Deus, sendo a forma humana, religiosa, de misericórdia e fé!!

Não podemos ainda, deixar de ressaltar que, por conta das mazelas das “instituições religiosas” chamadas de “igreja”, encontramos vários dizendo que é necessária uma possível reforma da “igreja”; que o amor está se esfriando nos antros da “igreja”; que é necessário um avivamento da “igreja”; porém, tudo isto não passa da necessidade espiritual das criações humanas (ou, das “instituições religiosas” chamadas de “igreja”) que realmente precisam de tudo que aqui foi exposto, mesmo porque, a “Igreja de Cristo” é firmada na Rocha e as portas do inferno não prevalecem contra Ela; mas, muitos dos membros são em verdade, os que precisam de uma reforma, de um avivamento, de recapitularem o primeiro amor...

As “instituições religiosas” chamadas de igreja física de tijolos, igreja denominacional local, como são criadas pelos homens, são apenas locais onde se reúnem pessoas, boas e más; não possuem a autoridade de Deus; são prédios de tijolos onde não é habitação de Deus; suas reuniões têm a mesma importância (ou algumas até menos) que as que simplesmente se realizam nas casas, sendo que, nas reuniões em casas não se pratica liturgia como nos templos religiosos (como a supremacia da figura de um homem central que se acha superior aos outros, a desigualdade em prepotência de alguns em relação a outrem, o desfile de supostas bênçãos)!!!

E é conforme este relato, que temos notado que, através de vários comentários (alguns até se estarrece de ler, os evangélicos fazem afrontas, adicionam adjetivos pejorativos, sem contar das burrices) desvirtua-se de forma a especulação quanto ao que seja a referência e verdade que o SENHOR dá em conotação do que seja a Sua “Igreja” propriamente dita, porque a Igreja de Cristo não se firma em nomes ou em aglomerações aqui ou acolá, mas, Ela é firmada no poder de Deus sobre a face da terra!!

Então, assim sendo, pelo ensino bíblico, concluir-se-á que, a Igreja de Cristo são o povo de Deus, e este povo está espalhado sobre a face da terra, donde Sua morada e localização são celestiais; e nesta vida material, este povo se reúne COMO Igreja em diversos locais, e, portanto, estes locais não são a “Igreja”, mas, endereços geográficos de reunião daqueles que são a “Igreja”, tais como, as reuniões em nossos lares!!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.


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janeiro 06, 2011

Por que não vou a igreja??!!

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É puro e sem contaminação responder a esta questão do porque não vou a igreja, e isto é em razão da simplicidade do evangelho, fui alcançado pela ação do Espírito Santo [1João 2.27] que mo deu entendimento de que não preciso IR a igreja, porém, SOMOS a Igreja...

... que nossa união está em torno do Senhor Jesus [Mateus 18.20], que não importa o lugar, o que importa e torna-se relevante, é que Deus procura os verdadeiros adoradores, que O adorem em espírito e em verdade [João 4], e para isto, não precisamos de um lugar específico com nome sugestivo religioso, mas, precisamos de um coração quebrantado, voltado a Deus em adoração!!

E, em verdade, a Igreja de Cristo, é a congregação de todos aqueles que amam e professam o nome do Cordeiro sobre a face da terra; sem rótulos, sem denominações, sem doutrinas de cunho humano, e sem dogmas...

... portanto, não é questão de um templo de quatro paredes ser chamado de “igreja”, mas, é a confissão que fazemos com relação a Cristo que nos faz SER Igreja...

... assim, a simplicidade do evangelho não nos ensina a IR a igreja, mas, sem fábulas e crendices somos ensinados a SER a Igreja!!

Respaldado, ainda, em verdade pela Palavra de Deus, somos impelidos pelo Espírito Santo a afirmar que as instituições religiosas com nome de igreja, ou denominações, ou igrejas evangélicas, ou qualquer igreja templo de tijolos quer for, não são obra de Deus!!

E são as Sagradas Escrituras que testificam, ainda que, templo por templo, Deus não habita em templos feitos pelas mãos dos homens [Atos 17] e doravante muitos defenderem os templos justificando ao contrário, somos nós o templo do Espírito Santo aqueles que confiam somente em Deus e não nos homens, e, conservam firme a confiança e a glória da esperança até ao fim [1Coríntios 3.16; 6.19; 2Coríntios 6.16; Hebreus 3.6; 1Pedro 2.5]. Aleluia!!!

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

Por Cristo, porque, tudo o que façamos em humildade, o façamos pela Palavra de Deus, Cristo, e não por nós;

Em Cristo, para que tudo seja nEle, Consumador de nossa fé;

Para Cristo, expondo assim que tudo quanto for feito, seja feito para a honra, para a glória e para o louvor dAquele que em tudo existe a plenitude da sabedoria; e não para nós, homens, assim, tudo quanto façamos, sejam para que todos venham conhecer a Verdade que liberta!

Nos interesses de Sua Igreja, eis aqui a razão fundamental de estarmos alertando o povo que se diz de Deus, portanto, trazer os interesses da Igreja de Cristo e não interesses de homens e seus templos religiosos que, dia após dia, vem locupletando das almas, distanciando-as do reino de Deus;


Pois que, assim o digo: Não vou a igreja, sou desigrejado!!!

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setembro 17, 2010

Culto nos lares ou em templos??!!

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Em verdade, muitos nos têm confrontado por difundirmos os cultos realizados nos lares, conforme os irmãos nos primeiros séculos pós ressurreição de Cristo Jesus, e bem assim o era as visitas de nosso Senhor, aos lares, mas, o intuito de nossas mensagens não é afirmar que somente há comunhão nas casas, mas, quanto ao se reunir em Cristo, por Cristo e para Cristo;

Sabemos que em Apocalipse, as igrejas são representadas por sete candeeiros [Apocalipse 1.20]; e que elas não tem um fim em si mesmas, mas, um meio para que o objetivo de Cristo seja alcançado;

Em linguagem bíblica, o
objetivo da Igreja é sustentar o testemunho de Jesus [Atos 1.8], para que todos possam vê-Lo, que todos possam ver a Luz;

A Igreja não tem por objetivo atrair pessoas para ela, mas, conduzir pessoas a Jesus!!

Portanto, quando nos reunimos em um culto de adoração a Deus, estaremos nos reunindo como a Igreja de Cristo, chamando a todos os que nos rodeiam ou visitamos a irem a Jesus, a permitirem que o amor de Deus adentre em seus corações, a que o Espírito Santo os convençam de seus pecados e assim, se arrependam de seus maus caminhos; eis o fim dos cultos realizados nos lares;

Mas, infelizmente, através de templos, há um sistema religioso que, em detrimento a santificação ou a conduzir as pessoas a Cristo, as ocupa com religiosidade, afim de que sejam simplesmente frequentadores assíduos e ouvintes cegos, e, por conseguinte, financiadores de organizações religiosas com nome de igreja e de seus proprietários...

Assim, este humilde blog vem trazer um alerta ao povo que se diz de Deus, que o único e verdadeiro Caminho é Jesus Cristo, que sem Jesus nada poderemos fazer, e que o entendimento da Palavra de Deus é somente pelo Espírito Santo!!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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novembro 30, 2009

Quem vos ordenou construir templos??!!

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"Deus não habita em templos feitos pelas mãos de homens, nem tão pouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa" [Atos 17]!

Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? [1Coríntios 6]

Em uma artimanha maligna, forjaram construções de templos, através de Constantino (285-337 dC); foi ele quem iniciou a construção dos edifícios eclesiásticos; denominando-os casas religiosas, onde muitos se preocupam em estar reunidos, onde alegam ser apenas nestes locais que se estaria em comunhão, um engano doutrinário... Muitos evangélicos demonstram conhecimento secular de que suas igrejas não são os templos de tijolos, mas, jamais deixam de lado sua identificação com a denominação ou instituição religiosa, demonstrando assim, este conceito, porém negam a sutileza da divisão.

Aliás, como estar em comunhão em uma igreja evangélica instituição, que possui, como muitas, milhares membros??
Todos se conhecem fraternalmente??
Todos compartilham suas prosperidades repartindo com todos, segundo cada um tenha necessidades??
Todos compartilham no partir do pão??

O Senhor Jesus não nos ordenou a ficar reunidos dia após dia em um templo, mas, a Grande Comissão de nosso Senhor e Mestre foi: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações... Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”, e, muitos tem desprezado o “ser-me-eis testemunhas, ... até aos confins da terra”.

Os evangélicos estão hibernando dentro de suas igrejas templos de tijolos, enquanto uma multidão sedenta perece ao redor de seus suntuosos templos, luxuosos, muitos se portam como “santos” somente quando estão dentro destas casas religiosas;

No típico templo de tijolos, a igreja evangélica, há o salão onde a congregação fica acondicionada em bancos, para escutar o pastor, o líder eclesiástico, que fala de seu púlpito, sempre mais elevado que os assentos (trazendo a idéia da divisão entre o “senhor” da igreja e seus subalternos), o único ponto de atenção, a referência central, que alimenta a igreja com seus discursos inflamados que nunca são confrontados com a Bíblia pelos ouvintes.

Não existe ensinamento bíblico para a construção destes templos e a liturgia evangélica através do Novo Testamento, os cristãos usaram o templo de Jerusalém, mas, este templo judaico não fora feito para reunião de igreja, mas destinado o ritual judaico e seus sacrifícios, e era costume dos judeus se reunirem naquele local, porém, esta reunião era no átrio exterior [Atos 5], um local público, frequentado até por incrédulos.

Aproveitado pelos escribas, o Pórtico de Salomão, era local de suas escolas e de seus debates [Marcos 11.27; Lucas 19.47 e João 10.23,24], onde também, comerciantes e cambistas instalaram suas mesas.

Jesus tão somente nos agracia com Sua divina presença, independente do local, porque, afirma, “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” [Mateus 18]; mas, jamais se ouve falar da construção e uso de templos, pela igreja, e muito menos quando vai para o mundo de Jerusalém.

A história da igreja primitiva

Conforme relatos bíblicos, a igreja se reunia nas casas em pequenos grupos, e assim, desenvolvia uma verdadeira comunhão, um cuidado específico com cada irmão, em sua vida e no serviço do discipulado; uma postura simples e prática de como ser Igreja, não havia interesse em construir templos, se praticava e vivia um testemunho tal qual os ensinamentos de Cristo; ninguém é perfeito, embora as igrejas forjadas por homens, não tragam um bom testemunho para o qual o Senhor Jesus requer de todos aqueles que professam Seu nome [Atos 1.8].

As igrejas no lar são necessárias, porque encarnam o ensino radical de que todos têm dons e todos são ministros [1Pedro 2.9]; oferecem esperança de curar os cristãos de algumas de suas piores heresias: que alguns são mais valiosos que outros, que somente alguns são ministros; estas heresias não podem ser sanadas na teoria; devem ser sanadas, na prática, na forma social de vivermos como Igreja, a reunião de todos aqueles que amam e professam o nome do Cordeiro sobre a face da terra; independente de rótulos, de denominações, de doutrinas, de dogmas...

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