Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

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fevereiro 19, 2015


Desigrejados e os rituais, liturgias...

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Os verdadeiros seguidores (CRENTES) adoram ao DEUS CRIADOR em espírito e em verdade, e isto não se faz por determinados quantos tempos, ou seja, nunca desmerecendo às outras reuniões, afinal, nós desigrejados, adoramos a DEUS 24horas dia, e não com dias e horas pré-determinadas por alguns homens religiosos, para dirigir suas instituições...

... para nós, desigrejados, a reunião, quando nos congregamos, é um certo tempo, um momento de trocarmos experiências entre todos e não o que pensa 6dúzia de dirigentes eclesiásticos...

... a verdade nos mostra que nos próximos últimos 500anos a chamada igreja migrou-se para outra instituição (fez uma reforma) e transformaram-se em instituições protestantes, mas, particularmente, e notório que os evangélicos apenas fizeram e fazem adaptações dos rituais católicos, e tudo está e fica no meio religioso, o habito de repetir...

... mas, creio em CRISTO, que os desigrejados jamais e nunca viveram a possível repetição de dogmas e sofismas que os evangélicos estão adaptando dos católicos (exemplo clássico, natal), pois, nós desigrejados, não formamos instituições ou aglomerados, antes...


... desigrejados são famílias reunidas com outras famílias e alguns mais irmãos...


... portanto, os desigrejados que se reúnem em nome de CRISTO com seus familiares,  jamais pretendem a normalização de nossa reunião familiar cristã para se criar uma instituição religiosa, não queremos aglomerados e institucionalizações nesta terra...


... desigrejados querem almas que se rendem a CRISTO
e que mesmo "dispersas" neste mundo, não ficarão desgarradas!!!



Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém!


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agosto 14, 2012

Os donos dos rituais religiosos...

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Contrários a Palavra de Deus (contida na Bíblia), a maioria da liderança dos lugares apelidados de “igrejas”, a tal igreja instituição, também conhecida como as denominações, igrejas evangélicas, católica, enfim, o sistema religioso e suas instituições religiosas com nome de igrejas, querem ser exclusivistas em seus rituais, crendices de homens amantes de si mesmos que usurpam da fé alheia, fazendo dos poucos interessados em buscar entendimento da Palavra, em tolos financistas de seus impérios eclesiásticos.

Deus não dá ‘exclusividade’ para alguns poucos “santinhos religiosos”, como pastores, bispos, missionários, padres, blá, blá, blá...

No caso da Ceia, é necessário notar que, somente os que possuem títulos eclesiásticos da igreja instituição é quem querem ser os senhores do ritual, somente eles é quem podem repassar o pão (e vinho) e é o que se come com a boca neste caso, o pão da vergonha, enquanto, o Pão Vivo a quem devemos comer, não pela boca, mas pelo ENTENDIMENTO e através de um coração PURO, não é ensinado, afinal, as igrejas protestantes (igreja instituição, igrejas evangélicas) como sempre, vivem dos rituais da mãe religiosa, a católica.

Não só pastores, os intitulados eclesiásticos, promovem batismo!!

Em ordenança, Mateus 28 [vs.19], Jesus em Sua graça, nos dá a Grande Missão, ir, ensinando todas as gentes batizando-as, e não classificou quem em especial é que deveria proceder, mas que houvesse o batismo.

Muitos acreditam no engano de um “cargo” específico para se realizar o batismo, recorrido ao Antigo Testamento, onde os sacerdotes faziam expiação pelos pecados, mediante sacrifícios de animais, pois, somente o sumo sacerdote, por ordem divina, assim deveria proceder [Levítico 14.19], outros, nas tradições católicas do clero, correlacionam pastores & cia a sumo sacerdotes e/ou padres, que advogam ser somente aos “pastores” a incumbência do batismo...

Pela Palavra, a exclusividade pastoral da incumbência do batismo não recai somente nos senhores religiosos, pois quê, pela graça de Deus somos todos feitos sumo sacerdotes [1Pedro 2.9; Apocalipse 1.6; 5.10]!

O correto biblicamente falando, é que a todos quantos se fazem discípulos de Jesus, que por Sua ordenança, diz A TODOS os que O seguem que, indo, pregando, batizem!

Outrossim, um relato bíblico que não dá exclusividade ao clero pastoral, é Atos 8 [vs. 8-40], onde Filipe, que não era pastor, batizou ao eunuco que creu que Jesus Cristo é o Filho de Deus!

Gerência nos “cultos” é uma das outras exclusividades pastorais e de padrecos que não encontramos na Palavra de Deus (contida na Bíblia);

A crendice na liturgia dos 'cultos' tem feito dos intitulados eclesiásticos, senhores exclusivos que não permitem a participação de todos os presentes e neutraliza a ação do Espírito Santo que opera todas as coisas, repartindo particularmente a cada um como quer...

O apóstolo Paulo escreve sobre as reuniões dos crentes exortando sobre a participação de todos, que quando nos ajuntamos, cada um de nós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação [1Coríntios 14], ou seja, não há espaço na Palavra de Deus para que pastores, bispos, missionários, padres, ou os tais após“tolos” fiquem exclusivos para falar nas reuniões entre irmãos...

Todos, mas, todos os presentes na comunhão entre irmãos nos lugares em que se reúnem para os ‘cultos’ a Deus, devem participar, não se pode ficar calado somente ouvindo, por que o Espírito Santo quer edificar nossas reuniões.


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente; nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

setembro 18, 2011

A liturgia, a missa, o culto... e as reuniões em Cristo

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Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” [1Coríntios 14].

Nada como rituais, as reuniões relatadas e ensinadas pela Bíblia, dever-se-ão ser espontânea, com a participação de todos os presentes, vibrante, aberta, tendo Cristo o centro da adoração [“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” – Mateus 18]; o que não podemos identificar nas reuniões chamadas de cultos pela maioria das ‘igrejas evangélicas’ (instituições religiosas com nome de igreja)...

A história mostra que o ritual católico, a missa, baseia-se no culto judaico, nos místicos rituais de purificação dos gregos, imergindo no paganismo e no drama grego;

Tal ritual católico plagia as vestes sacerdotais pagãs, o incenso, a água benta das purificações, uso de velas, a “lei canônica” sendo fundo para a “lei romana”;

E de certa forma, os cultos protestantes (ou evangélicos) seguem a mesma linha da missa católica, tanto é isto que, na “reforma protestante”, houve uma tímida mudança da liturgia católica, porém, infelizmente, nem católicos e nem protestantes tiveram em colocar a Cristo no centro de suas liturgias;

O culto protestante não se originou no Senhor, nos apóstolos, e muito menos em o Novo Testamento, pois, este culto reprime a participação mútua como descrito em 1Coríntios 14 (ápice do texto), porque todo o desenrolar do culto é dirigido por um único homem, desta forma, reprimem a liberdade do Espírito Santo operar em este ou aquele irmão ou irmã para trazer edificação a reunião.

É indiscutível que os cultos (de todas as denominações evangélicas) em nada têm alterado ao longo dos anos; sempre pela seguinte ordem:

- São celebrados e dirigidos por um único homem, com título eclesiástico, tendo o púlpito como seu “trono”;
- Fundamenta-se em especial em um sermão;
- Os outros membros em nada participam da celebração, e muito menos há permissão em tomar parte da direção, passivamente, ouvem e aceitam tudo o que é proposto pelo líder.

Mas, em o Novo Testamento não nos faz silenciar quanto as nossas reuniões que são dirigidas pelo Espírito Santo em nome de Cristo, onde todos participam, lêem as Sagradas Escrituras, louvam a Deus, ensinam a Palavra, todos os presente vivem em comunhão em participar ativamente, e, portanto, não podemos defender as tradições dos homens [“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” – Colossenses 2].

A esterilidade dos cultos evangélicos tem tornado suas reuniões fadonhas, a mesmice mantêm Cristo cativo, um Espectador da liturgia, nas coisas superficiais, onde o culto é aprisionado pelos “pastores”, imóveis, intocáveis, senhores religiosos de rituais...

... a liturgia (culto) protestante, evangélica, não possui portanto, respaldo bíblico, pois que, amordaça aos membros e direciona a um homem a liderança única, dilacerando o corpo de Cristo em tradições que silenciam ao Espírito Santo.

Não há possibilidades nenhuma de se afirmar que um púlpito seja o altar de Deus, e porquanto, de lá seja dirigido tudo a Deus por um único religioso, porque, das coisas de Deus, a direção é pelo Espírito Santo, onde, o “fogo se conservará continuamente aceso sobre o altar; não se apagará” [Levítico 6], nossos corações é quem são o altar de Deus, no templo do Espírito Santo, e quando nos reunimos, cada um de nós “tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação”...

... somos “pedras vivas, edificados como casa espiritual para sacerdócio santo, a fim de oferecer sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo”[1Pedro 2].


Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.
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abril 27, 2011

Cultos nos lares, a igreja que está em sua casa, a expressão liberta da liturgia religiosa

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A liturgia, ordem das cerimônias de que se compõe o serviço nas entidades religiosas, como se encontra determinado no ritual eclesiástico, servem de uma postura repetitiva a cada dia...

... sempre o mesmo orador (ou figura religiosa central, o chamado líder espiritual), somente a ele e através dele que se conduz o cerimonial, tudo gira em torno dele, a começar pelo local de destaque na congregação ou reunião entre os demais membros, fica a um degrau mais alto que os demais, e não é fácil chegar lá (os estatutos elaborados pelo fundador e idealizador da instituição religiosa com nome de igreja prevê certos requisitos que impedem aos membros de almejarem o “posto maior”, majoritário).

Porém, nos lares a figura central torna-se tão somente o Espírito Santo, Ele sim, é o líder da Igreja, permitimo-nos em nossas reuniões que todos os presentes tenham a oportunidade da palavra, os cultos de adoração são pelo ensino bíblico, pois, quando nos ajuntamos, cada um de nós tem salmo, tem doutrina, testemunho, enfim, tudo para edificação.

Quando nos reunimos, o fazemos sem a liturgia religiosa de imposições e requisitos eclesiásticos das instituições religiosas e seus dogmas, porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, assim, somos um só corpo em Cristo, somos membros uns dos outros.

De modo que, tendo diferentes dons, exercemos segundo a graça que nos é dada;

Portanto o Espírito Santo tem sua ação livre e assim, há diversidade de dons, e há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil; um só e mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.

Portanto, sejamos, pois, pertencentes a Igreja de Cristo, e desigrejados das instituições religiosas que erroneamente muitos chamam de igreja firmados pelo sofisma em uma das maiores mentiras das "igrejas" (templos, denominações) de que Deus somente se manifesta nelas e de que somente através dos "pastores" é que há a operação de milagres, assim Jesus desmente estes religiosos dizendo a todos: "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai" [João 14]...

... vivamos pela liberdade que Cristo nos comprou na cruz e pela possibilidade do Espírito Santo poder se expressar entre nós.


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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