Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

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junho 16, 2018

Ceia do SENHOR, não é comer pãozinho e beber suco de uva!!


Durante em o Seu ministério terreno, JESUS havia deixado bem claro que o pão era o símbolo do Seu corpo, e o vinho, o símbolo do Seu sangue a ser derramado em favor dos homens para remissão dos pecados, pois quê, sem derramamento de sangue não há remissão de pecados conforme a Lei dos holocaustos e sacrifícios para Israel, sendo evidente que, pela lei ninguém será justificado diante de DEUS, porquanto, “CRISTO nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro [Gálatas 3], e por este madeiro asseverou que não veio destruir a lei que requer sacrifícios e holocaustos para remissão dos pecados com derramamento de sangue, mas: “não vim ab-rogar, mas cumprir [Mateus 5].

Contexto bíblico João 6 [Bíblia Almeida 1850]
  • Porque o pão de DEOS he aquELLE, que do ceo desce, e dá vida ao mundo
  • E JESUS lhes disse: EU SOU o pão da vida; quem vem a MIM, em maneira nenhuma terá fome; e quem crê em MIM, nunca terá sede
  • Eu sou o pão da vida. Vossos pais comerão Manná do deserto, e morrêrão. Este he o pão que desce do ceo, para que o homem dELLE coma, e não morra. EU SOU o pão vivo, que desceo do ceo; se alguem comer deste pão, para sempre ha de viver. E o pão que EU hei de dar, he minha carne
  • JESUS pois lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo, que se não comerdes a carne do FILHO do Homem, e não beberdes Seu sangue, não tereis vida em vó mesmos. Quem come Minha carne, e bebe Meu sangue, tem vida eterna, e EU o resuscitarei no ultimo dia. Porque minha carne verdadeiramente he comida e meu sangue verdadeiramente he bebida. Quem come minha carne, e bebe eu sangue, em num permanece, e EU nelle. Como o PAI vivente ME enviou, e EU vivo pelo PAI; assim quem a MIM ME come, tambem por MIM ha de viver. Este he o pão, que desceo do ceo. Não como vossos pais, que comerão Manná, e morrerão: quem comer este pão, para sempre ha de viver
Entendimento pela Sagrada Escritura

Quem come Minha carne, e bebe Meu sangue, tem vida eterna, e EU o resuscitarei no ultimo dia” quer anunciar o receber a Palavra e se alimentar dEla [COMER SUA CARNE], é aceitar e entender o sacrifício da cruz, o perdão dos pecados e a redenção [BEBER O SEU SANGUE], porquanto, é aceitar o sacrifício do corpo e do sangue de CRISTO para ter a vida eterna.

Mas, quando JESUS assim disse, ELE escandalizou os judeus, pois a lei os proibia de comer sangue de animais [Levítico 7]. A vida estava na carne [Levítico 7], o sangue do animal propiciava os pecados do povo de Israel, restaurando-lhe a comunhão com DEUS, a vida eterna.

O PÃO era uma parábola do seu próprio corpo submetido ao propósito redentor de DEUS [Hebreus 10], e, o Seu SANGUE, derramado na morte, relembrava os ritos expiatórios em no Antigo Testamento (Antiga Aliança), o que foi representado no cálice sobre a mesa, este cálice, dali por diante, era revestido de um novo significado, como um memorial de um novo Êxodo realizado em Jerusalém [Lucas 9].

A contextualização da última “Ceia“ do SENHOR e Seus discípulos, deve ser entendida como um memorial [Lucas 22], um momento em que JESUS ansiava muito em estar com eles [Lucas 22] por que era a Festa dos Pães Asmos, a Páscoa judaica (Pessach, onde é celebrado o dia que DEUS libertou Seu povo Israel do Egito, memorial para que os filhos de Israel jamais se esquecessem que foram escravos no Egito), e por este memorial in “Ceia“, CRISTO simbolizava em Seu corpo e Seu sangue, a libertação da remissão dos pecados, assim como Israel liberto da escravidão do Egito, e jamais deve ser entendido como um ritual religioso.

Conclui-se bem claro que, as pessoas são conduzidas ao erro por falta de conhecimento, deixando-se levarem por crendices, sofismas, de argumentos capciosos para enganar, dogmas em tradições e doutrinas de homens nas imposições das lideranças eclesiásticas nas igrejas instituições, criando condições nas quais a Palavra de DEUS não requer aos membros em participar do ritual da Ceia.

Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

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março 29, 2010

Quem guarda a Páscoa?

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Nossos irmãos do site “Chamada”, são bem enfáticos, a Bíblia proclama ser a Palavra do único Deus verdadeiro. Somando-se as provas históricas, arqueológicas e científicas, há muitas provas nEla mesma. Não existem tais evidências para outros “escritos sagrados”, portanto, quando nos referimos a Jesus Cristo, Páscoa, devemos nos reportar aos Sagrados escritos e não em ensinamentos de homens...

Os judeus, não os árabes, foram escravos no Egito por quatrocentos anos, daí trazidos na quarta geração para a terra de Canaã. Os árabes não entraram na “Palestina” até a invasão brutal no século VII, depois que os judeus já haviam se estabelecido ali por mais de 2000 anos. Isso é História irrefutável, provada pela Páscoa. A libertação de Israel aconteceu através do juízo de Deus na forma das dez pragas sobre o Egito. Na última foi requerido o sacrifício de um cordeiro por aqueles que quisessem escapar daquela terra amaldiçoada. Esse evento deveria ser comemorado para sempre com a refeição da Páscoa, introduzida naquela noite histórica:“Este dia vos será por memorial... Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor... quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas” [Êxodo 12.14,26-27].

Quem guarda a Páscoa? Não são os árabes! Só os judeus a guardam pelo mundo todo até o presente. Quando um evento testemunhado por muitas pessoas é comemorado imediatamente, de um modo especial e guardado para sempre, temos aí a prova de que aconteceu como foi instituído. A Páscoa comemorada anualmente prova a escravidão de Israel no Egito e a sua libertação, como a Bíblia declara, e também que os judeus são os herdeiros de Abraão, com direito de posse sobre aquela terra, com uma promessa que Deus por Seu beneplácito os agraciou há 4000 anos.

Não-judeus não tem direito nem propósito em guardar a Páscoa judaica.

No entanto, tem se tornado popular que cristãos gentios celebram o seder judeu. É verdade que o cordeiro pascal simboliza Cristo, o Cordeiro que Abraão [Gênesis 22.8] disse a Isaque que Deus proveria – mas o mesmo acontece com cada oferta levítica. No entanto, os cristãos não as oferecem mais hoje em dia. Então, por que celebram a Páscoa? Ela comemora o livramento ancestral do Egito, do qual os gentios não têm parte.

Mas a “Última Ceia” não era a Páscoa, e Cristo não deu a Ela um significado novo, dizendo que deveria ser celebrada continuamente até a Sua volta? Um significado novo? Impossível! A refeição da Páscoa, o cordeiro, tem um significado histórico envolvendo uma aliança eterna [Gênesis 17.7; 1Crônicas 16.15-18, etc.] a respeito da Terra Prometida. Esse significado não pode ser mudado. Aos judeus (não aos gentios) é ordenado guardar a Páscoa para sempre [Êxodo 12.14]. O próprio Cristo não poderia ter dado um “novo significado” para a Páscoa.

Além do mais, a Última Ceia não era a Páscoa. Ela ocorreu na noite “antes da Festa da Páscoa” [João 13.1] e sem um cordeiro. Na manhã seguinte os judeus ainda estavam se guardando purificados para que pudessem “comer a Páscoa” [João 18.28]. Aquela tarde, quando Cristo estava sobre a cruz, era ainda a “parasceve pascal [preparação da Páscoa]” [João 19.14] – Os cordeiros ainda estavam sendo sacrificados para serem comidos na refeição da Páscoa naquela noite.

Mas Jesus não disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” [Lucas 22.15]? Sim, mas “esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado guardada somente pelos judeus em memória da libertação do Egito. “Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios).

Por que, então, Jesus chamou essa nova instituição de Páscoa? Porque como Israel foi libertado do Egito pela morte de um cordeiro, assim ela comemora a libertação, dos que crêem, do pecado, do mundo pecaminoso e do julgamento por vir, através do verdadeiro “Cordeiro de Deus”: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1Coríntios 11.26]. Paulo disse: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (1Coríntios 5.7].

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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