Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

[782,630]


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agosto 18, 2010

"Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos"

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Através das Sagradas Escrituras, temos recebido diversas exortações e admoestações de nossos irmãos apóstolos, divinamente inspirados, e nesta em particular, de Colossenses 4.2, o apóstolo Paulo ensina sobre a postura daquele que realmente serve a Deus.

- “Dediquem-se à oração”; “orai sem cessar”; nossas orações são requeridas em todo o tempo, por nós mesmos, ou por nosso próximo;

A oração liberta os cativos, sara os doentes, consola os aflitos e oprimidos e também nos fortalece, nos edifica [“ A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” – Tiago 5]; orando sempre pelos irmãos perseguidos.

- “estejam alertas”; “vigiai”; ao mesmo tempo em que oramos, devemos estar alertas ao que acontece ao nosso redor, as ciladas do inimigo e da nossa própria mente.

- “sejam agradecidos”; reconhecer que o SENHOR ouve tudo o que pedimos e nos responde e sermos gratos por isso; pode ser difícil, mas, precisamos buscar a cada dia cumprir este maravilhoso conselho.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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julho 09, 2010

Estar, e não viver ‘como’ no mundo!

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Há um contingente religioso que interpreta erroneamente a vontade de Deus, e sem dúvida alguma, pela maneira a qual de se “pedir” algo, e, em nosso tempo presente, torna-se cada vez mais, em abundância...

Sendo onipresente, onisciente e onipotente, Deus age pelo beneplácito de sua vontade, pela justiça, não se curvando ao desejo de homem nenhum, apesar de alguns religiosos e igrejeiros evangélicos acharem que podem “barganhar” com Ele... portanto, Deus é Deus, agindo como Lhe apraz, sem interferência de nenhuma “autoridade espiritual evangélica” ou qualquer pastor que muitos dizem ser de renome;

Nosso Senhor Jesus, em oração ao Pai, assim roga, em João 17, “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal”... assim, notamos que Jesus, roga para que seus discípulos sejam guardados ou poupados do mal, pois, certo é que, ele virá; são muitos os desafios, tentações, problemas pelos quais muitos não esperam neste mundo que vivemos; e, é neste sentido a oração do Mestre, que Seus seguidores sejam poupados do mal, não reservados da ação ou exposição ao mal, mas, “poupados”.

Notamos que muitas são as orações e pedidos a Deus, porém, diversos não aceitam afrontas apesar que quererem paciência;

Querem se apresentar como santos, mas não se desviam da tentação;

Buscam ser prósperos sem derramar o suor do próprio rosto;

Enfim, buscam, pedem, barganham, rogam a Deus, sem porém adorá-Lo em espírito e em verdade, não Lhe rendem ações de graças com um coração sincero, mas apenas com os lábios em cantorias e cantorias de shows pirotécnicos, pois, diz o SENHOR: que este ”povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim” [Mateus15], e em advertência diz: “Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas” [Amós 5];

Milhares são ensinados que Deus os isenta de todo o mal, de aflições, de ansiedade, de doenças, através de barganhas em dízimos e ofertas predeterminadas ou por frequência a templos religiosos com nome de igreja... terrível engano!

Precisamos ser forjados pela Palavra de Deus, assim, a ação do mal não nos atinge, apesar de estarmos expostos a ela; este é o sentido da oração de Jesus, a promessa de que tudo passaremos, porém, vivendo pela vontade de Deus, não em fantasias e crendices, mas, pela promessa de uma vida em abundância de amor ainda que padecendo necessidades, fome ou afrontas [Filipenses 4.13]!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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abril 21, 2008

A oração da igreja...

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Ensina-nos a Palavra do Senhor que “... A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5.16). E esta é a força juntamente com o jejum, que mantêm o crente cada vez mais fortalecido espiritualmente.

Meditando na Palavra de Deus, que nos dá entendimento, nos dá fortaleza, nos é o bálsamo para nossas vidas, aprendemos no temor do Senhor que a comunhão com os irmãos alegra o coração de Deus, que nos libera sua benção e nos ungi com Amor.

Louvado seja o nome do Senhor! Que nos uni em seu Santo Amor, e, nos faz ovelha do seu pasto. Mas, sendo ovelhas do pasto do Senhor, não impede há sofremos dificuldades, financeiras ou de saúde, dores (ver Mateus 16.34; João 16.33; 2Coríntios 12.7-10; Filipenses 4.11,12).

Mas, e quando algum irmão está em necessidade e ou dificuldade, o que faremos?

Como nos ensina o Senhor Jesus, “a oração do justo pode muito”, e, como vivemos em comunhão, pois somos o corpo de Cristo, devemos em santo amor e comunhão nos aplicarmos à oração a favor de nosso irmão necessitado, “Comunicai com os santos nas suas necessidades...” (Romanos 12.13).

Examinando o capítulo 12 no livro de Atos dos Apóstolos, vamos nos deparar com o relato da união de irmãos reunidos com o fim único e exclusivo de estarem orando por Pedro, encerrado na prisão por Herodes, que estendeu sua mão sobre alguns da igreja para os maltratar.

Com descrição deste fato, podemos aprender os ‘cinco segredos da oração da igreja’, da ‘oração em comunhão’, da ‘oração fundada em amor’:

1) Oração unida
A igreja orava. Podemos notar que isso é impossível, sem a igreja findar primeiramente com todas as contendas ou murmurações.
“Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mateus 18.19,20)

2) Oração fervorosa
A igreja fazia contínua oração. Oravam sem cessar. O sentido do original não é tanto que oravam por muito tempo, mas antes, oravam com desejo ardente – “com insistência”. A palavra é a mesma usada para descrever a oração de Cristo no Getsêmani, “E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão.” (Lucas 22.44)

É a súplica fervorosa do justo “que pode muito”. “Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5.16 )

Não é tanto o tempo que passou orando como a maneira em que oramos. Mas parece que a igreja orava durante os sete dias da festa (Atos 12.5,12). “E rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que combatais comigo nas vossas orações por mim a Deus;” (Romanos 15.30).

3) Oração no Espírito
A Deus. Os irmãos não suplicavam aos ídolos, nem rezavam aos santos, e nem oravam sem contato com Deus. Quantos filhos de Deus sabem o que é orar no Espírito? Quantos que o sabem têm costume de o fazer?
“Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,” (Ef 6.18); “Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,” (Judas 20).

4) Oração definida
Por ele, Pedro. Na reunião de oração prolongada, perseveravam em um só assunto, com um só alvo, que o Senhor libertasse a Pedro.

'A oração definida para os presos no pecado é a necessidade atual.'

5) Oração perseverante
Não cansaram nas orações por Pedro durante os sete dias que ele estava preso. Oraram até ele sair da prisão.

Enfim, tempo de grande perigo ou de grande perturbação, deve ser tempo de oração da igreja, reunida, principalmente por estarmos passando por tempos trabalhosos, “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.” (2Timóteo 3.1); devemos orar sempre, unidos, especialmente nesse tempo.
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abril 05, 2008

Reflexão em oração.

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Senhor Deus, Pai Eterno,
Justo e Santo, Misericordioso, Pai Nosso.
Senhor, homem miserável sou eu!
Servo inútil, pois somente faço o que nos manda.
Sou vil, antes ponho a minha mão sobre a boca.
Quem sou eu, e quem é o meu povo,
para que pudéssemos fazer ofertas tão voluntariamente?
Pois tudo vem de Ti, e do que é Teu To damos.
Senhor Nosso Deus, a Ti clama este pobre,
bem sei que nos ouve e nos livra de todas as angústias.
Sou pobre e necessitado, mas o Senhor cuida de mim.
Tu és o meu Auxílio e o meu Libertador.
Quem sou eu, ó Senhor Deus, e que é a minha casa,
para que me tenhas trazido até aqui?
Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos!
Ajoelhemos diante do Senhor que nos criou.
Amém!

outubro 17, 2007

Exemplos de oração

Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.

1. Quando Jesus orou? Jesus orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Jesus orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Jesus orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, Ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Jesus orou quando sua obra terminou (João 17:4).

2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que Jesus freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Jesus freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).

3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.